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Cidadezinha de 9 mil habitantes recebe mais de R$ 600 milhões e vira “terra prometida” para quem está desempregado

O projeto, que aderiu ao programa Paraná Competitivo do governo estadual, contou com R$ 612 milhões para a construção de uma fábrica de queijos de grande porte, com capacidade anual de produzir 39,4 mil toneladas de mussarela e 7,9 mil toneladas de manteiga. A produção começou em novembro, mas a obra ainda segue em andamento.

Novo polo da Piracanjuba promete movimentar milhões na pequena região

Com 54 mil metros quadrados na primeira etapa, a unidade promete movimentar 1,2 milhão de litros de leite por dia. Segundo o presidente do grupo, Luiz Claudio Lorenzo, a localização estratégica permite otimizar rotas no Sul e Sudeste e aumentar a eficiência operacional, além de impulsionar a economia local e gerar empregos.

O complexo vai criar cerca de 300 empregos diretos, transformando São Jorge D’Oeste em uma verdadeira “terra prometida” para quem busca trabalho na região. Para o governo estadual, o projeto reforça a estratégia de atrair indústrias e agregar valor ao setor agropecuário.

“O Paraná sempre apostou em incentivar empresas que ampliam ou diversificam operações, oferecendo benefícios fiscais e apoio logístico”, destacou Márcio Nunes, secretário da Agricultura e do Abastecimento.

O projeto também inova na sustentabilidade industrial: o soro do leite, subproduto da fabricação de queijos, será transformado em 6 mil toneladas de whey protein e 14,8 mil toneladas de lactose em pó por ano. A iniciativa reduz custos, elimina transporte de insumos entre unidades e aumenta a eficiência da operação.

A fábrica de São Jorge D’Oeste representa ainda uma oportunidade estratégica para o país, que hoje importa 85% do whey protein e lactose consumidos no Brasil, movimentando setores da nutrição, farmacêutico e cosmético.

FONTE: TNH 1

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