Famílias de baixa renda em Congonhas podem receber de forma gratuita plantas de construção

Por iniciativa do Governo Municipal, famílias com renda de até três salários mínimos poderão receber, gratuitamente, apoio técnico para a elaboração de projetos para a construção de suas casas. Os projetos serão desenvolvidos por engenheiros da prefeitura e o objetivo é garantir moradia de qualidade às pessoas de baixa renda e incentivar a regularização das construções.

De acordo com a Secretaria de Planejamento e Gestão, o Programa de Engenharia Social do município possui três modelos padrões de projetos de até 70m² que podem ser avaliados pelos interessados e adequados à topografia dos terrenos.

As primeiras famílias que serão atendidas com os projetos sociais, fazem parte de um cadastro da Diretoria de Habitação que hoje conta com cerca de 60 famílias cadastradas para a demanda. Os demais interessados em participar do projeto poderão fazer em breve a solicitação do benefício através do protocolo on-line no site da Prefeitura, ou presencialmente, no protocolo físico no Edifício JK, no centro. O solicitante deverá apresentar os documentos de posse ou de propriedade, conforme Decreto 5.370/2011 e o documento de identidade ou carteira de habilitação.

O solicitante passará por avaliação socioeconômica pelas assistentes sociais para comprovação do direito e sua solicitação será encaminhada para os setores de Habitação e Superintendência de Gestão da Cidade. O benefício só poderá ser concedido em loteamentos legalmente instituídos ou regularizados e o solicitante só pode ser possuidor de um único imóvel no município. Além disso, a construção deverá ser utilizada exclusivamente para fim residencial e próprio e é fica vedada a construção de mais de uma residência em um mesmo terreno.

ISENÇÃO DE TAXAS

O Governo Municipal alterou a lei e, além de receber as plantas das casas gratuitamente em um prazo de 30 dias, o cidadão que tiver direito a este benefício, ficará isento do pagamento de quaisquer taxas.

Dúvidas e informações: (31) 3732-0722 ou 3732-0719 ou presencialmente na Av. JK, 230 – 1º Andar, Sala 107.

Renda familiar é a menor desde 2005 em meio a inflação; Entenda!

O poder de compra da renda dos brasileiros está diminuindo e isso é visível quando pensamos no valor de itens essenciais, como a própria cesta básica. De cada R$ 100 do orçamento das famílias brasileiras, sobra apenas R$ 41,22 para gastar em consumo, pagamentos de dívidas e investimentos, o que demonstra a “queda da renda” das famílias brasileiras, mais especificamente no poder de compra desta renda.

A renda tem sido pressionada pela alta do preço dos alimentos, em especial do leite e da carne, além de reajustes da energia elétrica e combustíveis. A carne de primeira já foi cortada do prato de diversas famílias e substituída por algo mais barato. Nesse sentido, pagar o gás de cozinha vem sendo uma dificuldade extra dos brasileiros.

O preço do quilo da carne é uma das maiores reclamações do brasileiro atualmente. No primeiro momento, muitos começam a cortar na quantidade. Depois disso, muitos foram praticamente cortando o alimento e substituindo ele no cardápio por outras proteínas mais baratas, como o ovo.

Muitos brasileiros pelo país que estão com dificuldade de fechar a conta do mês através da renda atual. A maior parte está sendo gasta com produtos essenciais, como combustível e alimentos, sobrando pouco ou nenhum dinheiro para construir uma reserva de emergência ou para investir. As famílias não tinham um aperto financeiro tão grande desde 2005, quando de R$ 100, sobrava R$ 40,98 apenas, em média.

Valor do Auxílio Emergencial não é suficiente para a cesta básica

O valor do novo Auxílio Emergencial foi bastante criticado por muitos brasileiros, principalmente por que agora não é mais pago um valor mínimo de R$ 600, mas sim de apenas R$ 150 para a maior parte dos beneficiários, o que é visto como “insuficiente” para a maior parte dos que recebem, para muitos não dando nem para cobrir o preço da cesta básica.

O auxílio de R$ 1.200 ajudou bastante a muitas mães brasileiras solteiras no ano de 2020. Com a mudança para R$ 375, ficou bem mais complicado arcar com as mesmas despesas no mês, sobretudo para pessoas que pagam aluguel ou dentre os que estão entre os milhões de desempregados que existem atualmente no Brasil.

Combinação de fatores pressiona a renda dos brasileiros

O orçamento dos brasileiros tem sido afetado por uma série de fatores, como a própria alta dos preços dos alimentos que vem ocorrendo, principalmente no que se refere ao período desde 2020, por conta dos efeitos da pandemia na economia do país. Além disso, aconteceu um aumento considerável no valor do combustível e também da energia elétrica.

De acordo com uma pesquisa que foi realizada pela Tendências e que foi divulgada pelo portal de notícias G1, a situação é ainda mais dramática para as classes D e E, em que aumento dos preços é sentido ainda mais.

Para as classes mais baixas, neste momento, a situação fica ainda mais complicada na proteção da renda. Além da queda no orçamento, o desemprego também está em níveis recordes no país, passando de 14,6% e atingindo níveis históricos no número total de cerca de 14,8 milhões de brasileiros.

FONTE NOTICIAS CONCURSOS

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