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Governo libera gás grátis nas capitais, novo auxílio chega a todas as cidades grandes, promete botijão gratuito para famílias de baixa renda, atende CadÚnico, alcança 15 milhões de lares, muda regra antiga e começa valer agora em 2026 no Brasil

O gás grátis do programa Gás do Povo passa a atender todas as capitais nesta segunda, 26 de janeiro de 2026, com retirada em revendedoras credenciadas via CPF ou cartão do Bolsa Família, priorizando famílias do CadÚnico e prometendo até 15 milhões de lares até março em todo o Brasil.

gás grátis começa a valer nas capitais a partir de 26 de janeiro de 2026 e amplia a cobertura urbana do Gás do Povo, incluindo mais 17 capitais no alcance imediato. A medida mira famílias de baixa renda do CadÚnico, com foco em quem já recebe Bolsa Família, para garantir botijões sem custo e reduzir pressão no orçamento doméstico.

A expansão anunciada pelo Ministério do Desenvolvimento Social projeta incluir 950 mil novas famílias no curto prazo. O cronograma informado prevê implementação total até março de 2026, com meta de alcançar 15 milhões de famílias nos 5.571 municípios, levando a lógica do gás grátis das capitais para centros médios e cidades menores.

O que muda com o gás grátis nas capitais

O ponto de virada é a mudança de modelo: o Gás do Povo passa a distribuir botijões gratuitamente de forma mais direta, substituindo o formato anterior de auxílio bimestral. Na prática, a promessa é encurtar o caminho entre a elegibilidade no CadÚnico e a retirada do botijão, com operação ancorada em revendas autorizadas.

A chegada do gás grátis a todas as capitais tem impacto operacional porque concentra grande parte da demanda em áreas urbanas com logística já estruturada. Ao mesmo tempo, o plano declarado é escalar a entrega para além das capitais, mantendo a mesma regra de atendimento e o mesmo mecanismo de retirada ao longo de 2026.

Quem pode receber pelo CadÚnico e Bolsa Família

A elegibilidade informada combina inscrição no CadÚnico e renda per capita de até meio salário mínimo, valor citado como R$ 759. Dentro desse recorte, a prioridade recai sobre famílias inscritas no Bolsa Família, que tendem a ser a linha de frente do público-alvo do gás grátis.

O programa admite variação anual de retirada conforme o tamanho da família: a regra descrita permite de quatro a seis botijões por ano. O ponto central é que o gás grátis depende de cadastro ativo e identificação correta do responsável familiar, condição que amarra o benefício ao CadÚnico e às rotinas de atualização do registro.

Onde retirar botijões e como funciona a entrega

O Gás do Povo informa distribuição por meio de revendedoras credenciadas, com rede acima de 10 mil pontos de atendimento no país. A retirada do gás grátis pode ser feita com o cartão do Bolsa Família ou com o CPF do responsável familiar, alternativa relevante para quem precisa regularizar rotinas de atendimento sem depender do cartão no momento da coleta.

O desenho busca acelerar a entrega de botijões nas capitais e reduzir barreiras de deslocamento. Na prática, a eficácia do gás grátis depende de três frentes simultâneas: oferta de pontos credenciados, disponibilidade de botijões para retirada e clareza de comunicação sobre documentos aceitos.

Meta de 15 milhões de lares até março de 2026

O horizonte informado é março de 2026, quando o governo prevê o programa totalmente implementado, com alcance potencial de 15 milhões de famílias e capilaridade nos 5.571 municípios. O número é o principal indicador político do gás grátis, porque vincula a expansão nas capitais a uma ambição nacional de cobertura.

O plano também explicita a inclusão recente de mais 17 capitais, marco de curto prazo que reposiciona o programa como política urbana de escala. Se a rede de revendedoras sustentar o ritmo, o termômetro passa a ser volume efetivo e regularidade de retirada, mais do que anúncios de adesão.

Por que o governo aposta no botijão gratuito

A justificativa apresentada é aliviar o custo do gás no orçamento e reduzir a necessidade de lenha e carvão, citados como alternativas menos seguras. Em termos de política pública, a aposta é que o gás grátis melhore condições de vida ao reduzir exposição doméstica a combustíveis sólidos e ao estabilizar despesas recorrentes.

O efeito prático depende do encaixe entre CadÚnicoBolsa Família e a rotina das capitais: quando o cadastro está atualizado e o ponto credenciado está acessível, o botijão gratuito tende a se transformar em um benefício tangível. Para quem está fora do CadÚnico, a principal barreira segue sendo a inscrição e a comprovação da renda per capita.

Ao longo de 2026, a principal cobrança tende a ser transparência de execução: quantos botijões foram entregues, em quais capitais houve gargalo, e se a meta de 15 milhões de famílias até março foi atingida conforme o cronograma. Se você mora em uma das capitais, o gás grátis chegou a melhorar sua rotina ou ainda faltam pontos e informação para retirar?

FONTE: CLICK PETRÓLEO E GÁS

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