Lideranças comunitárias criticam e cobram mais agilidade às reivindicações de bairros

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Limpeza, capina, trânsito, quebra molas, violência e Viação Presidente são os principais problemas enfrentados pelas comunidades;entidades dizem que receita aumentou em mais de R$4,6 milhões em 2017

 

Mesa da diretoria, vereadores e José de Pádua/CORREIO DE MINAS

Por mais de 2 horas inúmeros líderes comunitários criticaram a demora da prefeitura em atender os pleitos de suas comunidades. A Copasa como a Viação Presidente receberam convites para participar da reunião da Federação das Associações de Bairro de Conselheiro Lafaiete (Famocol).  A ausência do prefeito Mário Marcus (DEM) foi criticada e a diretoria da entidade esclareceu que a reunião estava agendada há mais de um mês e sua presença fora confirmada. Mário foi representado por seu assessor, Mauro Costa. Os vereadores Pedro Américo (PT) e Fernando Bandeira (PTB), como também os representantes dos deputados Padre João (Silene Gonçalves) e Glaycon Franco (José de Pádua) marcaram presenças.

O Sargento Siqueira, presidente do Conselho Municipal de Segurança Pública elogiou a ampla participação das lideranças na reunião e convidou as pessoas a integrarem o órgão. “Se cada líder nos levar as demandas podemos resolver muitos problemas de violência em nossa cidade que está alta”, frisou.

Segundo ele através do conselho que a MRS fez um convênio para o repasse de R$2 mil para a conservação de veículos da corporação e também, com empenho de dois juízes, conseguiu R$4 mil para a reforma do Corpo de Bombeiros na Santa Matilde.

Os líderes comunitários cobraram da prefeitura a aprovação de uma lei municipal, a exemplo de Ouro Branco, onde as associações são isentas de taxas e tributos. Outra situação foi o descaso com o Plano Municipal de Saneamento Básico que está paralisado no jurídico. Eles querem que ele seja desengavetado para discussão com a sociedade e a Câmara. O plano será instrumento para buscar recursos para Lafaiete.

Saúde

Lideranças pediram agilização nos pedidos coletivos de suas comunidades/CORREIO DE MINAS

Uma situação bem discutida foi o projeto de Lei nº 007/2017, que tramita na Câmara, que transfere R$575 mil para os hospitais. A verba é do Governo do Estadual, liberada através do deputado Glaycon Franco (PV), ao fundo municipal. Para os vereadores e membros do conselho de saúde, caso a Câmara aprove lei com a redação atual, o executivo e os hospitais podem levar sanções judiciais e devolução dos recursos. A verba veio para a atenção básica pública e não poderia ser repassada às entidades privadas e sem a autorização do conselho municipal. “Os recursos estão no fundo municipal e devem ser aplicados na atenção básica”, disse Cláudio, do Conselho da Saúde. Por outro lado lideranças criticaram a situação precária de atendimento no PSF’s como do Santo Antônio. “Os hospitais já recebem muitos recursos do município na compra de serviços. Por outro há postos que não tem remédios, estão mofados e em péssimas condições sanitárias”, frisou Cláudio.

As lideranças falam

O tom da reunião foi de críticas e cobranças exaltadas pela agilização nos atendimentos dos pleitos coletivos dos bairros. Os problemas são idênticos: poda de árvores, capinas, limpeza, colocação de quebra, tapa buracos, problemas de trânsito, saúde e violência urbana. A viação Presidente também foi amplamente criticada por seus serviços.

Manoel Vespúcio, presidente do bairro São João, pediu mais exames na saúde, limpezas do bairro, transporte coletivo e questão de um bar que é ponto de droga. Também pediu a presença da promotoria de justiça na próxima reunião da FAMOCOL para explicar o suposto desvio de recursos na construção do hospital regional.

Glauber, presidente do Bairro JK, cobrou solução para problemas de trânsito e a construção de uma nova escada. “Entra e sai governo e já estamos cansados de tanto pedir e agora queremos solução”, criticou.

Citado com muita boa vontade, ausência de Mário Marcus foi sentida na FAMOCOL/CORREIO DE MINAS

As lideranças do bairro Siderúrgico pediram colocação de uma giratória na MG19 que entra para a Colônia dos Diabéticos. Também cobram mais horários de ônibus para a população.

O representante do Rancho Novo, Edmar, fez um desabafo em que a comunidade não aguenta mais promover mutirões para melhorar o bairro e o poder público fica omisso.

O trevo está tomado de mato, buracos feitos pela Copasa, falta de limpeza e ônibus superlotados. “Somos os mais esquecidos e lá no bairro todos dizem que só quando há festa a prefeitura limpa nossas ruas”.

Daniele, do Bairro Santa Maria, fez cobranças de colocação de giratória e pinturas de ruas e limpeza pelas ruas. “Há anos estamos lutando por nossas demandas”, reclamou.

Izabel Andrade, do Bairro Santo Antônio, cobrou segurança na Francisco Lobo, local de 6 assaltos pelo mato particular, PSF’s abandonado, trânsito e a praça é local de tráfico de drogas.

O jovem Mateus Júnior, do Paulo VI cobrou segurança no Bairro diante de inúmeros assaltos vivenciados pelo moradores  como também a volta do posto de saúde regional.

Receitas aumentam

Ademar, criança do Sion, cobrou material escolar na Júlia Miranda onde e estuda/CORREIO DE MINAS

Mauro Costa se esforçou para defender o prefeito e tentar minimizar as críticas. Por outro, as lideranças reconheceram que o prefeito está com boa vontade, mas querem soluções para aos bairros.

Tanto que um grupo interno acompanha mensalmente a evolução das receitas do município. Segundo eles nos dois primeiros meses de 2017, comparado com o mesmo período do ano passado, a receita aumentou em mais de 5%, o que corresponde mais de R$4,6 milhões a mais no caixa da prefeitura. Entre janeiro e fevereiro a prefeitura arrecadou a soma de mais de R$39 milhões, o que corresponde 18 % da previsão orçamentária 2017, projetada para R$218 milhões.

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