Sessenta dias depois, Polícia apura assassinato de Luiz Catarino

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Sessenta dias depois, Polícia apura assassinato de Luiz Catarino/Reprodução
Sessenta dias depois, Polícia apura assassinato de Luiz Catarino/Reprodução

Sessenta dias depois continua um mistério a morte de Luiz Catarino Dias. Ele foi assassinado no dia 20 de outubro na rua Milton Resende que liga os bairros Belavinha e Morro da Mina. Segundo informações, ele estava em um veículo Celta, prata e teria sido alvejado com um tiro na nuca. Catarino era assessor do deputado estadual Glaycon Franco (PV) e trabalhava no escritório do parlamentar em Conselheiro Lafaiete.

Segundo a Polícia Militar, no dia do crime, por volta das 19:00 horas, houve o registro de uma ocorrência de assalto a mão armada em um estabelecimento comercial na rua Hélio Lana da Silva, perto do local do assassinato. Uma mulher, 45 anos, relatou que os bandidos chegaram ao comércio em uma motocicleta de cor azul que apresentava a placa levantada de impossibilitando a sua visualização. Eles desembarcaram do veículo e anunciaram o assalto com a posse de uma arma de fogo. Depois de subtraírem a quantia de R$ 150 reais e um maço de cigarro, fugindo em sentido ao posto de saúde do bairro.

Durante rastreamento aos bandidos, os policiais depararam com um veículo Celta, de cor prata colidido e em seu interior, no banco do passageiro, estava um homem caído, apresentando manchas de sangue e sem os sinais vitais. Rapidamente, houve o acionamento de uma equipe do SAMU que compareceu ao local e constatou o óbito de Luiz Catarino, 54 anos.

A linha de investigação da Polícia Civil seria de latrocínio (roubo seguido de morte). Em nota, a Polícia Civil afirmou que “no tange à morte de Luiz Catarino está sendo investigada pela Delegacia de Crimes contra o Patrimônio por supostamente envolver questão de cunho patrimonial. Segundo o Delegado responsável, Daniel Gomes, trata-se de um caso complexo, com a morte ocorrendo em local ermo, sem testemunhas presenciais e sem câmeras de segurança no local dos fatos, o que dificulta a investigação. “Cumpre mencionar, ainda, que a vítima era pessoa querida na sociedade, não havendo uma motivação específica para a sua morte, como ocorre em outros casos de homicídio”, apontou a nota. A Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio já cumpriu cinco mandados de busca e apreensão na residência de pessoas suspeitas de envolvimento no crime, sendo colhidos elementos de relevância para a investigação. O Inquérito continua em andamento para apuração da autoria. A linha de investigação da Polícia Civil seria de latrocínio (roubo seguido de morte).