Com menos de 4 anos, viaduto na MG 383 já apresenta problema

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Com menos de 4 anos, viaduto na MG 383 já apresenta problema/CORREIO DE MINAS

Quem trafega pela MG 383 percebe que a duplicação está inconclusa. Ao custo milionário de R$200 milhões, a obra durou mais de 3 anos. Do total de 45,8 km, 24 foram concluídos. Ainda não se sabe quando serão duplicados entre São Brás até Lagoa Dourada.

Mas que trafega já percebe que a estrada apresenta problemas. Falta segurança, falta sinalização, desnível no asfalto, canteiros centrais sem conclusão, trevo de Jeceaba ainda por terminar, etc.

Recentemente nossa reportagem recebeu denúncia de uma erosão na cabeça de um viaduto em São Brás que aos poucos cresce e pode comprometer a estrutura da obra. “A erosão de aterro no encabeçamento do viaduto de São Brás aconteceu devido às fortes chuvas na região. O local já foi vistoriado e os serviços estão sendo programados. O problema não compromete a estrutura do viaduto e o tráfego está liberado no local”, disse a nossa reportagem a assessoria de imprensa do Secretaria de Estado de Obras.

Protestos

A comunidade do povoado do Pequeri, bairro que fica às margens da MGC-383, fez uma manifestação no km 10 da via, neste feriado de 15 de novembro.

Moradores reivindicaram a instalação de redutores de velocidade no local, prolongamento de acesso ao bairro e comunidade e reposicionamento de um ponto de ônibus que está instalado ao lado de uma curva.

Segundo os moradores, “no local já ocorreram acidentes e por sorte ou pela graça Divina, e pelo menos por enquanto, sem mortes”. No entanto os moradores temem pelo risco de atropelamentos, visto que diariamente as pessoas atravessam a rodovia para acesso as suas moradias e para pegar lotação, e não querem ser as próximas vítimas,  como ocorre em outros bairros situados as margens de rodovias como o Pires, Vila Cardoso, Gagé, entre outros na qual só providenciaram radares ou quebra-molas após manifestações decorrentes de fatalidades”.

Um dos moradores revoltado com a situação disse: “Temos que trabalhar na prevenção, não podemos esperar a morte de alguém para tomar uma atitude, atitude esta que deveria ter sido tomada pelos órgãos competentes durante a duplicação desta rodovia e que por diversas vezes a comunidade reivindicou e nada saiu do papel desde 2013. Solicitamos novamente ao DEER/MG, agora através do ofício protocolado sob nº 128409/2301/2017 em agosto desde ano, mas que até o momento não temos nenhuma previsão para as providências cabíveis.”

A manifestação foi pacifica e sem interrupção da via e foi acompanhada por militares da Polícia Rodoviária Estadual (PRE).

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