Polícia Militar prende homem que enterrava drogas em lote vazio

Moeda
Materiais apreendidos pela PM/Foto:Divulgação

No dia 13/04, durante patrulhamento na Av. Waldevino Silva, em Moeda, local conhecido no meio policial por ser frequentado por usuários e traficantes de drogas, a guarnição Polícia Militar visualizou um homem em um lote baldio em atitude suspeita. Momento em que os militares realizaram a abordagem e foi encontrado com o mesmo, 03 (três) papelotes de substância análoga a cocaína. No local, os militares encontraram uma sacola contendo 200 (duzentos) pinos vazios para acondicionar cocaína para o comércio, 1 (uma) balança de precisão e papelotes contendo substância análoga a cocaína, todo o material estava enterrado no lote. Ao total, contabilizou-se 64 (sessenta e quatro) papelotes com substância análoga a cocaína. O homem assumiu a propriedade de todo o material encontrado. Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao autor, sendo encaminhado até o Hospital de Moeda para confecção de A.C.D (Auto de Corpo Delito) e após foi conduzido até a Delegacia de Polícia Civil para demais providências.

Festa de São Benedito em Aparecida contou com congadeiros de Congonhas

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A festa reúne mais de noventa guardas de congado, que são em sua maioria mineiras/Foto:Divulgação/SECOM

Aparecida-SP, a terra da padroeira do Brasil para os católicos, sediou, entre os dias 2 e 4 de abril, a Festa de São Benedito. Congonhas foi representada no evento por duas de suas guardas de congado: a Sereia do Mar, liderada pelo Capitão Evandro Nascimento, do bairro Residencial, e a guarda de Santa Efigênia, do Capitão Luiz Bento, da Praia. A festa reúne mais de noventa guardas de congado, que são em sua maioria mineiras.

As guardas de Congonhas e Miguel Bournier, da cidade de Ouro Preto, esta última capitaneada pelo Sr Xisto, mas que reside no Joaquim Murtinho, se destacaram pela exuberância de sua indumentária e pela batida original de seus tambores.

A congonhense Natalina, nascida na comunidade de Santa Quitéria, seu esposo Vavá e toda a sua família residem em Aparecida e receberam, como fazem todos os anos, as três guardas para um almoço festivo em sua residência.

Polícia Civil prende tabeliã acusada por corrupção em Conselheiro Lafaiete

A chegada da suspeita na Delegacia/Foto:Reprodução/Fato real

A Polícia Civil prendeu, na terça-feira (12), em Conselheiro Lafaiete a tabeliã substituta A.F.S.M.C.M, de 62 anos, suspeita de obter vantagem ilícita e assediar testemunhas para que alterassem seus depoimentos durante as investigações.

As investigações iniciaram em agosto do ano passado, onde apurou-se que a suspeita cobrava valores muito superiores aos que deveriam ser cobrados para a lavratura de escrituras. Uma escritura de deveria custar R$ 236, a tabeliã cobrava o valor de R$ 2.500 do cliente. A suspeita se valia do ambiente cartorário para solicitar e receber das vítimas vantagem indevida, dando a falsa impressão para elas de que estavam fazendo um negócio com a segurança jurídica de que se espera de um cartório.

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o Delegado Daniel Gomes de Oliveira/Foto:Reprodução/fato:Real

Estão em andamento três inquéritos policiais para apurar essas cobranças indevidas por parte da suspeita, onde nos três casos sob investigação, teria recebido dos clientes o total de R$ 12 mil por serviços cujo preço tabelado não passava de mil reais.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Daniel de Oliveira, no momento que percebeu que estava sendo investigada, A.F.S.M.C.M, passou a assediar as testemunhas oferecendo, inclusive, dinheiro como reembolso das quantias por ela recebidas, pedindo em troca que mentissem na delegacia e na Justiça Pública.

 

Capela Nova e cidades vizinhas dão o último adeus a Cônego Antônio Eustáquio

A missa de corpo presente foi presidida pelo Bispo Dom Geraldo Lyrio Rocha, Arcebispo de Mariana e contou com a presença de aproximadamente 100 padres, das

paróquias de cidades vizinhas

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Dom Geraldo Lyrio , Padre Paulinho e Padre Geraldo/Foto:Reprodução

O Cônego Antônio Eustáquio Barbosa (60 anos), pároco da Basílica de São José Operário, faleceu na tarde desta segunda-feira (11). Ele estava com a família, num sítio, na zona rural de Capela Nova quando sofreu um enfarto. Levado para atendimento médico numa Unidade Básica de Saúde em Capela Nova, ele já estava sem os sinais vitais. Foram realizados procedimentos de reanimação, sem sucesso.

Natural de Capela Nova, Cônego Eustáquio atuou em paróquias nas cidades de Carandaí, Ponte Nova, Congonhas, alto Rio Doce, e Conselheiro Lafaiete dentre outras, chegando à Basílica de São José, em Barbacena, há pouco mais de nove anos, em janeiro de 2007. Ele o mais velho de uma família que tem ainda outros dois padres.

Comoção tomou conta do enterro/Foto:Reprodução
Comoção tomou conta do enterro/Foto:Reprodução

Cônego Antônio Eustáquio Barbosa nasceu em 12 de outubro de 1955, filho de Amantino Gonçalves Barbosa e Terezinha Gonçalves Barbosa. Foi ordenado padre em 29 de julho de 1979, em Barbacena.

O corpo do Cônego Antônio Eustáquio Barbosa foi velado em Barbacena na terça-feira. Em seguida o translado seguiu para Capela Nova onde foi velado até as 10h desta quarta-feira (13), quando iniciou a missa de corpo presente. O sepultamente aconteceu em clima de comoção familiar e social, quando foi enterrado sob choros e aplauso no cemitério municipal, em Capela Nova.

Revoltados, moradores e sitiantes retiram barreiras e pedras em estrada vicinal

Em menos de 15 dias, moradores e sitiantes sofrem com as constantes barreiras colocadas pela Concessionária Via 040 em uma estrada vicinal, perto da BR 040, que dá acesso a diversas fazendas, comunidades e cidades como Queluzito, Casa e Cristiano Otoni.

A estrada é usada por diversos produtores de Lafaiete e região e é canal de interligação regional. Pela estrada passa o escoamento de mexerica, feijão e milho. Ela dá acesso a antiga estrada da União Indústria.

Máquina retira bloqueio da estrada//Foto: CORREIO DE MINAS
Máquina retira bloqueio da estrada//Foto: CORREIO DE MINAS

Nesta manhã, dia 13, cerca de 40 sitiantes e moradores contrataram um retroescavadeira para retirar pelo menos 5 bloqueios de pedra e concreto na estrada que impedia o acesso a suas propriedades dos moradores e produtores. Até um morador doente está ilhado na região e passa por dificuldades de doença.

Nossa reportagem acompanhou a luta dos moradores para manter o seu acesso livre. Indignados eles acusaram a Via 040 de vandalismo em bloquear uma estrada pública e como também conivência do dono da Fazenda Lagartixa em permitir o impedimento com pedras e buracos. “Esta fazenda têm um acesso a 040 por outro lado. Estou andando até 12 km com o bloqueio desta estrada. Isso é vandalismo da Via 040 com a permissão do dono de fazenda”, denunciou o produtor rural José Fonseca que usa estrada como para escoamento de sua produção de hortifruti ao Ceasa. “Esta estrada é nossa e não particular como dizem os donos da fazenda. Ela tem mais de 100 anos”, disse Fonseca que gasta mais de R$800,00 com pedágio.

Máquina retira concreto que obstruía estrada//Foto: CORREIO DE MINAS
Máquina retira concreto que obstruía estrada//Foto: CORREIO DE MINAS

O produtor rural Joubert Meireles, produtor de mexerica, também critica a atitude da Via 040. “Com a falta deste acesso tenho que percorrer mais de 12 km até a minha propriedade”, afirmou. Um dos moradores mostrava um documento do Google Earth que aponta que uma ponte destruída ontem fica nos domínios do município de Queluzito e faz ligação com a Estrada Real. “È um absurdo o que fazem conosco. Uso esta estrada há mais de 40 anos”, comentou Gilberto Brum, vereador em Queluzito. Outro produtor de mexerica também criticava a atitude de invadir uma área pública para impedir o acesso dos produtores. “A Via 040 está atrapalhando nossa vida e nossa produção”, disse Èlton Fernandes.

Moradores e sitiantes aguardam desobstrução da estrada//Foto: CORREIO DE MINAS
Moradores e sitiantes aguardam desobstrução da estrada//Foto: CORREIO DE MINAS

A estrada, alvo da ira dos moradores, corta os terrenos de Tadeu Dutra. As terras foram herdadas de seu avô, Licínio Dutra. “Esta estrada sempre existiu e a região agora sofre com esta maneira autoritária da Via 040 em impedir os moradores de acesso. È uma covardia o que fazem conosco e as prefeituras têm de entrar na questão para defender os produtores a não ficarem reféns da Via 040. Ela só pensa em lucro”, questionou.

 

Para proprietário, estrada é particular e diz não ser contra as barreiras

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José Maria Azevedo/Foto: CORREIO DE MINAS

Durante a ação passiva dos moradores em desbloquear a estrada, um dos donos da Fazenda Lagartixa, José Maria Azevedo, apareceu em meio aos protestos. A propriedade produz feno e milho para silagem. José Maria é um dos donos da propriedade e é filho do ex prefeito de Belo Horizonte, Celso Mello de Azevedo ((1955/1959), falecido em 2004, como também dono da construtora Mello Azevedo. A propriedade tem 40 funcionários.

José Maria foi entrevistado por nossa reportagem em meio aos mais de 30 produtores rurais que ouviam nossos questionamentos. Primeiramente ele disse que a estrada que passa dentro do seu sítio e dá acesso aos produtores é particular e mantida por ele desde 2007, quando adquiriu a propriedade. Ele negou qualquer participação na ação de bloqueio da estrada porém concorda com a obstrução. “Depois do pedágio mais de 400 carros passam aqui diariamente. No ano passado estes veículos, durante as chuvas, destruíram nossa estrada e até danificaram nossa ponte”, argumentou. Segundo ele, seus caminhões pagam mais de R$1 mil/mês com o pedágio. “Eu não fechei a estrada, mas concordo com o fechamento. Não estou ameaçando ninguém aqui. A estrada é minha”, disse, quando um dos produtores contestou sua versão afirmando que há mais de 100 anos a estrada usada pelos moradores. “Eu não fiz nada. Se foi a Via 040 que destruiu a ponte e colocou as barreiras o problema é dela. Não vou concordar ou discordar da atitude dela”, disse José Maria.

“Se colocarem barreiras vamos novamente desobstruir. Queremos trabalhar”, provocou o produtor Joubert Meireles. O vereador Fernando Bandeira (PTB) disse aos moradores e produtores que vai apressar a realização de uma audiência pública na Câmara Municipal para discutir o problema. “A população não pode ser sofrer com esta invasão promovida pela Via 040. Acredito que o poder público e as autoridades devem intervir na questão para resguardar os direitos dos moradores”, comentou.

 

Via 040 diz não entrada para estrada não oferece segurança

 

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Funcionários da via 040 estiveram no local/Foto: CORREIO DE MINAS

Em resposta a nosso questionamento sobre o problema a Via 040 informou que “as ações de regularização de acessos realizadas em Conselheiro Lafaiete fazem parte do compromisso contratual da Concessionária de adequar, regularizar e fechar os acessos presentes em todo o trecho concedido. Estas medidas visam a reduzir os riscos associados ao uso de acessos irregulares, preservando a vida e a segurança dos usuários que transitam pela rodovia diariamente.

A Via 040 reafirma que age em conformidade com a legislação de trânsito e o contrato de concessão, buscando em primeiro lugar o aumento do nível de segurança na rodovia.

No caso em questão, o acesso não apresenta elementos de segurança fundamentais, tais como faixas de aceleração e desaceleração, o que faz com que as manobras para entrada ou saída na rodovia sejam de grande risco.

A Concessionária reforça, ainda, sua posição de manter-se aberta ao recebimento das solicitações comunitárias para amplo estudo e discussão técnica, sempre de maneira organizada e com atenção à segurança de todos.

Os usuários que desejarem entrar em contato podem fazê-lo por meio de ligação gratuita, com atendimento 24 horas, para o número 0800-040-0040. Também estão disponíveis canais de atendimento pelos e-mails faleconosco@via040.invepar.com.br e ouvidoria@via040.invepar.com.br, além do site www.via040.invepar.com.br.”

 

 

Galeria de fotos:

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Prefeitura de Lafaiete descobre e registra área perdida que será usada como novo distrito industrial

Anúncio foi feito pelo secretário de desenvolvimento econômico, Alessandro Dalla Vedova, durante convocação na Câmara; ele disse que nos últimos 3 anos 67 empresas se instalaram em Lafaiete

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Público presente á reunião/Foto:CORREIO DE MINAS

Já eram quase 11:00 horas, de ontem, dia 12, quando o vereador Gildo Dutra (PV), o último a falar, fez um relato da sessão. “Encerro minhas palavras falando da admiração pelo trabalho que ele desenvolve. Eu curto Lafaiete”.

A frase do parlamentar resume o que aconteceu na Câmara Municipal durante a convocação do Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Alessandro Dala Vedova, em que discorreu sobre as ações de sua pasta nos últimos 3 anos.

Antes da sessão havia um clima de confronto entre alguns vereadores e o secretário, mas o que se viu foi o contrário do que muitos esperavam.

Firme, preparado e convicto, Dalla Vedova respondeu a quase todas as perguntas e até denúncias levantadas pelos vereadores.

Muito questionado sobre as áreas e terrenos disponíveis para instalação de empresas, Dalla Vedova foi pessimista. “O município não dispõe de área para abrigar empresas”, disse.

Ele adiantou que foram instaladas em Lafaiete, na sua gestão, 67 empresas e frisou que a cidade já recebeu visitas de empresários chineses e até mesmo de investidores de uma empresa área, mas não quis revelar o nome.

Ele contou que uma Sebrem, empresa instalada na atual gestão, em Gagé, já exportou 27 toneladas de produtos para a Itália, em fertilizantes para água. Neste caso, João Paulo questionou que a empresa estaria com frágeis condições financeiras, porém Dala Vedova prontamente rebateu a informação afirmando que ela recebeu aportes financeiros que vão garantir sua plena atividade.

Alguns vereadores questionaram a perda de empresas para outras cidades, como Benito Laporte e Toninho do PT.

Mas a principal notícia foi dada pelo secretário é a de que o município descobriu e registrou uma área em torno de 210 mil m², às margens da BR 040, bem próxima a uma concessionária, denominada “Gruta do Urubu”.

Segundo ele, durante mais de 2 anos, a secretaria vem procurando a documentação necessária para enfim registrar valioso terreno que será usado na instalação de empresas.

Comparando a descoberta como uma lenda, Dalla Vedova disse que a prefeitura já tem um planejamento para explorar economicamente a área, tanto que enviou um projeto para a Federação das Indústrias de Minas Gerais, o INDI (Instituto Desenvolvimento Industrial) e diversas secretarias de estado. “Devido a carência de área agora temos uma joia que precisa ser dilapidada para trazer o desenvolvimento e gerar empregos e renda em Lafaiete”, comemorou a descoberta como um feito histórico.

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Dalla Vedova mostrou avanços de sua pasta/Foto:CORREIO DE MINAS

Distrito Industrial

Dalla Vedova explicou que todas as áreas cedidas o município têm a praxe de solicitar uma contrapartida.

No Distrito Industrial, pertencente a Codemig, empresa estatal de Minas, estão implantadas 6 empresas que geram cerca de 400 empregos.

Em relação à área da Cohab, Alessandro explicou que o município tenta via judicial retomar o terreno e até já ganhou a batalha judicial na primeira instância. Nestas áreas seriam implantados o shopping e a Industrial Rex. Os dois projetos naufragaram.

Dalla Vedova disse que o município já moveu todas as suas ações para tentar reverter a área, inclusive uma intervenção junto ao vice governador, Antônio Andrade (PMDB). Por enquanto as tratativas pouco avançaram. “Quem sabe vamos ao governador, todos nós, o Executivo e o Legislativo para pressionarmos por esta questão em favor de Lafaiete”, sugeriu.

Sobre as áreas na rua Alfredo Ganine, perto do parque de exposições, Dalla Vedova disse que estão instaladas 12 empresa gerando 63 empregos. Já na Alfredo Elias Mafuz uma empresa é alvo de reversão de terreno.

João Paulo

O autor do requerimento, João Paulo Pé Quente (DEM) abriu a sessão, em que ele próprio pediu vistas à votação de diversos requerimentos, para sobrar mais tempo para o debate, fazendo diversos questionamentos sobre metas e indicadores da gestão da pasta, em especial ao distrito industrial, política agrícola, hortas comunitárias, política industrial, geração de empregos, instalação de empresas, vagas no camelódromo, etc.

Expolaf

Os prejuízos na Expolaf/2013, no valor de mais de R$700 mil foi questionado pelo vereador Toninho do PT. “Não podemos tratar este valor como prejuízo mas como investimento”, justificou o gestor da pasta.

Parque de exposições

O secretário explicou que a feira de carros que acontece semanalmente aos domingos, do lado de fora do parque, somente poderá acontece na parte interna quando estiver regularizada. Ele disse que a prefeitura vai realizar um chamamento público ou licitação para melhor explorar parque de exposições. Ele disse o parque não está ocioso com a realização de feiras como de passarinhos, carros antigos, escoteiros, etc.

Mercado do produtor

Ele informou que o mercado do produtor o município não investiu recursos já que foi reformado graças a uma parceria em que o investidor vai aproveitar a praça de alimentação. Segundo ele, em breve o novo mercado estará pronto.

Hortas

Ele explicou que diversas hortas comunitárias estão implantadas no município e recebem apoio da sua pasta. Também confirmou que o município construiu 6 fossas sépticas.

Grandes empresas

Em relação a CSN e outras grandes mineradores e siderúrgicas, o secretário mostrou que o município tem uma estreita relação com as empresas.

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Dalla Vedova entrega dossiê aos vereadores /Foto:CORREIO DE MINAS

Polêmica

Outra polêmica contestada foi quando o vereador João Paulo levantou sobre um possível de pagamento de cachê da banda Scarcéus, na Expolaf/2013, cujo vocalista, Henrique Papatela, tem um cargo de gerente de indústria na secretaria. “Ele não recebeu nada pelo show. Vamos enviar a esta Casa a documentação”, contestou.

Elogios

Pontuando cada dúvida, Dalla Vedova foi calmo e sucinto nas respostas. Elogiando a Casa e a atuação dos vereadores, Alessandro foi diplomático. “Posso ficar aqui até a hora que vocês quiserem para responder a todas as perguntas”, explicou.

Dalavedova ainda respondeu questionamentos sobre o shopping na região da Barreira, falou do turismo, agricultura e diversificação da economia.

Sandro José fez uma comparação de que Uberlândia está planejando seu futuro até 2.100. “E como está Lafaiete”, provocou Sandro. “Podemos afirmar que estamos preparando Lafaiete para além desta data”, replicou, falando na implantação de uma plataforma logística, investimentos em turismo e diversificação da economia.

Fora do mapa de investimentos: Aeroporto da Bandeirinhas ainda não tem data para a reforma

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Segundo a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Pública (Setop) afirmou que “não há no âmbito desta Secretaria, no momento, projeto em andamento sobre investimento no Aeroporto Bandeirinhas, em Conselheiro Lafaiete. As informações veiculadas sobre investimentos em aeroportos regionais referem-se ao Programa de Aviação Regional do Governo Federal”/Foto:Reprodução

Mais uma vez Lafaiete não foi contemplada em um programa federal. Dos 33 aeroportos mineiros que receberão investimentos da União como forma de incentivar a aviação regional, por meio do “Programa de Investimento em Logística: Aeroportos”, lançado em 2012, treze se encontram na fase de anteprojeto – estágio final antes da licitação. Os aportes previstos pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) nos terminais do Estado chegam a R$ 815,5 milhões. As informações são da Secretaria, que acompanha o andamento dos projetos. Na última semana, o ministro da Aviação, Mauro Lopes, participou de reunião com o secretário de Transportes de Minas Gerais, Murilo Valadares, e o diretor de Infraestrutura Aeroportuária de Minas Gerais, Marco Migliorini, para discutir o potencial dos aeroportos de pequeno e médio portes de Minas e dar celeridade no encaminhamento de licenças ambientais. Ao todo, 270 aeroportos regionais serão beneficiados em todo o País, mediante aportes de R$ 7,3 bilhões provenientes da União. Minas é o Estado com maior número de aeroportos regionais a receber recursos do programa.

O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (Fnac), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios. Os representantes do governo de Minas apresentaram a situação de cada um dos aeroportos. Dos 33 terminais, 13 estão em fase de anteprojeto, quando já está autorizada a elaboração de projeto de engenharia para a licitação de obras no sítio aeroportuário. Para o ministro, as realidades e necessidades de cada localidade brasileira devem receber atenção especial do governo federal nos quesitos mobilidade, navegação aérea, manutenção e modernização de aeroportos, além da gestão e capacitação dos profissionais envolvidos na aviação. Além disso, por meio do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos, a SAC já entregou 10 carros contraincêndio (CCI) para terminais de Minas Gerais. Os aeroportos contemplados até o momento são Araxá, Governador Valadares, Ipatinga, Juiz de Fora, Patos de Minas, Diamantina, São João del­ Rei, Varginha, Divinópolis e Goianá.

Em breve, também devem receber CCIs os aeródromos de Paracatu, Passos e Poços de Caldas. Conforme já publicado, dos terminais que serão beneficiados, 29 são administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e 241 por estados ou municípios brasileiros. A ideia é ampliar a rede aeroportuária do País e garantir que a população esteja a menos de 100 quilômetros de algum terminal.

Nossa reportagem encontrou em contato com Secretaria de Estado de Transportes e Obras Pública (Setop) que afirmou que “não há no âmbito desta Secretaria, no momento, projeto em andamento sobre investimento no Aeroporto Bandeirinhas, em Conselheiro Lafaiete. As informações veiculadas sobre investimentos em aeroportos regionais referem-se ao Programa de Aviação Regional do Governo Federal”.

O jornal CORREIO DE MINAS entrou em contato com a prefeitura para saber o andamento do projeto de reforma e ampliação do Aeroporto Bandeirinhas.

Foto de capa:Reprodução/Fato real

Beleza regional: Andreza Maia está entre 6 finalistas da “Gata do Mineiro”

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Andreza de Souza Maia/Foto:Reprodução/Facebook

A TV Alterosa divulgou ontem, dia 11, as seis finalistas do concurso “Gata do Mineiro 2016”. Entre elas desponta Andreza Maia, representante do Cruzeiro, juntamente com as belas do Atlético, América, Caldense, Tupi e Tombense.

Andreza tem 19 anos e é estudante de engenharia civil na Universidade Federal de São João Del Rei, campus de Ouro Branco. Ela mora em Lafaiete, mas é natural de São Brás do Suaçuí, terra natal também do craque Lincoln Soares que jogou no Galo Mineiro, Palmeiras, Bahia,  Curitiba e diversos times da Europa.

O grande sonho de Andreza é ser modelo profissional e ganhar o prêmio da Gata do Mineiro vai impulsionar sua carreira.

Vote sem moderação: http://www.dzai.com.br/gm/static/cach…

Fotos:Reprodução/Facebook

 

Clubes definem chapa da Liga e ex presidente faz críticas a gestão de Breno

Dionísio Nogueira propôs a realização de uma auditoria nas contas da liga

entre 2007 a 2015; novo gestor deve assumir a entidade

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Depois de mais de 8 meses de indefinição e impasse, representantes de 8 clubes indicaram, na noite do dia 11, os nomes para a eleição da Liga Municipal de Desportos de Conselheiro Lafaiete (LMDCL) que acontece na próxima segunda feira, dia 18.

Os escolhidos que encabeçarão a nova chapa são do diretor do Mineiro e ex funcionário da secretaria municipal de esportes, o empresário e atual gestor da LMDCL, Adjalma Rodrigues, e o árbitro de futebol, Adriano Resende. Os nomes foram escolhidos após votação nominal. Um dos dirigentes esportivos votados foi de Pelé (Atletique), do jornalista José Carlos Vieira e do ex diretor da Liga, Dionísio Nogueira. Eles manifestaram que não poderiam assumir a entidade por questões pessoais ou por impedimento estatutário.

 

Críticas, auditoria e dívidas

“Não vamos blindar como também nem acusar ninguém”. Esta foi a opinião, ainda de iniciar a reunião, do gestor da liga, Adjalma Rodrigues, antevendo uma possível polêmica envolvendo o presidente Breno Bomtempo.

Porém o principal assunto na reunião foi em relação a uma dívida da liga junto a prefeitura que foi um dos entraves citados por dirigentes na recusa em assumir liga. O valor atual chega a R$10 mil, porém está financiada junto a fazenda municipal.

Os editais previam que o dirigente eleito assumisse a responsabilidade pelo pagamento do débito, o que assustava muitos diretores.

A dívida foi contraída na gestão anterior, de Dionísio Nogueira, em 2009 e financiada por Breno Bomtempo que sucedeu o ex dirigente. Desde então a dívida é alvo de polêmica principalmente em função de sua origem.

Presente à reunião, Dionísio Nogueira fez um desabafo e criticou o seu sucessor. Ele levantou suspeitas na prestação de contas do mandato de Breno Bomtempo e revelou que a cobrança é ilegal por parte da prefeitura. “A liga tem documentos que provam que este débito é ilegal junto a prefeitura.  Esta dívida não existe e tenho como provar. Fui muito criticado por esta dívida e responsabilizado por atitudes que não fiz. O que aconteceu que na ânsia de resolver um problema para buscar recursos de um convênio com a prefeitura a liga está pagando por aquilo que não deve e foi imputado à minha administração”, afirmou.

Ele fez uma denúncia de que os dirigentes do Flor da Serra trouxeram documentos que provam a quitação de débitos entre 20014 e 2015, o que não está na prestação de contas do seu sucessor. “Pela primeira vez venho a público explicar muitas coisas que falaram do meu mandato. Fui muito criticado e até me afastei dos campos de futebol. Quem assumir esta liga vai pegar um navio afundando em alto mar e com o motor fundindo”, comparou Dionísio.

Ele também criticou a ligação do ex presidente com o PT. “Se continuasse a direção anterior esta liga iria parecer cabo eleitoral do PT”, insinuou.

Dionísio propôs ao novo presidente a realização de uma auditoria independente nas contas desde 2007 a 2015. “Se provarem que eu estava errado eu pago do meu bolso a dívida”, disse Nogueira. A proposta foi aceita, porém condicionada a realização da eleição.

Dionísio também criticou a falta de um calendário esportivo em Lafaiete e região. “Não é por falta de recursos que não realizam campeonatos. No meu tempo as taxas de multas e os valores pagos pelas inscrições de atletas bancavam toda a Taça Vertentes”, explicou.

Por cima da lei: Via 040 coloca pedras e bloqueia de novo acesso a estrada rural

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Menos de 10 dias dos moradores e sitiantes destruírem barreiras em uma estrada vicinal, hoje novamente a Via 040 colocou pedras obstruindo o trânsito e o direito de ir e vir do cidadão.

A estrada em questão é um acesso público que chega a diversas propriedades rurais, diversas comunidade e até cidades como Cristiano Otoni e Queluzito.

Nossa reportagem esteve mais uma vez no local e constatou também a destruição de uma ponte impedindo o trânsito no local que também é usado como rota de fuga do pedágio.

Em conversa com moradores eles voltaram a criticar a atitude de Via 040.   “Eles estão invadindo uma estrada pública. Isso não pode acontecer e a prefeitura tem de intervir para garantir os nossos direitos. Isso é usurpação por parte da empresa. Ela nem conversou com os moradores para buscar um a consenso”, criticou um morador.

Nossa reportagem enviou questionamentos a Via 040 a prefeitura cobrando uma posição sobre o bloqueio da estrada.

 

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