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Transferência via PIX em dispositivo novo será bloqueada até validação biométrica e bancos são obrigados a aplicar limite de R$ 200

O Pix ganhou regras de segurança em fevereiro de 2026 com limites automáticos em dispositivos novos. Há teto de R$ 200 por envio e R$ 1.000 por dia até validação, além de monitoramento de risco e bloqueios preventivos.

PIX ganhou novas camadas de proteção em fevereiro de 2026 e mudou como transferências funcionam em aparelhos novos. As regras criam limites automáticos, monitoramento ativo e bloqueios preventivos para reduzir fraudes e invasões de conta.

O que mudou nas regras de segurança do PIX em 2026?

Banco Central passou a exigir controles extras para transações feitas em dispositivos nunca usados pelo cliente. A meta é impedir o chamado sequestro de conta, quando criminosos acessam o app bancário em outro aparelho e esvaziam o saldo.

Quem já usa o aplicativo do banco no celular habitual quase não sente diferença. O impacto ocorre na troca de telefone ou login em novo computador, quando o sistema ativa travas temporárias até validar que o dispositivo é confiável.

Transferência via PIX em dispositivo novo será bloqueada até validação biométrica e bancos são obrigados a aplicar limite de R$ 200
Banco Central exige validação extra em dispositivos nunca usados pelo cliente

Quais são os novos limites do PIX em aparelho não cadastrado?

Quando o acesso ocorre em um dispositivo não autorizado, o sistema aplica bloqueios automáticos de valor. Esses tetos valem até a conclusão da validação biométrica ou confirmação presencial. Veja exatamente como funcionam as travas a seguir.

  • Limite por transação: valor máximo de R$ 200 por envio de PIX
  • Limite diário total: soma de transferências limitada a R$ 1.000 no dia
  • Prazo de liberação: retirada do bloqueio após validação do aparelho no banco

Como funciona o monitoramento de risco nas transferências?

As instituições agora devem usar análise de perfil de comportamento. Movimentos fora do padrão, como valores muito altos em horário incomum, podem gerar retenção automática da operação por até 30 ou 60 minutos para checagem interna.

Também virou regra consultar bases compartilhadas sobre contas suspeitas. Se a chave de destino tiver histórico de fraude, o sistema pode bloquear o envio antes da conclusão, reduzindo perdas mesmo quando o usuário cai em golpe.

Transferência via PIX em dispositivo novo será bloqueada até validação biométrica e bancos são obrigados a aplicar limite de R$ 200
Monitoramento comportamental bloqueia operações suspeitas antes da conclusão

Quais obrigações os bancos passam a ter com o PIX?

As normas novas não atingem só o usuário. Cada instituição financeira passa a ter deveres formais de prevenção, revisão cadastral e educação antifraude dentro do próprio aplicativo. Entre as exigências práticas estão as que você vê a seguir.

  • Revisão semestral: checagem obrigatória de clientes com marcação de fraude
  • Área de segurança: painel no app para gerir limites e dispositivos autorizados
  • Alertas educativos: envio contínuo de avisos sobre golpes comuns

Como liberar o aparelho novo e evitar bloqueio no PIX?

Ao trocar de celular, o caminho correto é fazer a validação biométrica completa no aplicativo e, quando solicitado, confirmar identidade em caixa eletrônico ou agência. Esse processo remove os limites reduzidos e restaura o teto normal de envio.

Manter telefone e e-mail atualizados e ajustar limites conforme seu uso também ajuda. Especialistas em segurança bancária recomendam tetos baixos no dia a dia e aumento programado com antecedência, criando proteção extra sem perder agilidade.

FONTE: E.M.FOCO

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