Estudantes do Campus Ouro Branco podem solicitar Auxílio Permanência 2024

Estudantes dos cursos técnicos e de graduação poderão solicitar, até 11 de março, o Auxílio Permanência 2024 por meio do Programa de Assistência Estudantil do IFMG.

Estão abertas, até o dia 11 de março, as inscrições para a solicitação do Auxílio Permanência 2023, um apoio financeiro que visa auxiliar o estudante na integralização do seu curso. São oferecidas quatro modalidades de bolsa permanência com valores de R$ 170,00 a R$ 445,00 de acordo com o perfil socioeconômico dos estudantes. 

O auxílio é destinado aos estudantes dos cursos técnicos e de graduação do IFMG Campus Ouro Branco, regularmente matriculados, que se encontram em situação de insuficiência de recursos financeiros e socioculturais. Prioritariamente estudantes que possuam renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo e/ ou oriundos da rede pública de educação básica.

Para se inscrever, é necessário acessar o Sistema de Seleção da Assistência Estudantil (SSAE), preencher o Questionário Socioeconômico e anexar a documentação comprobatória. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail assistenciaestudantil.ourobranco@ifmg.edu.br.

A concessão dos auxílios é realizada mediante análise socioeconômica realizada pelo Núcleo de Assistentes Sociais do IFMG (NASIFMG) que considera dados referentes núcleo familiar do estudante como: renda familiar bruta mensal per capita; bens patrimoniais; situação de trabalho/ocupação; grau de escolaridade do provedor do núcleo familiar; situação de moradia da família; procedência escolar do estudante; meios de transporte; composição familiar; doenças e situações que se caracterizam como situações de risco social.

Sobre o Programa de Assistência Estudantil

O Programa de Assistência Estudantil (PAE) tem como objetivo, entre outros, contribuir para a promoção da inclusão social pela educação e minimizar os efeitos das desigualdades sociais e regionais na permanência e conclusão dos cursos ofertados pelo IFMG.

Documentação necessária: https://www.ifmg.edu.br/ourobranco/ensino-1/auxilio-permanencia

FONTE IFMG OURO BRANCO

Gerdau está com inscrições abertas para curso gratuito de formação de soldador

A ação faz parte do Programa Aprimorar, em parceria com o SESI/SENAI

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, em parceria com o Sesi/Senai está com inscrições abertas para o Programa Aprimorar, em Ouro Branco. O curso é para atuar no cargo de Soldador e tem carga horária de 8 horas. A capacitação é direcionada para pessoas acima de 18 anos e que tenham concluído o Ensino Médio. Podem participar moradores das cidades de Ouro Branco, Conselheiro Lafaiete, Congonhas e região.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 11 de março (segunda-feira) pelo e-mail senaiourobranco@fiemg.com.br ou pelo telefone (31) 3741-4114. O curso é gratuito e será ministrado presencialmente nos dias 11 e 12 de março, das 18h30 às 22h30.

O Senai está localizado na avenida Macapá, 177, no bairro Luzia Augusta, em Ouro Branco.

2ª fase do projeto Desativando Bombas-Relógio apresenta site que mostra o processo de descaracterização de barragens em Minas Gerais

O cidadão que quiser acompanhar a descaracterização das 38 barragens alteadas a montante, ainda existentes em Minas Gerais, poderá acompanhar a evolução dos processos por meio do site http://barragens.mpmg.mp.br/. A ferramenta, criada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), foi apresentada nesta segunda-feira, 26, durante o lançamento da 2ª fase do projeto Desativando Bombas-Relógio concebido para promover, por meio de uma atuação preventiva, a desativação das barragens alteadas pelo método a montante, no estado.

Conforme o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caoma), desde 2019, ano de promulgação da Lei Mar de Lama Nuca Mais, já foram descomissionadas 16 barragens com alteamento a montante*.

Participaram do lançamento do site o procurador-geral de Justiça, Jarbas Soares Júnior; o corregedor-geral do MPMG, procurador de Justiça Marco Antonio Lopes; a ouvidora do MPMG, promotora de Justiça Nádia Estela Ferreira Mateus; o coordenador do Caoma, promotor de Justiça Carlos Eduardo Ferreira Pinto; e o coordenador da Coordenadoria Estadual de Meio Ambiente e Mineração (Cema), promotor de Justiça Lucas Marques Trindade.

A apresentação dos dados relacionados ao descomissionamento de barragens, iniciado em 2019, foi apresentado pelo coordenador da Cema. Ele apresentou números relacionados aos descomissionamentos já realizados e lembrou compromisso assumido por 18 mineradoras, em fevereiro de 2024. Na ocasião, as empresas assinaram um Termo de Compromisso visando garantir a descaracterização das estruturas, em prazo tecnicamente possível, além do pagamento de compensação por danos morais coletivos no valor de R$ 426 milhões.

De acordo com Jarbas Soares Júnior, a sociedade precisa saber sobre esse tema que é da mais alta importância para Minas Gerais, vides as tragédias de Mariana e Brumadinho. “A população precisa saber dos processos que estão acontecendo, dos prazos, a situação das barragens entre outros. O que o MPMG e os demais órgãos ambientais têm de conhecimento hoje sobre as barragens que ainda estão em processo de descomissionamento, a população também terá acesso. É importante lembrar que, desde que os acordos foram feitos com as empresas, nós não tivemos nenhum problema mais sério, mesmo com as atividades em risco”.

Sobre o prazo para o descomissionamento das 38 estruturas ainda existentes no estado, e que deve seguir até 2035, o procurador-geral de Justiça disse que o tempo é necessário em virtude da complexidade do processo de descaracterização. “Sempre haverá risco. Agora, nós temos um processo de monitoramento permanente com prazos sendo cumpridos. O que não pode ocorrer é um processo precipitado de descaracterização das barragens, pois pode gerar um risco maior. Então, nós não podemos tomar atitudes intempestivas, gerando mais riscos do que a situação atual”.

Ainda sobre as estruturas mais complexas e que irão demandar um tempo maior até a completa descaracterização, o coordenador do Caoma, Carlos Eduardo Ferreira, disse que “por vezes, essas estruturas, sobretudo as que estão em nível 3 de emergência, não permitem o acesso de de trabalhadores. O trabalho precisa ser feito com toda a cautela necessária para que o descomissionamento não incremente esse risco. Então, não é simplesmente fechar a estrutura e fazer plantio em cima. É um processo de descaracterização muito difícil, muito técnico e que requer responsabilidade e seriedade. É preciso que seja feito no menor tempo possível, com a técnica e cautela necessárias.

Barragens em nível três de emergência
Segundo Roberto Júnior Gomes, diretor de gestão de barragens e recuperação de áreas de mineração e indústria da Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM), das 38 barragens com alteamento a monte, que passam pelo processo de descaracterização, três delas estão no nível 3 de emergência: Forquilha 3 (Ouro Preto) e Sul Superior (Barão de Cocais), ambas da Vale, e a barragem Serra Azul (Itatiaiuçu), da ArcellorMital.

Conforme Roberto, “essas estruturas estão passando por um processo de estabilização para que as intervenções possam ser feitas da melhor forma possível, uma vez que para termos a retirada do material, contido em cada uma, primeiro é preciso retirar a água desse sistema, o que está acontecendo agora. Adicionalmente, considerando a fragilidade estrutural que elas possuem, estão sendo desenvolvido estruturas de contenção para que, caso aconteça um evento inesperado durante o descomissionamento, todo o material seja contido numa área delimitada”.

O diretor da FEAM destaca que, “as zonas de altossalvamento, próximas a essas estruturas, foram evacuadas. Dessa foram, mesmo que ocorra algum rompimento, a população não corre perigo como aconteceu em Mariana e Brumadinho”.

Cadela é velada em capela e sepultada no túmulo da família

Uma cadela foi velada e sepultada no túmulo da família dos donos, no último sábado (24). A história, inusitada, ocorreu no Cemitério Municipal Senhor do Bonfim em Muriaé, cidade da Zona da Mata mineira.   O nome da labrador é Mel, que tinha como tutora Valéria, jovem que teve a ideia de homenagear o pet. “A Mel estava com a gente já há quase 11 anos. Nós ganhamos ela com 20 dias de vida e era uma filha. Ela dormia no meu quarto, se estava frio, ela dormia na minha cama comigo”, conta. De acordo com a tutora, a cadela era muito apegada à família. “Era como uma filha para mim. Só íamos nos lugares onde a Mel era aceita, até porque se não estivéssemos em casa, a Mel não comia, não fazia xixi, não bebia água. Ela ficava na porta esperando a gente voltar”, conta.

Durante o velório, amigos e familiares passaram na capela para prestar se despedir da cachorra. Valéria explica que Mel teve um tratamento especial. “A Mel é grande, pesa quase 22 kg e tem uma altura de 1m45 de comprimento. Eles fizeram um preparo igual de um humano”, afirma.  

Valéria relembra que o marido dela foi passear com Mel durante a manhã, quando então a cadela passou mal. “Ela tinha o costume de cheirar três moitinhas de grama, de matinho que tem por ali. Ela fazia essa visita nesses lugares todos os dias. E hoje, quando ela voltou no meio do passeio, ele chegou com ela em casa muito ofegante, fui olhar e ela estava com a língua já roxa e os olhos muito arregalados”, diz.

Valéria levou Mel a uma clínica, mas chegando lá a cadela já estava com as vias respiratórias comprometidas, e não movimentava mais do quadril para baixo. Ela teve uma parada cardiorrespiratória e morreu. A suspeita é de envenenamento por algum produto que estava na grama que ela cheirou.  (EM)

Fotos: Crédito: Rádio Muriaé/Divulgação

Moradores e visitantes de Jeceaba, Congonhas e São Brás do Suaçuí poderão treinar ações de segurança em caso de emergência envolvendo barragens

Simulado, que será realizado no dia 27/2 pelas Defesas Civis Municipais, com apoio da Vale, é um direito da população previsto em lei

As comunidades dos municípios de Jeceaba, Congonhas e São Brás do Suaçuí poderão participar de um treinamento sobre os procedimentos de segurança em caso de emergência envolvendo barragens. As Defesas Civis Municipais realizarão, com apoio da Vale, no dia 27 de fevereiro, terça-feira, às 14h, o simulado prático de emergência com a população que reside ou transita nas proximidades da Barragem 7, da Mina de Viga.

A atividade tem como objetivo reforçar a cultura de prevenção e orientar os moradores que vivem nesta área, além de visitantes, órgãos públicos e empregados da empresa sobre como agir em uma suposta situação real de emergência.

A participação no simulado é facultativa e é um direito da população, previsto em lei, além de uma oportunidade para que a comunidade conheça as medidas de segurança, bem como para que os representantes dos órgãos públicos avaliem e identifiquem se a sinalização e o sistema de alerta estão operando corretamente. A ação é preventiva e está inserida no Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM). A Vale reitera que não houve alteração na condição de segurança da Barragem 7, da Mina de Viga.

Como o simulado acontece?

No horário do exercício, haverá o toque real de sirenes – antes é emitida uma mensagem informando que se trata de um simulado. Ao ouvir o alerta sonoro, os participantes deverão seguir as placas de rotas de fuga e se dirigir ao ponto de encontro mais próximo, que são os locais seguros e protegidos de risco relacionado à barragem.

A atividade é aberta a todos que desejem participar do treinamento, sendo especialmente recomendada para as pessoas que residem ou circulam na Zona de Autossalvamento (ZAS) da Barragem 7. Em Jeceaba, a área contempla os seguintes locais: Centro, Comunidade Casinhas, Sumidouro, Vila Reis, Cavalhada, Volta Fria, Sobe e Desce, Caetano Lopes, Chacrinha, Vila Minério, Bananal e Farinheiros de Baixo. Já em Congonhas, estão envolvidas as comunidades Santa Quitéria, Plataforma (velho), Barra de Santo Antônio e Farinheiros de Cima. No município de São Brás do Suaçuí, a comunidade Rio Abaixo também faz parte da ZAS da Barragem 7.

A Zona de Autossalvamento (ZAS) é a região em que se considera não haver tempo suficiente para uma intervenção das autoridades competentes em uma suposta situação de emergência envolvendo barragens de mineração. Ela é definida pela maior das seguintes distâncias: 10 km ou a extensão que corresponda ao tempo de chegada da onda de inundação – ou seja, caminho pelo qual o conteúdo da barragem seguiria em caso de rompimento – igual a trinta minutos.

São Sebastiao das Águas Claras, Nova Lima (MG), Brasil, 20/09/2023 – Simulado Macacos – Reparação Brumadinho 5 anos. Na foto: Placa de Indicação de Rota de Fuga. L.FIGUEROA FOTOGRAFIA

Prevenção e monitoramento

Com objetivo de desenvolver e fortalecer a cultura de prevenção nas comunidades onde atua, a Vale tem equipes dedicadas a fazer a gestão de emergências junto às pessoas e em apoio à Defesa Civil e órgãos competentes. Para isso são realizados, periodicamente, treinamentos e exercícios simulados para preparar a população em caso de eventuais emergências com barragens, além de testes rotineiros dos equipamentos de alerta. O foco prioritário é a segurança das pessoas, o cuidado com o meio ambiente e a redução de riscos.

As principais barragens da Vale são monitoradas 24 horas por dia e 07 dias por semana pelos Centros de Monitoramento Geotécnico (CMGs) da empresa, bem como devidamente fiscalizadas pelos órgãos competentes, além de receberem inspeções regulares de equipes internas e externas, que agem prontamente quando são necessárias ações preventivas ou corretivas.

Idoso de 100 anos pede namorada em casamento durante aniversário 

Ele tem 100 anos. Ela, 57. Os dois estão juntos há 18 anos e, agora, resolveram dar um passo adiante na relação: se casarem! A história de amor é de Osvaldo Pinto da Silva, conhecido como Paraná, e de Maria Nilza Rodrigues do Santos, que vivem na Casa de Saúde Santa Izabel (CSSI), em Betim, na região Metropolitana de Belo Horizonte. 

O pedido de casamento aconteceu no final do ano passado, no centésimo aniversário do idoso. “O Paraná está aqui há mais de 40 anos e a Nilza há 27. Ele, por conta da hanseníase, e ela, por sequelas de um acidente vascular cerebral (AVC). Em 2006, eles começaram a conviver, após a inauguração do prédio da Unidade de Cuidados ao Adulto (UCA), onde vivem atualmente. Já há alguns anos observamos eles sempre próximos, juntos na hora da refeição, nas oficinas terapêuticas, ele buscando água para ela, oferecendo lanche. Perguntei à Maria Nilza se ela estava confortável com as manifestações de carinho por parte dele e ela respondeu que sim, tratando tudo de forma muito natural”, explicou a psicóloga da CSSI, Débora Gabriele Tolentino Alves, que acompanha os dois pacientes.

Antes da comemoração do aniversário, Osvaldo procurou a equipe de cuidadores e contou sobre os planos do enlace. Ele chegou a pedir uma das funcionárias para comprar as alianças. 

“Ela já tinha aceitado (o pedido). Em respeito ao desejo dos dois, ao que estavam manifestando naquele momento, providenciamos tudo para que, durante o aniversário, ele pudesse fazer esse pedido. Foi emocionante e eles ficaram muito agradecidos”, conta Débora.

Casal passa maior parte do tempo juntos — Foto: Rafael Assis

Planos para o futuro

Depois de oficializarem a relação, os dois pretendem ir morar juntos em uma casa em Juatuba e contratar uma pessoa para cuidar deles. Mas, para que a união aconteça, primeiro, o noivo precisa atender a uma exigência da amada: se converter à religião evangélica.

“Só depois que ele batizar vamos casar. Ele sempre falava comigo que eu sou muito bonita. Por que você quis ficar noivo? Você gosta de mim?”, indagou Nilza. “Eu gosto de você. Desde a primeira vez eu gostei dela. Ela é bonita. Quando o café chega, a gente fica junto. Eu só fico perto dela. Temos que comprar casa e mobília primeiro”, respondeu Osvaldo. (O Tempo)

Belo Vale (MG) realiza mutirão de catarata e de pterígio

Qualidade de vida garantida! No 5° Mutirão de Catarata e 1° Mutirão de Pterígio, a Prefeitura de Belo Vale realizou, no Hospital Municipal, ontem, 19/02, com sucesso, 36 cirurgias de catarata e 17 de pterígio, oferecendo tratamento oftalmológico acessível e eficaz à comunidade, destacando-se pelo compromisso com a saúde ocular. Prefeitura Municipal de Belo Vale, Transformando e Desenvolvendo para Todos.

Estrada que liga Engenheiro Corrêa, distrito de Ouro Preto, à Itabirito será pavimentada com recursos da Vale

Acordo com a Prefeitura de Ouro Preto atende à solicitação da comunidade por mais segurança na via

A Vale e a Prefeitura de Ouro Preto assinaram, nesta sexta-feira (23/2), termo de doação para pavimentação de trecho da estrada MG-030, que liga o distrito de Engenheiro Corrêa, em Ouro Preto, ao distrito de São Gonçalo do Bação, em Itabirito. A pavimentação atende à solicitação da comunidade e contribui para melhorar a qualidade de vida e a segurança dos moradores durante o deslocamento na via.

A Vale fará a doação voluntária de R$ 9 milhões para asfaltamento da estrada de Engenheiro Corrêa de cerca de cinco quilômetros na MG-030. As obras serão executadas pela Prefeitura de Ouro Preto e os recursos serão liberados pela empresa em parcelas, conforme o cumprimento das atividades previstas no cronograma de obras apresentado pelo poder público municipal.

Cerimônia de assinatura do acordo para pavimentação de trecho da estrada MG-030 em Engenheiro Corrêa, distrito de Ouro Preto

“É uma satisfação muito grande participar dessa ação que irá apoiar no desenvolvimento da comunidade, viabilizando um acesso mais seguro e rápido entre os distritos de Ouro Preto e Itabirito. Queremos ser um bom vizinho e apoiar iniciativas que transformem o amanhã de todos”, destacou Rodrigo Campos, diretor do Programa de Descaracterização da Vale. O distrito de Engenheiro Corrêa está situado a 38 km de Ouro Preto e o distrito de São Gonçalo do Bação está localizado a 16 km da cidade de Itabirito.

Durante a assinatura do acordo, também foi entregue a obra de pintura da Igreja de Nossa Senhora da Conceição do distrito de Engenheiro Corrêa, com recursos da Vale.

“Gerdau garante investimentos na região”, assegura Prefeito Ouro Branco; encontro celebrou os 300 anos de fundação da cidade

Sob manto de uma das serras mais exuberantes do Brasil, mais de 30 prefeitos, lideranças, populares, Subsecretario de trabalho e Emprego, do Governo do Estado, Arthur Campos, e o Deputado Rodrigo de Castro marcaram presença expressiva na reunião conjunta da Associação dos Municípios do Alto Paraopeba (Amalpa) e Consórcio Público de Desenvolvimento do Alto Paraopeba (Codap) como parte das comemorações dos 300 anos de fundação de Ouro Branco (MG). A cidade está em festa ao longo de 2024 para celebrar a efeméride em plena efervescência cultural. O evento aconteceu nesta manhã (23) no auditório Fernando de Oliveira Silva.

Na abertura magna, músicos da Orquestra de Violeiros Arpejo dedilharam nas cordas dos violões os Hinos Nacional de Ouro Branco emocionando o público presente.

Prefeito

O Prefeito anfitrião do evento, Hélio Marcio Campos, remeteu a fundação citando os ciclos históricos do ouro, uva, batata e aço na formação cultural do povo ouro-branquense. “Agora vivemos a transição para o ciclo do conhecimento e da inovação. Temos duas universidades que contam com cursos de ponta na área tecnológica que colocam nossa cidade na vanguarda. Hoje temos uma população flutuante de mais de 3 mil estudantes”, assinalou.

Ao falar de investimentos, Hélio citou que conversou recentemente com o CEO da Gerdau, Gustavo Werneck, que confirmou o aporte de R$ 5 bi da maior siderúrgica do Brasil em Minas e em Ouro Branco/Ouro Preto. “Não existe corte de recursos na planta de Ouro Branco, independente da crise do setor, pela entrada do aço chinês no mercado brasileiro. Os investimentos estão mantidos o que nos deixa seguros em nossos planejamentos”, assegurou Hélio.

O Deputado Federal Rodrigo de Castro (União Brasil) fez rasgados elogios a administração de Campos. “A gestão mudou o rumo de Ouro Branco, com suas obras e inovação, investimentos em infra-estrutura, educação. A cidade vive um novo momento em seus 300 anos e novo patamar”, asseverou. O parlamentar anunciou uma emenda de R$ 500 mil para investimentos no Hospital Raymundo Campos.

Ligação MG 030

O Prefeito De Ouro Preto, Ângelo Oswaldo (União Brasil) recebeu do Prefeito de Ouro Branco, Hélio Campos, o vice, Celso Vaz, a Medalha Dom Lourenço de Almeida, comenda em comemoração aos 300 anos. “Sinto-me reconhecido pela homenagem. Há 70 anos Ouro Branco se desmembrou de Ouro Preto. São três séculos de histórias das cidades co-irmãs”, citou.

Ângelo assinaria nesta manhã um convênio com a mineradora Vale, no valor de R$ 5 milhões, para asfaltamento do Distrito de Engenheiro Correa até a ponte da Japonesa, em Itabirito, faltando agora recursos para a pavimentação até Miguel Burnier em cerca de 12 km. Este trecho, segundo Angelo Oswaldo, tem já interlocuções iniciadas coma Vale, Gerdau e prefeitura para o seu asfaltamento, ligando, assim concluído, Itabirito, Ouro Preto e Lobo Leite, em Congonhas, facilitando a intercâmbio entre as cidades do Alto Parapeba e Inconfidentes, abrindo oportunidades culturais, econômicas e fluxo viário.

‘Mini-furacão’ Akará: entenda fenômeno que causou semana chuvosa em Minas Gerais

A tempestade subtropical que atingiu o litoral Sul do Brasil acabou causando dias de chuva quase ininterrupta sobre os municípios mineiros

As chuvas que atingem Minas Gerais há uma semana estão previstas de diminuírem já a partir deste sábado (24 de fevereiro), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Mas você sabia que as nuvens que “estacionaram” sobre o Estado são consequência de um “mini-furacão”?

Quem explica o fenômeno, uma tempestade subtropical que foi batizada de “Akará” pela Marinha Brasileira, é a meteorologista Anete Fernandes, do instituto federal. “Na semana passada se formou uma área de baixa pressão no litoral do Rio de Janeiro, causando um aumento de nebulosidade e chuvas isoladas até o último domingo (18)”, lembra. 

“Mas, no decorrer do final de semana, essa área de baixa pressão se intensificou e começou a deslocar em direção ao litoral Sul. De baixa pressão, passou para um ciclone subtropical. Em seguida, esse ciclone continuou se intensificando e virou uma depressão subtropical e, após se intensificar ainda mais, virou a tempestade subtropical que a Marinha denominou de ‘Akará’. A tempestade subtropical é um mini-furacão ocorrendo em latitudes subtropicais”, explicou a meteorologista.

Apesar do fenômeno, que começou a perder força na última quinta-feira (22), ter ocorrido sobre o oceano no litoral do Sul do Brasil, Minas Gerais acabou sendo fortemente impacto, uma vez que a umidade vinda de diversas partes do país “estacionou” sobre o Estado.

“Quando você tem um sistema com essa intensidade, todo o escoamento de umidade do interior do continente é direcionado para o litoral. A gente tinha, sobre o Minas, umidade vinda do sul da Amazônia, das regiões Centro-Oeste. Sudeste, mesmo do Nordeste, sendo canalizada para alimentar essa tempestade. Isso aconteceu até ontem (quinta-feira) pela manhã, mas esse sistema se desintensificou e já começou a reduzir”, concluiu Anete.

Chuva deve começar a diminuir neste sábado

Com o fim da tempestade subtropical, a partir desta sexta-feira os moradores da Grande BH já notarão uma redução no volume de chuvas, inclusive com momentos de mormaço e abertura do céu, principalmente na parte da tarde. Apesar disso, esta sexta ainda deve ser de muitas nuvens e chuva a qualquer momento.

“A partir de sábado, a tendência é de redução da nebulosidade e da chuva em todo o Estado. Será um dia de céu nublado, com pancadas de chuva, principalmente no Triângulo, Oeste e Sul. Já na faixa mais central de Minas, pegando as regiões Noroeste, Central, metropolitana de Belo Horizonte e Zona da Mata, o dia amanhece com muitas nuvens, mas a tendência é de redução das chuvas no decorrer do dia”, detalhou Anete.

Já para o domingo a expectativa é de sol entre nuvens com possibilidade de chuva somente na região Noroeste e Norte do Estado. “BH e região metropolitana não têm perspectiva de chuva. As temperaturas terão elevação já no sábado na capital, ficando entre 19 e 28º C. No domingo ela sobe um pouco mais, entre 18 e 30º C”, completou a meteorologista.

Semana que vem será de tempo estável

Ainda de acordo com a meteorologista do Inmet, Anete Fernandes, a população da Grande BH pode esperar dias com o clima mais agradável na próxima semana.

“A tendência é de melhora no clima até o final da semana que vem, com tempo estável na maior parte do tempo. Só temos previsão de mudança no meio do final de semana que vem, com o avanço de uma frente fria pelo litoral, que deverá trazer instabilidade. Mas não da forma como foi essa, mas de uma maneira mais tranquila”, concluiu.

FONTE O TEMPO

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