O desaparecimento
Segundo informações da mãe, Maria Aline de Souza Miranda, de 38 anos, o caso ocorreu na tarde de sexta-feira (23), por volta das 16h. Richard, que vivia em situação de vulnerabilidade social e era conhecido na região do terminal rodoviário de Congonhas, teria sido visto entrando no leito do rio e não voltou mais à superfície.
Mobilização e reclamações
Desde o desaparecimento, moradores da região e familiares têm compartilhado mensagens e vídeos pedindo mais agilidade nas buscas. A mãe afirma que os trabalhos começaram tardiamente e que o cronograma adotado “não condiz com a gravidade do caso”. Em um dos relatos, Maria Aline questiona a frequência das operações e protesta pela falta de atenção dada ao jovem.Postagens nas redes sociais reforçam o tom de indignação e pedem que o caso não seja esquecido. Até o fechamento deste texto, o jovem permanecia desaparecido e não havia previsão oficial de encerramento das buscas.
Contexto social e impacto
Richard era conhecido por comerciantes e moradores do entorno da rodoviária, que afirmam ter convivido com o jovem nos últimos anos. A situação evidencia a presença de pessoas em vulnerabilidade social em áreas urbanas e reacende o debate sobre políticas públicas voltadas para acolhimento, assistência e prevenção de riscos.
Enquanto aguardam respostas, familiares e amigos mantêm vigílias e manifestações nas redes, reforçando pedidos por mais empenho nas buscas e por informações concretas.




