Madrigal Roda Viva e Studio Kênia Najmah promovem espetáculo em noite memorável na Matriz

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No último domingo, 29 de julho, o Projeto Concertos na Matriz, sob a realização do Madrigal Roda Viva, apresentou mais um grande espetáculo que contemplou a arte genuína de nossa gente.

A histórica edificação da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, acolheu o milenar binômio música e dança. A Bíblia cita que os israelitas dançavam na presença de Deus para mostrar sua alegria: “Mudaste o meu pranto em dança…” “… para que o meu coração cante louvores a ti.” Salmo 30: 11-12

Cantar e dançar são expressões de alegria. Pessoas tristes não dançam.

Foi assim que um imenso público, mais uma vez  se encantou com a arte do canto coral, na performance do Madrigal Roda Viva, que abriu o Concerto com a Majestosa canção Pie Jesu (piedade Jesus) da compositora Mary Lynn.

A plateia se encantou quando a soprano Kelly das Graças, dona de um timbre operístico, saiu do meio  dos espectadores, entoando a canção, até encontrar com o coro no centro do altar. Encerrada a canção, antes que o público se manifestasse outra surpresa, desta vez por conta da afinadíssima Soprano Vera Prado, que arrebatou corações com os apaixonados versos de “Sodade”.

O Madrigal, ainda apresentou “Quando te vi” e “Ponta de areia”.

Em sequencia, foi a vez do Studio de Danças Kênia Najmah. O que se viu foram momentos de rara beleza proporcionados por talentosos jovens, comprometidos com a disciplina e a arte que educa e aponta horizontes abençoados.

Sob a direção do competente Professora Kênia Najmah, os bailarinos flutuaram no tempo e na historia, sugerindo as mais belas poesias, através de movimentos muito bem  sincronizados e magistralmente adornados  pelas esculturas da bela Matriz e luzes muito bem projetadas , que harmonizaram as mentes e os corações de homens e mulheres de boa vontade.

Quando o Coro e bailarinos se juntaram, o ineditismo nas terras de Queluz presenteou a todos com a beleza rítmica e harmônica da extraordinária canção “Cantores do Rádio”.

Enquanto o Madrigal desfilava uma sequencia dos mais belos acordes, os dançarinos interpretavam, através dos corpos harmônicos, gestos que, certamente se perpetuarão na história da arte de Conselheiro Lafaiete.

Fotos: Paulina Estevam Fotografia

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