Auxílio Brasil, novo Bolsa Família, pode pagar até R$ 1.200; veja quem receberá benefício

O novo programa deve ampliar o número de beneficiários

Nestas últimas semanas, a equipe econômica do Governo Federal está trabalhando para desenvolver o Auxílio Brasil, programa que deve substituir o Bolsa Família. A Medida Provisória que garante o benefício já foi publicada, mas ainda estão sendo discutidos diversos detalhes, como o valor do pagamento. Uma das propostas que é debatida no Congresso Federal é que o Auxílio Brasil pague um valor de até R$ 1.200 para as famílias mais necessitadas.

O projeto é de autoria da deputada Rejane Dias (PT-PI). O Ministério da Economia, porém, acredita que este valor não deve ser aprovado, já que a quantia ultrapassa a capacidade de gastos dos cofres públicos.

Inicialmente, a expectativa do Ministério da Economia era pagar R$ 250, mas o presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou que o Auxílio Brasil pagará, no mínimo, 50% acima do valor médio pago pelo Bolsa Família, que atualmente é de R$ 189. Isso significa um pagamento próximo dos R$ 300, mas há a expectativa de que o valor chegue aos R$ 400. Segundo o ministro da Cidadania, João Roma, o benefício deve ter um “sistema de trilhas” o participante poderá chegar a somar até R$ 1 mil.

Porém, o valor oficial ainda não foi definido. A previsão do Governo Federal é que essa definição aconteça durante o mês de setembro.

O lançamento do Auxílio Brasil está programado para acontecer em novembro deste ano, logo após o encerramento do Auxílio Emergencial. A proposta inclui, ainda, a ampliação do número de contemplados, saindo de 14,6 milhões para 17 milhões.

Quem poderá ter acesso ao Auxílio Brasil

Os critérios para o programa Auxílio Brasil ainda não foram divulgados. Mas os critérios do programa Bolsa Família podem servir como base para aqueles que desejam se cadastrar para receber o benefício. Segundo a proposta, o número de beneficiários do novo auxílio será maior, alcançando mais de 16 milhões de pessoas.

Critérios do Bolsa Família em vigor

A população alvo do programa é constituída por famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. As famílias extremamente pobres são aquelas que têm renda mensal de até R$ 89,00 por pessoa, segundo informações da Caixa Econômica Federal.

Já as famílias pobres são aquelas que têm renda mensal entre R$ 89,01 e R$ 178,00 por pessoa. As famílias pobres participam do programa, desde que tenham em sua composição gestantes e crianças ou adolescentes entre 0 e 17 anos.

Para se candidatar ao programa, é necessário que a família esteja inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, com seus dados atualizados há menos de 2 anos.

Caso atenda aos requisitos de renda e não esteja inscrito, procure o responsável pelo Programa Bolsa Família na prefeitura de sua cidade para se inscrever no Cadastro Único.

Mantenha seus dados sempre atualizados informando à prefeitura qualquer mudança de endereço e telefone de contato e modificações na constituição de sua família, como nascimento, morte, casamento, separação, adoção, etc.

O cadastramento é um pré-requisito, mas não implica na entrada imediata das famílias no Programa, nem no recebimento do benefício. Mensalmente, o Ministério da Cidadania seleciona de forma automatizada as famílias que serão incluídas para receber o benefício.

Para saber se você foi incluído no Programa, consulte aqui a lista de famílias beneficiárias ou procure o responsável pelo Programa na prefeitura de sua cidade.

FONTE GCMINAS

Auxílio Brasil começa a ser pago em novembro; saiba como se inscrever

O governo informou que o Auxílio Brasil, também conhecido como novo Bolsa Família, será pago a partir de novembro

Com o fim do Auxílio Emergencial, o Governo Federal iniciará um novo programa no mês de novembro: o Auxílio Brasil. A seguir, saiba como fazer a inscrição. O governo informou que o Auxílio Brasil, também conhecido como novo Bolsa Família, será pago a partir do Cadastro Único. As pessoas que estiverem inscritas no Cadúnico passarão por uma seleção para receberem o benefício.

Aqueles beneficiários que já possuem cadastro devem manter as informações atualizadas. Agora, as pessoas que desejam receber o Auxílio Brasil devem realizar o cadastro. A seguir, apresentamos o passo a passo.

Inscrição do Auxílio Brasil

O Cadastro Único (CadÚnico) é um registro que permite ao governo saber quem são e como vivem as famílias de baixa renda no Brasil. Ele foi criado pelo Governo Federal, mas é operacionalizado e atualizado pelas prefeituras de forma gratuita. Ao se inscrever ou atualizar seus dados no Cadastro Único, você pode tentar participar de vários programas sociais. Cada programa tem uma exigência diferente, mas o primeiro passo é ter sempre seu cadastro atualizado.

Conheça os principais programas que utilizam o Cadastro Único:

Programa Bolsa Família
Programa Tarifa Social de Energia Elétrica
Isenção de Taxas em Concursos Públicos
ID Jovem
Carteira do Idoso
Programa Casa Verde e Amarela
Programa Bolsa Verde

Para saber se você está inscrito no Cadastro Único, acesse aqui. Se já estiver, basta atualizar as suas informações para ter acesso ao processo seletivo do Auxílio Brasil. Atenção: o primeiro cadastramento não é feito pela internet! É preciso ir até o setor responsável pelo Cadastro Único em sua cidade para se inscrever e ter acesso também a mais informações sobre o Auxílio Brasil.

Faça o Cadúnico para ter acesso ao benefício

Podem se inscrever no Cadastro Único as famílias que: a) Possuem renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo R$ 522,50 (metade do salário mínimo); b) Possuem renda mensal familiar total de até três salários R$ 3.135,00 (três vezes o salário mínimo); a) Possuem renda acima dessas, mas que estejam vinculadas ou pleiteando algum programa ou benefício que utilize o Cadastro Único em suas concessões;

  • somando o salário de todas as pessoas da família e dividindo pelo número de membros da família, o valor for de até R$ 522,50 (metade do salário mínimo) por mês; OU
  • a soma dos salários de todas as pessoas da família for de até R$ 3.135,00 (três vezes o salário mínimo); OU
  • estiverem em situação de rua, seja uma pessoa sozinha em situação de rua ou uma família em situação de rua; OU
  • Pode ser que você não esteja em nenhuma dessas situações, mas precise fazer seu cadastro para receber um serviço que exija isso. Se esse for seu caso, poderá se cadastrar também.

Documentos necessários para realizar o cadastro Auxílio Brasil

1 – Cadastrar-se

Verifique o local onde é feito o Cadastro Único na sua cidade. Você pode ir até um Centro de Referência de Assistência Social – CRAS para se informar ou procurar a Prefeitura. Algumas prefeituras exigem que você agende o seu cadastramento, então tente planejar com antecedência e saber como funciona essa ação na sua cidade.

DOCUMENTAÇÃO

Documentação em comum para todos os interessados

Importante: No dia da entrevista, não será preciso que toda a família vá ao local de cadastramento. Se você for maior de 16 anos, e preferencialmente mulher, poderá cadastrar toda a família. Mas, atenção: a pessoa que prestar a informação será chamada de Responsável pela Unidade Familiar (RF) no Cadastro Único. Um outro recado: a entrevista demora mais ou menos uma hora, então  se programe para ir com tempo suficiente, certo?

Responsável pela Unidade Familiar (RF)

Deve comparecer com pelo menos um desses documentos:

– CPF; ou

– Título de Eleitor.

Responsável pela Família Indígena

Deve comparecer com pelo menos um desses documentos:

– CPF; ou

– Título de Eleitor; ou

– Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI); ou

– Outros documentos de identificação, como Certidão de Casamento, Carteira de Identidade (RG) e Carteira de Trabalho.

Responsável pela Família Quilombola

Deve comparecer com pelo menos um desses documentos:

– CPF; ou

– Título de Eleitor; ou

– Outros documentos de identificação, como Certidão de Casamento, Carteira de Identidade (RG) e Carteira de Trabalho.

Outros

O Responsável pela Unidade Familiar (RF) deve estar com um desses documentos de cada pessoa da família:

– Certidão de Nascimento; ou

– Certidão de Casamento; ou

– CPF; ou

– Carteira de Identidade – RG; ou

– Carteira de Trabalho; ou

– Título de Eleitor.

Cadastramento de pessoas que não têm documento

Caso tenha faltado algum documento seu ou de alguém de sua família na hora do cadastramento, é obrigação da prefeitura fazer o cadastro mesmo assim. Mas, atenção: nesse caso, o seu cadastro  vai ficar incompleto e você não poderá participar dos programas sociais. Por isso, apresente todos os documentos o quanto antes para garantir todos seus direitos.

Documentos não obrigatórios, mas que ajudam no cadastramento (em todos os casos)

– Comprovante de endereço, de preferência a conta de luz;

– Comprovante de matrícula escolar das crianças e jovens até 17 anos. Se não tiver comprovante, leve o nome da escola de cada criança ou jovem.

– Carteira de Trabalho.

Documentos necessários para atualizar o cadastro Auxílio Brasil

Você vai precisar atualizar o seu cadastro a cada dois anos ou sempre que tiver alguma mudança na família. Exemplos:

– alguém na família nasceu ou morreu;
– a família mudou de endereço;
– alguém foi morar em outro lugar;
– as crianças entraram ou mudaram de escola;
– alguém passou a ganhar mais ou menos na família;
– a família mudou de cidade.

DOCUMENTAÇÃO

Documentação em comum para todos os interessados

Responsável pela Unidade Familiar (RF)– deve comparecer com pelo menos um desses documentos:

– CPF; ou

– Título de Eleitor.

Responsável pela Família Indígena

Deve comparecer com pelo menos um desses documentos:

– CPF; ou

– Título de Eleitor; ou

– Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI); ou

– documentos de identificação, como Certidão de Casamento, Carteira de Identidade (RG) e Carteira de Trabalho.

Responsável pela Família Quilombola

Deve comparecer com pelo menos um desses documentos:

– CPF; ou

– Título de Eleitor; ou

– Outros documentos de identificação, como Certidão de Casamento, Carteira de Identidade (RG) e Carteira de Trabalho.

Outros

O Responsável pela Unidade Familiar deve estar com um desses documentos de cada pessoa da família:

– Certidão de Nascimento; ou

– Certidão de Casamento; ou

– CPF; ou

– Carteira de Identidade – RG; ou

– Carteira de Trabalho; ou

– Título de Eleitor.

Documentos não obrigatórios, mas que ajudam no cadastramento (em todos os casos):

– Comprovante de endereço, de preferência a conta de luz;

– Comprovante de matrícula escolar das crianças e jovens até 17 anos. Se não tiver comprovante, leve o nome da escola de cada criança ou jovem.

– Carteira de Trabalho.

FONTE GCMINAS

NOVO auxílio de até R$ 3 mil é aprovado pelo Senado; veja quem pode receber

De acordo com texto aprovado no Senado, algumas pessoas podem receber até R$ 3 mil em novo Auxílio Emergencial

O Senado Federal aprovou mais um Auxílio Emergencial para o país. Desta vez, o foco dos pagamentos serão os agricultores. Em tese, o benefício vai pagar uma parcela única para aqueles trabalhadores rurais que estão em situação de pobreza ou de extrema pobreza neste momento da pandemia do novo coronavírus.

Pelos registros oficiais atuais, as pessoas que estão em situação de pobreza são aquelas que registram uma renda mensal per capita de até R$ 178. As que estão em extrema pobreza são as que tem esta mesma renda só que até R$ 89. Esse é o público alvo desse projeto em questão. Pelo menos é o que diz o texto do programa.

De acordo com informações do Senado, o Auxílio deverá pagar uma parcela única de R$ 2,5 mil. Então essas pessoas receberiam todo esse montante de uma só vez. No caso das famílias que sejam comandadas por mulheres, esse dinheiro poderia chegar a ser de R$ 3 mil. Pelo menos essa é portanto a ideia central do projeto.

O relator da proposta no Senado foi o Senador Paulo Rocha (PT-BA). De acordo com ele, a ideia do programa é ajudar esses trabalhadores neste período difícil da pandemia. “As medidas são fundamentais para o enfrentamento das questões socioeconômicas relacionadas à pandemia de Covid-19”, disse o parlamentar.

Ainda de acordo com ele, o programa vai permitir o adiamento das dívidas que esses agricultores possam ter com a união. A ideia é que a extensão do prazo dure, pelo menos, até o próximo final do ano de 2022. Então as pessoas teriam mais de um ano para conseguir fazer esses pagamentos.

“Bolsonaro deve vetar”

Vale lembrar ainda que o Senado Federal aprovou esse texto sem nenhuma alteração do documento que veio da Câmara. Com isso, o próximo passo do projeto é seguir para a assinatura do Presidente Jair Bolsonaro. Aliados, no entanto, acreditam que isso não deve acontecer.

É que membros da base do Governo no Senado tentaram derrotar essa pauta por lá mesmo. O próprio líder governista na casa, o Senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse o Planalto não pode aprovar essa ideia.

Ele argumentou que a proposta é interessante e que alguns pontos são importantes. No entanto, ele falou que o Governo não pode bancar essa pauta. Coelho frisou que o Planalto teria que gastar algo em torno de R$ 550 milhões com esses pagamentos.

Além do Auxílio

A aprovação dessa proposta no Congresso Nacional acontece justamente em um momento em que o Governo Federal está falando em corte de gastos. Na verdade, eles ainda não decidiram como irão conseguir o dinheiro para pagar o Bolsa Família.

O próprio Presidente Jair Bolsonaro enviou pessoalmente a Medida Provisória (MP) do Auxílio Brasil para o Congresso. Acontece, no entanto, que esse texto não tem algumas informações básicas, como a fonte da renda do projeto, por exemplo.

O Governo garante que vai conseguir pagar o novo Bolsa Família a partir de novembro. No entanto, de acordo com informações de bastidores, é muito difícil que eles aprovem um outro Auxílio neste momento. E se isso se confirmar, seria uma péssima notícia para esses agricultores que esperam por essa ajuda.

FONTE NOTICIAS CONCURSOS

Saiba tudo sobre Auxílio Brasil, o novo Bolsa Família

Confira as principais informações sobre o novo benefício do Governo Federal

A partir do mês de novembro, o Governo Federal planeja suspender o Auxílio Emergencial e o Bolsa Família para dar lugar ao Auxílio Brasil. A proposta já foi garantida por uma Medida Provisória, mas ainda deve passar pelo Congresso Nacional. Diversos pontos ainda devem ser definidos, mas já há algumas coisas que podem ser afirmadas sobre o novo programa.

Reunimos as principais informações sobre o Auxílio Brasil. Confira:

Auxílio Brasil substitui Bolsa Família e começa a valer em novembro

O novo benefício terá o valor definido em setembro e deve começar a ser entregue em novembro. A proposta é que o novo programa aumente a quantidade de pessoas beneficiadas.

Segundo a Medida Provisória, o Auxílio Brasil terá três modalidades de beneficiários:

  1. Primeira infância;
  2. Famílias com jovens de até 21 anos;
  3. Auxílio para a superação da extrema pobreza.

O primeiro grupo de contemplados no programa são aquelas famílias com crianças abaixo dos 3 anos. No caso dos novos beneficiários que possuem um jovem de até 21 anos na família, a proposta é incentivar que essas pessoas concluam o ensino básico regularmente. Já para os brasileiros em situação de extrema pobreza, o benefício dá um apoio financeiro sem limitações relacionadas ao número de integrantes do núcleo familiar. Devem entrar nesta modalidade as pessoas em que a renda mensal per capita da família não superar a linha da extrema pobreza, mesmo com outros benefícios.

Programa pode chegar a R$ 1 mil por mês

O Auxílio Brasil, novo programa do Governo Federal que deve substituir o Bolsa Família, pode chegar até R$ 1 mil por mês. A informação foi divulgada pelo ministro da Cidadania, João Roma, em entrevista à revista Veja.

Segundo ele, o projeto pode incluir um “sistema de trilhas” em que o beneficiário pode chegar a somar um valor de R$ 1 mil mensais, dependendo da configuração. “As trilhas que estamos pensando incluem o governo ampliar a compra da produção agrícola de famílias, conceder crédito consignado à população em situação de vulnerabilidade. Dependendo da combinação de situações, a pessoa pode chegar a receber até R$ 1 mil mensais”, afirma o ministro.

30% do Auxílio Brasil poderá ser usado para pagar empréstimo

Os beneficiários do Auxílio Brasil, programa que deve substituir o Bolsa Família a partir de novembro, poderão usar 30% do dinheiro recebido para pagar um empréstimo consignado. A proposta do Governo Federal é que este benefício funcione como uma forma de ajudar o brasileiro a sair da inadimplência e quitar as dívidas.

Segundo a proposta, o pagamento de parcelas de empréstimos poderá ser descontado do Auxílio Brasil, desde que o beneficiário autorize e respeite o limite de 30%. O Ministério da Cidadania ainda deve definir as condições de crédito e os critérios para serem realizados os acordos com a instituições financeiras interessadas em participar destas medidas.

Auxílio Brasil: quem não atualizar CadÚnico pode perder novo Bolsa Família

A migração entre os programas Bolsa Família e Auxílio Brasil deve acontecer nos próximos meses, e, por este motivo, é importante que o cidadão fique atento ao que é preciso fazer para não perder o novo benefício, incluindo a atualização do CadÚnico.

Como se inscrever no programa?

Nas últimas semanas, quem acompanha o noticiário nacional, especialmente na área de economia, já deve ter ouvido falar do Auxílio Brasil. O programa é uma proposta do Governo Bolsonaro para substituir o Bolsa Família, benefício social que marcou as gestões petistas. Diante da transição entre os dois programas, é comum que os cidadãos perguntem o que devem fazer para se inscrever no novo benefício.

Segundo o Ministério da Cidadania, todos os participantes do novo programa devem estar cadastrados no Cadastro Único para Programas Sociais, também conhecido como CadÚnico. Ainda não foram publicados mais detalhes sobre como será este processo de inscrição. No caso dos beneficiários que já recebem o Bolsa Família, é importante manter o cadastro atualizado para não ser excluído na transição para o Auxílio Brasil.

Quem está no Bolsa Família pode ser excluído do Auxílio Brasil?

Apesar do Governo já ter publicado a Medida Provisória que garante o novo benefício, o Congresso Nacional ainda precisa analisar o texto e algumas mudanças podem acontecer. Assim como o Bolsa Família, o Auxílio Brasil é voltado para pessoas em situação de pobreza ou extrema pobreza no Brasil.

Atualmente, são consideradas como famílias pobres aquelas em que a renda mensal per capita fica entre R$ 89,01 a R$ 178. Já as famílias em situação de extrema pobreza são aquelas que possuem uma renda per capita abaixo de R$ 89.

Há, ainda, a previsão de que o novo programa inclua uma regra de emancipação. Se for aplicada, devem ser excluídas do Auxílio Brasil aquelas famílias que alcançarem uma renda 2,5 vezes maior do que o valor considerado para a pobreza.

FONTE GCMINAS

Prorrogação do Auxílio Emergencial 2021: Confira o calendário completo

Na última semana, a Caixa Econômica Federal iniciou os repasses da quinta parcela do projeto. Os pagamentos estão sendo efetuados nas contas poupanças sociais digitais do Caixa Tem.

Devido a uma prorrogação, os beneficiários do auxílio emergencial 2021 terão acesso a mais três parcelas do programa. Incialmente, o Governo Federal liberou apenas quatro rodadas para o coronavoucher, porém, tiveram que ser estendidas para apoiar o plano de vacinação contra a Covid-19.

Neste sentido, na última semana, a Caixa Econômica Federal iniciou os repasses da quinta parcela do projeto. Os pagamentos estão sendo efetuados nas contas poupanças sociais digitais do Caixa Tem.

Além disso, o valor das parcelas e a forma de distribuição também não foram alterados. Desta forma, o benefício continua variando de R$ 150 a R$ 375, conforme a composição familiar, e os repasses continuam seguindo o mês de aniversário para o público geral e o dígito final do NIS (Número de Identificação Social) para o Bolsa Família.

Vale ressaltar que para o público geral, inscritos via canais digitais e CadÚnico, primeiramente o benefício é depositado no Caixa Tem para depois ser liberado para saques em espécie e transferências. Para eles, existem duas datas da mesma parcela.

Já os segurados do Bolsa Família, são autorizados a resgatarem a mensalidade em espécie no mesmo dia em que é depositada. Para eles, há apenas uma data de pagamento. Confira os calendários a seguir:

Calendário da 5ª, 6ª e 7ª parcela do auxílio emergencial

Pagamentos da 5ª parcela para o público geral

Mês de nascimentoDepósitosSaques
Janeiro20 de agosto1º de setembro
Fevereiro21 de agosto2 de setembro
Março21 de agosto3 de setembro
Abril22 de agosto6 de setembro
Maio24 de agosto9 de setembro
Junho25 de agosto10 de setembro
Julho26 de agosto13 de setembro
Agosto27 de agosto14 de setembro
Setembro28 de agosto15 de setembro
Outubro28 de agosto16 de setembro
Novembro29 de agosto17 de setembro
Dezembro31 de agosto20 de setembro

FONTE NOTICIAS CONCURSOS

Auxílio emergencial: Governo pode estender o benefício até dezembro?

Saiba quais as possibilidades de uma nova extensão do programa ainda neste ano, considerando a crise econômica e pandemia da Covid-19

O governo federal prorrogou em julho os pagamentos do auxílio emergencial 2021. O benefício, que teria inicialmente apenas quatro parcelas, recebeu três novas, totalizando sete rodadas, pagas entre abril e outubro deste ano.

Com a crise financeira e sanitária ainda latente, muitas pessoas estão na expectativa de mais uma renovação do auxílio emergencial, desta vez com pagamentos até o mês de dezembro de 2021. Mas quais as chances de isso acontecer considerando o cenário econômico atual?

Até o momento, e com base em declarações recentes do alto escalo do governo, o auxílio emergencial possivelmente não terá uma prorrogação. Isso porque a equipe econômica se prepara para o lançamento do programa Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família, no mês de novembro.

O governo acredita que até outubro toda a população adulta terá tomado ao menos a primeira dose da vacina ou a dose única, permitindo assim a retomada completa da economia, como defendido pelo ministro Paulo Guedes. O foco é de fato para a ampliação do programa social.

Sendo assim, a previsão é de que o Auxílio Brasil comece a operar a partir de novembro, com valores atualizados para quem já recebe o Bolsa Família, girando em torno de R$ 250 e R$ 300. Lembrando que o foco da medida são as famílias em situação de pobreza ou pobreza extrema.

FONTE CAPITALIST

Auxílio Brasil, como se cadastrar ou atualizar os dados para receber o benefício

Vamos entender como funciona o processo de inscrição no CadÚnico para garantir o Auxílio Brasil

O novo Auxílio Brasil, programa de distribuição de renda que substituirá o atual Bolsa Família, está cada dia mais próximo de se iniciar, tendo em vista que a projeção do governo federal é de que em novembro, as famílias já vinculadas ao Bolsa Família, bem como os novos beneficiários possam começar em fim a receber.

Vale lembrar que atualmente o Bolsa Família atende 14,6 milhões de famílias e possui um valor médio de R$ 189, já o novo Auxílio Brasil deve trazer um valor mínimo ao menos 50% maior que e deverá contemplar cerca de 16 milhões de famílias.

Cadastro e atualização

O novo programa de distribuição de renda, exigirá a inscrição ou a atualização das informações no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), para as famílias de baixa renda, a informação está prevista inclusive na própria Medida Provisória 1061/21 que instituiu o Auxílio Brasil.

Logo, a melhor opção para saber se a família está realmente inscrita no CadÚnico, ou se precisa realizar a atualização de informações é por meio do aplicativo para celulares Meu CadÚnico. A ferramenta informa se o cadastro está desatualizado ou em processo de averiguação e permite a impressão de comprovantes.

Atualização de informações no CadÚnico

O processo de atualização das informais no CadÚnico pode ser realizado no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) de sua cidade, onde, em caso de mudança de endereço, telefone, renda e demais eventos o cadastro precisa ser atualizado o mais rápido possível.

As informações que não forem atualizadas podem levar o beneficiário a ser excluído não só do benefício como do próprio Cadastro Único. Além disso, anualmente o governo realiza uma análise de dados para convocar as famílias com informações desatualizadas a corrigirem os possíveis erros e divergências de informação.

Inscrição no Cadastro Único

As famílias de baixa renda que não estão inscritas no CadÚnico precisam se apressar e realizar a inscrição. Isso porque, somente pelo CadÚnico o governo tem controle das pessoas que precisam de ajuda assistencial, logo, para garantir acesso ao Auxílio Brasil, o cadastro nessa base de dados é fundamental.

Quem pode se inscrever no CadÚnico?

Para garantir a inscrição no CadÚnico as famílias precisam se enquadrar nos seguintes requisitos:

  • Somando o salário de todas as pessoas da família e dividindo pelo número de membros da família, o valor for de até R$ 522,50 (metade do salário mínimo) por mês; OU
  • A soma dos salários de todas as pessoas da família for de até R$ 3.135,00 (três vezes o salário mínimo); OU
  • Estiverem em situação de rua, seja uma pessoa sozinha em situação de rua ou uma família em situação de rua; OU
  • Pode ser que você não esteja em nenhuma dessas situações, mas precise fazer seu cadastro para receber um serviço que exija isso. Se esse for seu caso, poderá se cadastrar também.

Ao se enquadrar nos requisitos solicitados, basta se dirigir ao Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) mais próximo no município em que reside.

Documentação necessária

Agora que você já sabe os requisitos e conhece os benefícios a que você tem direito, confira a documentação necessária para ter acesso ao benefício. 

Necessário a seguinte documentação de todos os membros da família:

  • Certidão de Nascimento;
  • Certidão de Casamento;
  • CPF;
  • Carteira de Identidade (RG);
  • Certidão Administrativa de Nascimento do Indígena (RANI);
  • Carteira de Trabalho;
  • Título de Eleitor.

FONTE JORNAL CONTÁBIL

Como funcionará o Auxílio-Inclusão do Governo Federal?

A medida tem como objetivo incentivar os beneficiários que queiram retornar ao mercado de trabalho

Auxílio-Inclusão é um abono do Governo Federal destinado aos cidadãos contemplados pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC). A medida tem como objetivo incentivar os beneficiários que queiram retornar ao mercado de trabalho.

Neste sentido, os cidadãos que forem contratados sendo beneficiados pelo BPC passarão a receber o auxílio-inclusão como uma forma de substituição do benefício original. Logo, caso sejam demitidos, retornarão aos pagamentos tradicionais do abono.

Quem pode receber o auxílio-inclusão?

Para receber o auxílio-inclusão, o cidadão precisa atender os seguintes requisitos:

  • Estar recebendo ou ter recebido o Benefício de Prestação Continuada (BPC) nos últimos 5 anos;
  • Passar a trabalhar com carteira assinada com remuneração de até dois salários mínimos (R$ 2.200,00 em 2021);
  • Ter renda familiar per capita igual ou inferior a 1/4 do salário mínimo (R$ 275,00) no momento da solicitação do Auxílio-Inclusão;
  • Neste caso, a remuneração recebida pelo requerente do Auxílio-Inclusão não será considerada para esta conta desde que não ultrapasse dois salários mínimos;
  • Também não entrará na conta valores recebidos à título de estágio supervisionado e de aprendizagem;
  • Estar com as informações atualizadas no Cadastro Único (CadÚnico);
  • Estar com o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) regularizado.

Como é calculado o valor do auxílio-inclusão?

O valor do auxílio-inclusão sempre corresponderá a 50% do valor do BPC. Desta forma, atualmente o valor do novo benefício será de R$ 550, uma vez que a mensalidade do BPC é equivalente a um salário mínimo, especificamente R$ 1.100.

Qual é o prazo de recebimento desse benefício?

O auxílio será mantido conforme o cidadão cumpra os requisitos mencionados acima. Todavia, caso a renda familiar per capita ultrapasse ¼ do salário mínimo, por exemplo, o benefício será cortado. Além disso, caso a remuneração suba para um valor superior a dois salários mínimos, o auxílio também será cancelado.

Com relação ao vínculo com o BPC, caso o trabalhador deixa de cumprir algum dos critérios exigidos para a manutenção do BPC, o abono também será cortado. Vale também ressaltar, que o auxílio-inclusão pode ser interrompido em caso de concessão de:

  • Aposentadoria;
  • Pensão por morte;
  • Auxílio-Doença;
  • Seguro-Desemprego.

Qual a previsão para a liberação do Auxílio-Inclusão?

De acordo com o Governo Federal, o benefício estará disponível a partir de outubro de 2021.

FONTE NOTICIAS CONCURSOS

Auxílio Brasil: como se inscrever no novo Bolsa Família?

Confira o que já se sabe sobre este novo benefício

Nas últimas semanas, quem acompanha o noticiário nacional, especialmente na área de economia, já deve ter ouvido falar do Auxílio Brasil. O programa é uma proposta do Governo Bolsonaro para substituir o Bolsa Família, benefício social que marcou as gestões petistas. Diante da transição entre os dois programas, é comum que os cidadãos perguntem o que devem fazer para se inscrever no novo benefício.

Segundo o Ministério da Cidadania, todos os participantes deste novo programa devem estar cadastrados no Cadastro Único para Programas Sociais, também conhecido como CadÚnico. Ainda não foram publicados mais detalhes sobre como será este processo de inscrição, mas sabe-se que, no caso dos beneficiários que já recebem o Bolsa Família, é importante manter o cadastro atualizado para não ser excluído na transição para o Auxílio Brasil.

Atualmente, os brasileiros com mais de 18 anos podem se inscrever no CadÚnico de duas formas. A primeira é por meio dos Centros de Assistência Social, ou seja, presencialmente. Já a segunda é virtual, por meio do aplicativo Meu Cadastro Único. Para realizar esta inscrição, o cidadão deve apresentar os seguintes documentos:

  • Certidão de Nascimento;
  • Certidão de Casamento;
  • CPF;
  • RG;
  • Carteira de Trabalho;
  • Título de Eleitor;
  • Registro Administrativo de Nascimento Indígena (Rani).

É importante lembrar que a inscrição no Cadastro Único não garante, obrigatoriamente, que o cidadão vai receber o Auxílio Brasil. Para isso, o Governo ainda deve realizar uma triagem.

O Auxílio Brasil está programado para começar a ser entregue no mês de novembro, por isso o Governo Federal deve atualizar mais informações sobre este novo programa em breve. O benefício já foi viabilizado pelo Governo Federal por meio da Medida Provisória (MP) 1.061/2021, mas diversos detalhes ainda estão em discussão. O programa vai começar logo quando o Auxílio Emergencial terminar o pagamento de todas as parcelas desta prorrogação.

FONTE GCMINAS

Confirmado novo auxílio emergencial no valor de R$ 250 ainda em 2021

Novo programa estadual vai atender cerca de 10 mil famílias compostas por crianças matriculadas em escolas

Um novo benefício emergencial foi anunciado nesta semana para atender a população afetada pela pandemia de Covid-19. O governo do estado de Goiás vai pagar um auxílio no valor de R$ 250 mensais para mães de crianças com idades entre 0 e 6 anos.

Os pagamentos serão permanentes, ou seja, o programa terá duração ilimitada, antecipou o governador Ronaldo Caiado (DEM). Cerca de 10 mil famílias devem ser atendidas com o auxílio estadual a partir de setembro.

O governo também explicou as regras para receber o auxílio. A mãe precisa estar em situação de vulnerabilidade e ter inscrição ativa no CadÚnico. Além disso, o filho precisa estar com a carteira de vacinação atualizada e ter matrícula ativa em uma escola do estado.

“Existe um estudo de que essa é a idade que as crianças mais necessitam de uma alimentação correta. Só uma mãe sabe a importância do que é colocar um prato de comida para os filhos”, explicou Caiado.

Ainda não há mais detalhes sobre a iniciativa, mas novas informações devem ser divulgadas ainda nas próximas semanas.

Benefícios estaduais

A administração pública de diversos estados brasileiros está preocupada com os efeitos contínuos da pandemia da vida da população de baixa renda. Por isso, a iniciativa do governo de Goiás é apenas uma dentre as tomadas para ajudar esse grupo.

Em São Paulo, o governador João Dória anunciou o vale-gás. No Maranhão, o governador Flávio Dino (PSB) vai liberar um benefício para parentes de vítimas que morreram em decorrência da Covid-19. Rio de Janeiro e outros estados também se preparam para lançar seus próprios auxílios.

FONTE CAPITALIST

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