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Governo de Congonhas já ofereceu dezenas de próteses e atendimento fisioterápico a pessoas amputadas

Entre 2025 e março de 2026, a Prefeitura de Congonhas entregou 17 próteses ortopédicas definitivas e realizou 77 atendimentos a pacientes da cidade. O objetivo é oferecer autonomia, melhorar a autoestima e proporcionar a eles qualidade de vida. A pessoa amputada deve procurar o município tanto por meio da Unidade Básica de Saúde (UBS), quanto pelo Setor de Serviço Social da Saúde.  Após a avaliação, este paciente é apresentado à empresa responsável pela confecção das próteses. Em seguida, todo o processo que envolve avaliação, adaptação e reabilitação acontece no próprio município. O trabalho é desenvolvido por uma equipe qualificada e dotada de equipamentos adequados.

De acordo com a gerente do Centro Municipal de Reabilitação da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Congonhas, Luciana Mendes Rezende Costa, ”os pacientes possuem atendimento completo desde a reivindicação da prótese ortopédica até o recebimento do equipamento definitivo. Eles chegam na UBS, informam do que necessitam, são encaminhados pelo Serviço Social da Secretaria de Saúde, que os direciona para o Centro Municipal de Reabilitação. É neste local que entram em contato com a empresa especializada na confecção das próteses. Assim que recebe o equipamento provisório, já começa a fazer fisioterapia para ganhar força muscular, reaprender a andar e retomar suas atividades diárias”.

A Prefeitura de Congonhas mantém contrato com uma empresa especializada na confecção de próteses ortopédicas, de São Paulo, que foi definida por meio de processo licitatório.O técnico Luiz Carlosexplica que “, primeiramente, o paciente transfemural ou transtibial é avaliado. Se ele estiver pronto para receber a prótese, é feito o molde de gesso e a empresa fabrica o encaixe provisório e cria a prótese provisória. Caso dê tudo certo na prova, o paciente fica com ela por cerca de 40 dias em fase de teste, para que aprenda a dar os primeiros passos. Neste momento ele é encaminhado à fisioterapia. Pode ser que seja necessário haver adequações na prótese e estas observações já são levadas em conta durante a produção da definitiva. Há casos em que é preciso refazer o molde. Correndo tudo bem, é feita a prótese definitiva. Esta, a partir de agora, passará a ser feita em fibra de carbono e se tornará mais resistente”. A prótese definitiva tem garantia de 1 ano.

Maria Aparecida Vilela (foto em destaque), ex-cantineira e faxineira da Escola M. Michael Pereira de Souza, moradora do Barro Preto, acaba de receber a prótese provisória e considera que muita coisa vai mudar para melhor na vida dela, mesmo que o início seja difícil. “Eu gostava de curtir bastante a vida, conviver com outras pessoas, mas isso tudo acabou depois que perdi a mobilidade. Com o recebimento da prótese provisória, a princípio tudo começa de uma forma difícil pra mim, mas vai melhorar com o passar do tempo, porque vou reaprender a andar. Peço muito a ajuda de Deus para que tudo dê certo. Eu tenho vontade de cuidar das panelonas de comida de novo, como fazia na escola, quando cozinhava para 1.200 pessoas, vendo todos alimentar de minhas mãos. Que eu possa voltar a fazer muitas coisas, mesmo que seja de forma diferente”.

Já Aloízio Martins de Melo, morador do Cinquentenário, recebeu a prótese definitiva. “Durante todo o processo, recebemos uma atenção boa, sou muito bem tratado, a prótese também é muito boa. Este é um trabalho importante da Prefeitura, de gente que tem uma visão certa de como ajudar a quem tem membro amputado. Se eu fosse comprar um como esta, gastaria cerca de R$ 30 mil. Além disso, as cidades onde se vende prótese exigem que a gente vá para lá para fazer o treinamento. Aqui, no máximo, você utiliza seu carro adaptado, pagar táxi ou aplicativo. Esta iniciativa de Congonhas é excelente. Poucas prefeituras têm um programa como este, ainda mais as do porte de Congonhas”, diz o paciente, que completa:

“Considero Congonhas bem desenvolvida. Tudo que tem uma cidade de porte médio, Congonhas tem: UPA 24h, UBS nos bairros com equipe de saúde da família com atendimento em casa e realização de exames, em casos como o meu. Eu morei em São Paulo durante 35 anos e achei que a cidade aqui não tinha um programa de doação de prótese ortopédica como este”.

Por Secretaria de Comunicação/Prefeitura de Congonhas

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