Menor de 13 anos é apreendido por tráfico de drogas em Cristiano Otoni

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Material apreendido pela PM/Divulgação
Material apreendido pela PM/Divulgação

Em 01 de janeiro às 19:00min, os Policiais Militares, durante patrulhamento pelo Centro de Cristiano Otoni, foram abordados pela solicitante, a qual afirmou aos Policiais  Militares que alguns cidadãos estavam de posse e utilizando substâncias entorpecentes. Diante da informação recebida, os  Policias Militares procederam abordagem aos envolvidos, neste ínterim, a solicitante apanhou uma bucha plástica de cor azul contendo em seu interior uma substância com odor e características semelhantes à maconha que estava no chão, sendo recolhida de imediato pelos Policiais Militares. Em continuidade, durante o questionamento aos indivíduos, referente a propriedade da droga recolhida, a solicitante, afirmou aos Policiais Militares, que havia mais drogas escondidas no terreno onde os autores foram abordados, tendo sido efetuado uma varredura no local, localizando mais 4 buchas e 01 cigarro pronto da mesma substância mencionada. Durante a conversa com os envolvidos, o menor assumiu ser o dono do entorpecente. A mãe do menor se apresentou e acompanhou o desenrolar dos fatos, na presença desta, foi dada busca pessoal no mesmo, localizando nos bolsos de suas vestes, 01 deschavador, 01 isqueiro de cor vermelha, 01 peça plástica que segundo o autor, chama-se “pilão”, 01 pen-drive de cor vermelha, 01 nota de dez reais, 01 bucha de maconha, 01 pino plástico vazio comumente utilizado para embalar cocaína, 01 recipiente plástico com uma bituca de substância semelhante à maconha e 01 pacote de papel de seda da marca “papelito”. O menor afirmou que vende cada bucha das que foram encontradas, por R$20,00 (vinte reais). Diante dos fatos, foi dada voz de apreensão ao menor  de 13 anos, pelo ato infracional análogo ao tráfico de drogas, sendo os direitos constitucionais garantidos e preservados. Condução para o Pronto Socorro de Conselheiro Lafaiete para confecção do Auto de Corpo de Delito e posteriormente para a Delegacia de Polícia Civil de plantão. Os demais envolvidos foram arrolados como testemunhas do REDS.