Clima eleitoral toma conta dos discursos dos vereadores

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Toninho mordeu e assoprou com críticas imprensa/Arquivo
Toninho mordeu e assoprou com críticas e elogios a imprensa lafaietense/Foto:Arquivo

Conforme previsto por nossa reportagem, a eleição contaminou os debates na Câmara. Já em novo horário, a partir das 18:00 horas, a sessão de ontem, dia 2, na volta do recesso do meio do ano transcorreu em tom ameno, mas a aproximação das campanhas deu o tom dos discursos.

Um dos mais inflamados, Toninho do PT criticou a aparição de uma foto em uma matéria no “Correio da Cidade”, mas ao mesmo tempo traçou elogios ao jornal e a imprensa em geral. Nela a imagem que retrata o governo Júlio Barros na reportagem seria da Operação

Gido Dutra cobrou conscientização e participação do eleitora/ Foto:Arquivo
Gido Dutra cobrou conscientização e participação do eleitora/ Foto:Arquivo

Pasárgada, em que o então prefeito, em 2008, foi preso pela Polícia Federal. “Todos os ex prefeitos apareceram nas fotos sendo alçados para alto quando de suas respectivas vitórias eleitorais. Ao contrário a de Júlio Barros foi de agentes da Polícia Federal em frente a prefeitura na sua prisão”, observou.

Benito fez críticas a atual administração/Foto:Arquivo
Benito fez críticas a atual administração/Foto:Arquivo

Gildo Dutra (PV) falou que alguns vereadores estariam com o “coração apertado”, quando do início das campanhas. “È uma pena que nossa população pouco acompanha os nossos trabalhos e estaremos a prova dentro das escolhas do eleitor para analisar nossos 4 anos. Que a população tire uns momentos para fazer a análise do seu candidato. E que os escolhidos tenham atuação digna com Lafaiete”,discorreu.

O pré candidato a prefeito, Benito Laporte (PROS) cobrou explicações do Executivo já que, segundo ele, a cidade perdeu para Congonhas o emplacamento de 70 carretas. “Isso é o que eu sei. Perdemos em IPVA. Porque o prefeito não coloca mais funcionários para agilizar os emplacamentos já que o quadro da Polícia Civil é pequeno?”, sugeriu.

Em outro questionamento, Laporte indignou-se com a existência de uma ala da enfermaria no Hospital Queluz estaria fechada para o atendimento público. “A informação que nós tivemos é que a instituição não tem como pagar os profissionais médicos”, finalizou sua fala na Tribuna Livre.

 

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