Dinheiro extra de R$ 150 por criança seguirá em 2026 no Bolsa Família via Benefício Primeira Infância, complementando o pagamento de R$ 600. O adicional vale para crianças de zero a seis anos, pode ser multiplicado por filhos, exige CadÚnico atualizado e cumprimento de saúde, vacinação e escolaridade quando aplicável.
O dinheiro extra para famílias do Bolsa Família com crianças pequenas está mantido em 2026.
O adicional de R$ 150 por criança segue como Benefício Primeira Infância.
Esse valor funciona como complemento ao desenho de benefícios do programa.
O Bolsa Família também preserva o mecanismo que assegura o patamar mínimo de R$ 600, por meio de complemento quando a soma dos benefícios fica abaixo desse valor.
Na prática, o dinheiro extra é calculado pela composição familiar.
Isso permite acumular mais de um adicional quando há duas ou mais crianças dentro da idade atendida.
Para receber, a família precisa manter o CadÚnico atualizado.
Também precisa cumprir as condicionalidades do programa, como rotinas de saúde, vacinação e frequência escolar quando aplicável.
Como funciona o dinheiro extra de R$ 150 por criança
O adicional de R$ 150 é pago por criança na primeira infância dentro da família beneficiária.
Esse valor entra como soma ao pagamento mensal.
A intenção é reforçar a renda justamente na fase em que gastos com cuidado e desenvolvimento tendem a ser mais intensos no orçamento doméstico.
Como o pagamento considera a composição familiar, o dinheiro extra pode se multiplicar em lares com mais de uma criança pequena.
Regras para receber em 2026
O CadÚnico precisa estar regular e compatível com a realidade da família.
O programa mantém exigências de acompanhamento de saúde.
A vacinação precisa estar em dia.
A frequência escolar entra quando aplicável, conforme a idade.
O objetivo é ligar o apoio de renda a rotinas mínimas de proteção social.
O que mais entra no cálculo do Bolsa Família
Além do dinheiro extra de primeira infância, o Bolsa Família opera com valores por pessoa e adicionais por perfil.
Há parcela por integrante, que compõe a base de cálculo familiar.
Há adicionais de R$ 50 para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos.
Há adicionais de R$ 50 para gestantes.
Há adicionais de R$ 50 para nutrizes.
Esse desenho por composição familiar concentra mais recursos em lares com maior número de dependentes.
Impacto no combate à pobreza infantil
O foco na primeira infância aparece como eixo estratégico do programa.
O dinheiro extra funciona como reforço imediato de renda em um período de maior vulnerabilidade dentro da família.
Na prática, isso tende a aliviar despesas recorrentes como alimentação, itens de higiene e deslocamentos para rotinas de saúde.
Alcance recente do programa e dimensão do pagamento médio
O Bolsa Família chegou a 18,7 milhões de famílias em dezembro de 2025.
O valor médio nacional informado foi de R$ 691,37 naquele mês.
Esse patamar resulta da soma do valor mínimo com os adicionais, incluindo o dinheiro extra de primeira infância quando a família se enquadra.



