Prefeitura disponibiliza linha de crédito para produtores rurais de Congonhas de até R$10 mil com juros baixos

A produção agrícola tem uma participação importante na economia brasileira, representando cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Em virtude disto e Prefeitura de Congonhas passou a disponibilizar uma linha de crédito para estimular os produtores rurais como forma de diversificação e potencialização da economia local.

Desde o ano passado, os agricultores podem solicitar empréstimos de até R$10 mil com juros de 0,5% ao mês dentro do Programa Avança Congonhas. Desde o início da oferta desta linha de crédito, em 2021, o Governo Municipal já disponibilizou R$20 milhões, beneficiando mais 600 empresários que atuam em Congonhas.

Para acessar o crédito rural, o produtor precisa ter Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou Declaração de Aptidão (DAP) ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Além da baixa taxa de juros, o programa oferece carência de seis meses para início do pagamento das parcelas e até 60 meses para pagamento total do empréstimo.
Acesse www.avancacongonhas.com.br e saiba mais como ter acesso ao crédito do Avança Congonhas ou ligue no telefone (31) 97219-0405 que também funciona como WhatsApp. Ou vá pessoalmente à Sala Mineira do Empreendedor que fica no Edifício JK, sala 04, no Centro.

Reportagem/Foto: Reinaldo Silva

PÉ DE MEIA: PMOB divulga informações de programa que prevê pagamento de até R$ 3 mil/ ano por estudante da rede pública

A Prefeitura de Ouro Branco, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social de Ouro Branco, por meio do Cadastro Único, tem o prazer de informar sobre o novo Programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (@mineducacao). A partir do final de março, estudantes do ensino médio na rede pública que são beneficiários do #BolsaFamília desde janeiro de 2024 receberão um apoio financeiro para concluir seus estudos.

Para participar, basta estar matriculado até abril em uma escola pública, nos três anos do ensino médio. A seleção será feita com base nos dados do #CadÚnico, sem a necessidade de inscrição ou atualização cadastral neste momento.

Queremos garantir que todos os elegíveis saibam dessa oportunidade. Para mais informações, confira os canais do #MEC. Em caso de dúvidas, a Secretaria de Desenvolvimento Social está à disposição no telefone do Cadastro Único: (31)3938-1062.

Nova ação internacional busca levar Vale a julgamento por rompimento da barragem de Mariana

Moradores de Minas Gerais e Espírito Santo atingidos pelo rompimento da barragem de Mariana em 2015 podem participar de uma nova ação internacional contra a Vale.

Em outubro de 2024, um tribunal inglês julgará a BHP e a Vale por causa do rompimento. A ação foi movida por mais de 600 mil pessoas, incluindo 200 mil de Governador Valadares.

A nova ação, coordenada pela Ações do Rio Doce, visa levar a Vale a julgamento de forma individual. A organização se diz independente do governo brasileiro e representará os interesses dos atingidos pelo desastre.

A justificativa para tal ação se dá após a Justiça inglesa acolher o pedido da BHP de incluir a Vale no processo que será julgado ainda este ano na Inglaterra. A partir disso, se viu a abertura de precedente para criar uma nova ação, entretanto, com foco na Vale.

A iniciativa deste novo processo é da Ações do Rio Doce. A proposta é representar os interesses (coletivos) das partes afetadas pelo impacto do rompimento da barragem ao entrar com uma ação contra a Vale e a Samarco. O Pogust Goodhead, escritório de advocacia inglês que já representa os atingidos na ação contra a BHP, também será responsável por coordenar e aconselhar a Ações do Rio Doce.

“A Ações do Rio Doce convidou o escritório inglês para representar nesta ação que acontecerá contra a Vale, só a Vale. Porque lá [no julgamento da Inglaterra] quem chamou a Vale para compor a lide* foi a BHP. Então a ideia é que a Vale responda sozinha nesse processo”, explicou Adilson Domiciano, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Governador Valadares.

Os interessados em entrar nesta nova ação têm até o dia 1º de março para se inscrever. “Nossa orientação da OAB é que os interessados procurem o seu advogado de confiança para explicar sobre essa possibilidade. Se você não está na ação da Inglaterra você pode ingressar nesta ação que vai acontecer em um tribunal do exterior. A Ações Rio Doce ainda não definiu onde, mas o processo será no exterior, provavelmente em algum país da Europa”, informou Adilson Domiciano.

Julgamento na Inglaterra

O processo na Inglaterra contra a Vale e a BHP por causa do rompimento da barragem de Mariana (MG), em 2015 – a maior tragédia socioambiental do Brasil – tem previsão para o início do julgamento em outubro deste ano. De acordo com Adilson Domiciano, a Corte inglesa decidiu em dezembro do ano passado como será o procedimento da audiência. A partir disso, é esperado que a decisão final da Justiça inglesa sobre o processo envolvendo as empresas de mineração aconteça até dezembro de 2024. Serão, ao menos, 14 audiências até o resultado da sentença.

Segundo o presidente da OAB em Valadares, ao todo mais de 600 mil pessoas ingressaram na ação que será julgada pelo tribunal inglês. Destas, aproximadamente 200 mil são de Governador Valadares.

Por que o caso está sendo julgado na Inglaterra?

A ação foi levada à Inglaterra por causa da BHP ser uma empresa anglo-australiana. A lei inglesa permite que réus ingleses sejam julgados em seus tribunais, mesmo em relação a acusações feitas no exterior. Em 2022, a corte inglesa confirmou que o caso poderia ser julgado na Inglaterra, e a BHP pediu para que a Vale também fosse incluída no processo.
As duas empresas eram as controladoras da Samarco, responsável pela operação da barragem de Mariana. O julgamento na Inglaterra está previsto para começar em outubro de 2024 e a decisão final deve sair até dezembro.

Rompimento da barragem

O rompimento da barragem do Fundão em 5 de novembro de 2015 causou a morte de 19 pessoas e é considerado a maior tragédia ambiental da história do Brasil. O Rio Doce foi contaminado por lama tóxica, afetando 230 cidades em Minas Gerais e Espírito Santo.

*É o termo jurídico que se refere ao motivo da existência do processo, a razão pela qual a parte autora decide acionar o Judiciário

FONTE DRD

Beleza e conforto: Congonhas implanta 10 novos pontos de ônibus

A Prefeitura de Congonhas (MG) iniciou, nos últimos dias, a implantação de 10 novos abrigos de ônibus com o objetivo de atender a várias demandas da sociedade.

Esses abrigos são mais modernos e confortáveis, com melhor ergonomia e espaço reservado para pessoas com necessidade especiais, trazendo mais segurança para os seus usuários.

Devido a questão de espaço nas calçadas “passeio”, esses abrigos serão instalados em pontos específicos ao longo da cidade, em Bairros como o Lamartine e Primavera, entre outros.

Esses equipamentos também vão substituir alguns abrigos ao longo da Av. JK. Os abrigos removidos, serão revitalizados e direcionados para outros locais que carecem desse atendimento.

É a prefeitura de Congonhas trabalhando com amor para o seu cidadão!

Assembleia Conjunta: AMALPA e Consórcios no município de Ouro Branco

No dia 23/02, aconteceu a Assembleia Extraordinária da AMALPA – Associação dos Municípios da Microrregião do Alto Paraopeba no município de Ouro Branco e contou com a participação do ECOTRES – Consórcio Público de Tratamento de Resíduos Sólidos, CODAP – Consórcio Público para Desenvolvimento do Alto Paraopeba, CISAP – Consórcio Intermunicipal de Saúde do Alto Paraopeba e Vale do Piranga, CASIP – Consórcio de Iluminação Pública e CONDAPAV – Consórcio Público para o Desenvolvimento da Microrregião do Alto Paraopeba e Vertentes.

Compuseram a mesa de honra o Presidente da AMALPA e Prefeito de Casa Grande Luiz Otávio Gonçalves, o Prefeito anfitrião Hélio Márcio Campos, o Presidente da AMM e Prefeito de Coronel Fabriciano Marcos Vinicius da Silva Bizarro, o Presidente do ECOTRES e Prefeito de Conselheiro Lafaiete Mário Marcus Leão Dutra, o Presidente do CODAP Dr. Cláudio Antônio de Souza, o Presidente do CASIP José Donizete Almeida Maia, o Presidente do CONDAPAV e Prefeito de Queluzito Danilo Rodrigues de Albuquerque, o Deputado Federal Rodrigo de Castro, o Secretário Executivo de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais Guilherme da Cunha, o Subsecretário de Emprego e Renda do Governo do Estado Arthur Campos e a Prefeita de Contagem Marília Aparecida Campos.

O Presidente da AMALPA e Prefeito de Casa Grande Luiz Otávio abriu a Assembleia Extraordinária da AMALPA e consórcios e falou sobre a importância das reuniões conjuntas para um maior fortalecimento, contando com a presença de 23 prefeitos e 2 prefeitas, valorizando a região do Alto Paraopeba.

O Prefeito de Ouro Branco Hélio Campos falou sobre a história de Ouro Branco e a comemoração dos 300 anos do município, além de agradecer ao número de prefeitos e pessoas presentes na reunião, que é de suma importância para a região.

Fotos: Luci Sallum/PMC

O Deputado Federal Rodrigo de Castro falou sobre a necessidade da união, uma vez que as pautas dos municípios são a mesmas, as demandas, então juntos, conseguirão mais resultados positivos para a região. Além disso, anunciou uma emenda parlamentar ao hospital de Ouro Branco, no valor de R$500.000,00.

O Subsecretário de Emprego e Renda do Governo do Estado Arthur Campos falou sobre a importância dos representantes do Governo estarem presentes juntos às associações, consórcios, uma vez que a vida acontece dentro dos municípios e prefeituras, então é onde as demandas irão aparecer para serem solucionadas, sendo uma caminhada conjunta entre Estado e Prefeitos.

O Prefeito de Ouro Preto Ângelo Osvaldo falou sobre a participação em uma reunião junto ao COMPOR, Ministério Público Estadual e ANTT, com objetivo de apresentar as ações possíveis em curto, médio e longo prazo para minimizar a presença de carretas na BR 040 e 356, como a sugestão de rotas alternativas que impactam sensivelmente no cenário atual.

o Presidente da AMM e Prefeito de Coronel Fabriciano Marcos Vinicius da Silva Bizarro falou sobre a importância das associações e consórcios estarem sempre unidos, mesmo que não seja pauta que agrada a todos, é necessário que todos estejam juntos para atender e facilitar a gestão pública. Além disso, em parceria com a AMALPA, será realizado um curso de “Encerramento de Mandato” que será importantíssimo aos gestores.

Os Prefeitos presentes receberam a Comenda Dom Lourenço de Almeida, alusiva aos 300 anos de história de Ouro Branco, e no ensejo, a AMALPA através do Presidente Luiz Otávio Gonçalves, do Engenheiro Marcus Tinoco e da Contadora Lívia Baraldi homenagearam o município de Ouro Branco.

O Secretário Executivo de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais Guilherme da Cunha palestrou sobre “Cidade do Futuro”, onde foi oferecido aos gestores o apoio nos processos de inovação e digitalização das Prefeituras, facilitação na contratação de soluções tecnológicas, apoio ao desenvolvimento da maturidade de Cidades Inteligentes, apoio ao desenvolvimento do ecossistema de inovação local e capacitação dos servidores municipais, onde o Governo de Minas vai ofertar um treinamento gratuito voltado para os servidores municipais, orientando as prefeituras no processo de implementação de melhorias em suas cidades.

Estiveram presentes as Prefeitas de Contagem Marília Campos e de Lamim Mirene das Graças, os Prefeitos de Brás Pires Domingos Rivelli, de Belo Vale Waltenir Liberato, de Carandaí Washington Luiz, de Capela Nova Adelmo de Rezende, de Casa Grande Luiz Gonçalves, de Catas Altas da Noruega Paulo Ladislau, de Congonhas Cláudio Antônio, de Conselheiro Lafaiete Mário Marcus, de Desterro de Entre Rios Wagno Almeida, de Itabirito Orlando Caldeira, de Jeceaba José Donizete, de Ouro Branco Hélio Campos, de Ouro Preto Ângelo Oswaldo, de Piranga Luiz Helvécio, de Queluzito Danilo Albuquerque, de Rio Espera Juliano Benício, de Santana dos Montes Avanilson Alves, de São Brás do Suaçuí Geraldino Pacheco, de Senhora de Oliveira José Aureliano, Prefeito de Itaguara Geraldo Donizete, Prefeito de Nova Lima João Marcelo representado pelo Vice-Prefeito Diogo Jonata e o Prefeito de Barra Longa Fernando José representado pelo Assessor Antônio Alcides.

Os Vice-Prefeitos de Casa Grande Reinaldo Alimateia, de Conselheiro Lafaiete Marco Antônio, de Ouro Branco Celso Roberto, de Queluzito Joaquim Pereira e de Santana dos Montes Aloiso Viana.

Dengue: Minas Gerais confirma 7.083 novos casos

O número de casos passou de 114.544 registrados nessa terça-feira (27/2) para 121.627 contabilizados nesta quarta (28/2).

Minas Gerais confirmou 7.083 novos casos de dengue nas últimas 24 horas. De acordo com o Painel de Monitoramento de Arboviroses da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), os casos confirmados passaram dos 114.544 registrados na terça-feira (27/2) para 121.627 contabilizados nesta quarta (28/2).

Além disso, o estado registrou 334.532 casos prováveis, um aumento de 34.369 casos comparado ao número da terça-feira, de 327.908.

O balanço ainda contabilizou 33 mortes confirmadas, uma diminuição em comparação às 37 apontadas nessa terça, já que, de acordo com a SES-MG, o número de óbitos pode sofrer alterações após o fim do processamento dos casos. Na última atualização, eram 228 óbitos em investigação.

Em relação a chikungunya, foram registrados 37.322 casos prováveis da doença, um aumento de 4,79% comparado ao número divulgado anteriormente, de 35.615. Até o momento, sete mortes foram confirmadas por chikungunya, e 23 estão em investigação.

Quanto à zika, foram registrados 67 casos prováveis e sete confirmados para a doença. Não há mortes confirmadas ou em investigação por zika em Minas.

Casos em Belo Horizonte

A capital mineira acumula até o momento 7.665 casos confirmados de dengue, de acordo com boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde nesta terça-feira. Quanto aos casos suspeitos, são contabilizados 29.159. O número de mortes em BH permanece o mesmo do último boletim divulgado na sexta-feira (23/2), contabilizando sete.

Neste ano, foram confirmados ainda 542 casos de chikungunya em residentes de Belo Horizonte e um óbito pela doença. Há 549 casos em investigação. No dia 23, havia 452 casos registrados de chikungunya, sofrendo um aumento de 19,82%. Não há casos de zika confirmados na capital.

Vacinação em BH

Em meio ao aumento de casos das arboviroses transmitidas pelo mosquito aedes aegypti, a vacinação contra a dengue começou nesta terça-feira nos 152 Centros de Saúde de Belo Horizonte. A aplicação da vacina Qdenga será inicialmente em crianças de 10 e 11 anos.

A capital mineira recebeu do Ministério da Saúde 49,5 mil doses do imunizante, destinadas à aplicação de primeiras doses, contemplando as duas idades, que totalizam 48 mil pessoas. Como o esquema vacinal da Qdenga é composto por duas doses, que devem ser aplicadas em um intervalo de três meses, será necessário que o município receba mais vacinas para a posterior aplicação da segunda dose.

Outras 22 cidades do estado iniciaram a vacinação na terça. Ao todo, são 78.790 doses. Os municípios contemplados estão, em sua maioria, na Grande BH e na Região do Vale do Rio Doce.

FONTE ESTADO DE MINAS

Idoso de 72 anos não resiste internado em UTI e falece de dengue

Em Minas Gerais, são 37 mortes divulgadas.

Com a onda de casos de dengue em Minas Gerais, a cidade de Itabirito registrou sua primeira morte por conta da doença: um homem de 72 anos, que esteve internado em UTI e faleceu nos últimos dias.

A informação é da Secretária Municipal de Saúde, que salientou que a vítima era portadora de comorbidades.

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado na tarde desta terça-feira (27/2), em 2024, foram registrados 293 prováveis casos com 274 confirmações em Itabirito.

Além disso, o município registrou também 2 casos em que a doença se agravou, sendo que em um deles houve o óbito citado.

Já em Minas Gerais, o número de casos confirmados chega a 114.544, com 37 mortes divulgadas.

FONTE RADAR GERAL

MG: cartórios explicam registro de crianças nascidas em ano bissexto

Desde o ano 2000, mais de 3 mil mineiros nasceram dia 29 de fevereiro

De três a cada quatro anos, pessoas nascidas no dia 29 de fevereiro enfrentam o clássico dilema sobre quando comemorar o aniversário. Por isso, os Cartórios de Registro Civil, responsáveis por realizar o registro de nascimento de todos os brasileiros, devem retratar fielmente a realidade dos fatos.

De acordo com o Sindicato dos Oficiais de Registro Civil das Pessoas Naturais do Estado de Minas Gerais (Recivil), se uma criança nasceu em 29 de fevereiro, seu registro deve ser feito com este dia específico. Só para se ter uma ideia, desde 2000, 3.748 mineiros vieram ao mundo nesta data. 

A certificação da data vem descrita na Declaração de Nascido Vivo (DNV), que serve de base para registro no cartório. O documento é emitido pelo hospital e assinado pelo médico no momento do nascimento.

O presidente do sindicato, Genilson Gomes, explica que a data de nascimento deve ser exata, mesmo em caso de nascidos em ano bissexto, apenas o horário pode ser aproximado. Ele ainda ressalta que a Declaração de Nascido Vivo não substitui o registro civil no cartório, por isso, pais ou responsáveis precisam procurar a unidade mais próxima do local de nascimento ou de residência para que a criança seja registrada. “É pela certidão de nascimento que a criança tem seu reconhecimento como cidadão e pode ter acesso a serviços de saúde e educação por exemplo”.

Segundo dados da Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), administrada pela Arpen-Brasil, que conta com os registros de todos os nascimentos em território nacional, em 2020, último ano bissexto no Brasil, foram registrados 539 nascimentos em todo o território mineiro.

Registro de nascimento

Conforme a Legislação Federal de 2012, a DNV deve apresentar nome e prenome do indivíduo, sexo, data, horário e município de nascimento, além dos mesmos dados da mãe. Além deste documento, os responsáveis devem apresentar os documentos pessoais, RG, CPF e certidão de nascimento ou casamento.

Nos casos em que os pais da criança são casados, não há necessidade de comparecimento do pai ao cartório, pois basta apresentar a certidão de casamento expedida após a data do nascimento da criança para que o registro seja feito em nome dos dois, tendo em vista a presunção legal de paternidade.

Quando os pais não são casados, é necessário o comparecimento do pai para que o registro seja efetuado. Em ambos os casos deve ser apresentado o documento de identificação dos responsáveis, bem como a DNV.

De acordo com o Recivil, todo nascimento deve ser registrado, e há possibilidade de escolher o cartório para o registro, podendo ser feito da localidade onde a criança nasceu ou próximo a residência do pai e da mãe. Fora do prazo legal, o registro é feito no cartório da circunscrição da residência do interessado.

O que é o ano bissexto

Surgido na época do imperador Júlio César, o ano bissexto foi criado pelos romanos para adequar o calendário ao tempo que o planeta Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol.

O movimento, denominado de translação, é feito em 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 36 segundos. O tempo que “sobra” é arredondado para seis horas e, após quatro anos, somam-se 24 horas, ou seja, um dia a mais no ano (29 de fevereiro). Em 2024, o ano bissexto ocorre pela 504ª vez.

FONTE ESTADO DE MINAS

‘Até pneu cheira a queimado’: como é viver no Vale do Jequitinhonha, região do Brasil que mais aqueceu em 2023

Levantamento inédito do Cemaden, obtido com exclusividade pelo GLOBO, aponta as cidades que mais sofreram com o calor e baseia ferramenta que permite consultar os efeitos do fenômeno pelo país

A chuva das últimas semanas fez brotar esperança no coração da enfermeira Soraya Rocha, de 46 anos, e de tantos outros moradores de Turmalina e municípios vizinhos do Vale do Jequitinhonha. Chuva traz alívio e festa em um lugar onde reinam calor e seca. No ano que passou, Soraya viu aumentar o número de pacientes cada vez que o calor, que já é normalmente grande, se agravava. A região mineira concentra 18 das 20 cidades do país que mais aqueceram, como mostra um levantamento inédito do Cemaden, obtido com exclusividade pelo GLOBO, que baseia uma ferramenta que permite consultar os efeitos do fenômeno pelo país (confira mais abaixo).

Vinicius Freitas atravessou os municípios mais aquecidos do país de bicicleta — Foto: Arquivo pessoal

Há 22 anos na rede de saúde de Turmalina, Soraya diz que a maioria dos que procuram atendimento médico é de idosos. Em comum, a falta de hidratação e a reclamação “estou com um trem esquisito”, o jeito mineiro de dizer que não está se sentindo bem.

— O termômetro sobe e já sabemos que o povo virá. Vemos mais casos de doença cardíaca, de queixas generalizadas. É um problema de saúde negligenciado. O calor também ajuda o mosquito. Agora enfrentamos a dengue, hospitais lotados — destaca a enfermeira.

Dentro das casas é quente, pouca gente tem ar-condicionado. Mesmo ventilador não é comum. Uma realidade que não é apenas de Turmalina. No Brasil, só 13,91% dos domicílios dispõem de ar-condicionado, segundo a “Pesquisa de Posse e Hábitos de Uso de Equipamentos Elétricos de Classe Residencial”, da Eletrobras.

— Assistia na TV autoridades americanas mandando as pessoas irem para shoppings e outros lugares refrigerados durante as ondas de calor. Mas aqui o povo vai fugir para onde? Temos poucos espaços públicos refrigerados, nem mesmo nas unidades de saúde — lamenta Soraya.

2023 foi o ano mais quente da história

O salão do júri do fórum de Turmalina, por exemplo, não tem sistema de refrigeração. Que o diga o advogado e produtor rural Bruno César Viana:

— Imagine vestir beca com a temperatura nas alturas, em um salão não refrigerado. Fica tão intolerável que o juiz às vezes nos dispensa da beca nas horas mais quentes — conta.

Em Turmalina, como em outras cidades da região, o rural se confunde com o urbano. Quase todo mundo tem sítio ou alguma outra ligação com a roça, explica Viana. Como muita gente, ele teve que enfrentar as agruras do calor em duas frentes. Se de beca era duro, no campo tampouco havia alívio.

Exposta sem piedade ao sol e à seca, a roça definhou em municípios do Vale do Jequitinhonha. Plantações se perderam. O milho morreu quase todo e muita gente teve prejuízo, frisa Viana.

Ainda era agosto, inverno no calendário, quando os trabalhadores da fazenda de Viana pediram para mudar de horário. Passaram a madrugar, e a partir das 11h ninguém mais ficava no campo — uma adaptação semelhante à ocorrida em ondas de calor nos EUA.

— É um calor insuportável. Aqui sempre foi quente, mas o ano passado foi absurdo. E não só em Turmalina. Toda a região sofreu. Faço a minha parte, protejo a nascente que abastece famílias da comunidade, mas precisamos de reflorestamento, barragens — diz Viana.

Na roça e na cidade o sol castiga. Mas pode ser ainda pior de perneira (proteção contra cobras) e mochila carregada com marreta e pedras nas costas é pior. Equipada assim, a geóloga Julia Mascarenhas, de 29 anos, esquadrinhou o Vale do Jequitinhonha em um mapeamento até janeiro deste ano.

Ela estava pelas bandas de Araçuaí quando a cidade batia o recorde nacional de temperatura. Julia sempre carrega água congelada e encharca os cabelos sob o boné. Mas não adianta muito.

— No trabalho de campo, você vira lagarto. Durante as ondas de calor é ainda pior. O vento é quente, os morros são secos. Nada se mexe, nem formiga. Elas se escondem. Nesses meses todos, só vi duas cobras. Estavam as duas juntas numa pocinha de drenagem. Nenhum bicho encara o calor — afirma.

A geóloga trabalha com dois ajudantes nascidos na região. Mesmo acostumados a passar calor, penaram muito.

— O calor dessa região é de lascar os brabos — completa Julia.

O calor do Vale do Jequitinhonha impressiona mesmo quem está só de passagem. Literalmente. O empresário e ciclista de longa distância Vinícius Freitas, de 47 anos, há três anos, faça sol ou chuva, volta da casa que possuiu na Praia do Espelho, entre Trancoso e Caraíva, na Bahia, para Belo Horizonte, onde mora, pedalando. Traça uma rota que cruza exatos mil quilômetros e sempre coloca o Vale do Jequitinhonha no roteiro porque tem mais beleza e história.

O preço a pagar é o calor. E está cada vez mais alto.

— Em cicloviagens você não pode se dar ao luxo de parar de dia. Mas nessa região, não dá. O calor é demais. E das 11h ao início da tarde, não é possível suportar, até o pneu da bicicleta cheira a queimado. Não tem refresco. Quase nenhum lugar de parada, como postos de gasolina, tem ventilador. Ar-condicionado, só em sonho.

Sonho se fosse possível dormir. Mas com calor também é missão quase impossível. Freitas já pedalou muito Brasil afora e rodou pela América do Sul. Mas diz que o Vale do Jequitinhonha é imbatível no calor. O que alivia é a hospitalidade das pessoas.

— O calor é sempre assunto. Todo mundo reclama. E as pessoas ficam impressionadas de eu estar pedalando naquelas condições, se preocupam, são gentis — diz Freitas que, a despeito do calor, continuará a pedalar na região. — Faz parte do desafio.

FONTE O GLOBO

Minas Gerais tem 11 cidades sem prédios residenciais; veja quais são

Novos dados do Censo Demográfico 2022 foram divulgados nesta sexta-feira (23/2). O levantamento abordou características dos domicílios nas cidades brasileiras

As casas são o tipo de moradia mais escolhido pelos mineiros. É o que dizem os novos dados do Censo Demográfico 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (23/2), com destaque para características dos domicílios nas cidades brasileiras. Em 11 municípios de Minas Gerais, a casa é o único tipo de moradia.

A pesquisa de características dos domicílios do Censo Demográfico 2022 investigou cinco elementos: forma de abastecimento de água, existência de canalização de água, existência de banheiro e sanitário, tipo de esgotamento sanitário e destino do lixo. Além disso, o levantamento abordou também os tipos de domicílio presentes nas cidades, informação preenchida diretamente pelo recenseador no momento do cadastro do endereço. As moradias foram classificadas em: casa, casa de vila ou em condomínio, habitação em casa de cômodos ou cortiço, habitação indígena sem paredes ou maloca e estrutura residencial permanente degradada ou inacabada.

De acordo com a supervisora estadual do Cadastro Nacional de Endereços do IBGE em MG, Angela Guerra, esse levantamento é essencial para o planejamento urbano. “Permite compreender por exemplo, o índice de verticalização do território, o adensamento. Então é possível que a gestão pública, a iniciativa privada e empreendimentos imobiliários façam inferências em como se dá o ordenamento e a ocupação do município.”, explica.

Casas são as mais comuns em MG

O tipo de domicílio mais comum registrado pelo IBGE em Minas Gerais em 2022 foi a casa, habitação de 84,3% da população do estado. A porcentagem mineira é um retrato do cenário nacional em que 84,8% das moradias são casas. Em 2010, ano da última pesquisa feita, a proporção de casas no estado era de 88,89%.

Apesar da queda na proporção de casas, o número desse tipo de domicílio aumentou nos últimos 12 anos em valores absolutos. Enquanto em 2010 eram contabilizadas 5.358.704 unidades, em 2022 esse número passou para 6.352.165, representando um crescimento de quase um milhão de casas.

Além de ser o tipo residencial mais utilizado em todo o estado, 11 cidades mineiras têm preferência exclusiva por esse tipo de moradia e não possuem prédios residenciais nem outros tipos de domicílio.

Confira abaixo quais são:

1.Serra da Saudade, na Região Centro-Oeste, com 833 habitantes
2. Senador José Bento, na Região Sul, com 2.068 habitantes
3. Queluzito, na Região Central, com 1.770 habitantes
4. José Gonçalves de Minas, na Região do Jequitinhonha/Mucuri, com 3.969 habitantes
5. Ipiaçu, na Região do Triângulo Mineiro, com 3.775 habitantes
6. Frei Gaspar, na Região do Jequitinhonha/Mucuri, com 5.640 habitantes
7. Fortaleza de Minas, na Região Sul, com 3.477 habitantes
8. Conceição da Barra de Minas, na Região Central, com 3.560 habitantes
9. Caranaíba, na Região Central, com 2.933 habitantes
10. Araçaí, na Região Central, com 2.181 habitantes
11. Alagoa, na Região Sul de Minas, com 2.749 habitantes

Outros domicílios

O segundo tipo mais comum são os apartamentos, que correspondem a 14,36% das moradias em Minas Gerais e a 12,5% dos domicílios no Brasil. O percentual de apartamentos, que era de 9,76% em 2010, cresceu em 4,6 pontos percentuais em 2022, passando de 588.530 unidades para 1.081.539, com um crescimento de quase 50%.

O terceiro tipo é a casa de vila ou condomínio, residência com proporção de 1,05% no estado e de 2,4% no Brasil. Habitação em cortiço ou casa de cômodos (0,2%), estrutura residencial permanente degradada ou inacabada (0,04%) e habitação indígena sem paredes ou maloca (0%) não atingiram um por cento dos domicílios em Minas Gerais. No Brasil, estes domicílios representaram 0,28%, 0,04% e 0,01% respectivamente.

Nova classificação

A classificação do tipo “estrutura residencial permanente degradada ou inacabada” foi acrescentada no censo de 2022 e, de acordo com o IBGE, representa um esforço para “melhor captar a população em situação de exclusão habitacional extrema, que incluiu também uma revisão da tipologia dos domicílios particulares improvisados e dos domicílios coletivos, que serão abordados em divulgação futura.”. “Trata-se de um domicílio construído com a finalidade de serviço de moradia que é ocupado mas, seja pelas intempéries do tempo ou seja pela necessidade de interromper uma obra que estava em curso, deixou de ter as condições adequadas”, explica a supervisora do IBGE.

Em 2022, foram encontradas 3.208 unidades desse tipo de domicílio. Em números, 1.116 destas unidades estão em Belo Horizonte, 423 foram encontradas em Uberlândia, 77 em Divinópolis e 71 unidades em Ipatinga. O município de Araporã, no Triângulo Mineiro, é o que possui maior percentual de estruturas residenciais permanentes degradadas ou inacabadas: 1,25% do total de seus domicílios foram classificados nessa categoria.

FONTE ESTADO DE MINAS

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