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Absurdo! chegam a 5 denúncias contra desembargador livrar estuprador da prisão

O desembargador Magid Nauef Láuar, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), tornou-se alvo de investigações após uma série de denúncias de abuso sexual e assédio virem à tona, totalizando ao menos cinco possíveis vítimas até o momento, incluindo relatos de ex-estagiárias e até de um primo do magistrado, que afirmou ter sofrido uma tentativa de abuso aos 14 anos de idade.

O caso ganhou força após o magistrado proferir uma decisão polêmica que absolvia um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12, sob a justificativa de “constituição de família”. A repercussão negativa uniu parlamentares, entidades de direitos humanos e órgãos federais em um repúdio público, levando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o próprio TJMG a abrirem processos administrativos e sindicâncias para apurar a conduta funcional e as acusações criminais contra o magistrado.

Diante da gravidade dos fatos, as consequências para o desembargador podem variar de advertências até a aposentadoria compulsória, além de possíveis desdobramentos na esfera penal. Além disso, juristas e especialistas questionam a validade de outras decisões proferidas por ele, especialmente após a revelação de que o magistrado teria utilizado ferramentas de Inteligência Artificial para redigir o voto que inicialmente favoreceu o agressor da criança, o que gerou pedidos de revisão de seus atos judiciais anteriores.

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