Campanha alerta para os riscos do trabalho infantil no carnaval

Órgãos pedem que população denuncie casos

O feriado de carnaval remete a folia e alegria, mas também a trabalhadores informais que permanecem na labuta por dias, nas ruas de todo o país, para manter a festa de pé. Uma das preocupações é a de que muitos deles são crianças e adolescentes. 

Com a chegada das festas, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Ministério Público do Trabalho, a Justiça do Trabalho e o  Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) lançaram campanha para alertar a população sobre os riscos do trabalho infantil. A campanha tem como lema Trabalho Infantil não Desfila no Carnaval e orienta a como fazer denúncias de casos. Os canais usados para recebimento de denúncias são o Disque 100 ou e o site do MPT.

Em média, a cada ano, as notificações de casos de trabalho infantil aumentam 38% durante os meses de carnaval, em todo o país, de acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT). A legislação do Brasil proíbe o trabalho para pessoas com idade inferior a 16 anos. A exceção ocorre quando assegurada a condição de aprendiz, prevista para adolescentes a partir dos 14 anos de idade. A lei estabelece que jovens com idade entre 16 e 18 anos podem trabalhar somente se não ficarem expostos a trabalho noturno, perigoso, insalubre ou àquele que traga algum prejuízo à sua formação moral e psíquica.

Conforme observa a secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), Katerina Volcov, ao estar pelas ruas, essas crianças, vítimas de exploração, ficam vulneráveis em diversos níveis. Vender refrigerantes e garrafas d’água em meio a foliões, por exemplo, pode, portanto, parecer algo inofensivo, quando, na realidade, não é. Quando não há a adequada supervisão de um responsável, como é o caso do carnaval, os menores de idade podem acabar sendo estimulados a usar drogas ilícitas e ser submetidos a outras situações perigosas, como ressalta a secretária..

 “As crianças estão sujeitas a riscos físicos, psicológicos e emocionais. A criança que está vendendo algo na rua tem o risco de ser atropelada, de sofrer com as intempéries. Sol intenso ou chuva intensa podem causar enfermidades. Existe um grande risco de desaparecimento, de tráfico de crianças. Infelizmente, a gente tem muitas crianças desaparecidas nessa época do ano”, argumenta a representante do FNPETI.

Entre 2011 e 2020, o Brasil registrou 24.909 casos de acidentes de trabalho e 466 mortes envolvendo menores de 18 anos de idade, com uma média de 2,5 mil acidentes e 47 mortes por ano. Os dados foram levantados por um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).  

FONTE AGÊNCIA BRASIL

Sicredi lança nova fase de Campanha Institucional

Ações previstas para o primeiro trimestre de 2024 têm como inspiração o apoio da instituição à realização dos sonhos de seus associados

Na virada do ano, o Sicredi lançou a nova fase de sua campanha institucional. Trazendo uma mensagem de prosperidade no ano que se inicia, a instituição abordou seu papel de parceiro na realização dos sonhos dos seus associados. O carro-chefe desta fase foi a estreia de novos filmes com os cantores Ana Castela e Leo Santana, representando a diversidade brasileira e reforçando o posicionamento do Sicredi como uma marca nacional.

A estreia do novo filme ocorreu durante a transmissão do Show da Virada, da TV Globo – patrocinado pela instituição financeira -, na noite do dia 31 de dezembro. O VT do Sicredi foi o último comercial de 2023 e o primeiro de 2024 exibido na emissora, exceto no estado da Bahia, em que foi transmitida a Festa Virada Salvador. Além disso, foi o primeiro VT do ano na TV Record, SBT e Band. A música “Não quero dinheiro”, de Tim Maia, cantada nas vozes das duas celebridades, ganhou outra adaptação de letra para esta segunda fase. A dupla trouxe mais uma vez as suas sonoridades características que contemplam diferentes regiões do país, ressaltando o diferencial do relacionamento próximo e humano do Sicredi.

Os vídeos seguirão com divulgação nos canais de tv aberta – TV Globo, Record, SBT e Band -, visando expandir a presença da marca e conversar com audiências diferentes. “A nossa ideia foi aproveitar o retorno positivo que tivemos na campanha institucional e desenvolver uma ação de início do ano, ressaltando o período em que reservamos um tempo para sonhar e fazer planos de um novo ciclo. Estamos mostrando, mais uma vez, que nossos associados podem contar conosco para tornar seus sonhos realidade em 2024”, afirmou João Clark, superintendente de Marketing e Growth do Sicredi.

A campanha institucional foi desenvolvida pelas agências Hoc e Jotacom, em parceria. Os vídeos de 1 minuto e de 30 segundos possuem cenas que representam o Brasil e mostram as formas de relacionamento do Sicredi nos ambientes físicos ou nos canais digitais. Também estão sendo divulgadas inserções em emissoras de rádio e desdobramentos em posts nas redes sociais da instituição financeira cooperativa. A partir de fevereiro, as ações destacarão as soluções do Sicredi, mostrando que os associados dispõem de um portfólio completo para sua vida financeira.

Resultados – A campanha institucional do Sicredi teve início na TV com um comercial no programa Fantástico, em outubro de 2023. Na véspera da sua veiculação, Ana Castela e Leo Santana postaram, em seus perfis no Instagram, um reels em colaboração com a instituição, gerando mais de 8 milhões de visualizações.

Na sequência da inserção na TV, foram intensificadas as ações de digital em formato always-on.  O início da conversa em digital foi realizado em forma de teaser em oito perfis de influenciadores, que tiveram mais de 1 milhão de visualizações. Posteriormente, apenas o primeiro vídeo no Instagram do Sicredi foi visualizado por mais de 1,8 milhão, sendo que 94% foram não seguidores originais. Somado a isso, o perfil da instituição no Instagram teve um crescimento de 18,3%. Já no YouTube, a ampliação da base, nos primeiros cinco dias da campanha, foi de 21,1 mil novos seguidores (21,2%).

Além dos números nas redes sociais, foi verificada uma ampliação superior a 200% na captação de leads da instituição, comparando-se novembro de 2022 e o mesmo mês de 2023. Também foram contabilizados os acessos via Google, que aumentaram 53% na comparação com o período pré-campanha. Outros diferenciais da primeira fase foram a imersão feita com um grupo de influenciadores – o Creator’s Day, em Nova Petrópolis (RS), capital nacional do cooperativismo no Brasil – e as parcerias com PodDelas (Tatá Estaniecki e Boo Unzueta, tendo como convidada Sarah Aline) e PodPah (Igão e Mítico, com participação de Carolina Dieckmann e Fernanda Paes Leme).

“A estratégia de mídia foi desenhada para alcançar o maior número possível de pessoas em todo o Brasil e, desde o início da campanha, temos verificado um aumento significativo de fãs e buscas pela nossa marca. Tem sido impressionante a receptividade de todas as regiões do Brasil e esse é só o começo do quem vem pela frente”, comemora Clark.

Dados de violência psicológica se igualam aos de violência física em Minas; Governo faz campanha de alerta

Secretaria de Justiça e Segurança Pública busca orientar vítimas para que possam identificar tipos de agressão; conheça as ações de enfrentamento no estado 

Paulo* falava do corpo de Alice*. Debochava e o comparava com o de outras mulheres que via nas redes sociais. Anunciava todas as horas que a vizinha saía para malhar e ameaçava, em tom de brincadeira, que poderia ter casos extraconjugais se Alice “não melhorasse um pouquinho o que estava oferecendo para ele”. 

Esse assunto virou constância e Alice, do outro lado, se sentia culpada. Achava que realmente não se cuidava e que Paulo “tinha lá sua razão”. 

A mulher, de 36 anos, passou a tomar remédio e a ser crítica com o seu corpo da mesma forma que o seu companheiro fazia, e o resultado de tudo isso foi estresse e uma crise de ansiedade. 

Alice demorou um tempo para entender que ela era vítima de violência psicológica, situação bem comum em relações conjugais, como explica a delegada da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, Danúbia Soares Quadros. 

“Quando o agressor é um namorado, ou o marido, o bombardeio de abusos ocorre junto com gestos de afeição. Então, tudo fica muito confuso para a mulher que está passando por uma situação como essa”, diz a delegada. 

Alice só teve a certeza de que sofria violência psicológica quando levou o primeiro tapa no rosto e fez um chamado para o 190, da Polícia Militar

“Além dos traumas que tenho dos abusos verbais, aprendi que ele é sempre a porta para uma violência maior ainda”, lembra.

Dados estatísticos 

A análise dos dados do perfil das vítimas de violência contra a mulher em Minas chama a atenção por colocar a violência psicológica em um patamar muito próximo da tão discutida violência física. 

Até o dia 10/12, levantamento da Polícia Civil indicava que, entre as mais de 140 mil mulheres em situação de violência em todo o estado neste ano, 38,1% sofreram violência psicológica e 38,2%, violência física. 

Os dados estão disponíveis em um painel de Business Intelligence (BI), aberto para a consulta de todos os cidadãos, na internet. 

A ferramenta reflete o esforço do Governo de Minas para estratificar os dados e, a partir deles, fomentar frentes de atuação.

Campanha  

A proximidade das estatísticas entre os dois tipos de violência é o pontapé para o lançamento, nesta quinta-feira (14/12), de campanha virtual de conscientização sobre violência psicológica pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp)

Com o tema “Nós vemos a violência que ninguém vê”, a ação contará com divulgação ativa nas redes sociais e busca alertar para as características desse tipo de crime, além das possíveis consequências tanto para a mulher quanto para o agressor. 

“As pessoas sempre se preocupam muito com a violência física. Essa é uma preocupação nossa também. Mas queremos com esse alerta dizer que a violência psicológica é tão comum quanto a física e muitas vezes até mais traumática. Além de traumas, baixa autoestima e diversas doenças da mente, a violência psicológica tende a ser um aviso de que algo pior pode acontecer. Estamos trabalhando, dessa vez, na informação para ajudar a cortar o mal pela raiz”, ressaltou o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco. 
 

                                                                                                                                              Sejusp / Divulgação

Entre as 54.992 mulheres que sofreram violência psicológica em Minas, a maioria (82%) foi classificada como vítima de ameaça. 

Perseguição e atrito verbal, nesta ordem, seguem como os demais principais motivos da busca pela polícia, nesta modalidade. 

As autodeclaradas pardas são as mais atingidas (45%), e a faixa etária predominante das vítimas está concentrada entre 25 e 34 anos (28,2%). 

Vale ressaltar que, em 2021, foi aprovada a inclusão da violência psicológica contra a mulher ao Código Penal e, de acordo com a nova lei, o agressor pode ficar de seis meses a dois anos preso, além de pagar multa.  

Assim como Alice*, Helena Maria*, de 41 anos, também foi alvo de violência psicológica. 

Por mais de três anos ela ouviu do ex-namorado críticas à sua aparência física. 

“Eu tenho muito melasma no rosto. Ele sempre me dizia que eu jamais seria desejada por outro homem, pois ninguém ia querer uma mulher manchada como eu”. 

A vida da Helena, durante os longos três anos de relacionamento, foi de angústia e crises. “Deixei de me sentir capaz, queria apenas ficar em casa. Foi uma ameaça de morte que me fez acender a luz e sair da minha própria escuridão. Decidi que, por maior que fosse a minha dependência emocional, eu queria estar viva. E para viver eu precisava sair daquela relação”, conta. 

Mais dados 

De janeiro a 10/12, exatas 144.157 mulheres foram vítimas de algum tipo de violência em Minas. 

Além das destacadas violência psicológica e física, a violência patrimonial representou 4,3% dos abusos neste ano, seguida da violência moral (2,8%) e violência sexual (1,8%). 

Para saber mais sobre as diferenças formas de violência, veja o post abaixo:

https://www.instagram.com/p/C01SQiXuZin/?utm_source=ig_embed&ig_rid=244cccb8-f1d0-4eed-b180-15c122099d7c

As jovens de 12 a 17 anos são as principais vítimas de violência sexual, seguidas de meninas de 0 a 11 anos. 

Já quando o assunto é violência física, mulheres de 25 a 34 anos estão no topo do ranking. A violência patrimonial, por sua vez, ocorreu em maior quantidade com mulheres de 55 anos ou mais. 

O levantamento aponta, ainda, que 67% das mineiras que sofreram algum tipo de agressão foram atacadas pelos seus ex-companheiros ou companheiros atuais. 

O percentual pode chegar a 70% quando o recorte é feito entre as mulheres autodeclaradas negras. 

Vias de fato é o crime mais recorrente, seguido de lesão corporal. Para saber mais sobre o perfil das vítimas de violência em Minas, acesse o BI aqui

Atendimento especializado
 

Tiago Ciccarini / Sejusp

Estão em pleno funcionamento, em Minas Gerais, 69 Delegacias de Atendimento à Mulher, tanto no interior quanto na capital, para atendimento às mulheres em situação de violência, incluindo casos de importunação ofensiva e violência doméstica e sexual. 

Em Belo Horizonte, a Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher e a Casa da Mulher Mineira, que completou em 2023 um ano atuação, abarcam série de ações que são fundamentais para acolher a mulher que busca por amparo. 

Na Casa da Mulher Mineira é possível solicitar medidas protetivas de urgência, que contemplam

  • Acompanhamento policial até sua residência para retirada de seus pertences em segurança (roupas, documentos, medicamentos etc); 
  • Recebimento da guia de exame de corpo de delito; 
  • Realização da representação criminal para a devida responsabilização do agressor; 
  • Recebimento e encaminhamento para casas abrigo; 
  • Serviços de atendimento psicossocial e orientação jurídica na Defensoria Pública, entre outros. 

Todo o trabalho é desenvolvido em ambiente adequado e com privacidade para escuta qualificada e humanizada dessas pessoas.  

Para algumas ocorrências, como ameaça, lesão, vias de fato e descumprimento de medida protetiva, é possível realizar o registro de denúncia por meio da Delegacia Virtual, sem a necessidade de comparecimento da mulher a uma unidade física da Polícia Civil.   

O projeto “Chame a Frida” – atendente virtual de atenção às vítimas de crimes no ambiente doméstico e familiar – é mais um aliado no combate à violência contra a mulher. 

Ele se expandiu e, hoje, alcança 41 cidades, em diferentes regiões mineiras. A ferramenta da Polícia Civil consiste em um chatbot, que utiliza o aplicativo WhatsApp para atender de forma imediata às solicitações por meio de mensagens pré-programadas. 

Na prática, a mulher inicia uma conversa e, de forma automática, são realizados o acolhimento e o esclarecimento das principais dúvidas. 

A atendente virtual Frida ainda pode fazer uma avaliação preliminar do risco, direcionar ou acionar a polícia, além de apresentar serviços disponíveis. 

Outras frentes 

O Governo de Minas também gerencia o Centro Risoleta Neves de Atendimento (Cerna), que atua como um Centro de Referência Estadual de Atendimento às Mulheres, realizando abordagem psico-jurídico-social às mulheres mineiras da capital e do interior, além de oferecer capacitações a outros equipamentos da rede de enfrentamento à violência contra mulheres, incluindo discussão de casos e orientações técnicas para o devido atendimento psicossocial.   

O Cerna oferece a cada mulher atendida um profissional de referência que é o responsável pelo seu Plano de Acompanhamento Pessoal (PAP), documento institucional que descreve a forma de atendimento a ser realizado, define objetivos, planeja e avalia estratégias de cuidado de forma multiprofissional. 

Respeitando a autonomia das mulheres, o equipamento não faz busca ativa de usuárias. 

No entanto, todas as mulheres que buscam o serviço são atendidas. 

O desligamento do serviço é feito somente no momento em que a atendida reencontra sua autonomia, segurança pessoal e autoestima, após todo o processo psicoterapêutico e acompanhamento da equipe multidisciplinar.  

Conheça ações de enfrentamento à violência contra a mulher em Minas

Projeto Dialogar: a Polícia Civil possui, também, o Dialogar – núcleo de facilitação ao diálogo. Por meio dele são realizadas práticas restaurativas de convivência, valorização da vida e dos direitos humanos, por meio de oficinas de reflexão e responsabilização dos autores de violência doméstica. O programa atua em parceria com o Tribunal de Justiça, que realiza os encaminhamentos compulsórios dos autores. Além disso, há o atendimento aos homens que comparecem voluntariamente ou são encaminhados por outras instituições. 

Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica: a Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica, serviço da Polícia Militar, foi o primeiro serviço preventivo policial militar da América Latina. É composto por um conjunto de procedimentos a serem executados após a identificação pela triagem das ocorrências registradas dos casos reincidentes e de maior gravidade de violência doméstica, que orienta o atendimento às vítimas reais e/ou potenciais, realiza visitas aos autores e faz os encaminhamentos da pessoa impactada à rede de atendimento que abrange as ações e serviços de setores como a assistência social, da justiça, da segurança pública e da saúde.   

Programa Mediação de Conflitos: buscando prevenir a violência, o Programa Mediação de Conflitos (PMC), da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), atende em maioria mulheres,  aproximadamente 70% do público atendido. Ao intervir de forma preventiva e/ou no enfrentamento à violência contra a mulher, o programa esclarece direitos, media conflitos e intervém em busca da proteção da mulher que relata risco à sua vida. Esclarece, ainda, junto às mulheres, direitos relacionados ao ciclo da violência, como reivindicações de paternidade, pensão de alimentos etc. 

Trabalho com homens agressores – Ceapa: para além do trabalho de prevenção e enfrentamento realizado com as mulheres, a Sejusp também atua com homens agressores. Por meio do programa Central de Acompanhamento de Alternativas Penais (Ceapa), homens processados e julgados por crimes relacionados à Lei Maria da Penha são encaminhados pela Justiça para participar de grupos reflexivos de responsabilização sobre os atos cometidos. 

Durante os encontros, várias temáticas são discutidas e experiências trocadas, a fim de que os participantes se reconheçam como autores responsáveis pela violência praticada e possam, assim, modificar seu comportamento. 

A Sejusp, inclusive, possui três Unidades de Prevenção à Criminalidade, em Barbacena, Curvelo e Pouso Alegre, voltadas, especificamente, para a execução de ações de responsabilização de autores de violência doméstica e atendimento de mulheres em situação de violência. 

A iniciativa é uma parceria com o Ministério Público e já realizou, desde maio de 2022, um total de 7.070 atendimentos no chamado Projeto de Prevenção e Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

*Nomes fictícios para preservar as identidades das mulheres.

FONTE AGÊNCIA MINAS

Dia D: hoje (28) tem campanha de multivacinação pra crianças, adolescentes e adultos

A Central de Vacinação realiza no próximo sábado, 28/10, de 8h às 15h, o dia D de Campanha Nacional de Multivacinação, em todas as unidades de Estratégia de Saúde da Família (Postos de Saúde) e Unidade Central de Vacinação, no Bairro São Sebastião. O Objetivo é proporcionar oportunidade para atualização das cadernetas de vacinação. Serão oferecidas todas as vacinas, inclusive contra a Covid, para crianças, adolescentes e adultos.

Dia D: hoje (28) tem campanha de multivacinação pra crianças, adolescentes e adultos

A Central de Vacinação realiza no próximo sábado, 28/10, de 8h às 15h, o dia D de Campanha Nacional de Multivacinação, em todas as unidades de Estratégia de Saúde da Família (Postos de Saúde) e Unidade Central de Vacinação, no Bairro São Sebastião. O Objetivo é proporcionar oportunidade para atualização das cadernetas de vacinação. Serão oferecidas todas as vacinas, inclusive contra a Covid, para crianças, adolescentes e adultos.

Outubro Rosa: Prefeitura de Belo Vale (MG) amplia oferta de exames de mamografias

São mais de 330 exames de mamografia agendados! A Prefeitura Municipal de Belo Vale, por meio da Secretaria de Saúde, está realizando mutirões de exames de mamografia todos os sábados. Uma luta de todos! A mamografia é uma ferramenta essencial na luta contra o câncer de mama, e durante o mês do Outubro Rosa, sua importância ganha destaque. Fazer uma mamografia é fundamental, pois esse exame é capaz de detectar a presença de possíveis tumores na mama em estágios iniciais, antes mesmo de serem perceptíveis ao toque ou de causarem sintomas.

A detecção precoce é crucial no tratamento bem-sucedido do câncer de mama, uma vez que permite opções terapêuticas menos invasivas e aumenta significativamente as chances de cura. Além disso, a mamografia também pode ajudar a identificar lesões pré-cancerígenas, permitindo intervenções preventivas. O Outubro Rosa não se limita apenas a conscientizar as mulheres, mas envolve toda a sociedade na luta contra o câncer de mama. É um mês dedicado a lembrar que a prevenção e o diagnóstico precoce são cruciais para aumentar as chances de cura e salvar vidas. Para agendar, basta dirigir-se à Policlínica Municipal.

Outubro Rosa: Prefeitura de Belo Vale (MG) amplia oferta de exames de mamografias

São mais de 330 exames de mamografia agendados! A Prefeitura Municipal de Belo Vale, por meio da Secretaria de Saúde, está realizando mutirões de exames de mamografia todos os sábados. Uma luta de todos! A mamografia é uma ferramenta essencial na luta contra o câncer de mama, e durante o mês do Outubro Rosa, sua importância ganha destaque. Fazer uma mamografia é fundamental, pois esse exame é capaz de detectar a presença de possíveis tumores na mama em estágios iniciais, antes mesmo de serem perceptíveis ao toque ou de causarem sintomas.

A detecção precoce é crucial no tratamento bem-sucedido do câncer de mama, uma vez que permite opções terapêuticas menos invasivas e aumenta significativamente as chances de cura. Além disso, a mamografia também pode ajudar a identificar lesões pré-cancerígenas, permitindo intervenções preventivas. O Outubro Rosa não se limita apenas a conscientizar as mulheres, mas envolve toda a sociedade na luta contra o câncer de mama. É um mês dedicado a lembrar que a prevenção e o diagnóstico precoce são cruciais para aumentar as chances de cura e salvar vidas. Para agendar, basta dirigir-se à Policlínica Municipal.

Criança com doença rara precisa de ajuda para custear tratamento e manter a vida

Eu sou a Maria Cecília. Criei essa vakinha para ajudar no meu tratamento. Vou contar para vocês um pouquinho da minha história! Eu nasci no dia 07/08/2023, papai e mamãe estavam ansiosos por minha chegada. Eu nasci uma bonequinha, perfeita e saudável. Cheguei trazendo alegria e luz para todos ao meu redor. Sou da cidade de Entre Rios de Minas, mas hoje estou em Belo Horizonte para receber os cuidados. Minha história mudou um pouquinho. No dia 25 de setembro, comecei a ficar com os bracinhos e perninhas sem movimentos, a partir daí tudo mudou. Fui para o hospital e começou uma corrida contra o tempo para descobrir o que eu tinha.

Então no dia 11 de outubro, minha mamãe recebeu o diagnóstico. Tenho AME tipo I que é uma doença  uma doença rara, degenerativa, passada de pais para filhos e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover.

Minha família ficou muito triste e abalada com  a notícia pois o valor do tratamento é de R$ 1 milhão. Agora estamos correndo contra o tempo e todos estão correndo atrás do meu tratamento. Preciso tomar um medicamento muito caro, que se chama SPINRAZA, este é fornecido pelo SUS e tenho que tomar várias doses e já estamos na luta para consegui – lo. Após tomar esse medicamento, vou precisar tomar um outro que se chama Zolgensma e esse será apenas uma dose. Porém esse medicamento é aplicado somente em Curitiba e será necessário Judicializar o medicamento. Além dos medicamentos, vou precisar de muitos cuidados, como Fisioterapia Muscular, Fisioterapia Motora, Fonoaudióloga e médicos especialista.   Não será fácil, por isso contamos com a ajuda de todos vocês.Um beijo grande da Maria Cecília (pituchinha)!!!

Você também pode contribuir via Pix usando a chave: 4146587@vakinha.com.br

Criança com doença rara precisa de ajuda para custear tratamento e manter a vida

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Então no dia 11 de outubro, minha mamãe recebeu o diagnóstico. Tenho AME tipo I que é uma doença  uma doença rara, degenerativa, passada de pais para filhos e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover.

Minha família ficou muito triste e abalada com  a notícia pois o valor do tratamento é de R$ 1 milhão. Agora estamos correndo contra o tempo e todos estão correndo atrás do meu tratamento. Preciso tomar um medicamento muito caro, que se chama SPINRAZA, este é fornecido pelo SUS e tenho que tomar várias doses e já estamos na luta para consegui – lo. Após tomar esse medicamento, vou precisar tomar um outro que se chama Zolgensma e esse será apenas uma dose. Porém esse medicamento é aplicado somente em Curitiba e será necessário Judicializar o medicamento. Além dos medicamentos, vou precisar de muitos cuidados, como Fisioterapia Muscular, Fisioterapia Motora, Fonoaudióloga e médicos especialista.   Não será fácil, por isso contamos com a ajuda de todos vocês.Um beijo grande da Maria Cecília (pituchinha)!!!

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Prevenção e Diagnóstico Precoce estão presentes na campanha do Outubro Rosa da Radiológica Imagem & Diagnóstico

A Radiológica Imagem e Diagnóstico completa esse ano 40 anos no mercado. Uma empresa que promove a saúde através da realização de exames com qualidade, agilidade e diagnóstico preciso. Todos os anos, a Radiológica é reconhecida pelas suas campanhas e ações do Outubro Rosa, com atendimentos e realizações de exames de Mamografia a milhares de mulheres de Lafaiete e região.

Esse ano, a campanha tem um foco especial, uma grande ação social em parceria com o Poder Público, CDL Lafaiete e CDL Mulher, empresas, influenciadores e instituições. Com o tema “O Câncer de Mama tem cura e prevenção é o melhor remédio”, a campanha contará com mutirão de exames para o município de Lafaiete, municípios da região e zonas rurais, periódicos, palestras, caminhada solidária e campanhas sociais durante todo mês de Outubro.


A campanha Outubro Rosa colore nossa cidade com a conscientização contra o câncer de mama e o maior objetivo do Grupo Radiológica é atender a comunidade com eficiência, acessibilidade e diagnóstico preciso nos exames de mamografia e ultrassom de mamas e axilas. Anualmente, o Grupo Radiológica realiza mais de 7 mil exames de mamografia e a meta é realizar 1.500 mamografias durante o Outubro Rosa e atingir mais de 10 mil mulheres sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce.

A primeira ação é a 4° caminhada contra o Câncer de Mama “Outubro é Rosa”, realizada juntamente com a Secretaria Municipal de Saúde convida, que acontecerá no dia 04 de Outubro, quarta-feira às 08:00 na Praça Barão de Queluz. A caminhada tem por objetivo a conscientização sobre o Câncer de Mama e conta com a participação e a parceria do CDL Lafaiete , CDL Mulher e a Associação de Amparo a pacientes com câncer ASAPAC Lafaiete.

O grupo Radiológica possui 11 unidades presentes em Conselheiro Lafaiete, Congonhas, Jeceaba, Entre Rios, Carandaí e Lagoa Dourada. O maior propósito da empresa é Cuidar das Pessoas e não seria diferente no Outubro Rosa. Conheça mais sobre o grupo através do site gruporadiologica.com.br e nas suas redes sociais: Instagram: @gruporadiologica

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