O desaparecimento de Edgar Moreira Senra, natural de Dores de Campos, cidade perto de São João Del Rei, teve um desfecho após oito anos de incertezas. O exame de DNA confirmou que a ossada humana encontrada em agosto de 2024, às margens da BR-265, entre os municípios de Barroso e São João del-Rei, pertence ao dorense, que estava desaparecido desde 10 de julho de 2018, quando tinha 36 anos.
A confirmação põe fim à longa espera de familiares e amigos, que durante anos conviveram com a angústia sem respostas sobre o paradeiro de Edgar.A ossada foi localizada no dia 17 de agosto de 2024 por funcionários de uma empresa de internet que realizavam manutenção em cabos danificados por uma queimada. Os restos mortais estavam em uma área de difícil acesso, em um abismo às margens da rodovia, nas proximidades do antigo Motel do Cuca.

Junto à ossada também foi encontrada uma motocicleta em avançado estado de deterioração. Ainda em 2024, com exclusividade, nossa reportagem revelou que o veículo pertencia a Edgar Moreira Senra, informação que posteriormente foi confirmada pela Polícia Civil durante as investigações.Na época, a identificação oficial dos restos mortais dependia da comparação genética com familiares. Com a conclusão do exame de DNA, a Polícia Civil confirmou que a ossada é realmente de Edgar, encerrando um dos casos de desaparecimento que mais mobilizaram a região.
Apesar da identificação, as circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas. A Polícia Civil continua investigando o caso para determinar como Edgar morreu e o que aconteceu antes de seu desaparecimento.A confirmação representa o fim de um longo período de incerteza para a família, que agora poderá dar um desfecho digno à história de Edgar Moreira Senra, desaparecido há oito anos.



