123 Milhas: entenda a crise da empresa, desde a recuperação judicial até a operação da MP

O grupo enfrenta uma crise financeira desde que anunciou o cancelamento de pacotes promocionais, lesando clientes de todo o Brasil

A 123 Milhas e a Maxmilhas foram alvo de operação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), na manhã desta quinta-feira (1°), por suposta lavagem de dinheiro. Dezessete mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos.

Computadores e diversos documentos foram recolhidos pela Polícia Civil e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (CAEGO).

Em 2023, a 123 Milhas pediu recuperação judicial e lesou cerca de 700 mil clientes, por todo o Brasil.

Veja como tudo começou

Crise na 123 Milhas

A agência de viagens 123 Milhas surpreendeu milhares de clientes no dia 18 de agosto de 2023, após anunciar o cancelamento de pacotes promocionais, que atraíam as pessoas pelo preço baixo. A decisão revoltou clientes e fez a empresa pular rapidamente para o 1º lugar no ranking de empresas mais “denunciadas” do portal Reclame Aqui.

No dia 29 de agosto de 2023, a agência fez um pedido de recuperação judicial na 1ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte, em Minas Gerais. No pedido, a empresa afirmava que enfrenta a “pior crise financeira de sua história” e alegava que “fatores internos e externos impuseram um aumento considerável de seus passivos nos últimos anos”.

Recuperação Judicial

A Justiça de Minas Gerais aceitou o pedido da MaxMilhas para entrar no processo de recuperação judicial da 123Milhas. As duas agências fazem parte do mesmo grupo empresarial e, por isso, foram afetadas pelo cancelamento da linha “promo” da 123 Milhas e pela crise que afeta a “empresa-mãe”.

Em setembro, um pedido feito pelo Banco do Brasil, principal credor da agência, foi acatado pela Justiça, suspendendo a recuperação judicial. Eles alegaram que a empresa não apresentou os documentos necessários para viabilizar o processamento da recuperação judicial. Também no mesmo mês, a Justiça de Minas Gerais decidiu aumentar de R$ 50 para R$ 900 milhões o bloqueio de bens e valores em nome dos sócios da 123 Milhas, Ramiro Júlio Soares Madureira e Augusto Júlio Soares Madureira. Em dezembro, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) negou um recurso contra decisão que bloqueou a quantia de R$ 900 milhões dos sócios. O juiz ainda manteve a decisão que desconsiderou a personalidade jurídica das empresas 123 viagens e Novum Investimentos dos sócios. Ou seja, Ramiro e Augusto continuam respondendo pelas dívidas das empresas do grupo.

Por outro lado, o juiz negou um pedido para que as empresas do grupo sejam impedidas de fazer novas promoções, “por considerar que essas medidas podem, em tese, prejudicar o processo de recuperação judicial”. As empresas 123 Milhas e MaxMilhas continuaram vendendo passagens normalmente.

Em novembro de 2023, a Justiça de Minas Gerais autorizou a 123 Milhas a resgatar mais de R$ 23 milhões que estavam aplicados em ativos de renda fixa no Banco do Brasil. O valor milionário deveria ser usado pela agência de viagens para pagar salários, planos de saúde, FGTS e outras despesas do cotidiano da empresa.

No mês de dezembro, a Justiça de Minas Gerais determinou a retomada da recuperação judicial da 123 Milhas e outras empresas que fazem parte do grupo, que estava suspensa desde setembro.

Janeiro de 2024

No início de janeiro de 2024, o desembargador Alexandre Victor de Carvalho, relator da recuperação judicial da 123 Milhas na segunda instância da Justiça de Minas Gerais, determinou que os administradores judiciais do processo façam uma “minuciosa apuração” dos gastos com os RS 23,5 milhões. Esse valor havia sido liberado para a quitação de pendências com vencimento na última segunda-feira (29).

Já na última quinta-feira (25), a Justiça de Minas Gerais voltou a suspender o processo de recuperação judicial da 123 Milhas. A juíza Claudia Helena Batista, da 1ª Vara Empresarial da Comarca de Belo Horizonte, decidiu que o processo ficará suspenso até que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais decida quem serão os administradores judiciais do caso.

Operação do MP

Nesta quinta (1º), a operação do Ministério Público mira diretores das empresas 123 Milhas e Maxmilhas para apurar uma possível lavagem de dinheiro. Os investigadores fazem buscas nas sedes da 123 Milhas, na rua dos Aimorés, no bairro da Boa Viagem, no hipercentro de Belo Horizonte, e na Maxmilhas, localizada na rua Matias Cardoso, no bairro Santo Agostinho.

A empresa se pronunciou. Em nota, afirmou que “disponibilizou toda a sua documentação fiscal, assim como a de seus sócios, à Comissão Parlamentar de Inquérito das Pirâmides Financeiras. Os gestores da 123 Milhas estão, no momento, dedicados ao processo de recuperação judicial para quitar todos os débitos com os credores. O Grupo 123 Milhas reafirma seus preceitos de responsabilidade e transparência com clientes, credores e autoridades.”

FONTE ITATIAIA

Prefeitura realiza obras de drenagem profunda e recuperação de piso intertravado na da rua José Augusto Severino, no bairro da Praia

Os moradores da rua José Augusto Severino, no bairro da Praia, estão mais seguros e tranquilos com a realização da obra de drenagem profunda que teve como finalidade a intercepção das correntes de águas subterrâneas e elevação do lençol freático, de modo a captar e guiar o fluxo da água, garantindo que as camadas do pavimento tenham maior vida útil e impedindo a degradação por ação da umidade.

Agora, a Prefeitura de Congonhas realiza a recuperação do piso intertravado. No local foi feita a retirada dos blocos e são executados os trabalhos de assentamentos das guias de meio-fio. Posteriormente os pisos serão novamente assentados. Vale ressaltar que o piso intertravado é uma superfície plana, com uma excelente aderência, composto por blocos de concreto pré-fabricados. Entre as vantagens do pavimento intertravado estão a resistência, durabilidade, capacidade de escoamento e segurança.

Por Letícia Tomaino/ Foto: SEMOBI / Arte: Gustavo Porfírio

ESTE método é EFICAZ para RECUPERAR dinheiro perdido em GOLPE DO PIX

Poucos usuários conhecem seus direitos quanto a isso

Você já tomou conhecimento de que há uma maneira de obter compensação financeira em casos de fraude envolvendo PIX? Mesmo sendo uma informação relativamente antiga, uma parcela significativa da população não está ciente dessa alternativa.

Um estudo atual da fintech Silverguard, especializada em proteção monetária, aponta que a maioria dos cidadãos brasileiros não está familiarizada com o Mecanismo de Restituição Especial (MRE) para o PIX. Essa funcionalidade é crucial para reembolsar valores que foram desviados em golpes associados ao sistema de transferência instantânea.

Como ter reembolso em caso de golpe com PIX?

De maneira intrigante, mesmo entre indivíduos que sofreram prejuízos devido a fraudes com o PIX (uma proporção de 67% dos participantes da pesquisa), a ignorância sobre o reembolso permanece alta.

O sistema de transferência imediata de valores, criado pelo órgão regulador Banco Central do Brasil, representa uma inovação no cenário de movimentações financeiras. Afinal, ele objetiva simplificar as operações de envio e recebimento.

Contrastando com isso, o Mecanismo de Restituição para o PIX é um recurso exclusivo, elaborado especificamente para simplificar o ressarcimento em situações de enganos. Assim, aumentam-se as chances de recuperar o capital para as pessoas lesadas.

ESTE método é EFICAZ para RECUPERAR dinheiro perdido em GOLPE DO PIX
Poucos usuários conhecem seus direitos quanto a isso – Imagem: Shutterstock

Entenda o funcionamento da restituição

O MRE é uma funcionalidade intrínseca ao ambiente do PIX.  Seu principal propósito é otimizar o protocolo de ressarcimento em ocorrências de artimanhas e trapaças, elevando as possibilidades de reaquisição do dinheiro perdido, como citado.

Quando um indivíduo é vítima de um golpista, ele deve protocolar o pedido de reembolso junto à sua entidade bancária. O prazo é de, no máximo, de 80 dias subsequentes à operação fraudulenta.

Posteriormente, a instituição financeira realiza uma apuração meticulosa. Ela buscará identificar possíveis atividades ilícitas relacionadas à transação.

O acionamento do MRE do PIX: quando ocorre?

A ativação do ressarcimento é uma prerrogativa da instituição bancária e acontece em cenários muito específicos. Vamos esclarecer as situações que podem instigar esse mecanismo:

  • Dolos e estratagemas: Situações onde um cliente é exposto a manobras enganosas ou ardilosidades vinculadas ao PIX, sem necessariamente envolver violência;
  • Técnica de engano: Momentos em que o usuário é enganado por agentes maliciosos, induzindo-o a efetuar uma transferência que acarreta prejuízo financeiro;
  • Erro de crédito por desvios operacionais: O MRE pode ser mobilizado em contextos onde ocorre uma transferência não autorizada devido a imperfeições nos sistemas da entidade bancária, como, por exemplo, o envio repetitivo de uma operação por responsabilidade da instituição.

Como pleitear a restituição do PIX?

O trâmite para requerer o reembolso de uma operação PIX através do MRE se desenvolve da seguinte forma:

  • O cliente formaliza a queixa em seu banco, especificando os acontecimentos.
  • A entidade financeira avalia o incidente e, se considerado passível de MRE do PIX, bloqueia os fundos na conta do beneficiário da transação.
  • A análise do caso é concluída em um prazo de até sete dias. Caso não se detecte ilicitude, os recursos são liberados ao beneficiário.
  • Em cenários confirmados de fraude, a pessoa prejudicada é ressarcida em até 96 horas, podendo ser de forma completa ou parcial, conforme a circunstância.

É crucial enfatizar que a compensação não assegura uma restituição total.  Em determinadas situações, a entidade pode recuperar apenas parte do valor no domínio fraudulento, resultando em um reembolso parcial.

Quando a restituição do Pix não se aplica?

É imperativo dizer que a restituição não é viável em algumas situações, incluindo:

  • Falha na Chave PIX: Momentos onde ocorrem equívocos na inserção da chave pelo consumidor.
  • Transferência Involuntária: Cenários onde o usuário efetua um repasse de forma equivocada a outro indivíduo.
  • Descontentamento Pós-Transação: Ocorrências em que o remetente lamenta ter realizado o PIX após sua efetivação.
  • Desavenças Mercantis entre Usuários: Conflitos entre duas partes (pessoa física ou jurídica) referentes a um PIX que engloba uma operação comercial.

Dessa forma, o MRE é projetado primordialmente para confrontar circunstâncias extremas. Assim, fornece uma solução específica para situações mais complexas de enganos e truques no contexto das transações financeiras imediatas.

FONTE NOTÍCIAS CONCURSOS

Uma das lojas mais amadas do Brasil tenta se recuperar de quebradeira geral

Em meio a turbulências, rede de lojas traça um ousado plano para recuperar seu status de outrora.

Segundo fontes do site Exame Invest, na última terça-feira (24/09), a Marisa revelou algumas de suas expectativas para 2024 à imprensa. A varejista anunciou que pretende atingir entre 50% e 52% da sua margem bruta de lucros no referido ano. Tal marca é bem maior do que os resultados registrados até agora, em 2023.

No primeiro semestre, a margem obtida foi de 40%, uma porcentagem menor do que os 43,3% registrados no mesmo período do ano anterior. No entanto, o projeto implementado pela companhia para tentar se reerguer deverá apresentar faturamentos menores.

Espera-se, seguidamente, que a receita bruta seja de R$ 2,3 bilhões a R$ 2,5 bilhões no próximo ano, considerando que tal cifra foi de R$ 3,6 bilhões em 2022. Consequentemente, toda a estrutura da empresa deverá sentir esse impacto, e os gestores estão buscando se adaptar a uma nova realidade de mercado.

Lembre-se de que, no primeiro semestre, a varejista encerrou as atividades de 88 de suas lojas consideradas menos lucrativas, finalizando o período com 246 unidades, das quais 19 estão em Minas Gerais e 85 situadas no estado de São Paulo.

Conhecendo mais detalhes dessa reestruturação

Um dos pontos vitais dos planos de reestruturação da empresa está no reperfilamento da dívida, sendo essa uma das maiores preocupações dos investidores. A Marisa encerrou o segundo trimestre com um endividamento de R$ 780 milhões, o que é quase quatro vezes o valor do empreendimento no mercado atualmente, algo próximo de R$ 200 milhões.

Entretanto, as pendências não são apenas altas, visto que parte delas (52%) possui um vencimento de curto prazo, de modo que a quitação precisa ser acelerada. De acordo com os gestores, o principal objetivo é fazer com que 90% dos débitos sejam de longo prazo e somente 10% de curto prazo.

Além disso, pretende-se também reduzir a relação dívida líquida/EBITDA para um percentual entre 0,9x e 1,2x. Por fim, no ano de 2022, a varejista encerrou o período com EBITDA negativo em torno de R$ 35 milhões. A expectativa para o encerramento anual agora é que seja positivo, estando entre R$ 100 e R$ 130 milhões.

FONTE CAPITALIST

Uma das lojas mais amadas do Brasil tenta se recuperar de quebradeira geral

Em meio a turbulências, rede de lojas traça um ousado plano para recuperar seu status de outrora.

Segundo fontes do site Exame Invest, na última terça-feira (24/09), a Marisa revelou algumas de suas expectativas para 2024 à imprensa. A varejista anunciou que pretende atingir entre 50% e 52% da sua margem bruta de lucros no referido ano. Tal marca é bem maior do que os resultados registrados até agora, em 2023.

No primeiro semestre, a margem obtida foi de 40%, uma porcentagem menor do que os 43,3% registrados no mesmo período do ano anterior. No entanto, o projeto implementado pela companhia para tentar se reerguer deverá apresentar faturamentos menores.

Espera-se, seguidamente, que a receita bruta seja de R$ 2,3 bilhões a R$ 2,5 bilhões no próximo ano, considerando que tal cifra foi de R$ 3,6 bilhões em 2022. Consequentemente, toda a estrutura da empresa deverá sentir esse impacto, e os gestores estão buscando se adaptar a uma nova realidade de mercado.

Lembre-se de que, no primeiro semestre, a varejista encerrou as atividades de 88 de suas lojas consideradas menos lucrativas, finalizando o período com 246 unidades, das quais 19 estão em Minas Gerais e 85 situadas no estado de São Paulo.

Conhecendo mais detalhes dessa reestruturação

Um dos pontos vitais dos planos de reestruturação da empresa está no reperfilamento da dívida, sendo essa uma das maiores preocupações dos investidores. A Marisa encerrou o segundo trimestre com um endividamento de R$ 780 milhões, o que é quase quatro vezes o valor do empreendimento no mercado atualmente, algo próximo de R$ 200 milhões.

Entretanto, as pendências não são apenas altas, visto que parte delas (52%) possui um vencimento de curto prazo, de modo que a quitação precisa ser acelerada. De acordo com os gestores, o principal objetivo é fazer com que 90% dos débitos sejam de longo prazo e somente 10% de curto prazo.

Além disso, pretende-se também reduzir a relação dívida líquida/EBITDA para um percentual entre 0,9x e 1,2x. Por fim, no ano de 2022, a varejista encerrou o período com EBITDA negativo em torno de R$ 35 milhões. A expectativa para o encerramento anual agora é que seja positivo, estando entre R$ 100 e R$ 130 milhões.

FONTE CAPITALIST

PCMG recupera celular de idosa furtado em loja


Por não se tratar de prisão em flagrante, o indivíduo foi liberado e responderá pelo crime de furto. A Polícia Civil de Minas Gerais recuperou, na última quarta-feira (16/8), um celular furtado de uma vítima, de 71 anos, em um estabelecimento comercial de Santos Dumont. O furto ocorreu no último dia 7 de agosto, enquanto a vítima fazia compras em um mercado, no bairro Santo Antônio. A idosa, no momento do pagamento, acabou deixando o celular sob a bancada do caixa, momento em que o suspeito, um homem de 37 anos, se aproximou e se aproveitou da situação para colocar o telefone no bolso.
A vítima procurou a PCMG, que conseguiu identificar e localizar o indivíduo que estava com o aparelho telefone furtado. O homem foi encaminhado para a delegacia onde foi ouvido e assumiu a autoria do crime.
Por não se tratar de prisão em flagrante, o indivíduo foi liberado e responderá pelo crime de furto. O aparelho celular foi restituído à vítima.
O investigador de polícia, Gustavo Cabral, destacou a importância da rápida e eficaz ação da Polícia Civil e a satisfação da vítima em ter seu bem restituído.

PCMG recupera celular de idosa furtado em loja


Por não se tratar de prisão em flagrante, o indivíduo foi liberado e responderá pelo crime de furto. A Polícia Civil de Minas Gerais recuperou, na última quarta-feira (16/8), um celular furtado de uma vítima, de 71 anos, em um estabelecimento comercial de Santos Dumont. O furto ocorreu no último dia 7 de agosto, enquanto a vítima fazia compras em um mercado, no bairro Santo Antônio. A idosa, no momento do pagamento, acabou deixando o celular sob a bancada do caixa, momento em que o suspeito, um homem de 37 anos, se aproximou e se aproveitou da situação para colocar o telefone no bolso.
A vítima procurou a PCMG, que conseguiu identificar e localizar o indivíduo que estava com o aparelho telefone furtado. O homem foi encaminhado para a delegacia onde foi ouvido e assumiu a autoria do crime.
Por não se tratar de prisão em flagrante, o indivíduo foi liberado e responderá pelo crime de furto. O aparelho celular foi restituído à vítima.
O investigador de polícia, Gustavo Cabral, destacou a importância da rápida e eficaz ação da Polícia Civil e a satisfação da vítima em ter seu bem restituído.

Menina de 9 anos se recupera após tesoura ficar presa em sua cabeça por uma semana

O acidente aconteceu, nas Filipinas, após uma briga da menina com o irmão mais novo

Uma menina filipina precisou ser hospitalizada depois que ficou com uma tesoura presa em sua cabeça. A pequena, Nicole Raga, de 9 anos, estava discutindo com seu irmão mais novo, de 5 anos, quando o menino acertou a cabeça dela com uma mochila, que continha a tesoura. A família ficou chocada com a situação, mas divulgou a história como forma de alerta. “Objetos pontiagudos como tesouras ou facas devem ser mantidos longe das crianças”, destacou o pai da menina, Rene Boy Raga, após acidente, ocorrido na casa da família na província de Sarangani, nas Filipinas, informou o The Post nesta semana.

Quando viu que a tesoura estava na cabeça da filha, o pai a levou imediatamente para o hospital local, onde a pequena foi colocada em observação. A menina ficou com o objeto em sua cabeça por uma semana, pois sua família não tinha dinheiro suficiente para pagar o procedimento de remoção.

Menina fica presa com tesoura na cabeça  — Foto: Reprodução The Post
Menina fica presa com tesoura na cabeça — Foto: Reprodução The Post

Felizmente, os moradores da comunidade onde a família mora se mobilizaram e arrecadaram o dinheiro necessário, cerca de US$ 540 (R$ 2.599 pela cotação atual), para a garotinha extrair a tesoura, o procedimento foi realizado no último domingo (9). Atualmente, a menina ainda está no hospital, mas já vem se recuperando. “Os médicos disseram que Nicole vai se recuperar totalmente’, relatou o pai. “Não há danos em seu cérebro e as feridas vão cicatrizar. Ela voltará ao normal muito rapidamente”, completou.

Após uma semana, a menina passou pelo procedimento de remoção da tesoura  — Foto: Reprodução The Post
Após uma semana, a menina passou pelo procedimento de remoção da tesoura — Foto: Reprodução The Post

O pai aliviado acrescentou que estava “grato” a todos que contribuíram para a cirurgia da filha. “Tenho muita sorte de ter todos que deram dinheiro e oraram por Nicole”. Após o susto, Rene afirmou que está tomando precauções extras para garantir que seus filhos não sofram um acidente semelhante no futuro. “Verificamos tudo em casa para garantir que não haja nada perigoso”, disse ele. “Não queremos que algo assim aconteça novamente.”

FONTE REVISTA CRESCER

Menina de 9 anos se recupera após tesoura ficar presa em sua cabeça por uma semana

O acidente aconteceu, nas Filipinas, após uma briga da menina com o irmão mais novo

Uma menina filipina precisou ser hospitalizada depois que ficou com uma tesoura presa em sua cabeça. A pequena, Nicole Raga, de 9 anos, estava discutindo com seu irmão mais novo, de 5 anos, quando o menino acertou a cabeça dela com uma mochila, que continha a tesoura. A família ficou chocada com a situação, mas divulgou a história como forma de alerta. “Objetos pontiagudos como tesouras ou facas devem ser mantidos longe das crianças”, destacou o pai da menina, Rene Boy Raga, após acidente, ocorrido na casa da família na província de Sarangani, nas Filipinas, informou o The Post nesta semana.

Quando viu que a tesoura estava na cabeça da filha, o pai a levou imediatamente para o hospital local, onde a pequena foi colocada em observação. A menina ficou com o objeto em sua cabeça por uma semana, pois sua família não tinha dinheiro suficiente para pagar o procedimento de remoção.

Menina fica presa com tesoura na cabeça  — Foto: Reprodução The Post
Menina fica presa com tesoura na cabeça — Foto: Reprodução The Post

Felizmente, os moradores da comunidade onde a família mora se mobilizaram e arrecadaram o dinheiro necessário, cerca de US$ 540 (R$ 2.599 pela cotação atual), para a garotinha extrair a tesoura, o procedimento foi realizado no último domingo (9). Atualmente, a menina ainda está no hospital, mas já vem se recuperando. “Os médicos disseram que Nicole vai se recuperar totalmente’, relatou o pai. “Não há danos em seu cérebro e as feridas vão cicatrizar. Ela voltará ao normal muito rapidamente”, completou.

Após uma semana, a menina passou pelo procedimento de remoção da tesoura  — Foto: Reprodução The Post
Após uma semana, a menina passou pelo procedimento de remoção da tesoura — Foto: Reprodução The Post

O pai aliviado acrescentou que estava “grato” a todos que contribuíram para a cirurgia da filha. “Tenho muita sorte de ter todos que deram dinheiro e oraram por Nicole”. Após o susto, Rene afirmou que está tomando precauções extras para garantir que seus filhos não sofram um acidente semelhante no futuro. “Verificamos tudo em casa para garantir que não haja nada perigoso”, disse ele. “Não queremos que algo assim aconteça novamente.”

FONTE REVISTA CRESCER

Falência e dívida de R$1 bilhão: O triste dia em que grande empresa alimentícia chegou ao fim

Empresa chegou a abrir processo de recuperação, mas não conseguiu se reerguer e mandou milhares de funcionários embora

Entre os anos noventa e início do atual milênio, uma grande empresa alimentícia dominava o ramo das comidas de geladeira. Na época, a marca era responsável por gerar boa parte dos empregos, principalmente, em Santa Catarina.

Para quem não se lembra, o Frigorífico Chapecó foi uma forte exportadora, chegando a distribuir seus produtos para mais de 50 países. Em seu auge de funcionamento, o grupo teve 8 unidades industriais, 5 mil empregados e cerca de 3 mil produtores.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social assumiu o comando geral da empresa alimentícia em 1997, causando grande surpresa entre o público. Mas, anos depois, isso virou motivo de caso judicial, o que acabou dando início ao declínio da marca.

Frigorífico Chapecó
O Frigorífico Chapecó, do BNDES, faliu com uma dívida de mais de R$ 1 bilhão (Foto: Reprodução)

Nos anos 2000, por ordens do Ministério Público, o Frigorífico Chapecó teve quebra de sigilo bancário para que investigassem se houve interferência do ex-Secretário-Geral da Presidência, Eduardo Jorge Caldas Pereira, na liberação de recursos do BNDES para o grupo.

Tempos depois, em abril de 2003, uma auditoria confirmou que que a empresa alimentícia havia recebido cerca de US$ 197 milhões do Banco Nacional, antecedendo uma crise que não pôde mais ser revertida. E o resultado atingiu diretamente todos os funcionários.

Os quase 5 mil colaboradores foram mandados embora, alguns sem receber nada. Sobre os produtos, já não tinha mais nem milho para manter os frangos, o que causou a morte de mais de 7 milhões deles. Sem recursos, a falência foi decretada oficialmente em 2005.

As dívidas chegaram a nada menos que R$ 1 bilhão.

Empresa alimentícia
Empresa alimentícia precisou fechar, após falta de recursos até para manter os próprios produtos (Foto: Reprodução)

Quais os bancos mais ricos do Brasil?

Segundo um ranking da Brand DX, o Itaú lidera como o banco mais rico do país, estimado no mercado por R$ 41 bilhões. Em seguida, o Bradesco aparece com um valor de R$ 31,7 bilhões. No terceiro lugar, vem o Banco do Brasil com R$ 25 bilhões, na pesquisa feita no fim de 2022.

Dívida de R$1 bilhão e falência decretada: O dia bomba em que empresa alimentícia gigante chegou ao fim .

FONTE GUIA PAULINIA

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