Copasa garante que mal cheiro da ETE Bananeiras é coisa do passado; empresa vai investir R$10 milhões para chegar a 95% do esgoto tratado

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O Vereador  Fernando Bandeira (DEM) apresentou um requerimento em que cobra da Copasa diversas informações sobre coleta e tratamento do esgoto.
Através do Gerente Distrital, Alexandre Roberto da Silva explicou a situação da ETA Bananeiras. Ele informou que foram investidos cerca de R$ 1,3 milhão para por fim ao tormento do mau cheiro na Estação de Tratamento de Esgoto, a ETE Bananeiras, e ressaltou que os moradores ao entorno do empreendimento acompanham os resultados  através monitoramento e avaliação em reuniões periódicas. “A ETE Bananeiras está com seu funcionamento normal com índice de eficiência no tratamento superior a 80%”, disse. “Através de uma equipe, ela acompanha a ETE Bananeiras e não tivemos reclamações dos moradores do entorno. O sistema de controle de odor está funcionando, entendemos que as ações têm conseguido sanar a produção de odores na ETE Bananeiras”, assinalou.

Moradores presentes na reunião no Centro Comunitário São Benedito / DIVULGAÇÃO

CORREIO- Quanto é coletado e tratado de esgoto em Lafaiete?
Copasa: Atualmente em Conselheiro Lafaiete temos atendimento com rede coletora a disposição em 93%, onde temos hoje 80% do esgoto coletado tratado. Já está em andamento o processo de contratação da obra para complementar o sistema de esgotamento sanitário para chegar em 100% do esgoto coletado.

CORREIO-  qual a situação hoje da ETE Bananeiras?
Copasa: A ETE Bananeiras está com seu funcionamento normal com índice de eficiência no tratamento superior a 80%.Foram investidos nas Obras e serviços de implantação do sistema de controle de odor não só da ETE Bananeiras, como também da ETE Ventura Luiz valor da R$1.3 milhão.

CORREIO – O mau cheiro cessou?
Copasa: Com as obras de implantação do sistema de controle de odor  e a ações de operacionais a COPASA vem mitigando a produção de odores na ETE Bananeiras, com a meta de sanar totalmente a odor no entorno da ETE.

CORREIO – Como é feito o acompanhamento dos resultados das obra para eliminar o mau cheiro?
Copasa – A empresa vem monitorando o funcionamento da ETE Bananeiras com medições de gás H2S, bem o  contato com a comunidade para verificação da efetividade do sistema de controle de odor.
Recentemente tivemos uma reunião com a comunidade onde apresentamos as obras que foram implantadas bem com deixamos um canal aberto de comunicação para comunidade e a COPASA, pelo setor socioambiental da COPASA.

CORREIO- Os imóveis, de uma maneira ou outra não tem o serviço de coleta de esgoto, como é feito? Os donos serão responsabilizados?
Copasa-  Os imóveis que rede coletora a disposição e não interliga com o trabalho feito pelo Município que foi previsto no Acordo com Ministério Publico do TAC, onde a COPASA entrou com valor de R$4.000.000,00 para contratação do georeferenciamento este imóveis serão notificados para fazer a conexão a rede coletora a disposição. Os imóveis que não dispõe de rede coletora estão previsto nas obras de complementação do sistema de esgotamento sanitário

Moradores presentes na reunião no Centro Comunitário São Benedito / DIVULGAÇÃO

CORREIO- muitos vereadores questionam que em algumas áreas ainda há esgoto correndo os córregos, perto da ponde que sobe pro Real de Queluz, e os moradores pagam pelo serviço. Isso procede? Ainda não rios ou córregos contaminados?
Copasa – Existe ainda locais os esgoto ainda não são encaminhados para as ETE’s, mas estes serão atendido com as obras  de complementação do sistema de esgotamento sanitário.

CORREIO – Com as obras de complementação do sistema de esgotamento sanitário que já está em processo de montagem da licitação, onde teremos um investimento da ordem de R$10 milhões chegaremos ao 100% do esgoto coletado, bem como atenderemos ao percentual de cobertura de rede coletora superior a 95%.
A COPASA vem desenvolvendo ações de melhoria continua na operação da ETE Bananeiras com a implantação do sistema de controle de odor , ações de limpeza constantes com utilização de caminhão Autovácuo, Técnico de Tratamento de Esgoto em tempo integral coordenando as atividades técnicas para manter o operação da ETE.