15 profissões mais importantes para o mercado brasileiro até 2030

Uma pesquisa recente conseguiu identificar quais devem ser as profissões mais importantes para o mercado nos próximos anos

O mercado de trabalho está mudando, existe muita expectativa sobre como as novas tecnologias, como a Inteligência Artificial vão impactar o mundo dos negócios nos próximos anos. Isso porque, essa é uma tecnologia que está no radar de praticamente todas as grandes empresas que querem produzir mais, mais rápido, reduzindo erros e claro, mais barato.

Apesar de falarmos tanto em novas tecnologias do mercado de trabalho, existem outras áreas que também devem ter uma forte ascensão para os próximos anos, são áreas ligadas a saúde mental, a energias renováveis e integração entre humanos e máquinas. A verdade é que, da mesma forma que novas tendências podem acabar com tendenciais atuais, ela também abrirá inúmeras oportunidades.

Se você sonha em ter uma carreira bem sucedida nos próximos anos, precisa se atentar as áreas que devem estar em franca ascensão. Para descobrir quais são as profissões que vão estar mais em alta no mercado de trabalho, ao menos até 2030, vamos utilizar um levantamento da H2R Pesquisas em parceria com a TOTVS.

A parceria entre as empresas foi denominada como Panorama das Carreiras 2030, que como seu próprio nome sugere, revelou através de estudos e tendências do mercado, quais serão as profissões mais importantes do mercado de trabalho pelo menos até 2030.

O objetivo do estudo foi simples, mapear o futuro das carreiras que existem no mercado de trabalho, e os resultados foram obtidos através de uma pesquisa com o público que participou no ano passado do evento Universo TOTVS 2023. Quer saber quais devem ser as profissões mais importantes do mercado para os próximos anos? Então vamos conferir!

Profissões mais importantes para o mercado até 2030

Com base nos dados da pesquisa, existe uma forte expectativa de que as profissões que lidam com dados e segurança da informação, sejam uma das mais valorizadas do mundo, onde bons profissionais terão diversas vagas de emprego disponíveis, tendo em vista que a segurança da informação tem se tornado cada vez mais uma preocupação das empresas.

Embora, a pesquisa deixe claro como as profissões que estarão em alta são técnicas, ainda, sim, será necessário que os profissionais consigam desenvolver ou mesmo ter áreas profissionais variadas para que seja possível encontrar um melhor resultado em suas atividades.

Outro detalhe importante da pesquisa, deixa claro como a saúde mental estará em alta, haja visto a necessidade e a busca por cuidados que a população estará necessitando, sendo uma área que tende a crescer muito em pouco tempo.

A seguir, vamos conferir as 8 profissões que serão as mais importantes para o mercado de trabalho e quanto cada área tende a crescer até 2030:

  1. Analista e Cientista de Dados: crescimento esperado de 33%
  2. Profissional de saúde mental: crescimento esperado de 30%
  3. Especialista em AI e Machine Learning: crescimento esperado de 30%
  4. Analista de Segurança da Informação: crescimento esperado de 27%
  5. Analista de inteligência de negócios: crescimento esperado de 22%
  6. Especialista em Big Data: crescimento esperado de 17%
  7. Especialista em Transformação Digital: crescimento esperado de 17%
  8. Especialista em ESG: crescimento esperado de 11%
  9. Gerente de equipe humanos-máquinas: crescimento esperado de 10%
  10. Especialista em Marketing Digital e Estratégia: crescimento esperado de 10%
  11. UX Designer: crescimento esperado de 10%
  12. Especialista em Sustentabilidade: crescimento esperado de 9%
  13. Desenvolvedor de blockchain: crescimento esperado de 8%
  14. Especialista em energias renováveis: crescimento esperado de 7%
  15. Detetive de Dados: crescimento esperado de 7%

Habilidades mais importantes até 2030

Além de identificar quais serão as profissões mais importantes para o mercado nos próximos anos, a pesquisa também identificou os conhecimentos e habilidades técnicas, conhecidas também como (hard skills), que serão as mais importantes para que os profissionais possam obter nos próximos anos, e as habilidades em questão foram:

  • Inteligência Artificial: 48%
  • Análise de Dados: 40%
  • Análise de Negócios: 26%
  • Gerenciamento de projetos: 23%
  • Programação: 23%
  • Cibersegurança: 20%

FONTE MEU VALOR DIGITAL

Nova moto elétrica “baratinha” chega ao Brasil por R$ 9.390 com autonomia de 80 km e motor indutivo de 2.000W

Nova moto elétrica “baratinha” do mercado está chamando atenção pelo seu preço menor que R$ 10 mil. A moto elétrica da Shineray alcança 59 km/h e entrega autonomia de 80 km.

O segmento de veículos elétricos está crescendo de forma impressionante em 2024, e isso também se aplica ao mercado de motos. A começar pela moto elétrica mais barata do Brasil, que custa R$ 9.390. Trata-se da Shineray SE3, um modelo urbano da montadora chinesa, com uma autonomia de 80 km, ideal para o dia a dia. Confira todos os detalhes da moto elétrica “baratinha” da Shineray.

Moto elétrica “baratinha” da Shineray entrega 2.000W de potência

A moto elétrica da Shineray está disponível para venda em quatro opções de cores e conta com bateria fixa de 72V e 31 Ah, além de motor com 2.000 W de potência. A Shineray SE3 conta com um painel 100% digital, que facilita a visualização dos indicadores de condução. Quanto às características técnicas, a moto elétrica “baratinha” chinesa conta com um motor indutivo Brushless de 2.000 W de potência que pode entregar até 59 km/h.

Entre as características desse propulsor, está a resistência à água, que atende ao certificado IP67 para mergulho em até 1 metro de profundidade. A bateria da moto elétrica da Shineray é de chumbo não removível com capacidade de 72V e 31Ah, como mencionado acima, que leva de 8 a 10 horas para recarregar.

Além disso, o modelo traz suspensão dianteira, garfo telescópico e traseira convencional. Suas rodas são de liga leve de 12 polegadas com freio a disco, tanto na parte frontal, quanto na traseira da motocicleta.

Moto elétrica da Shineray tem capacidade para transportar até 123 kg

A moto elétrica “baratinha” possui dimensões como 1,82 metros de comprimento total, 0,71 m de largura, 1,09 m de altura total. O modelo elétrico possui ainda capacidade para 123 kg de Peso Bruto Total (PBT) e 120 kg de carga máxima.

Vale mencionar que além da moto elétrica da Shineray SE3, a marca ainda conta em seu portfólio elétrico com outros modelos como SE1, que custa R$ 13.390, SE2, no valor de R$ 13.390 e SHE-S, que custa R$ 15.490.

Até o mês de abril deste ano, a marca chinesa comercializou no país, 17.685 motos, o quarto melhor desempenho entre todas as montadoras do mercado.

Apenas neste mês, em específico, a Shineray foi responsável por 5.388 emplacamentos, o que representou 3,16% da participação em todo o segmento. A marca ficou atrás apenas da Mottu, com 17.768, Yamaha com 105.324 e Honda com 427.239.

Vale a pena comprar uma scooter elétrica?

Agora que você já conhece a moto elétrica acessível da Shineray, apresentaremos algumas razões pelas quais vale a pena investir em uma scooter elétrica. O motivo mais óbvio é a economia, pois o combustível tradicional pesa no orçamento do trabalhador e reduz seu poder de compra.

Nesse sentido, as scooters elétricas são ótimas aliadas, pois, embora haja o custo com energia, ele é significativamente menor em comparação com gasolina ou etanol.

Além disso, o custo de manutenção é menor. Uma moto ou scooter a combustão exige trocas periódicas de óleo, filtro de ar do motor, além de outros componentes como corrente, bateria, velas de ignição e cabos de comando. Nas elétricas, o motor é produzido com menos peças, reduzindo a quantidade de itens necessários nas revisões básicas.

A facilidade na pilotagem é outro ponto positivo. Voltadas para centros urbanos, as scooters elétricas têm uma velocidade máxima média de 50 a 60 km/h, dependendo do modelo, o que as torna mais fáceis de pilotar.

FONTE CLICK PETRÓLEO E GÁS

As cinco regiões do Brasil que podem ficar submersas pelo mar em 2100, segundo estudo

Um relatório da ONG Climate Central mostra as áreas do planeta que estariam cobertas pela água do mar em 2100. No Brasil, são cinco áreas costeiras onde isso pode acontecer. Veja quais são.

nível global do mar vem aumentando nas últimas décadas, segundo a NASA, a agência espacial americana. Suas análises mostraram que o nível dos oceanos aumentou 9,4 cm entre 1993 e 2023, com um aumento médio de 0,3 cm ao ano, sendo que na última década esse aumento era de 0,42 cm/ano.

E uma pesquisa realizada pela Climate Central, uma organização sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos, mostra que, no caminho atual de emissões de gases de efeito estufa levando ao aquecimento global de 3°C, cerca de 50 grandes cidades em todo o mundo terão seus territórios invadidos pela água devido ao aumento do nível do mar.

E no Brasil não será diferente. Segundo essa pesquisa, algumas áreas costeiras das Regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste do país serão as mais afetadas e estão sob alerta. Confira abaixo quais são elas e outras informações.

Consequências do aumento do nível do mar, segundo o relatório

Os pesquisadores da Climate Central analisaram onde as populações estarão mais vulneráveis nos próximos anos e sob diferentes cenários de aquecimento, e os resultados foram alarmantes. A poluição atmosférica e o derretimento das geleiras da Groenlândia e da Antártica foram apontados como os principais fatores que contribuem para a elevação do nível dos oceanos.

A linha da maré alta poderá ultrapassar as terras ocupadas por cerca de 10% da população global atual, ou seja, mais de 800 milhões de pessoas no mundo, após um aquecimento de 3°C. E nesse cenário, muitas nações insulares pequenas estão ameaçadas de perda quase total de território.

“As atuais taxas de aceleração significam que estamos no caminho para adicionar mais 20 centímetros ao nível médio global do mar até 2050, (…) aumentando a frequência e os impactos das inundações em todo o mundo” – Nadya Vinogradova Shiffer, diretora de pesquisas da NASA.

Sob o cenário de aquecimento de 3°C, a China, a Índia, o Vietnã e a Indonésia são os quatro principais países que correm maior risco de sofrer com o aumento do nível do mar a longo prazo. E também várias ilhas, como as Ilhas Cocos, as MaldivasIlhas Cayman e Bahamas, terão mais de 90% das suas populações embaixo d’água.

E mesmo que se hoje as emissões de carbono fossem reduzidas até ao limite proposto pelo Acordo Climático de Paris, e o aquecimento fosse mantido a 1,5°Cainda assim haveria um aumento médio global no nível do mar de 2,9 metros ao longo de vários séculos.

Cinco regiões costeiras que podem ficar submersas

Várias cidades da costa brasileira podem ficar parcialmente submersas até 2100, segundo a pesquisa. Elas fazem parte de cinco estados, os quais:

Rio de Janeiro: várias cidades costeiras do estado poderão ser afetadas. Regiões como a Ilha do Governador, Duque de Caxias e Campos Elísios correm riscos de ficarem submersas. E além da capital, outras cidades também serão atingidas, como Campos dos Goytacazes e Cabo Frio.

Pará: estado da Região Norte do país, é um dos locais que será mais afetado pelo avanço do mar, segundo a pesquisa. A maior parte da extensão da ilha de Marajó deverá ficar submersa, além de partes das cidades de Belém Bragança.

Cidades do litoral Norte do Brasil serão as mais afetadas, segundo o relatório da Climate Central. Fonte: Climate Central/Reprodução.

Amapá: a água do mar deve encobrir, até o final deste século, a Reserva Biológica do Lago Piratuba e a Ilha de Maracá, além da cidade de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa, e algumas partes da capital Macapá (que são banhadas pelo Rio Amazonas).

Maranhão: parte da costa de São Luís e as ilhas de Santana e Carrapatal devem ficar completamente submersas em 2100. O famoso Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses deverá ficar parcialmente encoberto pelas águas.

O Rio Grande do Sul é um dos cinco estados que verá sua população litorânea ser afetada pelo aumento do nível do mar até 2100. Fonte: Climate Central/Reprodução.

Rio Grande do Sul: No Sul do país, cidades importantes como a capital Porto AlegrePelotas Canoas poderão ficar submersas nas próximas décadas, assim como as ilhas de Torotama e Machadinho.

Climate Central criou um mapa interativo que permite visualizar as áreas do planeta que serão atingidas pelo aumento do nível do mar, assim como mostramos nas imagens acima. Você pode conferi-lo clicando aqui.

Referências da notícia:

Tebaldi, C. et alExtreme sea levels at different global warming levelsNature Climate Change, v. 11, 2021.

Climate Central. “Picturing our future”. 2024.

FONTE METEORED TEMPO

Pequena Cidade De Minas Gerais Tem O ICMS Mais Alto Do Brasil E Também Lidera No PIB

São Gonçalo do Rio Abaixo, uma pequena cidade localizada na Região Central de Minas Gerais, está chamando a atenção do país pelos seus impressionantes números econômicos. Com uma população de apenas 12 mil habitantes, a cidade se destaca por ter o maior PIB per capita do Brasil, alcançando a marca de R$209 mil por habitante.

Esse feito é resultado direto da forte atividade mineradora da região, com a mina de Brucutu, pertencente à Vale, como principal fonte de receita. Os royalties gerados pela extração e beneficiamento de minério de ferro são responsáveis por uma grande parte da arrecadação municipal. Além disso, a cidade também se beneficia dos impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e sobre Serviços (ISS) das empresas que prestam serviços para a indústria mineradora e outras indústrias locais.

A gestão responsável dos recursos é evidente nos investimentos em infraestrutura e serviços para a população. São Gonçalo do Rio Abaixo possui uma ampla gama de obras em andamento, incluindo escolas integrais, transporte escolar, asfaltamento de vias e assistência à comunidade quilombola.

Na área da saúde, destaca-se um pronto atendimento com estrutura de hospital, uma farmácia popular, 16 postos de saúde e a implantação de uma Guarda Municipal. Na educação, os investimentos são igualmente notáveis, com apoio financeiro para estudantes universitários, distribuição de material escolar e oferta de atividades extracurriculares.

Olhando para o futuro, a administração municipal tem como objetivo a diversificação econômica, visando manter a sustentabilidade quando os recursos da mineração se esgotarem. Projetos incluem atração de indústrias para gerar empregos e a instalação de instituições de ensino técnico e superior de renome.

São Gonçalo do Rio Abaixo prova que tamanho não é documento quando se trata de liderar em desenvolvimento econômico e social, demonstrando que com uma gestão eficiente e focada na comunidade, até mesmo uma pequena cidade pode se tornar um exemplo nacional de prosperidade.

FONTE COLUNA FINANCEIRA

Siderúrgicas anunciam R$ 100,2 bi em investimentos no Brasil até 2028

Iniciativa ocorre após anúncio de cotas e aumento de tarifas para aço

Empresas do setor siderúrgico pretendem investir R$ 100,2 bilhões no Brasil até 2028. O valor foi anunciado nesta segunda-feira (20) após reunião entre representantes do segmento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e ministros da área econômica.

Os detalhes sobre os investimentos não foram divulgados. O anúncio ocorre menos de um mês depois de o governo anunciar cotas de importação por um ano para 11 tipos de produtos de aço e taxação de 25% sobre o que exceder os limites. Em fevereiro, o governo tinha restaurado as tarifas de importação para cinco itens.

Por meio das redes sociais, o presidente Lula comemorou a decisão do setor siderúrgico. “Além de lançarmos o Novo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] nesses 16 meses de governo, após pegarmos um país desestruturado, também recebemos o anúncio de R$ 130 bilhões do setor automobilístico e agora estamos anunciando mais R$ 100 bilhões de investimentos da indústria siderúrgica nos próximos cinco anos”, escreveu.

Em entrevista coletiva após a reunião, o vice-presidente Alckmin, também ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, classificou a decisão de “anúncio importante” e disse que os investimentos são consequência das políticas do governo de apoio ao setor siderúrgico.

“O resultado são R$ 100 bilhões em investimentos, melhorando a competitividade, gerando descarbonização, emprego e renda”, afirmou. Alckmin ressaltou que a imposição de cotas de importação é algo inédito na política industrial brasileira e que o governo tem aplicado outros instrumentos, como tarifas antidumping, sobretaxas para a comercialização de produtos abaixo do preço de custo, e que há dez investigações comerciais em curso.

Segundo o vice-presidente, a política de apoio ao aço ajudará a diminuir a ociosidade no setor siderúrgico. “Houve uma grande preocupação em relação à importação de aço. Nos últimos anos, teve um crescimento muito grande da importação, levando à ociosidade uma indústria de base importante”, acrescentou Alckmin. Ele ressaltou que o aço brasileiro poderá ser usado pela indústria automotiva, que nos últimos meses anunciou investimentos no país.

Repercussão

Segundo o Instituto Aço Brasil, de janeiro a março, o Brasil importou cerca de 1,3 milhão de toneladas de aço, alta de 25,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Nos últimos anos, o segmento criticava a concorrência desleal do aço estrangeiro, que impedia o aumento da produção brasileira.

Presidente do Conselho Diretor do Instituto Aço Brasil, Jefferson de Paula ressaltou que o setor investiu R$ 162 bilhões em 15 anos e emprega 2,9 milhões de pessoas. No entanto, as siderúrgicas nacionais operam com cerca de metade da capacidade instalada, tendo produzido 26,6 milhões de toneladas, diante de um potencial de produção de 51 milhões. Segundo Jefferson, no ano passado, 26% do aço consumido no país foi importado, sendo 58% vindo da China.

Também presente ao anúncio, o presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Ricardo Alban, comemorou a iniciativa, mas pediu providências em relação a outros segmentos que enfrentam problemas de concorrência com os produtos importados. Ele citou os setores petroquímico, químico, de fertilizantes e da construção civil como áreas que precisam de medidas.

FONTE AGÊNCIA BRASIL

Brasil bate a marca de 5,1 milhões de casos de dengue em 2024

No total, 2.827 pessoas morreram pela doença neste ano em todo o país

O Brasil bateu a marca de 5 milhões de casos prováveis de dengue. Conforme o último balanço do Ministério da Saúde, foram mais de 179,5 mil casos registrados na última semana.

São, no total, 5.100.766 casos prováveis de dengue somente em 2024. Minas Gerais é o estado com o maior número de casos: 1,431 milhão de registros. Contudo, o estado com o maior número de mortes pela doença é São Paulo, com 747 casos.

No total, 2.827 pessoas morreram por dengue neste ano. Já é mais que o dobro do registrado em todo o ano passado (que já era recorde): 1.179.

FONTE ITATIAIA

NOVO Feriado no Brasil entra em vigor após aprovação da Lei!

O Brasil acaba de ganhar um novo feriado nacional, marcado pela sanção da Lei 14.759/2023. O 20 de novembro, conhecido como Dia da Consciência Negra e Dia Nacional de Zumbi dos Palmares, foi oficialmente incorporado ao calendário de feriados em todo o território nacional. Essa data, de grande significado histórico e cultural, agora será observada por todos os brasileiros.

O que significa esse novo feriado para o Brasil?

A oficialização do Dia da Consciência Negra como feriado nacional é um marco importante na história do Brasil, um país que ainda trava lutas constantes contra o racismo e a desigualdade social. Este dia tem como objetivo promover a reflexão sobre a resistência e as contribuições do povo negro na formação da sociedade brasileira. É também uma oportunidade para relembrar e honrar Zumbi dos Palmares, líder do maior quilombo do período colonial e símbolo da resistência negra à escravidão.

Quem foram as figuras históricas homenageadas?

Zumbi e o Quilombo dos Palmares

Zumbi dos Palmares, cuja data de morte em 1695 deu origem ao feriado, é uma figura emblemática na história do Brasil. Sob sua liderança, o Quilombo dos Palmares tornou-se um símbolo de resistência contra a opressão escravocrata. Este quilombo, localizado na atual região de Alagoas, foi um dos mais significativos espaços de liberdade existentes durante o período colonial e resistiu por quase um século.

  1. 1695: Zumbi dos Palmares é morto em combate, marcando a resistência contra a escravidão.
  2. 2011: O Dia da Consciência Negra começa a ser celebrado em todo o Brasil, porém não como feriado nacional.
  3. 2023: Lei 14.759 é sancionada, tornando o dia 20 de novembro um feriado nacional.

Dandara: uma liderança feminina

Além de Zumbi, o Quilombo dos Palmares contava com lideranças femininas expressivas, como Dandara, que lutou ao lado de Zumbi e teve papel crucial na resistência e estratégia militar do quilombo.

Qual a importância de tornar o Dia da Consciência Negra um feriado nacional?

A transformação do Dia da Consciência Negra em feriado nacional, proposta pelo senador Randolfe Rodrigues e relatada por Paulo Paim, ambos destacando a necessidade de conscientização e luta contínua contra o racismo, é um passo fundamental para o reconhecimento e a valorização da história e cultura afro-brasileira. Esta medida busca não apenas celebrar, mas também instigar uma reflexão crítica sobre as injustiças históricas e atuais enfrentadas pela população negra no país.

Com a promulgação do novo feriado, espera-se que o 20 de novembro se torne uma data de profunda reflexão e ação em todo o Brasil. A celebração do Dia da Consciência Negra visa reforçar a diversidade cultural e a necessidade de igualdade racial, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Este é um momento de celebração e conscientização, uma oportunidade para todos os brasileiros se unirem na luta por direitos civis e respeito mútuo.

FONTE BM&C NEWS

120 anos do trem: do café ao minério de ferro, linha férrea impulsiona a economia de MG e ES

Hoje, quase 1/3 de toda a carga ferroviária do Brasil passa pela Vitória-Minas

Aos 120 anos de idade, a ferrovia que liga Minas Gerais ao Espírito Santo movimenta cerca de 30% de toda a carga ferroviária do Brasil, por ano. A Vale, que administra essa linha férrea, calculou, em 2023, 105,3 milhões de toneladas transportadas pelos trilhos.

Só de minério de ferro foram 85,1 milhões de toneladas. Outros 20,2 milhões de toneladas foram de outras cargas. Apesar de a rodovia passar por diversas cidades entre Belo Horizonte e a parada final, em Pedro Nolasco (ES), o destino final da maior parte dos produtos é o Porto de Tubarão, em Vitória, também administrado pela Vale.

Local onde os trens passam por manutenção, em Vitória (ES)

Modais complementares

Mas se engana quem pensa que a ferrovia basta para escoar, sozinha, o minério. “A estrada é fundamental, porque ela faz a conexão de onde nós produzimos o minério, que são as minas, ao porto de Tubarão, que é onde fazemos o escoamento para os diversos clientes ao redor do mundo”, disse o diretor da Estrada de Ferro Vitória a Minas, Gildiney Sales.

Entre os outros produtos que são transportados pela linha, Gildiney destaca alguns: “ela transporta carvão, celulose, combustível, entre outros”, acrescentou.

Ou seja, a linha do trem é uma das principais responsáveis pelo desenvolvimento econômico da região. “Muitas cidades ao longo da ferrovia nasceram devido a ela. Então, isso é um fator importante, que mostra o quanto a ferrovia contribui para o desenvolvimento local e regional dos dois estados”, acrescentou.

Colatina (ES), Aimorés (MG), Resplendor (MG), Governador Valadares (MG) e Coronel Fabriciano (MG), por exemplo, nasceram assim. “A ferrovia tem um importante papel na vida de trabalhadores e moradores de municípios por onde passa. Nos últimos 10 anos, cerca de 8 milhões de pessoas utilizaram o trem de passageiros”, afirmou Gildiney.

Linha férrea completa 120 anos

Tecnologia

Para que toda essa operação aconteça, a empresa conta com alta tecnologia – de simuladores a equipamentos de alto desempenho. A inteligência artificial, por exemplo, é uma das principais ferramentas utilizadas na inspeção dos vagões.

A Vale, que opera a linha, usa algoritmos avançados, câmeras e sensores ao longo da via que também conseguem identificar com precisão se está tudo no lugar. Até mesmo as condições climáticas são avaliadas. Todas as variáveis são monitoradas a partir do Centro de Controle Operacional (CCO), em Vitória.

Treino

O centro também é o local de treinamento e formação dos profissionais – maquinistas, oficiais de operação, controladores de pátios, controladores de tráfego – que vão trabalhar na ferrovia. Ali a tecnologia também é aliada – eles tem cabines capazes de simular todas as funções que o maquinista executa durante uma viagem real do trem. O cenário é programado para que o profissional seja desafiado a executar a melhor condução possível e todas as suas ações são avaliadas de forma automática.

“Podemos comparar com um simulador para obtenção de carteira de motorista, porém adaptado à realidade da ferrovia”, diz Gildiney. O simulador foi desenvolvido no Brasil, fruto de uma parceria entre a Vale e a Universidade de São Paulo.

FONTE ITATIAIA

TRAGÉDIAS ANUNCIADAS: país tem 1.942 cidades com risco de desastre ambiental; Lafaiete, Congonhas, Jeceaba, Belo Vale, Ouro Preto, Mariana, Barbacena, Entre Rios, Itabirito, Carandaí, Lagoa Dourada, Piranga e outras de MG estão na lista

Levantamento deve subsidiar obras previstas para o Novo PAC

Com a intensificação das mudanças climáticas provocadas pela ação humana no meio ambiente, têm aumentado os desastres ambientais e climáticos em todo o mundo, a exemplo do que ocorre no Rio Grande do Sul.

No Brasil, o governo federal mapeou 1.942 municípios suscetíveis a desastres associados a deslizamentos de terras, alagamentos, enxurradas e inundações, o que representa quase 35% do total dos municípios brasileiros.

“O aumento na frequência e na intensidade dos eventos extremos de chuvas vêm criando um cenário desafiador para todos os países, em especial para aqueles em desenvolvimento e de grande extensão territorial, como o Brasil”, diz o estudo do governo federal.

As áreas dentro dessas 1,9 mil cidades consideradas em risco concentram mais de 8,9 milhões de brasileiros, o que representa 6% da população nacional.

O levantamento publicado em abril deste ano refez a metodologia até então adotada, adicionando mais critérios e novas bases de dados, o que ampliou em 136% o número dos municípios considerados suscetíveis a desastres. Em 2012, o governo havia mapeado 821 cidades em risco desse tipo.

Com os novos dados, sistematizados até 2022, os estados com a maior proporção da população em áreas de risco são Bahia (17,3%), Espírito Santo (13,8%), Pernambuco (11,6%), Minas Gerais (10,6%) e Acre (9,7%). Já as unidades da federação com a população mais protegida contra desastres são Distrito Federal (0,1%); Goiás (0,2%), Mato Grosso (0,3%) e Paraná (1%).

O estudo foi coordenado pela Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, ligada à Casa Civil da Presidência da República. O levantamento foi solicitado pelo governo em razão das obras previstas para o Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que prevê investimentos em infraestrutura em todo o país.

Municípios em risco de desastre ambiental em 2022 — Foto: Arte/Agência Brasil

Populações pobres

As populações pobres são as mais prováveis de sofrerem com os desastres ambientais no Brasil, de acordo com a nota técnica do estudo.

“A urbanização rápida e muitas vezes desordenada, assim como a segregação sócio-territorial, têm levado as populações mais carentes a ocuparem locais inadequados, sujeitos a inundações, deslizamentos de terra e outras ameaças correlatas. Essas áreas são habitadas, de forma geral, por comunidades de baixa renda e que têm poucos recursos para se adaptarem ou se recuperarem dos impactos desses eventos, tornando-as mais vulneráveis a tais processos”, aponta o documento.

O levantamento ainda identificou os desastres ambientais no Brasil entre 1991 e 2022, quando foram registrados 23.611 eventos, 3.890 óbitos e 8,2 milhões de desalojados ou desabrigados decorrentes de inundações, enxurradas e deslizamentos de terra.

Recomendações

A nota técnica do estudo faz uma série de recomendações ao Poder Público para minimizar os danos dos desastres futuros, como a ampliação do monitoramento e sistemas de alertas para risco relativos a inundações, a atualização anual desses dados e a divulgação dessas informações para todas as instituições e órgãos que podem lidar com o tema.

“É fundamental promover ações governamentais coordenadas voltadas à gestão de riscos e prevenção de desastres”, diz o estudo, acrescentando que o Novo PAC pode ser uma oportunidade para melhorar a gestão de riscos e desastres no Brasil.

“[A nota técnica deve] subsidiar as listas dos municípios elegíveis para as seleções do Novo PAC em prevenção de risco: contenção de encostas, macrodrenagem, barragens de regularização de vazões e controle de cheias, e intervenções em cursos d’água”.

Confira se seu município.

Abadia dos Dourados
Abre Campo
Acaiaca
Açucena
Água Boa
Águas Formosas
Aimorés
Além Paraíba
Alfenas
Almenara
Alpercata
Alpinópolis
Alto Caparaó
Alto Jequitibá
Alvinópolis
Amparo do Serra
Antônio Dias
Araújos
Arinos
Astolfo Dutra
Ataléia
Barão de Cocais
Barbacena
Barra Longa
Belo Horizonte
Belo Oriente
Belo Vale
Betim
Boa Esperança
Bom Jesus do Galho
Bonfim
Brasília de Minas
Brumadinho
Buritizeiro
Cachoeira da Prata
Caeté
Caiana
Cajuri
Camanducaia
Campo Azul
Campo Belo
Cana Verde
Canaã
Candeias
Cantagalo
Caparaó
Capelinha
Capitão Enéas
Capitólio
Caputira
Caraí
Carandaí
Carangola
Caratinga
Carbonita
Careaçu
Carlos Chagas
Carmo de Minas
Carvalhos
Cataguases
Chácara
Chalé
Chapada do Norte
Cipotânea
Claro dos Poções
Coimbra
Conceição do Mato Dentro
Conceição dos Ouros
Congonhas
Conselheiro Lafaiete
Conselheiro Pena
Contagem
Coroaci
Coronel Fabriciano
Crisólita
Cristália
Descoberto
Diogo de Vasconcelos
Dionísio
Divino
Divinolândia de Minas
Divinópolis
Dom Cavati
Dom Silvério
Dona Euzébia
Dores de Guanhães
Elói Mendes
Engenheiro Caldas
Entre Folhas
Entre Rios de Minas
Ervália
Esmeraldas
Espera Feliz
Eugenópolis
Ewbank da Câmara
Fernandes Tourinho
Ferros
Florestal
Formiga
Francisco Sá
Franciscópolis
Frei Gaspar
Frei Inocêncio
Galiléia
Goiabeira
Governador Valadares
Guaraciaba
Guarani
Guidoval
Guiricema
Iapu
Ibirité
Inconfidentes
Inhapim
Ipanema
Ipatinga
Itabira
Itabirinha
Itabirito
Itacarambi
Itajubá
Itamarandiba
Itambacuri
Itamonte
Itanhomi
Itapecerica
Itueta
Jaboticatubas
Jaguaraçu
Jaíba
Jampruca
Janaúba
Januária
Jeceaba
Jequitaí
Joaíma
João Monlevade
Juatuba
Juiz de Fora
Ladainha
Lagoa Dourada
Lagoa Grande
Lajinha
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FONTE UM SÓ PLANETA

Conhecido por sua robustez e opções de luxo, o Chevrolet Omega marcou a indústria automobilística brasileira de 1992 a 1998 com suas versões variadas e motores potentes

Descubra a trajetória do Chevrolet Omega no Brasil, um sedã de luxo que se destacou no mercado de 1992 a 1998 com suas versões que variavam de motores 2.0 a 4.1 litros, conquistando os consumidores com uma mistura de desempenho robusto, opções luxuosas e inovações que marcaram época no setor automobilístico nacional.

O Chevrolet Omega, um nome sinônimo de sofisticação e potência no Brasil, foi introduzido no mercado nacional em 1992, trazendo consigo a herança do Opel Omega europeu. Este último, sucessor do Opel Rekord, ganhou vida em 1986 com um design voltado para uma melhor aerodinâmica e uma variedade de motores que iam de 2.0 a 6.0 litros, incluindo opções a diesel.

No Brasil, o Omega surgiu como uma resposta da Chevrolet à necessidade de um sedã de grande porte que pudesse competir com os importados que começavam a chegar devido à abertura do mercado. O carro foi bem recebido, graças ao seu design moderno e a gama de motorizações que atendia tanto às necessidades do dia a dia quanto ao desejo por desempenho.

Chevrolet expandiu a linha Omega com a introdução da Suprema

O Omega nacional começou com as versões GLS e CD, ambas equipadas inicialmente com motores de 2.0 litros, que ofereciam um equilíbrio entre eficiência e potência. A versão CD, mais luxuosa, destacava-se pelos acabamentos internos e externos que incluíam itens como faróis de neblina e detalhes cromados.

Em 1993, a Chevrolet expandiu a linha Omega com a introdução da Suprema, uma perua que combinava a elegância e o conforto do sedã com a praticidade necessária para famílias e profissionais que precisavam de mais espaço para bagagem.

Omega viu uma evolução significativa em suas motorizações

Ao longo de sua trajetória no Brasil, o Omega viu uma evolução significativa em suas motorizações. Em 1994, foi introduzido o motor de 4.1 litros, uma versão aprimorada do motor do antigo Chevrolet Opala, que oferecia um desempenho superior, adequado para um carro de seu porte.

O fim da produção do Omega nacional em 1998 deu lugar ao Omega importado da Austrália, marcando o fim de uma era para a Chevrolet no Brasil. Este novo modelo trouxe atualizações significativas em termos de design e tecnologia, mantendo o legado do Omega como um carro de prestígio.

O Chevrolet Omega deixou um legado duradouro no mercado automobilístico brasileiro, sendo lembrado não apenas por seu desempenho e luxo, mas também por sua capacidade de atender a uma ampla gama de consumidores, desde aqueles que buscavam um carro robusto e confiável para o dia a dia até aqueles que desejavam luxo e potência sob o capô.

 

FONTE CLICK PETRÓLEO E GÁS

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