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Tem um refrigerante novo chegando e a internet já decidiu que ele pode preencher um buraco antigo, um mix de cereja e creme que põe Pepsi e Coca-Cola no mesmo ringue de novo hoje ainda

O refrigerante novo Wild Cherry & Cream da Pepsi estreia a partir de 20 de janeiro, em versões regular e zero açúcar nos EUA. Fãs da Coca-Cola veem mix de cereja e baunilha como substituto do Cherry Vanilla Coke. TikTok e Reddit ampliaram a expectativa, após relatos de latas vistas na Target

O refrigerante novo Wild Cherry & Cream entra no calendário de lançamentos com uma promessa simples e barulhenta: misturar cereja com uma camada de creme e baunilha para disputar atenção num território que a internet trata como “saudade engarrafada”. A partir de 20 de janeiro, a Pepsi planeja colocar o sabor nas prateleiras em duas versões, regular e zero açúcar.

A conversa ganhou tração porque fãs da Coca-Cola ainda citam o fim do Cherry Vanilla Coke como um buraco de sabor que ninguém preencheu direito. Sem informação de preço nas publicações citadas, o que move o assunto é expectativa, comparação e um teste informal de varejo: latas já foram vistas antes do lançamento oficial, e os comentários começaram a medir semelhança, diferença e risco de troca de marca.

O que está chegando e o que já apareceu nas lojas

refrigerante novo Wild Cherry & Cream da Pepsi chega em 20 de janeiro. Fãs da Coca-Cola comparam cereja e baunilha ao Cherry Vanilla Coke e ao refrigerante sujo.

O refrigerante novo foi anunciado como Wild Cherry & Cream, com estreia a partir de 20 de janeiro e duas opções declaradas: a versão regular e a versão zero açúcar.

Um comentário citado descreve o achado em uma loja Target em Queensbury, no estado de Nova York, o que alimentou a sensação de que o lançamento já começou “na prática”, mesmo sem a data oficial ter chegado.

Esse tipo de aparição antecipada costuma concentrar a curiosidade em uma pergunta simples: o gosto entrega o que a promessa sugere?

O que a Pepsi descreve no copo: cereja, creme e baunilha

refrigerante novo Wild Cherry & Cream da Pepsi chega em 20 de janeiro. Fãs da Coca-Cola comparam cereja e baunilha ao Cherry Vanilla Coke e ao refrigerante sujo.

Na descrição atribuída à Pepsi, o Wild Cherry & Cream começa com uma “explosão inicial” do sabor doce de cereja e, depois, a efervescência frutada é seguida por um toque suave e cremoso de baunilha.

A empresa associa essa transição a uma sensação na boca “praticamente sedosa”, um tipo de linguagem usado para traduzir textura em palavras.

O primeiro teste informal relatado vai na mesma direção, mas com ressalvas.

Um consumidor que disse estar se recuperando de um resfriado afirmou não conseguir perceber tudo, ainda assim registrou que “usaram bastante baunilha” para chegar ao gosto de refrigerante cremoso.

Na sequência, outro comentário sinaliza o tipo de comparação que define o debate: como já existe o sabor cereja selvagem puro, parte do público afirma preferir mais equilíbrio entre creme e baunilha do que apenas repetir a cereja.

O buraco que a Coca-Cola deixou e por que ele virou referência imediata

O interesse explode porque o refrigerante novo passa a ser tratado como possível substituto do Cherry Vanilla Coke, citado como “favorito” por quem lamenta a descontinuação.

A justificativa atribuída à Coca-Cola é que preferências de sabor e estilos de vida mudam, e que o portfólio precisa evoluir para oferecer as bebidas que os consumidores dizem desejar.Play Video

Esse cenário é o que coloca Pepsi e Coca-Cola no mesmo ringue, mesmo quando o assunto parece ser apenas um sabor.

A discussão já inclui planos de consumo e troca de marca: há quem diga que, se o gosto for realmente parecido com o Cherry Vanilla Coke, compraria “32 caixas”.

Em paralelo, outro comentário reforça como a memória do público é segmentada: apesar de geralmente beber Coca-Cola, a pessoa aponta o Wild Cherry como “o melhor refrigerante de cereja” e cita saudade de um Black Cherry da Soda Shoppe.

Como TikTok e Reddit aceleraram a história e tornaram o teste público

O circuito que amplificou o assunto é digital e rápido. Um usuário descreveu que viu alguém mencionar a novidade no TikTok, buscou no Google e foi parar numa discussão, reagindo com “SUPER ANIMADO”.

Esse tipo de percurso explica por que o refrigerante novo viraliza antes mesmo de estar disponível para todo mundo: a confirmação social vale tanto quanto a  lata na mão.

Quando um produto aparece cedo em loja, o debate vira um laboratório coletivo, só que com limitações óbvias.

Um relato feito durante um resfriado não é um teste sensorial confiável, mas serve como primeiro rastro para a comparação que interessa a fãs de  Pepsi e Coca-Cola: o quanto a  baunilha aparece, como a cereja se comporta e se a “cremosidade” não fica artificial.

O gancho do refrigerante sujo e a ponte com cereja e baunilha

O lançamento também é conectado à tendência do “refrigerante sujo”, descrita como popular em Utah e impulsionada por posts virais no TikTok e em outras redes.

A ideia citada é simples: uma bebida não alcoólica feita de refrigerante misturado com creme e, dependendo do gosto pessoal, xarope.

Em termos práticos, é uma receita de customização que transforma um refrigerante tradicional em uma sobremesa líquida.

Nesse cenário, o refrigerante novo aparece como uma versão pronta de algo que já circula como hábito.

Um comentário citado relata ter ganhado 9 kg morando em frente a uma loja da Sodalicious durante o segundo ano na BYU, retratando consumo frequente como “vício”.

Na mesma linha, a referência ao blog Utah Valley associa a popularidade desse mercado à cultura da Igreja SUD, mencionando um histórico de evitar bebidas quentes como café e chá, o que ajuda a explicar por que refrigerantes doces viraram uma alternativa refrescante para quem busca açúcar ou cafeína sem romper essas diretrizes alimentares mencionadas.

Pepsi e Coca-Cola no ringue de novo: o que muda se o sabor pegar

O elemento mais relevante é que o refrigerante novo não nasce só como “mais uma variação”, mas como resposta a uma lacuna emocional e a um hábito social: a mistura de cereja e baunilha com sensação de creme.

Se a experiência entregar aquilo que parte do público associa ao Cherry Vanilla Coke, a Pepsi ganha um atalho narrativo para dialogar com consumidores que hoje se declaram da Coca-Cola.

Ao mesmo tempo, as informações citadas deixam perguntas abertas que tendem a decidir o rumo fora das redes. Sem confirmação de preço e com relatos iniciais ainda limitados, o sucesso depende de repetição de compra, não só de hype.

É aí que a disputa Pepsi versus Coca-Cola volta ao básico: sabor percebido, versão zero açúcar que não “quebra” a proposta e presença em loja quando a curiosidade está no pico.

Qual sabor de cereja você sente falta até hoje e qual detalhe faria você trocar de marca entre Pepsi e Coca-Cola?

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