8 tipos de negócio para abrir com risco quase zero de quebrar

Alguns tipos de negócio, especialmente voltados as necessidades básicas das pessoas, são quase imunes a falência

Muitos brasileiros sonham em abrir um negócio, contudo, um dos maiores medos e o que acaba fazendo com que muitas pessoas não iniciem sua própria empresa é o medo de fracassar. Apostar todas as fichas em algo que pode dar errado, é um risco e tanto a se correr.

Claro que, qualquer empresa que se abre tem o risco de não dar certo, por isso, é muito importante conhecer o nicho em que quer se aventurar, entender como é o mercado em sua região, assim como, criar estratégias para se diferenciar, saber gerir financeiramente seu negócio, assim como aprender a promovê-lo.

Se você é mais um dos tantos brasileiros que estão em busca de iniciar seu negócio, mas temem o fracasso e a possibilidade de perder tudo, decidimos fazer uma análise de mercado, para procurar as ideias de negócio que costumam dar mais certo, que tem menos chances de quebrar.

A seguir, vamos te mostrar as melhores ideias, e mais consolidadas para que você possa começar sua empresa, com menos chances de dar errado. Mas lembrando, nenhum negócio está imune de quebrar, logo, é preciso que você saiba gerir a sua empresa corretamente e com muita responsabilidade e dedicação.

Negócios com menos risco de quebrar

Ao considerar abrir um negócio com risco quase zero de quebrar, é importante focar em setores que fornecem produtos ou serviços essenciais e que têm demanda consistente, independentemente das condições econômicas do nosso país. Alguns desses negócios com menos chances de quebrar são:

  1. Supermercado
  2. Farmácia
  3. Petshop e cuidados com pets
  4. Serviços de limpeza
  5. Empresas focas em energia renováveis
  6. Serviços de saúde e bem-estar
  7. Empresas de consultoria
  8. Empresas de TI e serviços digitais

1. Supermercado

Supermercados são negócios de baixo risco devido à natureza essencial de seus produtos. Todo mundo precisa de alimentos e produtos domésticos básicos com frequência, o que garante uma demanda constante.

A diversificação de produtos que um supermercado pode oferecer — desde alimentos frescos e enlatados até produtos de limpeza e higiene pessoal — também ajuda a proteger contra flutuações no mercado de um único produto ou categoria. Além disso, supermercados podem se adaptar às preferências locais e expandir para serviços online e entregas em domicílio para aumentar ainda mais sua base de clientes.

2. Farmácia

De maneira parecida com os supermercados, as farmácias fornecem produtos essenciais para as pessoas, no caso produtos essenciais de saúde, tornando-as extremamente resistentes a crises econômicas. Além de medicamentos, que são necessidades indispensáveis, as farmácias também vendem uma variedade de produtos de cuidados pessoais e de saúde, aumentando sua estabilidade financeira.

3. Petshop e cuidados com pets

A indústria de cuidados com animais de estimação tem crescido muito nos últimos anos, impulsionada pelo aumento no número de pessoas que têm pets e em casa os consideram como membros da família. Serviços como banho, tosa, atendimento veterinário e venda de rações e acessórios para pets são sempre necessários, e uma empresa que faça isso com excelência, dificilmente terá chances de falir.

4. Serviços de limpeza

Os serviços de limpeza, sejam residenciais ou comerciais, oferecem uma necessidade constante, que não diminui mesmo durante recessões econômicas. Em muitos casos, a demanda por limpeza profissional pode até aumentar, particularmente em contextos de necessidade aumentada de higiene e prevenção de doenças, como visto durante a pandemia. A capacidade de oferecer serviços diversificados, como limpeza de escritórios, residências, hospitais e escolas, garante uma maior estabilidade e crescimento desse tipo de negócio.

5. Empresas focadas em energia renovável

Com o aumento da consciência ambiental e a pressão global por soluções sustentáveis, as empresas que trabalham no setor de energia renovável estão bem posicionadas para um crescimento estável e de longo prazo. Este setor inclui a geração de energia solar, eólica, hidrelétrica e outras formas de energia limpa.

Além de serem incentivadas por políticas governamentais e subsídios, essas empresas atendem a uma necessidade crescente de alternativas mais ecológicas aos combustíveis fósseis, o que garante uma demanda extremamente prospera para o futuro.

6. Serviços de saúde e bem-estar

O setor de saúde e bem-estar é extremamente resistente e continua a crescer, impulsionado pelo envelhecimento da população e um foco crescente em um estilo de vida mais saudável. Negócios que oferecem serviços médicos, terapias alternativas, nutrição, fitness e bem-estar mental além de atenderem uma necessidade, acabam se beneficiando de uma demanda que tende a permanecer estável ou crescer, mesmo durante períodos de instabilidade econômica. Lembre-se que a saúde é uma prioridade para muitos, independentemente do contexto econômico.

7. Empresas de consultoria

As empresas de consultoria, especialmente aquelas focadas em gestão, finanças, recursos humanos e tecnologia, tendem a ter baixo risco de quebra devido à necessidade frequente de eficiência operacional e adaptação estratégica nos negócios.

Em tempos de mudanças rápidas ou dificuldades econômicas, a demanda por consultores que podem oferecer novas estratégias acaba sendo muito mais aquecida. Além disso, essas empresas geralmente têm custos fixos relativamente baixos e podem escalar seus serviços de acordo com as necessidades do cliente.

8. Empresas de TI e serviços digitais

O avanço tecnológico e a digitalização dos negócios criaram uma demanda muito forte por serviços de TI e soluções digitais. Desde o desenvolvimento de software e manutenção de sistemas até a segurança cibernética e o suporte técnico, as empresas de TI atualmente são fundamentais em praticamente todos os setores. A transformação digital das empresas e a necessidade de atualização tecnológica constante asseguram que os serviços de TI sejam essenciais, tornando este setor particularmente blindado a flutuações econômicas.

 

FONTE MEU VALOR DIGITAL

Montadora de carros rival da Fiat está à beira da falência após anunciar dívida de R$ 4,97 bilhões e paralisações constantes

Montadora rival da Fiat está à beira da falência. Após o fracasso em vendas de seus veículos, a Fisker Ocean pode deixar o mercado automotivo em breve e fechar suas portas de vez.

A Fisker, montadora de carros rival da Fiat, pode estar com os dias contados. Segundo informações do Portal Quatro Rodas, a montadora declarou que a fabricação do Fisker Ocean segue paralisada e pressupõe que não haverá mais produção devido a uma dívida bilionária. A produção foi interrompida no início de março e na época, a pausa seria de apenas 6 semanas, mas o prazo já passou.

Dívida bilionária da Fisker pode levar empresa à falência

A montadora de carros rival da Fiat lançou uma nota sobre a paralisação e ainda comentou sobre a ameaça de redução de 400 milhões de dólares, o equivalente a cerca de R$ 2 bilhões em nossa moeda. Segundo a marca, a produção está parada no momento e sua perspectiva atual, divulgada recentemente, pressupõe que não haverá mais produção.

Fisker Ocean – Carro elétrico da montadora Fisker/Divulgação

Em março, a problemática startup de veículos elétricos fundada por Henrik Fisker contratou consultores de falência para ajudá-la em um possível pedido de recuperação, segundo informações do The Wall Stree Journal. A empresa produziu cerca de 10 mil unidades do SUV elétrico Ocean e cerca de metade deles foram vendidos.

O produto da montadora de carros rival da Fiat foi lançado em um momento de redução da demanda por elétricos no mercado norte-americano e passou por reclamações sobre a qualidade e atendimento, uma investigação regulatória sobre problemas de frenagem e uma avaliação muito negativa de um dos maiores avaliadores do mundo.

Nissan pode estar interessada em ajudar Fisker a sair da falência

 

A Fisker teve que reduzir sua produção em dezembro devido à fraca demanda e um modelo de vendas que não estava funcionando. O WSJ informa que a Fisker quer mudar o modelo de vendas diretas para um modelo de concessionárias, mas não está claro se ela conseguirá sobreviver a tempo suficiente para isso.

 

A empresa declarou uma dívida de US$ 1 bilhão (R$ 4,97 bilhões) em seu último relatório, o que significa que serão necessárias muitas vendas do modelo para se restabelecer. A  startup também afirmou que não conseguirá desenvolver novos modelos sem a ajuda de uma grande fabricante.

Os rumores indicam que a Nissan poderia estar interessada, mas não há nenhuma certeza do que a japonesa ganharia em um acordo com a montadora de carros rival da Fiat.

Ações da Fisker cai em 97% desde sua oferta pública inicial

 

A parceira Magna, empresa de produção por contrato que constrói o Ocean juntamente com outros produtos para marcas mais antigas, como a Mercedes-Benz, lista os negócios com a Fisker como um de seus riscos financeiros.

 

O preço das ações da montadora caiu mais de 97% desde sua oferta pública inicial, como aponta o Wall Street Journal. Ela não possui nenhum produto novo próximo da produção e, mesmo ignorando os problemas, a maioria dos críticos não achou o Ocean particularmente atraente.

Como sua fabricação é terceirizada para a Magna, na Áustria, ela não possui uma unidade de produção nos Estados Unidos para servir como um ativo importante ou para produzir carros elétricos que se qualifiquem para o crédito fiscal federal. A empresa está em águas tempestuosas e, se a reportagem do WSJ estiver certa, parece estar preparando os botes salva-vidas.

 

FONTE CLICK PETRÓLEO E GÁS

35 mil pessoas podem ser demitidas em massa por empresas famosas no Brasil

Devido à queda nos lucros registrados, grandes empresas do varejo decidiram encerrar as operações de mais de 750 lojas em todo país.

Rede alimentícia renomada anuncia falência e fechamento de 187 lojas

Rede alimentícia renomada fecha 187 lojas após declaração de falência, gerando impacto significativo no mercado e nos clientes. Saiba mais!

Em um contexto desafiador para a economia e empreendedorismo, o setor de franquias se destaca, mas também enfrenta dificuldades. A SouthRock, operadora da rede Starbucks no Brasil, e outras grandes marcas como Subway, enfrentam um momento crítico de falência, buscando soluções com um plano de recuperação judicial.

Como uma importante player no setor alimentício, a SouthRock apresentou um plano em fevereiro de 2023 para superar uma dívida de 1,8 bilhão de reais. Essa situação demonstra não apenas os desafios da empresa, mas também as estratégias planejadas para sua recuperação.

O que provocou a crise da SouthRock?

O percurso da SouthRock até o pedido de recuperação judicial é, sem dúvida, complexo. Envolve não só a fatídica dívida, mas também a gestão de suas marcas, que incluem além da Starbucks, a rede de fast food Subway e o espaço gourmet Eataly.

A situação alarmante veio à tona com o fechamento em massa de lojas, não somente da Starbucks, mas também com o impacto direto na operação da Subway, levantando questões sobre a viabilidade futura dessas operações no país.

Qual é o plano de recuperação apresentado?

O plano de reestruturação da SouthRock, apresentado na tentativa de navegar por esta crise, é baseado em quatro pilares principais. Esses incluem a reestruturação operacional, a falência de lojas deficitárias e o reajuste da equipe administrativa. O objetivo é uma gestão das marcas de forma mais autônoma e otimizada para estancar as dívidas e projetar um futuro mais sustentável financeiramente.

A reestruturação de uma empresa do porte da SouthRock representa um desafio notável. O plano de recuperação judicial propõe soluções consideráveis que envolvem negociações com credores, revisão de contratos e uma aposta firme na eficiência operacional das marcas restantes sob sua gestão.

Lojas fechadas

43 lojas fecharam em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, devido a resultados negativos. A marca Starbucks também passou por reestruturação administrativa, com uma redução de 20% na equipe.

Além disso, ao longo do ano, mais de 55 lojas da Starbucks foram fechadas devido aos mesmos problemas. Em relação à Subway, outra rede operada pela SouthRock, o portal Terra confirmou sua inclusão no plano de recuperação em março de 2023.

O portal Estadão revelou que a Subway acumulou dívidas de R$ 482 milhões, somando-se às dívidas da Starbucks, totalizando R$ 2,4 bilhões. A Subway afirmou que tentou reestruturar suas dívidas, mas a mudança de postura de alguns credores dificultou a resolução fora da Justiça.

Implicações para o mercado brasileiro

A situação da SouthRock não apenas desperta preocupações sobre a saúde financeira do grupo, mas também coloca em evidência o setor de franquias no Brasil como um todo. O caso serve como um importante estudo sobre a vulnerabilidade e as medidas necessárias para salvaguardar o futuro de grandes marcas e operadoras no país.

Uma reestruturação bem-sucedida poderá não somente salvar a empresa da crise, mas também redefinir padrões de resiliência e adaptabilidade no setor de franquias alimentícias.

Com o desenvolvimento desses eventos, o mercado e os consumidores estão atentos aos próximos capítulos dessa história, que ainda promete desdobramentos significativos na economia, no emprego e na oferta de serviços no setor de alimentação do Brasil.

 

FONTE SEU CRÉDITO DIGITAL

Bilhões em dívidas e luta contra falência: 3 marcas famosas no Brasil apelam para sobreviver

Dono de 14 marcas, como a Itaipava, o Grupo tinha uma dívida de R$ 105 milhões que vencia na última segunda-feira 

A Cervejaria Petrópolis entrou com um pedido de recuperação judicial na 5ª Vara Empresarial Justiça do Rio de Janeiro. A solicitação foi feita na última segunda-feira (27/03), por causa de dívidas que o grupo tem superiores a R$ 4 bilhões. O pedido foi deferido nessa terça (28/03) e impede uma cobrança imediata de uma dívida. Além disso, também foi definido os administradores judiciais, que serão a Preserva-Ação e o Zveiter Advogados, os mesmo responsáveis pela recuperação fiscal no caso das Lojas Americanas. 

O Grupo apresentou um pedido de tutela de urgência para impedir a cobrança de uma parcela uma parcela de R$ 105 milhões de uma operação financeira que vencia na própria segunda-feira. Na petição, a companhia informa que, caso não fosse quitada essa parcela, toda a dívida da empresa poderia ter o vencimento antecipado. Além disso, a justiça determinou a liberação de recursos da empresa junto aos bancos Santander, Daycoval, BMG e Sofisa e ao Fundo Siena, que somavam R$ 383 milhões até o fim da semana passada. Com a tutela, os bancos não podem reter o dinheiro presente nas contas da Cervejaria. 

Os advogados que representam o Grupo Petrópolis argumentaram que essa medida era necessária para evitar um iminente estrangulamento do fluxo de caixa e que, sem ela, poderia haver pronta liquidação dos recursos travados na conta vinculada e tentativa de apropriação dos recebíveis do Grupo Petrópolis. 

Queda de vendas, custos maiores e juros altos 

O Grupo Petrópolis informou, na petição, que a dívida financeira e de mercado de capitais gira em torno de R$ 2 bilhões (48% da dívida). Ao mesmo passo, a dívida com terceiros e grandes fornecedores está na casa de R$ 2,2 bilhões (52% do total). A lista de credores ainda não foi detalhada, por isso, os advogados que representam a empresa atribuíram um valor provisório de R$ 4,4 bilhões como dívida total. 

Na petição apresentada na 5ª Vara Empresarial, a companhia diz que enfrenta uma redução de receitas há 18 meses. Em 2022, a empresa comercializou 24,1 milhões de hectolitros (um hectolitro corresponde a 100 litros) de bebidas, 23% a menos do que em 2020. Essa queda de vendas provocou uma redução de 17% na receita. 

Além disso, a companhia alega que o aumento dos juros básicos da economia gerou um impacto no fluxo de caixa do grupo de aproximadamente R$ 395 milhões. 

Ao mesmo tempo, houve custos um aumento de custos do setor, que não foram repassados ao consumidor até o início deste mês. A partir do dia 1º de março, com o reajuste de preços, houve retração de vendas, na medida em que seus consumidores tradicionais, nesse primeiro momento, indispostos a pagar preços reajustados, acabaram migrando para outras marcas, alega a empresa. 

A combinação desses fatores, exógenos e alheios ao controle das requerentes, gerou uma crise de liquidez sem precedentes no Grupo Petrópolis, que comprometeu seu fluxo de caixa a ponto de obrigá-lo a buscar a proteção legal com o ajuizamento deste pedido de recuperação judicial, afirma trecho da petição. 

Neste último ponto – custos maiores de produção -, o Grupo diz que certos players do mercado conseguiram manter preços graças ao que classificou como planejamento tributário abusivo. A companhia não citou o nome de outras empresas na petição. 

Grupo Petrópolis 

O Grupo Petrópolis é dos maiores ramo de bebidas no país. Até o início de 2020, ela era dona de 15,3% do mercado nacional de cervejas; essa fatia reduziu para 10,6% em agosto do ano passado, segundo dados da consultoria Nielsen incluídos na petição. 

Ao todo, são 14 marcas que fazem parte da companhia, entre elas as cervejas Itaipava, Crystal, Petra, Lokal, Black Princess, Brassaria Ampolis, Weltenburger Kloster e Cabaré; as marcas de vodka Nordka e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT e Magneto; o refrigerante It!; e água mineral Petra. Somando todas elas, o Grupo gera 24 mil empregos diretos e cerca de 100 mil indiretos. 

O grupo foi criado em 1998, com a compra de uma pequena planta industrial em Itaipava pelo empresário Walter Faria, que já tinha atuado na cervejaria Schincariol alguns anos antes. Depois disso, começou a expansão do grupo, com a incorporação de outras marcas e fábricas a Crystal, em Boituva (SP), em 1999, a Lokal, em Teresópolis, em 2007. Hoje, o grupo tem fábricas em Rondonópolis (MT), Alagoinhas (BA), Itapissuma (PE), Uberaba (MG) e Bragança Paulista (SP). 

Com a recuperação judicial, a empresa pode conseguir renegociar dívidas e prazos, ao invés de ir à falência e, consequentemente, ao encerramento de atividades, demissões e calote. 

O Diário procurou o Grupo Petrópolis que confirmou que protocolou, no dia 27 de março, um pedido de recuperação judicial da Cervejaria Petrópolis S.A. e demais empresas do Grupo Petrópolis. A empresa adotou esse recurso, tendo como prioridade manter a sua operação e produção regulares e a preservação dos 24 mil empregos diretos e estimados 100 mil indiretos gerados. 

O foco principal do GP, neste momento, é garantir a manutenção da operação, a qualidade de seus produtos, o abastecimento da cadeia de distribuição e, consequentemente, sua capacidade de geração de receita, bem como honrar seus compromissos com funcionários, fornecedores e parceiros.

FONTE DIÁRIO DE PETRÓPOLIS

Bilhões em dívidas e luta contra falência: 3 marcas famosas no Brasil apelam para sobreviver

Dono de 14 marcas, como a Itaipava, o Grupo tinha uma dívida de R$ 105 milhões que vencia na última segunda-feira 

A Cervejaria Petrópolis entrou com um pedido de recuperação judicial na 5ª Vara Empresarial Justiça do Rio de Janeiro. A solicitação foi feita na última segunda-feira (27/03), por causa de dívidas que o grupo tem superiores a R$ 4 bilhões. O pedido foi deferido nessa terça (28/03) e impede uma cobrança imediata de uma dívida. Além disso, também foi definido os administradores judiciais, que serão a Preserva-Ação e o Zveiter Advogados, os mesmo responsáveis pela recuperação fiscal no caso das Lojas Americanas. 

O Grupo apresentou um pedido de tutela de urgência para impedir a cobrança de uma parcela uma parcela de R$ 105 milhões de uma operação financeira que vencia na própria segunda-feira. Na petição, a companhia informa que, caso não fosse quitada essa parcela, toda a dívida da empresa poderia ter o vencimento antecipado. Além disso, a justiça determinou a liberação de recursos da empresa junto aos bancos Santander, Daycoval, BMG e Sofisa e ao Fundo Siena, que somavam R$ 383 milhões até o fim da semana passada. Com a tutela, os bancos não podem reter o dinheiro presente nas contas da Cervejaria. 

Os advogados que representam o Grupo Petrópolis argumentaram que essa medida era necessária para evitar um iminente estrangulamento do fluxo de caixa e que, sem ela, poderia haver pronta liquidação dos recursos travados na conta vinculada e tentativa de apropriação dos recebíveis do Grupo Petrópolis. 

Queda de vendas, custos maiores e juros altos 

O Grupo Petrópolis informou, na petição, que a dívida financeira e de mercado de capitais gira em torno de R$ 2 bilhões (48% da dívida). Ao mesmo passo, a dívida com terceiros e grandes fornecedores está na casa de R$ 2,2 bilhões (52% do total). A lista de credores ainda não foi detalhada, por isso, os advogados que representam a empresa atribuíram um valor provisório de R$ 4,4 bilhões como dívida total. 

Na petição apresentada na 5ª Vara Empresarial, a companhia diz que enfrenta uma redução de receitas há 18 meses. Em 2022, a empresa comercializou 24,1 milhões de hectolitros (um hectolitro corresponde a 100 litros) de bebidas, 23% a menos do que em 2020. Essa queda de vendas provocou uma redução de 17% na receita. 

Além disso, a companhia alega que o aumento dos juros básicos da economia gerou um impacto no fluxo de caixa do grupo de aproximadamente R$ 395 milhões. 

Ao mesmo tempo, houve custos um aumento de custos do setor, que não foram repassados ao consumidor até o início deste mês. A partir do dia 1º de março, com o reajuste de preços, houve retração de vendas, na medida em que seus consumidores tradicionais, nesse primeiro momento, indispostos a pagar preços reajustados, acabaram migrando para outras marcas, alega a empresa. 

A combinação desses fatores, exógenos e alheios ao controle das requerentes, gerou uma crise de liquidez sem precedentes no Grupo Petrópolis, que comprometeu seu fluxo de caixa a ponto de obrigá-lo a buscar a proteção legal com o ajuizamento deste pedido de recuperação judicial, afirma trecho da petição. 

Neste último ponto – custos maiores de produção -, o Grupo diz que certos players do mercado conseguiram manter preços graças ao que classificou como planejamento tributário abusivo. A companhia não citou o nome de outras empresas na petição. 

Grupo Petrópolis 

O Grupo Petrópolis é dos maiores ramo de bebidas no país. Até o início de 2020, ela era dona de 15,3% do mercado nacional de cervejas; essa fatia reduziu para 10,6% em agosto do ano passado, segundo dados da consultoria Nielsen incluídos na petição. 

Ao todo, são 14 marcas que fazem parte da companhia, entre elas as cervejas Itaipava, Crystal, Petra, Lokal, Black Princess, Brassaria Ampolis, Weltenburger Kloster e Cabaré; as marcas de vodka Nordka e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT e Magneto; o refrigerante It!; e água mineral Petra. Somando todas elas, o Grupo gera 24 mil empregos diretos e cerca de 100 mil indiretos. 

O grupo foi criado em 1998, com a compra de uma pequena planta industrial em Itaipava pelo empresário Walter Faria, que já tinha atuado na cervejaria Schincariol alguns anos antes. Depois disso, começou a expansão do grupo, com a incorporação de outras marcas e fábricas a Crystal, em Boituva (SP), em 1999, a Lokal, em Teresópolis, em 2007. Hoje, o grupo tem fábricas em Rondonópolis (MT), Alagoinhas (BA), Itapissuma (PE), Uberaba (MG) e Bragança Paulista (SP). 

Com a recuperação judicial, a empresa pode conseguir renegociar dívidas e prazos, ao invés de ir à falência e, consequentemente, ao encerramento de atividades, demissões e calote. 

O Diário procurou o Grupo Petrópolis que confirmou que protocolou, no dia 27 de março, um pedido de recuperação judicial da Cervejaria Petrópolis S.A. e demais empresas do Grupo Petrópolis. A empresa adotou esse recurso, tendo como prioridade manter a sua operação e produção regulares e a preservação dos 24 mil empregos diretos e estimados 100 mil indiretos gerados. 

O foco principal do GP, neste momento, é garantir a manutenção da operação, a qualidade de seus produtos, o abastecimento da cadeia de distribuição e, consequentemente, sua capacidade de geração de receita, bem como honrar seus compromissos com funcionários, fornecedores e parceiros.

FONTE DIÁRIO DE PETRÓPOLIS

Fábricas da Chevrolet realizam demissões no Brasil: vai falir?

Montadoras de veículos de marcas, como a Chevrolet, anunciou que irá realizar demissão em massa de funcionários. Confira!

No último sábado, a General Motors (GM), montadora de veículos de marcas, como a Chevrolet, anunciou a demissão em massa de funcionários de suas fábricas em três cidades no estado de São Paulo, sendo Mogi das Cruzes, São Caetano do Sul e São José dos Campos. No entanto, a empresa ainda não informou quantos trabalhadores serão dispensados.

De acordo com a GM, “a queda nas vendas e nas exportações” levou a montadora a “adequar seu quadro de empregos”, por isso é preciso demitir funcionários de suas fábricas. Além disso, a empresa afirmou que a decisão foi tomada após várias tentativas de suspensão temporária do contrato de trabalho (lay-off), férias coletivas, dias de folga (days off) e acordos de desligamento voluntário.

Demissões por telegrama

Os trabalhadores estão sendo demitidos por e-mail e por telegrama. No entanto, de acordo com os Sindicatos dos Metalúrgicos de São José dos Campos e de São Caetano, a GM não negociou com eles sobre os cortes. Já em Mogi, há dois meses, a empresa chegou a oferecer um Plano de Demissão Voluntária (PDV), porém a categoria não aprovou a proposta.

Assim, o sindicato de São José dos Campos, por meio de nota, exigiu o cancelamento das demissões e que os trabalhadores sejam reintegrados. Além disso, a entidade ressaltou que tem acordo por estabilidade, que a GM, ao tomar essa ação arbitrária, descumpriu.

Imagem de papel pardo escrito 'demissão' em vermelho, em cima está uma carteira de trabalho e uma caneta.
Imagem: Gabriel_Ramos / Shutterstock.com

Trabalhadores em greve

Diante dos cortes, neste domingo (22), os trabalhadores da GM decidiram entrar em greve, confirmando a decisão em assembleia nesta segunda-feira (23). Juntas, as fábricas que produzem os modelos mais populares da Chevrolet, como Spin, Trailblazer, Tracker e Montana, contam com mais de 10 mil funcionários.

Assim, em São José dos Campos, há cerca de quatro mil trabalhadores, sendo que 1,2 mil estão com suspensão temporária dos contratos. Em São Caetano do Sul, são mais de 7 mil funcionários e, em Mogi das Cruzes, são 500 colaboradores.

FONTE SEU CRÉDITO DIGITAL

Fábricas da Chevrolet realizam demissões no Brasil: vai falir?

Montadoras de veículos de marcas, como a Chevrolet, anunciou que irá realizar demissão em massa de funcionários. Confira!

No último sábado, a General Motors (GM), montadora de veículos de marcas, como a Chevrolet, anunciou a demissão em massa de funcionários de suas fábricas em três cidades no estado de São Paulo, sendo Mogi das Cruzes, São Caetano do Sul e São José dos Campos. No entanto, a empresa ainda não informou quantos trabalhadores serão dispensados.

De acordo com a GM, “a queda nas vendas e nas exportações” levou a montadora a “adequar seu quadro de empregos”, por isso é preciso demitir funcionários de suas fábricas. Além disso, a empresa afirmou que a decisão foi tomada após várias tentativas de suspensão temporária do contrato de trabalho (lay-off), férias coletivas, dias de folga (days off) e acordos de desligamento voluntário.

Demissões por telegrama

Os trabalhadores estão sendo demitidos por e-mail e por telegrama. No entanto, de acordo com os Sindicatos dos Metalúrgicos de São José dos Campos e de São Caetano, a GM não negociou com eles sobre os cortes. Já em Mogi, há dois meses, a empresa chegou a oferecer um Plano de Demissão Voluntária (PDV), porém a categoria não aprovou a proposta.

Assim, o sindicato de São José dos Campos, por meio de nota, exigiu o cancelamento das demissões e que os trabalhadores sejam reintegrados. Além disso, a entidade ressaltou que tem acordo por estabilidade, que a GM, ao tomar essa ação arbitrária, descumpriu.

Imagem de papel pardo escrito 'demissão' em vermelho, em cima está uma carteira de trabalho e uma caneta.
Imagem: Gabriel_Ramos / Shutterstock.com

Trabalhadores em greve

Diante dos cortes, neste domingo (22), os trabalhadores da GM decidiram entrar em greve, confirmando a decisão em assembleia nesta segunda-feira (23). Juntas, as fábricas que produzem os modelos mais populares da Chevrolet, como Spin, Trailblazer, Tracker e Montana, contam com mais de 10 mil funcionários.

Assim, em São José dos Campos, há cerca de quatro mil trabalhadores, sendo que 1,2 mil estão com suspensão temporária dos contratos. Em São Caetano do Sul, são mais de 7 mil funcionários e, em Mogi das Cruzes, são 500 colaboradores.

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Centauro faliu e está fazendo liquidação de todo seu estoque?

Descubra se a Centauro faliu e decidiu realizar uma liquidação de todo o seu estoque de produtos para reverter a situação.

De acordo com dados do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, em julho, o número de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 6,55 milhões. Inclusive, a Saraiva recentemente decretou autofalência, sendo mais um nome na lista de companhias em um cenário desagradável.

Apesar do número de empresas inadimplentes e dos casos recentes, algumas companhias não aparentam dificuldades, como é o caso da Centauro. Apesar disso, mensagens que circulam na internet dão a entender que a empresa está em uma situação complicada e, com isso, promovem uma liquidação de todo o seu estoque. Saiba mais sobre esse caso a seguir.

Centauro estaria vendendo tênis de marca por menos de R$ 200

Dedicado a desmentir informações falsas, o site Boatos.org alerta sobre mais um boato. Segundo a mensagem, a Centauro teria fechado as portas após a falência e estaria fazendo liquidação de todo o seu estoque. A notícia falsa tem, até então, três versões. Uma delas, por exemplo, informa a venda de tênis de marca por menos de R$ 200.

A venda dos produtos em liquidação estaria ocorrendo no site “Liquida Tauro”. Toda história não tardou a viralizar nas redes sociais e em anúncios pagos no Google, chamando atenção daqueles que procuram itens esportivos em um momento próximo ao período de ofertas da famosa Black Friday.

Pessoa usando olapop para realizar compras online
Imagem: 13_Phunkod / Shutterstock.com

Usuários desavisados podem perder dinheiro

A verdade é que a Centauro não anunciou falência nem mesmo uma liquidação de todo seu estoque. A história que circula na internet é parecida com outras que já foram compartilhadas, tendo todas elas um único objetivo: direcionar os usuários para sites falsos, fazê-los comprar os supostos itens e sumir com o dinheiro das vítimas.

A ausência de uma promoção neste momento não significa que a companhia não realizará ações futuras. No mês que vem, por exemplo, vai ocorrer a Black Friday. Durante esse período, a própria Centauro poderá liberar ofertas especiais, mas tudo será devidamente informado em seu site oficial.

Imagem: Dean Drobot / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

FONTE SEU CRÉDITO DIGITAL

Centauro faliu e está fazendo liquidação de todo seu estoque?

Descubra se a Centauro faliu e decidiu realizar uma liquidação de todo o seu estoque de produtos para reverter a situação.

De acordo com dados do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, em julho, o número de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 6,55 milhões. Inclusive, a Saraiva recentemente decretou autofalência, sendo mais um nome na lista de companhias em um cenário desagradável.

Apesar do número de empresas inadimplentes e dos casos recentes, algumas companhias não aparentam dificuldades, como é o caso da Centauro. Apesar disso, mensagens que circulam na internet dão a entender que a empresa está em uma situação complicada e, com isso, promovem uma liquidação de todo o seu estoque. Saiba mais sobre esse caso a seguir.

Centauro estaria vendendo tênis de marca por menos de R$ 200

Dedicado a desmentir informações falsas, o site Boatos.org alerta sobre mais um boato. Segundo a mensagem, a Centauro teria fechado as portas após a falência e estaria fazendo liquidação de todo o seu estoque. A notícia falsa tem, até então, três versões. Uma delas, por exemplo, informa a venda de tênis de marca por menos de R$ 200.

A venda dos produtos em liquidação estaria ocorrendo no site “Liquida Tauro”. Toda história não tardou a viralizar nas redes sociais e em anúncios pagos no Google, chamando atenção daqueles que procuram itens esportivos em um momento próximo ao período de ofertas da famosa Black Friday.

Pessoa usando olapop para realizar compras online
Imagem: 13_Phunkod / Shutterstock.com

Usuários desavisados podem perder dinheiro

A verdade é que a Centauro não anunciou falência nem mesmo uma liquidação de todo seu estoque. A história que circula na internet é parecida com outras que já foram compartilhadas, tendo todas elas um único objetivo: direcionar os usuários para sites falsos, fazê-los comprar os supostos itens e sumir com o dinheiro das vítimas.

A ausência de uma promoção neste momento não significa que a companhia não realizará ações futuras. No mês que vem, por exemplo, vai ocorrer a Black Friday. Durante esse período, a própria Centauro poderá liberar ofertas especiais, mas tudo será devidamente informado em seu site oficial.

Imagem: Dean Drobot / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

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