Copasa tem menos de um ano para concluir a ETE Ventura Luiz

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Autoridades presentes no ato da assinatura do contrato
Autoridades presentes no ato da assinatura do contrato

Após anunciar redução no seu plano de investimento em Minas, devido a crise financeira por que passa o Estado, a Copasa voltou a confirmar investimentos previstos em contrato assinado em outubro do ano passado. Em resposta a nossa solicitação sobre as obras em Lafaiete, a direção da empresa afirmou em nota que os investimentos previstos para a ampliação e melhorias do sistema de esgotamento sanitário em Conselheiro Lafaiete ultrapassam o valor de R$ 20 milhões. Além da implantação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Ventura Luiz, também será feita a recuperação e implantação de vários trechos de interceptores e travessias sob a ferrovia MRS e a BR-040”, garantiu. Em seguida a estatal mineira frisou que as obras começam ainda este mês. “A Copasa ressalta que a ordem de serviço já foi autorizada e as obras iniciam nesse mês de março, com os levantamentos em campo e elaboração de notas de serviços pelas equipes de topografia. A previsão de duração da obra completa é de 18 meses”. Contrato Pela previsão da empresa, a ETE Ventura Luiz deve ser concluída até setembro de 2016. Pelo contrato assinado entre a Copasa e o município de Lafaiete, a empresa se comprometeu a construir a Estação de Tratamento de Esgoto – ETE “VENTURA LUIZ”, garantindo a eliminação do mau odor, conforme padrões estabelecidos pela Legislação Ambiental e atinentes ao tema até fevereiro de 2016, devendo iniciar a operação da ETE no máximo até março de 2016”. Caso não cumpra este prazo estipulado, a Copasa pode ser advertida, multada e até mesmo rompimento do contrato. Ministério Público Em relação a multa de mais de R$ 2,4 milhões em ação movida pelo Ministério Público por descumprimento de prazos em diversas obras em Lafaiete, o promotor Glauco Peregrino informou que no dia 6 de abril é que o processo voltou a Comarca de Lafaiete para intimação quanto à expedição da carta precatória para a Comarca de Belo Horizonte, para citação da empresa. “Ou seja, a empresa não foi sequer citada ainda da execução movida pelo Ministério Público”, diz Peregrino.