Começa amanhã (16) as celebrações de Ouro Branco dos seus 300 anos de história, com olhar voltado para a inovação

Ouro Branco celebra 300 anos de história, com olhar voltado para a inovação

PASSADO, PRESENTE E FUTURO

Ouro Branco celebra 300 anos de história, com olhar voltado para a inovação

Uma das mais belas cidades de Minas Gerais prepara uma grande festa para 2024. Ouro Branco, localizada há 100 km de Belo Horizonte, comemora, no dia 16 de fevereiro, 300 anos de fundação do povoado. Para celebrar esse marco na história de Minas Gerais e do Brasil, serão realizados diversos eventos, shows musicais, entrega de honrarias e homenagens para personalidades e autoridades que contribuíram para o desenvolvimento da cidade.

Destaque em gestão e qualidade de vida
O município tem 38.724 habitantes, distribuídos em 32 bairros e 19 comunidades rurais. No âmbito da gestão pública, a cidade é pautada pela Governança e Madala ODS’s e figura a 53ª posição no Ranking Firjan de Gestão Fiscal em Minas Gerais e a 402ª no Brasil. Ouro Branco ainda está no ranking das 20 cidades responsáveis por mais da metade do PIB de Minas Gerais.

História

povoado de Santo Antônio de Ouro Branco teve sua origem nos finais do século XVII, provavelmente em 1694, como consequência do processo de ocupação iniciado com as primeiras bandeiras que, subindo o Rio das Velhas à procura de ouro, desbravaram a região, assentando-se ao pé da Serra de Ouro Branco, também denominada, na época, Serra do Deus (te) Livre (tombada pelo IEPHA em 07/11/1978). Ouro Branco foi uma das mais antigas freguesias de Minas, tornada colativa pelo alvará de 16 de fevereiro de 1724, expedido pela Rainha Maria I, durante o governo de Dom Lourenço de Almeida. O ouro de tonalidade clara possuía valor econômico inferior em relação à extração praticada em Ouro Preto (daí o nome Ouro Branco). Pela má qualidade das jazidas auríferas e dificuldades de exploração, a atividade mineradora retrocedeu.

Em 12 de dezembro de 1953, a cidade deixa de ser distrito de Ouro Preto e passa a ser elevada à categoria de município, obtendo sua emancipação política. Nesse período, Ouro Branco já possuía considerável importância econômica e prosperidade de sua população advinda da agricultura, usina hidrelétrica e produção de talco.

Desde o início, foram vários ciclos econômicos. O primeiro deles foi o Ciclo do Ouro. Com o declínio da produção aurífera, Ouro Branco se voltou para a agricultura. Primeiro veio o Ciclo da Uva e depois o Ciclo da Batata. Atualmente, a atividade preponderante é a industrial, desde a implantação da então Aço Minas Gerais S.A em 1976, atual Gerdau, que inaugurou o Ciclo do Aço. A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Em 2008, se iniciou o Ciclo do Conhecimento, com a chegada do Campus Alto Paraopeba da UFSJ e campus do IFMG.

300 anos da Paróquia de Santo Antônio

A Paróquia da Igreja Católica de Santo Antônio, que é Orionita (Dom Orione) também celebra os 300 anos da chegada da Igreja Católica em nossa cidade (1724-2024). 

Pontos Turísticos

Além de uma vasta rede hoteleira e de restaurantes, a cidade possui uma diversidade de belezas naturais e culturais, sendo uma excelente opção para o turismo de aventura e cultural. O Parque Estadual da Serra do Ouro Branco e Monumento Natural de Itatiaia são tombados pelo IEPHA e possuem diversas cachoeiras, além de uma rica fauna e flora da Serra do Espinhaço e Quadrilátero Ferrífero. A comunidade de Itatiaia é um dos locais mais frequentados. Seus bares e restaurantes se misturam com a tradição e cultura do artesanato local. A Igreja Matriz de Santo Antônio, em Itatiaia, é uma das mais antigas de Minas Gerais e tem registros de 1714.

Nas margens da Estrada Real, a Fazenda de Carreiras, antigo pouso dos tropeiros e ponto da cobrança do Quinto da Coroa Portuguesa, é mais um dos atrativos da Estrada Real. Na região central, casarões antigos compõem o conjunto arquitetônico junto com a Igreja Matriz de Santo Antônio, rica em pedra sabão e que possui peças do trabalho de Mestre Ataíde, datados de 1774. 

Tradição em Eventos

O Festival da Batata, realizado no mês de outubro, atrai milhares de pessoas que conferem de perto os pratos típicos e shows musicais na Praça de Eventos. Outro evento tradicional é a Etapa Internacional de Mountain Bike Chaoyang Estrada Real que reúne mais de 4 mil atletas que percorrem as trilhas do circuito urbano e rural. A Semana do Desenvolvimento Econômico também já está consolidada. Em 2023, foram mais de 8 mil visitantes, 800 horas de capacitação, 120 estandes e 95 expositores.

E assim, Ouro Branco segue sua vocação e se mantém de portas abertas para turistas e novos empreendimentos. São 300 anos de história e um grande futuro pela frente!

ESTRADA REAL- MG 129, Ouro Branco-Ouro Preto 

Ouro Branco faz parte da Estrada Real, caminho traçado originalmente durante o Ciclo do Ouro e do Diamante.  A estrada servia de ligação entre o litoral e o interior da colônia e, ao longo dela, foram construídos boa parte dos bens que hoje compõem nosso patrimônio histórico e cultural.

Ao longo da Estrada Real, muito da história de Minas Gerais se passou. Local de conspiração dos Inconfidentes, ali também foram expostas as partes esquartejadas do alferes Tiradentes.

Vários vilarejos e povoados surgiram em sua extensão. A Rua Santo Antônio, principal via do Centro Histórico do município, fica no traçado da Estrada Real.

Atualmente, o trajeto todo asfaltado, 30 km, faz a ligação entre Ouro Branco e Ouro Preto e possui diversos atrativos turísticos como lugarejos, cachoeiras e trilhas. Ao longo da via estão o Parque Estadual da Serra do Ouro Branco e o Monumento Natural Estadual de Itatiaia.

Parque Estadual: No século XVIII era também conhecida como Serra do Deus-te-livre, em razão dos saques realizados por escravos fugitivos aos viajantes da Estrada Real e devido à dificuldade de travessia. A Serra do Ouro Branco é o marco inicial sul da Cadeia do Espinhaço. Tem aproximadamente 1.614 hectares e uma altitude que varia de 1250 a 1568 metros. Abriga ecossistemas dos mais ricos do mundo, os campos rupestres. É uma importante área de recarga das Bacias dos Rios Paraopeba e Doce, apresenta uma grande quantidade de nascentes e cursos d’água, que, em sua maioria, formam o Lago Soledade. Além disso, suas nascentes fornecem toda a água que é consumida pela cidade de Ouro Branco. A vegetação presente em toda área que compõem a serra de Ouro Branco, é caracterizada por um mosaico de formações vegetacionais que se desenvolvem em solo arenoso e pedregoso de origem quartzítica. Esse mosaico é constituído de cinco formações: Grupos Graminóides, Afloramentos Rochosos, Matas de Galerias e Capões, Campos Brejosos e Campos de Velózias (Canela-de-Ema). Essa diversidade ambiental condiciona uma flora rica, diversificada e endêmica (ocorrência restrita). O maciço guarda sítios arqueológicos do caminho velho e do novo da Estrada Real, além de fazendas centenárias e diversos casarios da época.

CAPELA NOSSA SENHORA APARECIDA DO ALTO DA SERRA

A capela Nossa Senhora Aparecida foi edificada como pagamento de graça concedida a mãe do Sr. Nego Ferreira, que reuniu esforços junto à comunidade e ergueu a capela em 1959. A partir dessa data, a capela passou a ser destino de peregrinações e local de procissões e festa religiosa, dando origem a Festa da Serra.

ITATIAIA – Monumento Natural Estadual de Itatiaia

Belíssimas paisagens, cachoeiras e uma diversidade imensa da flora, a Serra de Itatiaia é uma área de grande diversidade biológica. Importantíssima, abriga endemismos de flora rupestre nos afloramentos rochosos e alta relevância na cadeia do espinhaço, demonstra ainda riqueza de fauna e de outros elementos da flora. Beleza cênica e paisagística, sítios de importância histórica e abrigo de um acervo fantástico de ruínas do ciclo do ouro.

Se considerarmos a chegada dos primeiros Bandeirantes, Borba Gato ficou uma temporada em Itatiaia, para plantação de grãos e pesquisas minerais, em 1675.

Igreja Matriz de Santo Antônio (Itatiaia)

Construída por iniciativa das Irmandades dos Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e São Benedito, data do começo do século XVIII, sendo uma das primeiras igrejas construídas na região.

Pousada de Itatiaia

Lugarejo acolhedor que retrata a receptividade do povo mineiro. O local fica às margens da Estrada Real e possuiu bares e restaurantes aconchegantes, com comidas típicas (um deles indicado pelo Guia 4 Rodas), e uma paisagem deslumbrante.

FAZENDA CARREIRAS

Localizada na margem da Estrada Real, entre Ouro Branco e Conselheiro Lafaiete, a Fazenda Carreiras é uma construção típica do período colonial. Caracterizada pela arquitetura rural que data de meados do século XVIII: paredes de pau-a-pique, telhado entrelaçado com cipó amarrando as estruturas de madeira, pisos de tábua corrida, trancas reforçadas, sala para guarda valores, uma grande varanda contornando todos os cômodos. Na entrada principal da casa foi preservado o guichê que era utilizado para o comércio do ouro e a cobrança do Quinto do Ouro, imposto cobrado pelo governo durante o Brasil Colônia. Não podemos esquecer que a Estrada Real está diretamente ligada aos acontecimentos políticos da Inconfidência Mineira e ao surgimento de várias fazendas ao longo do seu trajeto, que serviam de posto de abastecimento, troca e venda para os tropeiros e viajantes, além de hospedagem. E foi dentro nesse contexto que foi instalada a Fazenda Carreiras. Uma das versões para o nome dado à fazenda, segundo a tradição oral, é que ali era um local de criação, venda ou troca de cavalos.

A denominação teria se originado das “carreiras” que os tropeiros davam nos animais para testar a sua força e resistência. Uma curiosidade: os moradores antigos do município de Ouro Branco denominam a casa como Fazenda Tiradentes ou Casa Velha de Tiradentes, pois acredita-se que o Inconfidente teria pernoitado ali durante uma viagem de São João Del Rei à Vila Rica, em 1788.

O desenho do povoado caracteriza as ocupações mineiras no período da exploração do ouro. Segundo Augusto de Lima Junior (1968), os povoados mineiros começavam por um rancho de tropas onde os mineradores iam fazer suas compras nas mãos dos comboieiros que traziam as mercadorias de consumo da Bahia, do Rio de Janeiro ou de São Paulo. Ao redor desses ranchos, fixavam as casas de venda e, sobretudo aos domingos, os religiosos celebravam missas, batizados e casamentos, que deram origem às capelas sucedidas pelas grandes igrejas: no princípio, constituíam-se em um cruzeiro e um altar rústico, posteriormente transformados em templo definitivo. Espalhados pelas montanhas e vales, os mineradores construíam casas junto às capelas e, aos sábados, vinham pernoitar com suas famílias. Aos domingos, assistiam à missa e faziam suas compras.

CASARÕES HISTÓRICOS

O Centro Histórico de Ouro Branco possui casarões do Século XVIII, com arquitetura colonial, entre eles, a antiga casa paroquial. Conforme inscrição em pedra no local, sua construção foi concluída em 1759.

IGREJA MATRIZ DE SANTO ANTÔNIO

A cidade guarda bens históricos, como a Igreja Matriz de Santo Antônio. A construção, iniciada nos primeiros anos do século XVIII, foi concluída, provavelmente, em 1779. Todo esse tempo é justificável, visto que as obras em igrejas de certa importância, nos tempos coloniais, duravam anos. Grande patrimônio histórico e religioso, a igreja passou por reformas introduzidas por Aleijadinho. Também recebeu o talento do pintor marianense Manoel da Costa Ataíde, o “Mestre Ataíde”.

Seguem as obras de restauração da Igreja Matriz de Santo Antônio. O trabalho vem sendo acompanhado por uma equipe técnica do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. O fim das obras está previsto para o 1º semestre de 2023.

PARQUE ESTADUAL SERRA DO OURO BRANCO

É um paredão que corta a região com 1.568 metros de altitude. Tem como destaque sua imponência e beleza paisagística, além de importante sítio histórico com inúmeras ruínas da época do Ciclo do Ouro. É uma das serras com maior biodiversidade da Cadeia do Espinhaço, refúgio de várias espécies ameaçadas de extinção. Também é local de belas cachoeiras e piscinas naturais. É tombada pelo IEPHA como conjunto paisagístico – Decreto 19.530, de 07 de novembro de 1978. No alto da serra, largo e plano, coberto por vegetação rasteira, temos uma ampla vista das cidades de Ouro Branco, Congonhas e Conselheiro Lafaiete.

É considerada o marco inicial sul da Cadeia do Espinhaço, que compreende um grupo de serras com altitudes variáveis, ao longo de 1.100 km de extensão, até a Bahia. Essa cadeia abriga um dos mais ricos ecossistemas do mundo, os campos rupestres.

A Serra do Ouro Branco é uma importante área de recarga das bacias do Rio Paraopeba e Rio Doce. Apresenta uma grande quantidade de nascentes e cursos d’água, que, em sua maioria, formam o Lago Soledade. Além disso, fornece toda a água que é consumida pela cidade de Ouro Branco.

Ambos os gêneros que eles formam, Barbacenia e Vellosia, são chamados no país por canela de ema, e são, na falta de lenha combustível, preferidos por sua considerável quantidade de resina; parece que só crescem no micaxisto quartzítico e são tidos pelo povo como sinal característico da riqueza dum terreno em ouro e diamantes.

FLORA DE NOSSA TERRA  ORQUÍDEAS

A Serra do Ouro Branco abriga 75 espécies da família Orchidaceae, algumas endêmicas, como a Hadrolaelia brevipedunculata (ameaçada de extinção), distribuídas em 36 gêneros. Números que, em comparação às demais áreas da Cadeia do Espinhaço e regiões montanhosas do leste de Minas Gerais, representam 17% das espécies e 34% dos gêneros pertencentes a essa família e que são encontrados nessas regiões. Esses dados comprovam a elevada riqueza de orquidáceas encontradas em nossa Serra e, por ser uma área relativamente pequena quando comparada a outras serras, toda a sua relevância ambiental. A Serra do Ouro Branco representa um verdadeiro refúgio de biodiversidade e é, portanto, uma área prioritária para conservação.

CAPELA DE SANTANA E A CASA SEDE DA FAZENDA PÉ DO MORRO

Localizada aos pés da Serra do Ouro Branco, a Fazenda Pé do Morro e seu casarão, exemplar da arquitetura rural colonial brasileira, está localizada junto à Estrada Real, entre Ouro Branco e Ouro Preto. Sua origem está relacionada ao abastecimento da crescente sociedade mineradora da região, tendo também servido de abrigo a viajantes e contrabandistas de ouro. A construção data do século XVIII e, por sua importância patrimonial, foi tombado pelo IEPHA em dezembro de 2009.

Em 1746, Domingos Pinheiro, Provedor da Fazenda Real, organizou uma lista dos homens mais abastados da Capitania e oito deles pertenciam à freguesia de Ouro Branco.  Antônio Dutra Gonçalves, Constantino Barbosa da Cunha, Capitão Mor Domingos Moraes, Capitão Domingos Moreira Fernandes, Gervásio Ferreira da Silva, Manoel Gomes da Cruz, Manoel Fernandes da Costa e Capitão Manoel de Sá Tinoco. Alguns relatos mostram que Ouro Branco chegou a ter mais de 32 estalagens para receber os viajantes que pousavam aqui antes de seguir para Ouro Preto.

CAPELA DE SÃO VICENTE DE FERRER

A capela de São Vicente de Ferrer está localizada na comunidade do Morro do Gabriel, pequeno povoado localizado na zona rural de Ouro Branco. A capela apresenta características marcantes da arquitetura colonial religiosa da 1ª fase do barroco mineiro. Além disso, sua implantação em um terreno em aclive promove um acentuado grau de teatralidade, característico do estilo barroco. O bem em questão, apesar de afastado da sede do município, é de grande importância religiosa, social, cultural e histórica para a comunidade de Ouro Branco. O imaginário em torno da antiguidade da capela é mais um dos elementos que compõem a identidade do povo de Morro do Gabriel.

CLIMA

Predominante na cidade é o tropical de altitude. Os verões são quentes e chuvosos, com céu predominantemente encoberto. O mês mais chuvoso em Ouro Branco é dezembro, com média de 264 milímetros de precipitação de chuva. Fevereiro é o mês mais quente, com temperaturas diárias máximas de 28° C e mínimas de 19° C, em média.  A estação chuvosa termina no início do mês de abril. Os invernos são secos, com temperatura agradável e céu quase sem nuvens. O mês menos chuvoso em Ouro Branco é julho, com média de 6 milímetros de precipitação de chuva. Julho também é o mês mais frio, com temperaturas diárias máximas de 23 °C e mínimas de 11 °C, em média.

Pode-se dizer que, durante o ano inteiro, o clima é morno. Ao longo do ano, em geral a temperatura varia de 11 °C a 28 °C e raramente é inferior a 8 °C ou superior a 31 °C. A melhor época do ano para visitar Ouro Branco e realizar atividades turísticas gerais ao ar livre, é do meio de abril ao início de outubro.

1.568 METROS DE ALTITUDE, área aproximada de 1.614 hectares e 20km de extensão a sudeste.

Por Assessoria de Comunicação

Serro celebra 322 anos; confira cinco passeios imperdíveis na cidade histórica

De 27 a 29/2, destino na serra do Espinhaço promove Festival Degusta e entrega casarão centenário à comunidade; turista depara com muita história, natureza e queijos artesanais

Em 1702, os bandeirantes Antônio Soares Ferreira e João Soares – pai e filho – deram início à ocupação do Arraial do Ribeirão das Minas de Santo Antônio do Bom Retiro do Serro do Frio, também já chamado de Arraial das Lavras Velhas ou Minas do Serro do Frio. Esse é o primeiro registro encontrado no “Livro Primeiro de Receitas e Despesas da Fazenda Real” sobre o Serro. Em 29 de janeiro de 1714, o arraial foi elevado à categoria de vila, então denominada Vila do Príncipe.

No próximo dia 29, Serro comemora 322 de descobrimento e 310 anos de elevação à vila. As comemorações acontecem neste final de semana. Nos dias 27 (sábado) e 28 (domingo), acontece o Festival Degusta na praça João Pinheiro, com intervenções culturais, oficinas, arte, shows e gastronomia. O ponto alto é a apresentação da Orquestra Mineira de Viola no dia 28, às 20h.

No dia 29, uma missa de ação de graças na igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo comemora o aniversário da cidade. Logo depois, um cortejo embalado pela banda Santíssimo Sacramento caminha em direção à casa onde nasceu o Cônego Lafayette, o chamado “Santo Serrano”. O casarão onde nasceu o religioso, que passou por um processo de restauração, será entregue à comunidade.

Cinco programas imperdíveis no Serro:

1. Explorar as ruas e vielas da cidade

O cartão-postal do Serro é uma escadaria de pedra com a igreja de Santa Rita no topo, ladeada por casarios históricos. Do alto da colina, é possível ver toda a cidade e a praça João Pinheiro. Caminhar pela cidade, de preferência acompanhado de um guia de turismo, é a melhor forma de descobrir seus tesouros arquitetônicos, como as igrejas do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, Matriz Nossa Senhora da Conceição, de Nossa Senhora do Carmo e de Nossa Senhora do Rosário, o sobrado da Prefeitura Municipal, a Casa do Barão, Chácara do Barão do Serro e o Museu Regional Casa dos Ottoni. O tour pelo centro histórico pode ser contratado na Associação de Condutores Turísticos, no Centro de Atendimento ao Turista, pelo telefone (38) 3541-1998 ou pelo e-mail aconturserro@gmail.com. O espaço funciona de 8h às 17h, na rua Nagib Bahmed, no centro.

2. Visitar a Vila Fantasma do Carola

A 18 m do Serro, no sentido do distrito de Deputado Augusto Clementino, também denominado Vila Mato Grosso, pega-se a estrada em direção à serra do Carola (ou Caroula, como diziam os antigos moradores). No século XX, a fé de três homens católicos ergueu um santuário no alto do morro dedicado à Nossa Senhora das Dores. Para evitar a subida íngreme e cansativa durante os festejos da santa, devotos ergueram uma centena de casas em torno da capela, hoje totalmente desabitadas e só ocupadas durante o Jubileu, motivo pelo qual originou o nome “Vila Fantasma do Carola”. Atualmente, o local é ponto de peregrinação. Do alto da serra tem-se uma bela vista da região.

3. Bate e volta a São Gonçalo do Rio das Pedras

O tempo parece passar bem devagar em São Gonçalo do Rio das Pedras. O charmoso distrito do Serro preserva a atmosfera de uma vila do século XVIII, com seu conjunto arquitetônico colonial, com destaque para as igrejas de São Gonçalo e Nossa Senhora do Rosário. No entorno, são cinco cachoeiras: Grota Seca, do Comércio, Rapadura, Cadete, Retiro e Pacu, localizada no encontro do rio Jequitinhonha com o córrego São Gonçalo. O visitante pode apreciar a tapeçaria feita pelos artesãos locais e visitar a Casa de Doces, um empreendimento de mulheres quilombolas. Elas produzem doces no tacho e fogão à lenha, como as compotas de frutas típicas, além de geleias.

4. Bate e volta a Milho Verde

Boa parte das atrações de Milho Verde se concentra em suas capelas e cachoeiras, além da comunidade quilombola de Capivari. Duas das igrejas estão carregadas de história, a de Nossa Senhora do Rosário e a de Nossa Senhora dos Prazeres. A primeira já foi capa de um disco de Milton Nascimento. O interior tem belas imagens sacras e uma Pietá inacabada. Muito próximas de Milho Verde, estão as quedas d’água do Piolho, do Moinho, do Carijó (foto acima) e do Canelal, além da Prainha do Lajeado, todas acessíveis por trilhas e ótimas para banhos.

5. Visitar as fazendas produtoras do Queijo do Serro

O turismo de experiência está presente no Serro com a visitação às fazendas produtoras de queijo. Em 2011, a Associação dos Produtores Artesanais do Queijo Serro (APAQS) registrou a Indicação de Procedência (IP), e desde 2008 a iguaria é Patrimônio Imaterial de Minas. Com maturação mínima de 17 dias, o Queijo do Serro forma uma casca com crosta fina e amarelada, adquirindo um sabor acentuado e característico. Dos mais 60 produtores locais, ao menos cinco abrem as propriedades à visitação com agendamento prévio: as fazendas Engenho da Serra, Boa Vista, Bom Sucesso, Maria Nunes e Veludo. O visitante pode conhecer o processo de produção, participar de degustação e tomar café colonial com produtos locais. Além do tour guiado, propriedades, como a Fazenda Veludo, oferecem pernoite e atividades como passeio a cavalo e banho de piscina.

Serviço:

Como chegar:

De carro: 
a  partir de Belo Horizonte, pegue a MG-10, passando por Lagoa Santa, serra do Cipó e Conceição do Mato Dentro, até chegar ao Serro. A estrada tem trechos de terra, mas em boas condições. Pode-se ainda fazer o trajeto via Curvelo, pela BR-040, MG-135 e MG-259.
De ônibus: Pela Viação Serro.

Informações sobre turismo no Serro: acesse Serro.

Onde se hospedar:

Pousada Dona Tuca: 
diária a partir de R$ 130 por pessoa, com café da manhã.  Instagram / @pousadadonatucaserro
Pousada Mariana: diária a partir de R$ 170 por pessoa, com café da manhã. Praça Floriano Peixoto. Instagram /@pousadamarianaserro / (38) 98419-9413.]
Vila Verde Chalés: diária a partir de R$ 160 (1 pessoa), R$ 289 (o casal) e R$ 500 (chlé para 4 pessoas). Consulte os preços para duas ou mais diárias. Localizada em uma área rural, tem  estrutura com três chalés, piscina e churrasqueira. Instagram / @vilaverdechales.serro.mg / (31) 98818-0926.
Pousada de Queijo: diária a partir de R$ 140 pessoa, com café da manhã, estacionamento e Wi-Fi. Instagram / @pousadadoqueijo ou (38) 97400-9886

Onde comer:

Café da Praça: localizado na praça João Pinheiro, aos pés da escadaria da igreja Santa Rita, cartão-postal da cidade. A dica é experimentar a cumbuca de queijo (queijo do cedro em uma massa crocante, em formato de uma cumbuca, servido com caramelo salgado com castanhas, acompanhada de torradas) e o sorvete de queijo. Acesse Instagram / @cafedapracadoserro
Restaurante Vila do Príncipe: oferece salgados típicos da região, como o Capitão Vila do Príncipe (bolinho de mexido recheado dom Queijo do Serro, acompanhado de torresmo, molho de limão siciliano e cebola caramelizada), a carne de lata (acompanhada de tutu caipira, arroz, couve e ovo frito) e o PF Vila do Príncipe (arroz, tutu ou feijão tropeiro, batata frita, salada, ovo frito e/ou carne a escolha entre bife de boi, porco, frango ou nossa deliciosa linguiça caseira). Acesse Restaurante Vila do Príncipe.
Bar e Restaurante Zé de Lindolfo: culinária mineira no sistema de self-service. Acesse Instagram / @zelindolfo.serro

Onde comprar o Queijo do Serro:

Cooperativa dos Produtores Rurais do Serro: praça Ângelo Miranda, 26, centro. Cooper Serro.
Queijo do Cedro: escadaria Santa Rita, centro. Queijo do Cedro.
Trém-Ruá Grife do Queijo: rua São José, 422A, centro. Instagram / @grifedoqueijo

Fazendas no Serro abertas à visitação (sob agendamento):

Fazenda Engenho da Serra: a 15 km do Serro, oferece tour guiado sobre a origem do queijo, com possibilidade de tomar um café colonial. Contato: (38) 99968-0666.
Fazenda Boa Vista: a 5 km do Serro em estrada de terra (região do Lucas), oferece tour guiado sobre a origem do queijo, com possibilidade de um café colonial e adquirir os queijos na propriedade. Contato: (38) 99971-1223.
Fazenda Bom Sucesso: tour guiado sobre a origem do queijo com possibilidade de um café colonial e adquirir os queijos na propriedade. Contato: (38) 99971-1223. Acesse o site Serro do Queijo ou Instagram / @fazenda_bomsucesso
Fazenda Maria Nunes: a 21 km do Serro (17 km de asfalto e 3 km de terra), no sentido Santo Antônio do Itambé. Tour guiado sobre a origem do queijo com possibilidade de um café colonial e adquirir os queijos na propriedade, Contato: (38) 99848-9647.
Fazenda Veludo: a 14 km do Serro (3 km de terra), no sentido Alvorada de Minas. Tour guiado e venda de queijos na propriedade. É possível pernoitar na fazenda, com direito à café da manhã, vivenciando a experiência do turismo rural, acrescida de passeios a cavalo e banho de piscina, entre outras atividades. Contato: (38) 99903-6548.

FONTE O TEMPO

Gerdau celebra 123 anos com o compromisso de moldar um futuro ainda mais sustentável

Maior empresa brasileira produtora de aço inicia novo ciclo, com foco na geração de valor para seus stakeholders

Hoje, 16 de janeiro, a Gerdau celebra 123 anos de uma história empreendedora que carrega a missão de moldar o futuro. Fundada como uma fábrica de pregos em Porto Alegre (RS), a Gerdau se tornou a maior empresa brasileira produtora de aço, uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. Está presente em vários países das Américas e conta com mais de 36 mil colaboradores espalhados pelo mundo.

Ao longo dessa jornada, a Gerdau se manteve conectada com a história da indústria brasileira, buscando estar cada vez mais próxima da sociedade, com a ambição de ser parte das soluções aos dilemas e desafios enfrentados. “Alcançar os 123 anos é mais um marco importante na caminhada centenária da Gerdau. Nos últimos anos, a empresa se transformou para se tornar cada vez mais resiliente e adaptada às necessidades atuais dos nossos clientes e demais stakeholders. Vamos continuar com nossa visão estratégica de longo prazo, unindo crescimento sustentável com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro”, afirma Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.

Atualmente, a companhia se destaca pela sua matriz de produção baseada na sucata metálica, tornando-se a maior recicladora da América Latina, com mais de 11 milhões de toneladas dessa matéria-prima sendo transformada em aço anualmente e cerca de 71% do aço produzido pela companhia proveniente do processo de reciclagem. O resultado é possuir uma das menores médias de emissão de gases de efeito estufa (CO₂e), com 0,86 t de CO₂e por tonelada de aço, representando aproximadamente a metade da média global do setor, que é de 1,91 t de CO₂e por tonelada de aço (worldsteel). A empresa tem como visão de longo prazo a meta de diminuir as emissões para 0,82 t de CO₂e até 2031, com a ambição de alcançar a neutralidade de carbono até 2050.

“Neste momento de comemoração por mais um aniversário da Gerdau, gostaria de agradecer e reconhecer especialmente a todos que, dia após dia, nos ajudam a construir essa história: nossos colaboradores e colaboradoras, parceiros, clientes e fornecedores. Continuaremos investindo em soluções e serviços para atender aos desafios dos nossos clientes e gerar valor para todos os nossos stakeholders, visando nos tornar uma das empresas mais admiradas das Américas”, finaliza Werneck.

Comunidade celebra restauração de igreja

LAGOA DOURADA-MG – 30 de dezembro de 2023. Inauguração da obra de restauração artística da Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. A igreja restaurada lindamente foi entregue à comunidade lagoense e teve o seu resplendor recuperado.

Muitos PARABÉNS à Paróquia de Santo Antônio de Lagoa Dourada que esteve à frente dos trabalhos, ao Conselho Municipal de Patrimônio – à Prefeitura, prefeito Ronald Pereira Dutra e à Câmara Municipal, presidente Nélio Lourenço; PARABÉNS às irmandades do Santíssimo Sacramento e do Senhor dos Passos; PARABÉNS à Sociedade Musical Lyra Lagoense (1956) e à Associação Musical Santa Cecília (2006) que abrilhantaram a cerimônia. PARABÉNS ao Padre Adriano Tércio Melo de Oliveira e ao Monsenhor José Hugo de Resende Maia pela liderança. PARABÉNS para os colaboradores que estão mantendo a igreja aberta para a visitação – em especial à Cintia Rodrigues que nos recebeu com tanta atenção. PARABÉNS ao historiador, pesquisador e restaurador Carlos Magno Araújo que executou a restauração com responsabilidade, ética e domínio técnico. MUITOS PARABÉNS para o POVO de Lagoa Dourada que colaborou, acompanhou a obra, apropriou da edificação como bem religioso, arquitetônico, artístico e afetivo. Esse povo é NOTA 10 e merece muitos reconhecimentos e muitos aplausos. A Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos está maravilhosa e tudo realizado só foi possível graças à comunidade.

É uma conquista do povo lagoense!!!

FONTE LUIZ CRUZ

Comunidade quilomba de Mato Dentro celebra Zumbi

Neste dia 26 de novembro, domingo, a comunidade Quilombola do Mato Dentro, com o apoio do Coletivo Mato Dentro Mundo Afora, Secretaria Municipal de Cultura de Lafaiete e parceiros celebra o dia Nacional da Consciência Negra, em memória de Zumbi dos Palmares. As atividades terão início as 9 horas com atividades de conscientização sobre os valores humanos e igualdade racial e herança dos povos africanos na formação do povo brasileiro. As 11horas teremos a chegada dos cavaleiros das comunidades vizinhas e será servido um delicioso almoço preparado pelas cozinheiras locais ao custo de R$ 20,00.

À partir das 13 horas teremos início das atividades culturais com artistas locais e regionais, barraquinhas com exposição e vendas de produtos quilombolas, leilões, desfile da beleza negra encerrando com animado forró, demonstrando a tradição da comunidade de receber bem e com alegria. Venha ajudar a iluminar esta linda festa de integração racial e zelar pela fraternidade universal. Mato Dentro Mundo Afora!

Comunidade quilomba de Mato Dentro celebra Zumbi

Neste dia 26 de novembro, domingo, a comunidade Quilombola do Mato Dentro, com o apoio do Coletivo Mato Dentro Mundo Afora, Secretaria Municipal de Cultura de Lafaiete e parceiros celebra o dia Nacional da Consciência Negra, em memória de Zumbi dos Palmares. As atividades terão início as 9 horas com atividades de conscientização sobre os valores humanos e igualdade racial e herança dos povos africanos na formação do povo brasileiro. As 11horas teremos a chegada dos cavaleiros das comunidades vizinhas e será servido um delicioso almoço preparado pelas cozinheiras locais ao custo de R$ 20,00.

À partir das 13 horas teremos início das atividades culturais com artistas locais e regionais, barraquinhas com exposição e vendas de produtos quilombolas, leilões, desfile da beleza negra encerrando com animado forró, demonstrando a tradição da comunidade de receber bem e com alegria. Venha ajudar a iluminar esta linda festa de integração racial e zelar pela fraternidade universal. Mato Dentro Mundo Afora!

Encontro Arquidiocesano do Apostolado da Oração reúne mais de 2 mil pessoas em Conselheiro Lafaiete

Mais de duas mil pessoas estiveram reunidas na Basílica do Sagrado Coração de Jesus, em Conselheiro Lafaiete (MG), no último domingo, 15 de outubro, para o Encontro Arquidiocesano do Apostolado da Oração. Além da presença de membros da Rede Mundial de Oração do Papa de todas as cinco regiões da Arquidiocese de Mariana, membros da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG) também estiveram presentes.


Padre Eliomar Ribeiro, Diretor Nacional da Rede Mundial de Oração pelo Papa.

O evento contou com a presença e palestra do Padre Eliomar Ribeiro, Diretor Nacional da Rede Mundial de Oração pelo Papa – Apostolado da Oração e Movimento Eucarístico Jovem (MEJ). O Promotor Vocacional da Arquidiocese, Padre Rosemar Condé, também participou do encontro, conduzindo o momento de adoração vocacional na perspectiva temática do 3º Ano Vocacional.

Marcada por momentos fortes de espiritualidade e partilha, o Encontro Arquidiocesano do Apostolado da Oração foi encerrado com a Santa Missa presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Airton José dos Santos. Durante a Celebração Eucarística, novos membros do MEJ da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, de Conselheiro Lafaiete, foram instituídos por Dom Airton e receberam as fitas pelas mãos do Padre Eliomar.

Para o Diretor Arquidiocesano do Apostolado e Reitor da Basílica, Padre Euder Canuto, “o encontro foi um grande momento de vivência da fraternidade e de reavivamento da missão da Rede Mundial de Oração pelo Papa em nossa Arquidiocese. Muitos membros que participaram demonstraram grande alegria de peregrinarem até à Basílica Sagrado Coração de Jesus e de ali encontrarem outros irmãos e irmãs que têm a mesma missão de servir a Igreja através de sua oração e de seu testemunho”.

Equipe de Coordenação Arquidiocesana é criada


Nova Equipe de Coordenação do Apostolado da Oração na Arquidiocese de Mariana.

À ocasião, houve um momento breve e específico para tratar da organização do Apostolado na Igreja Particular de Mariana, oficializando a criação da Coordenação Arquidiocesana do Apostolado da Oração, a fim de ajudar o atual Diretor Arquidiocesano na sua missão de incentivar e promover os trabalhos com a Rede Mundial de Oração do Papa.

Dessa forma, à oportunidade, a Coordenação Arquidiocesana foi assumida pelo leigo Wescley Antunes Vieira. Ainda, comporão a Equipe Arquidiocesana os coordenadores regionais Terezinha, da Região Oeste, e Ivone, da Região Sul. As demais regiões ainda elegerão seus representantes para somarem ao grupo.

Segundo Wescley, aceitar a missão de estar à frente da Coordenação Arquidiocesana do Apostolado da Oração foi fruto de suas orações. “Vivenciando o 3º Ano Vocacional, com o tema ‘Corações ardentes, pés a caminho’, quero dedicar-me em acompanhar e fortalecer cada grupo do Apostolado, conhecendo suas realidades e desafios. Após esse período, iremos caminhar para a implantação do MEJ nas demais paróquias”, disse.

“Conto com o apoio de cada coordenação, secretários(as) e padres, para que juntos possamos colaborar na Missão do Apostolado da Oração, onde cada cristão possa ser amigo e apóstolo do Coração de Jesus, que tanto nos amou e que nada poupou, até se esgotar e se consumir para testemunhar seu amor”, complementou o novo Coordenador.

Texto: Pastoral da Comunicação da Paróquia Sagrado Coração de Jesus

Fotos: Mauro Dutra e Giliard Miranda

FONTE ARQUIDIOCESE DE MARIANA

Encontro Arquidiocesano do Apostolado da Oração reúne mais de 2 mil pessoas em Conselheiro Lafaiete

Mais de duas mil pessoas estiveram reunidas na Basílica do Sagrado Coração de Jesus, em Conselheiro Lafaiete (MG), no último domingo, 15 de outubro, para o Encontro Arquidiocesano do Apostolado da Oração. Além da presença de membros da Rede Mundial de Oração do Papa de todas as cinco regiões da Arquidiocese de Mariana, membros da Arquidiocese de Belo Horizonte (MG) também estiveram presentes.


Padre Eliomar Ribeiro, Diretor Nacional da Rede Mundial de Oração pelo Papa.

O evento contou com a presença e palestra do Padre Eliomar Ribeiro, Diretor Nacional da Rede Mundial de Oração pelo Papa – Apostolado da Oração e Movimento Eucarístico Jovem (MEJ). O Promotor Vocacional da Arquidiocese, Padre Rosemar Condé, também participou do encontro, conduzindo o momento de adoração vocacional na perspectiva temática do 3º Ano Vocacional.

Marcada por momentos fortes de espiritualidade e partilha, o Encontro Arquidiocesano do Apostolado da Oração foi encerrado com a Santa Missa presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Airton José dos Santos. Durante a Celebração Eucarística, novos membros do MEJ da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, de Conselheiro Lafaiete, foram instituídos por Dom Airton e receberam as fitas pelas mãos do Padre Eliomar.

Para o Diretor Arquidiocesano do Apostolado e Reitor da Basílica, Padre Euder Canuto, “o encontro foi um grande momento de vivência da fraternidade e de reavivamento da missão da Rede Mundial de Oração pelo Papa em nossa Arquidiocese. Muitos membros que participaram demonstraram grande alegria de peregrinarem até à Basílica Sagrado Coração de Jesus e de ali encontrarem outros irmãos e irmãs que têm a mesma missão de servir a Igreja através de sua oração e de seu testemunho”.

Equipe de Coordenação Arquidiocesana é criada


Nova Equipe de Coordenação do Apostolado da Oração na Arquidiocese de Mariana.

À ocasião, houve um momento breve e específico para tratar da organização do Apostolado na Igreja Particular de Mariana, oficializando a criação da Coordenação Arquidiocesana do Apostolado da Oração, a fim de ajudar o atual Diretor Arquidiocesano na sua missão de incentivar e promover os trabalhos com a Rede Mundial de Oração do Papa.

Dessa forma, à oportunidade, a Coordenação Arquidiocesana foi assumida pelo leigo Wescley Antunes Vieira. Ainda, comporão a Equipe Arquidiocesana os coordenadores regionais Terezinha, da Região Oeste, e Ivone, da Região Sul. As demais regiões ainda elegerão seus representantes para somarem ao grupo.

Segundo Wescley, aceitar a missão de estar à frente da Coordenação Arquidiocesana do Apostolado da Oração foi fruto de suas orações. “Vivenciando o 3º Ano Vocacional, com o tema ‘Corações ardentes, pés a caminho’, quero dedicar-me em acompanhar e fortalecer cada grupo do Apostolado, conhecendo suas realidades e desafios. Após esse período, iremos caminhar para a implantação do MEJ nas demais paróquias”, disse.

“Conto com o apoio de cada coordenação, secretários(as) e padres, para que juntos possamos colaborar na Missão do Apostolado da Oração, onde cada cristão possa ser amigo e apóstolo do Coração de Jesus, que tanto nos amou e que nada poupou, até se esgotar e se consumir para testemunhar seu amor”, complementou o novo Coordenador.

Texto: Pastoral da Comunicação da Paróquia Sagrado Coração de Jesus

Fotos: Mauro Dutra e Giliard Miranda

FONTE ARQUIDIOCESE DE MARIANA

1º Encontro de Folia e Congado do São Francisco em Ouro Branco (MG)

A comunidade do bairro São Francisco realizou uma linda festa no dia 12 de outubro o 1º Encontro de Folia e Congado do São Francisco, em Ouro Branco (MG). O evento contou com a participação de moradores, apresentação das Folias e Guardas, missa, procissão, apresentação cultural e entrega de medalhas. O vice-prefeito, Dr. Celso Vaz, o gerente de Cultura e Edilson Nascimento participaram das atividades. Organização Comunidade do São Francisco. Apoio Cultural: Associação de Cultura Popular de Ouro Branco, Prefeitura de Ouro Branco, Secretaria de Esporte, Lazer, Cultura e Turismo e Escola Municipal Fernando Félix de Souza. Parcerias: Padaria Santa Vitória, Vereador Lan, Padaria Bom Sabor, Loja Félix Center, mercearia do Zé Roque, Pizzaria Fornalha, Bar do Adão, bar do Jorge, Carro de som Antônio Garanjanga, Salão do Lei, Ong Pintura de Rosto, Salão da Neidiane, Bras Locbraga, Bia Costureira, Nelinho do Esporte, Cleiton da Prefeitura, Escritório VSB, Projeto Bate Tambô, Casa de Música, entre outros.

1º Encontro de Folia e Congado do São Francisco em Ouro Branco (MG)

A comunidade do bairro São Francisco realizou uma linda festa no dia 12 de outubro o 1º Encontro de Folia e Congado do São Francisco, em Ouro Branco (MG). O evento contou com a participação de moradores, apresentação das Folias e Guardas, missa, procissão, apresentação cultural e entrega de medalhas. O vice-prefeito, Dr. Celso Vaz, o gerente de Cultura e Edilson Nascimento participaram das atividades. Organização Comunidade do São Francisco. Apoio Cultural: Associação de Cultura Popular de Ouro Branco, Prefeitura de Ouro Branco, Secretaria de Esporte, Lazer, Cultura e Turismo e Escola Municipal Fernando Félix de Souza. Parcerias: Padaria Santa Vitória, Vereador Lan, Padaria Bom Sabor, Loja Félix Center, mercearia do Zé Roque, Pizzaria Fornalha, Bar do Adão, bar do Jorge, Carro de som Antônio Garanjanga, Salão do Lei, Ong Pintura de Rosto, Salão da Neidiane, Bras Locbraga, Bia Costureira, Nelinho do Esporte, Cleiton da Prefeitura, Escritório VSB, Projeto Bate Tambô, Casa de Música, entre outros.

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