domingo, setembro 19, 2021

“Foi a mão de Deus que me salvou”, salienta vítima de acidente na Padre Lobo; família pede solução para trânsito pesado

“Foi a mão de Deus que me salvou de algo pior na minha vida. Só tenho que louvar e agradecer este milagre operado”. Assim desabafou o comerciante, José Camilo da Silva, de 57, após o grande susto e trauma pelo quais passou quando seu carro foi atingido por uma carreta desgovernada na Rua Padre Lobo, na Chapada, em Lafaiete, no início da tarde do dia 14.

Camilo ficou desacordad, foi socorrido pelos bombeiros e encaminhado ao Hospital e Maternidade São José sendo liberado posteriormente.

Ele subia a Rua Padre Lobo, acompanhado pela filha Rafaela e a esposa, Ângela, quando de repente ele viu uma carreta descer sobre o seu carro. Para desviar e não ser atingido de frente, ele virou o veículo quando o pesado atingiu a porta do motorista. “Dali para frente não lembro de mais nada”, contou a nossa reportagem. “Fui acordar estava no hospital e graças a Deus me recupero do susto. A coisa foi feia. Tenho que agradecer a Deus. Quanto mais o caminhão se aproximava ele crescia. Eu perdoo o caminhoneiro pois foi infelicidade. Isso pode acontecer com qualquer um”, disse emocionado, quando as lágrimas desciam seu rosto. No acidente, 3 carros foram envolvidos. A filha e a esposa nada sofreram.

Solução urgente

O acidente com o comerciante é um das dezenas que ocorreu no mesmo local. Camilo e sua esposa Ângela reforçaram o pedido as autoridades para uma solução definitiva para o problema do trânsito de carretas pesadas no local. “Que sirva de alerta para as autoridades. Se não derem uma solução, vai acontecer coisa pior. É uma tragédia anunciada”, salientou Camilo.

Acidente envolveu 3 carros e um caminhão/ARQUIVO

Ângela Silva afirmou que está organizando um movimento com recolhimento de assinatura de um abaixo assinado para a entrega as autoridades. “Temos que nos mobilizar e sabemos que a solução não passa somente pela boa vontade do município, mas também pela esfera estadual e federal. Mas não podemos ficar de braços cruzados esperando algo pior acontecer ou vida ser sacrificada”, assinalou.

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