Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Catas Altas, festeja 300 anos de sua criação

Celebrando três séculos de história e evangelização, a Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Catas Altas (MG), inicia nesta sexta-feira, 16 de fevereiro, as comemorações pelos 300 anos de sua criação.

Instituída em 16 de fevereiro de 1724, quando o atual território da Arquidiocese de Mariana era ligado à então Diocese do Rio de Janeiro (RJ), a paróquia de Catas Altas é uma das três comunidades de fé que estão festejando seu tricentenário nessa data.

Para o Pároco local, Padre Bruno Gomes Silva, é motivo de muita alegria. “Olhamos para trás e percebemos 300 anos de história, de caminhada, de alegrias e desafios, mas de um grande desejo de evangelizar”, disse.

“É nesse sentido que nós vamos celebrar essa festa, claro, pensando propriamente em todas as pessoas que por aqui passaram, se dedicaram, mas, ao mesmo tempo, olhar para nossa história é também o motivo de agradecer a Deus por tanto cuidado, tanto carinho e tanta generosidade”, reforçou.

Celebrações

A abertura das festividades é nesta sexta-feira, 16 de fevereiro, dia da criação da paróquia, e seguem até o dia 25. Marcando o início das comemorações, uma missa solene cantada será realizada às 19h na Igreja Matriz.

Ao longo dos próximos dias, uma programação com a participação de ex-párocos, pastorais e movimentos marcarão a festa. Já no sábado, 24 de fevereiro, acontece uma procissão motorizada pelas ruas da cidade histórica.

A celebração será encerrada no domingo, dia 25, com a missa festiva celebrada pelo Arcebispo Metropolitano de Mariana, Dom Airton José dos Santos, às 9h.

“Tenho dito que é a festa da unidade paroquial. Como uma grande família que somos, [vamos] agradecer a Deus essa dádiva que é a nossa paróquia”, declarou Padre Bruno.

Confira a programação completa:

Fotos: Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Catas Altas/Divulgação

Pesquisadores criam plataforma de vacina de Covid que pode ser adaptada e usada contra outras doenças; entenda

Tecnologia já teve eficácia comprovada em testes realizados em animais e, agora, está sendo adaptada para atuar contra chikungunya.

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram uma plataforma de imunização contra variantes da Covid-19. A tecnologia, baseada em DNA encapsulado em nanopartículas lipídicas, já teve a eficácia comprovada em testes realizados em animais e, agora, está sendo adaptada para atuar contra a chikungunya.

No caso da Covid, a ideia é produzir uma vacina de DNA, que, segundo o professor Pedro Pires Goulart Guimarães, do Departamento de Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, é mais estável e tem custo menor do que as de RNA, como as Pfizer e da Moderna.

Para que o RNA e o DNA entrem na célula e resultem na produção de antígenos, eles são encapsulados em nanopartículas lipídicas – sistemas de liberação de fármacos de maneira controlada no organismo.

Os pesquisadores, então, desenvolveram diferentes formulações de nanopartículas, em busca da que garantisse maior eficácia de imunização.

“Nós produzimos dezenas de nanopartículas diferentes e usamos triagem in vivo. Usando um único animal, conseguimos testar dezenas de formulações diferentes. Fizemos nanopartículas com 36 formulações diferentes, injetamos todas juntas no mesmo animal e, depois, vimos qual foi a melhor”, explicou o professor Pedro Guimarães.

O imunizante passou por testes pré-clínicos em hamsters e camundongos. Os bichos receberam duas doses, com intervalo de 21 dias entre elas, e o inóculo letal do coronavírus.

Os resultados indicaram eficácia e imunogenicidade da vacina e foram publicados na revista científica “Nature Communications” de janeiro.

“A nossa vacina induziu eficácia e imunogenicidade semelhante à da Pfizer, protegeu também contra variantes de Covid. A gente vê que a carga viral está reduzida nos animais vacinados, e os animais vacinados não morrem”, disse o professor.

Apesar do sucesso dos resultados em animais, não há, até o momento, previsão para a realização de testes da vacina em humanos. Para isso, são necessárias mais pesquisas e aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Isso envolve vontade política, porque tem custos altos. O teste clínico tem custos elevados”, afirmou Pedro Guimarães.

Outras doenças

Após os resultados indicarem eficácia do imunizante contra a Covid-19, os pesquisadores têm um novo alvo: a chikungunya.

A ideia é que a plataforma de nanopartículas lipídicas seja utilizada no desenvolvimento de vacinas contra essa e outras doenças, reduzindo o tempo e os custos envolvidos no processo.

O imunizante contra a chikungunya já está sendo testado em animais. A previsão é que essa etapa da pesquisa seja concluída até o fim deste ano.

FONTE G1

Kynam: a madeira mais cara do mundo é criada por envenenamento

Uma curiosa terapia intravenosa chamou a atenção dos usuários do Facebook na Ásia. Imagens de árvores recebendo um estranho líquido fez com que os internautas discutissem o que poderia estar acontecendo ali. 

Entre as teorias, havia quem acreditasse se tratar de uma intervenção artística para aumentar a conscientização sobre o desmatamento desenfreado ocorrendo em escala global — ou sobre a poluição causada pelo homem matando a vida vegetal. Outros afirmaram ser algum método de tratamento para salvar as árvores de fungos ou parasitas.

Houve ainda aqueles que disseram se tratar de um ato de vandalismo, e que os sacos estavam cheios de urina humana. Mas como sempre costuma acontecer quando essas teorias surgem na internet, todas estavam erradas.

A madeira mais cara que ouro

(Fonte: Road Observation Academy/Facebook/Reprodução)

As imagens mostravam um tratamento intravenoso feito com veneno em árvores de aquilaria para conseguir a madeira mais cara do mundo. O Kynam — ou kyara como é conhecido na Ásia — é um tipo extremamente raro de pau-de-águila, uma árvore utilizada na produção de incenso e perfume.

Há alguns anos foi descoberto que é ao ser infectada pelo fungo Phialophora parasitica que a aquilaria passa por um estresse biológico para se defender do parasita. E é isso que faz com que ela desenvolva seu aroma tão específico — quando não infectada, ela é uma madeira comum.

Esse uso faz do pau-de-águila uma madeira extremamente cara. Dependendo da origem, ela pode custar mais que o ouro, principalmente quando infectada com um tipo específico de mofo. Nesses casos, ela pode levar décadas para desenvolver a madeira perfumada, o que eleva bastante seu valor.

Com 625 gramas, esse pedaço de Kynam custa R$ 3.27 milhões. (Fonte: Oud_learner/Ouddict/Reprodução)

As imagens que viralizaram nas redes sociais eram de árvores passando por este processo. As bolsas estavam com um líquido venenoso, feito com esse parasita, para estimular a produção da preciosa resina. Atualmente, existem plantações de pau-de-águila em toda a Ásia, indo da Indonésia até Mianmar.

O processo consiste em pendurar dezenas de bolsas intravenosas nos galhos das árvores e conectá-las à madeira por tubos com grandes agulhas. Conforme o líquido venenoso penetra na árvore, ele ativa o mecanismo de autodefesa dela. E é assim que se cria a madeira mais cara do mundo.

FONTE MEGA CURIOSO

Nova lei determina criação de banco de dados de agressores de mulheres

Entre os criminosos que deverão ser cadastrados estão os autores de feminicídios, estupros e invasão de celular ou computador.

Lei 24.650, de 2024, foi publicada na edição desta terça-feira (9/1/24) do Diário Oficial Eletrônico Minas Gerais. A nova norma cria um banco de dados de condenados por violência contra a mulher no Estado.

A lei é derivada do Projeto de Lei (PL) 3.400/21, do deputado Sargento Rodrigues (PL), que foi aprovado de forma definitiva (2º turno) pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em 6 de dezembro.

A norma acrescenta o artigo 5º-B à Lei 22.256, de 2016, que institui a Política de Atendimento à Mulher Vítima de Violência no Estado.

Desta forma, ela prevê que serão cadastradas pessoas condenadas com sentença transitada em julgado (sem direito a recurso) pela prática dos seguintes crimes contra a mulher: feminicídio, estupro, estupro de vulnerável, lesão corporal, perseguição, violência psicológica e invasão de dispositivo informático.

No banco de dados constarão, conforme a nova lei, informações como nome, filiação, data de nascimento, número do documento de identificação, fotografia, endereço residencial e relação ou grau de parentesco com a vítima.

Já o acesso ao banco obedecerá ao disposto na Lei 13.968, de 2001, que trata do uso de informações pelas Polícias Militar e Civil.

FONTE ALMG

TJMG quer criar mais de 500 cargos com salários de até R$ 23 mil sem concurso público

Projeto enviado pelo TJMG para análise da Assembleia de Minas prevê a criação de novos cargos para o Judiciário mineiro sem concurso público

Um ato normativo do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), enviado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), pretende criar mais de 500 novos cargos sem concursos públicos no Judiciário mineiro.

Entre os cargos que podem ser criados estão assessores de juízes e assistentes técnicos, escreventes e coordenadores de serviços, com salários que variam de R$ 5,5 mil a R$ 23,6 mil. Ao todo, o custo das novas vagas criadas é estimado em R$ 156 milhões no ano de 2024 e mais R$ 161 milhões em 2025.

O texto enviado para análise dos deputados estaduais prevê ainda que outros 104 postos poderão ser ocupados por servidores efetivos.

A informação sobre os projetos para criação de novos cargos foi divulgada pelo jornal “Folha de S. Paulo” e confirmada pela reportagem da Itatiaia nesta sexta-feira (15).

Segundo a mensagem do TJMG a reorganização estrutural é necessária para que o Judiciário consiga atender à crescente demanda.

“Não se pode olvidar que o cenário atual em que se encontra o Poder Judiciário Nacional é preocupante, diante do crescimento progressivo de demandas postas à sua apreciação, conforme revela a 19ª edição do Relatório Justiça em Números de 2022, construído a partir da Base Nacional de Dados do Poder Judiciário do Conselho Nacional de Justiça, que registrou o cômputo de 77,3 milhões de processos em tramitação nos tribunais e varas do Brasil no ano de 2021, dos quais 27,7 milhões são referentes a casos novos. E desses novos processos, 97,2% chegaram à Justiça em formato eletrônico. Esse panorama reflete os desafios que o Poder Judiciário mineiro necessita enfrentar nesse momento, para alcançar resultados mais efetivos na prestação jurisdicional e que permitam atender à coletividade com maior eficiência e qualidade”, diz a mensagem, assinada pelo presidente do TJMG, desembargador José Arthur de Carvalho Pereira Filho.

Em resposta à reportagem da Itatiaia, a assessoria do TJMG respondeu:

Quando o TJMG pretende enviar a manifestação para a ALMG?
Os Projetos de Lei já foram encaminhados à Assembleia Legislativa. São dois Projetos de Lei, um de Lei Complementar e um de Lei Ordinária. O de Lei Complementar trata basicamente de algumas questões de organização e divisão do Judiciário e tem previsão de criação tão somente de vagas de juiz auxiliar de 2º grau, porque hoje temos um represamento de processos que são distribuídos na segunda instância. Para ajudar a desafogar um pouco e acabar com esse gargalo é que está sendo proposta a criação desses cargos de juiz de 2º grau.

Existe figura parecida na 1ª Instância na capital, que é o juiz auxiliar de BH. Ele coopera com o juiz da Comarca de Belo Horizonte pelo volume, pela dimensão da Comarca, para cobrir afastamentos e represamento de demandas.

Qual o motivo para as 500 vagas criadas serem de livre nomeação do tribunal? A realização de um concurso público chegou a ser avaliada?
Em relação aos cargos comissionados, em sua maioria são de assessores de juízes. Foram criados para termos uma reserva técnica – que hoje não existe -, atendendo a demanda de instalação de varas e criação de Comarcas, que ocorrem no Estado. Hoje, temos muitas demandas desse tipo, em razão do elevado número de processos. Muitas vezes, um juiz apenas não consegue dar conta do volume e é necessário instalar uma nova unidade judiciária em determinados locais.

Para que isso seja feito, é preciso haver o cargo de gerente de secretaria, que é o antigo escrivão. Precisamos, claro, de servidores concursados, que trabalhem na secretaria, e de assessores. Para esse cargo de assessor, que perfaz a maioria dos 500 cargos do Projeto, optamos pelo recrutamento amplo, que pode ser assumido tanto pelo servidor de carreira como por pessoas que não sejam servidoras, mas sejam bacharéis em Direito e atendam aos pré-requisitos do cargo.

Por que tomamos tal medida? Porque, muitas vezes, o próprio servidor da Comarca ou não atende a esse requisito – formação em Direito – ou não tem interesse em ocupar a vaga. De tal forma, não podemos deixar a administração à mercê da disponibilidade de servidores com o perfil requerido. Com isso, por uma questão de eficiência da administração, optamos pelo cargo de recrutamento amplo, que possibilita trazer pessoas de fora, quando necessário.

Os demais cargos do projeto são cargos da estrutura da organização do Tribunal. Há cargos para lotação na Presidência, na Corregedoria, na 1ª, 2ª e 3ª Vice-Presidências que devem incrementar a força de trabalho das unidades administrativas, onde também há uma crescente demanda. E temos várias cobranças, do próprio Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de avanço na administração, que dependem de aumento de pessoal. O CNJ, em que pese não forçar os Tribunais a criarem uma estrutura – por impossibilidade, inclusive, de impor um avanço orçamentário e financeiro -, recomenda e coloca como meta para o Tribunal conseguir, dentro de sua organização, avançar com a criação de cargos para esses setores.

Um exemplo recente é a Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828, em que o Supremo Tribunal Federal decidiu que todas as ocupações, os conflitos coletivos existentes no Estado, sejam acompanhados por uma Comissão de Conflitos Fundiários, para que se tente uma mediação, antes de liminar, visando a um reassentamento, à regularização fundiária ou à realocação dessas pessoas de forma organizada, mediada.

Para que o Tribunal faça isso, é preciso reforço da equipe, porque o Estado é muito grande, com 298 Comarcas, e estamos precisando fazer com que os servidores se desdobrem, o que aumenta o custo com horas extras. Precisamos, para maior eficiência da administração, fazer uma adequação da estrutura do Tribunal – tudo isso de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira.

Ou seja, os PLs que foram para a Assembleia Legislativa e que ainda vão tramitar, no próximo ano, possibilitarão que o TJMG cresça. E esse crescimento ocorre de acordo com a demanda, com a necessidade do serviço para manter a qualidade da prestação jurisdicional.

Qual será o valor anual estimado com a criação dos novos cargos no orçamento estadual?

Importante registrar que esses cargos formarão uma reserva técnica do Tribunal e serão providos de acordo com a necessidade dos projetos, dos serviços, e de acordo com a disponibilidade financeira e orçamentária. Ou seja, não geram impacto imediato para o Tribunal. O impacto será gerado a partir da ocupação de cada um desses cargos e isso só vai ocorrer de acordo com a disponibilidade financeira e orçamentária do Tribunal.

Importante frisar ainda que o Tribunal mantém a lógica e a recomendação, inclusive constitucional, de ter o seu quadro de servidores formado por efetivos. Temos um concurso em andamento e estamos para lançar um novo certame para as diversas carreiras do Tribunal, que serão exclusivas de servidores efetivos.

Portanto, optamos, no caso de alguns cargos de direção, chefia e assessoramento, pelo recrutamento amplo, para dar flexibilidade, trazer know-how e oxigenação à Instituição. Mas, de modo geral, o Tribunal sempre privilegia sempre a prata da casa.

FONTE ITATIAIA

Mineradoras dão ‘sinal verde’ para criação de rotas alternativas para minério

Empresa quer criar nova ferrovia, de R$ 2 bilhões, para retirar veículos pesados da BR-381

Mineradoras sinalizam interesse em abrir vias alternativas para retirar carretas de minério das regiões cortadas pelas BRs 356 e 040, além de estarem de olho em licitações para requalificar estradas. É o que afirma Luiz Márcio Viana, presidente do Sindicato da Indústria Mineral de Minas Gerais (Sindiextra), que diz ainda que a zona de risco de algumas barragens, é o que tem impedido o avanço da proposta.

“Nós, da mineração, e as empresas fizemos alguns esforços. A Vale, por exemplo, construiu uma rodovia alternativa que vai da Mina de Pico à mina de Fábrica. Essa via, hoje, está sem ser utilizada por estar em Zona de Salvamento de barragens, que estão tendo o seu processo finalizado. A CSN fez a estrada da Mina do Engenho até a a região de Pires, em Congonhas, e essa estrada está em funcionamento. Nós queremos que as empresas possam ter suas estradas alternativas funcionando e retirando das estradas públicas o máximo de veículos de carga”, afirma.

Viana afirma, ainda, que há possibilidade de investimento em ferrovias.

“As empresas mineradoras também estão fazendo terminais de carga para ferrovias e isso é alguma coisa que precisa de licenciamento ambiental. Então precisa que o Governo do Estado estude terminais, por exemplo, como o de São Gonçalo do Bação, em Itabirito, o da Serra Azul, para que mais caminhões sejam retirados. Aí são medidas muito grandes e cada um desses terminais retiraria cerca de 10 mil caminhões das estradas que são controlados por mineradoras a Vale e a CSN respectivamente, as ferrovias Centro Atlântica e MRS devem passar a atender todas as cargas de mineradoras e também de outros produtores que demandam esse tipo de transporte viário”, completa.

As empresas mineradoras ainda estariam iniciando conversas com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) sobre as licitações do governo federal em algumas rodovias, como a BRs 135 e a 040.

Investimento em ferrovias

A Grupo Cedro Mineração protocolou um projeto junto à ANTT para instalar uma ferrovia de 30 quilômetros de extensão entre Itaúna, região Centro-Oeste, e São Joaquim de Bicas, na Grande BH, transportando minério na região de Serra Azul sem passar pela BR-381. O investimento é de quase R$ 2 bilhões.

“Vai ser uma ferrovia ao longo das mineradoras que produzem no complexo Serra Azul e ligando ao ramal principal que leva o minério para os portos. Estamos aguardando a outorga. Estamos falando em retirar da BR-381 de 2.500 a 3.000 carretas por dia, algo em torno de 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano e trazer uma tranquilidade para a população. Também estamos estudando um projeto de engenharia para interligar as operações através de correias transportadoras para os terminais de embarque próximos da região”, explica o presidente do Conselho Administrativo da Cedro Participações, Lucas Kallas.

A reportagem entrou em contato com a ANTT para saber um posicionamento da agência sobre a outorga do projeto e aguarda retorno.

FONTE ITATIAIA

Mineradoras dão ‘sinal verde’ para criação de rotas alternativas para minério

Empresa quer criar nova ferrovia, de R$ 2 bilhões, para retirar veículos pesados da BR-381

Mineradoras sinalizam interesse em abrir vias alternativas para retirar carretas de minério das regiões cortadas pelas BRs 356 e 040, além de estarem de olho em licitações para requalificar estradas. É o que afirma Luiz Márcio Viana, presidente do Sindicato da Indústria Mineral de Minas Gerais (Sindiextra), que diz ainda que a zona de risco de algumas barragens, é o que tem impedido o avanço da proposta.

“Nós, da mineração, e as empresas fizemos alguns esforços. A Vale, por exemplo, construiu uma rodovia alternativa que vai da Mina de Pico à mina de Fábrica. Essa via, hoje, está sem ser utilizada por estar em Zona de Salvamento de barragens, que estão tendo o seu processo finalizado. A CSN fez a estrada da Mina do Engenho até a a região de Pires, em Congonhas, e essa estrada está em funcionamento. Nós queremos que as empresas possam ter suas estradas alternativas funcionando e retirando das estradas públicas o máximo de veículos de carga”, afirma.

Viana afirma, ainda, que há possibilidade de investimento em ferrovias.

“As empresas mineradoras também estão fazendo terminais de carga para ferrovias e isso é alguma coisa que precisa de licenciamento ambiental. Então precisa que o Governo do Estado estude terminais, por exemplo, como o de São Gonçalo do Bação, em Itabirito, o da Serra Azul, para que mais caminhões sejam retirados. Aí são medidas muito grandes e cada um desses terminais retiraria cerca de 10 mil caminhões das estradas que são controlados por mineradoras a Vale e a CSN respectivamente, as ferrovias Centro Atlântica e MRS devem passar a atender todas as cargas de mineradoras e também de outros produtores que demandam esse tipo de transporte viário”, completa.

As empresas mineradoras ainda estariam iniciando conversas com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) sobre as licitações do governo federal em algumas rodovias, como a BRs 135 e a 040.

Investimento em ferrovias

A Grupo Cedro Mineração protocolou um projeto junto à ANTT para instalar uma ferrovia de 30 quilômetros de extensão entre Itaúna, região Centro-Oeste, e São Joaquim de Bicas, na Grande BH, transportando minério na região de Serra Azul sem passar pela BR-381. O investimento é de quase R$ 2 bilhões.

“Vai ser uma ferrovia ao longo das mineradoras que produzem no complexo Serra Azul e ligando ao ramal principal que leva o minério para os portos. Estamos aguardando a outorga. Estamos falando em retirar da BR-381 de 2.500 a 3.000 carretas por dia, algo em torno de 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano e trazer uma tranquilidade para a população. Também estamos estudando um projeto de engenharia para interligar as operações através de correias transportadoras para os terminais de embarque próximos da região”, explica o presidente do Conselho Administrativo da Cedro Participações, Lucas Kallas.

A reportagem entrou em contato com a ANTT para saber um posicionamento da agência sobre a outorga do projeto e aguarda retorno.

FONTE ITATIAIA

Lula diz que vai criar poupança para alunos do Ensino Médio; ENTENDA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta terça-feira (21), que o governo criará uma poupança para estudantes do Ensino Médio. A ideia é que a quantia guardada seja retirada pelos alunos ao término dos estudos. O objetivo, segundo Lula, é evitar a evasão escolar.

Durante o programa “Conversa com o Presidente”, que contou com a participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Lula avaliou o Desenrola, além de comentar o desemprego entre os jovens, principalmente recém-formados.

“Nós temos milhares de jovens que fizeram o ProUni e que depois não arrumam emprego. Isso é um problema que nós temos que resolver. Eu tenho neto com 25 anos que não tem profissão. Nós precisamos dizer para essa juventude como é que a gente vai fazer para criar para eles oportunidade de trabalho.”

“Esse é um problema que nós temos que resolver, porque essa juventude tem que trabalhar. Você imagina, o cara não trabalha, desiste de estudar e tem um celular na mão, o celular passa a ser uma bomba atômica, porque esse cara tá com raiva de todo mundo. Esse cara não acredita em ninguém, ele tá perdendo a esperança, coisa que nenhum ser humano pode”, declarou Lula antes de comentar a criação da poupança, cujo anúncio oficial deve ocorrer na próxima semana.

Em seguida, o presidente disse estar negociando a situação dos motoristas de aplicativo, a fim de garantir “um pouco de seguridade” para os trabalhadores.

“Estamos articulando a questão do Uber, para dar legalidade para o pessoal do Uber. Não queremos que a pessoa deixe de ser autônoma. O que queremos é dar um pouco de seguridade para ela quando o carro quebra, quando a mulher fica doente“, explicou o mandatário.

FONTE TERRA BRASIL NOTÍCIAS/ CNN BRASIL

Lula diz que vai criar poupança para alunos do Ensino Médio; ENTENDA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta terça-feira (21), que o governo criará uma poupança para estudantes do Ensino Médio. A ideia é que a quantia guardada seja retirada pelos alunos ao término dos estudos. O objetivo, segundo Lula, é evitar a evasão escolar.

Durante o programa “Conversa com o Presidente”, que contou com a participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Lula avaliou o Desenrola, além de comentar o desemprego entre os jovens, principalmente recém-formados.

“Nós temos milhares de jovens que fizeram o ProUni e que depois não arrumam emprego. Isso é um problema que nós temos que resolver. Eu tenho neto com 25 anos que não tem profissão. Nós precisamos dizer para essa juventude como é que a gente vai fazer para criar para eles oportunidade de trabalho.”

“Esse é um problema que nós temos que resolver, porque essa juventude tem que trabalhar. Você imagina, o cara não trabalha, desiste de estudar e tem um celular na mão, o celular passa a ser uma bomba atômica, porque esse cara tá com raiva de todo mundo. Esse cara não acredita em ninguém, ele tá perdendo a esperança, coisa que nenhum ser humano pode”, declarou Lula antes de comentar a criação da poupança, cujo anúncio oficial deve ocorrer na próxima semana.

Em seguida, o presidente disse estar negociando a situação dos motoristas de aplicativo, a fim de garantir “um pouco de seguridade” para os trabalhadores.

“Estamos articulando a questão do Uber, para dar legalidade para o pessoal do Uber. Não queremos que a pessoa deixe de ser autônoma. O que queremos é dar um pouco de seguridade para ela quando o carro quebra, quando a mulher fica doente“, explicou o mandatário.

FONTE TERRA BRASIL NOTÍCIAS/ CNN BRASIL

Prefeitos e a comunidade pedem por mais segurança na BR-040 e BR-356 e a criação da Rodovia do Minério

Um ato histórico marcou a manhã dessa terça-feira, dia 14 de novembro. Prefeitos, comunidade e imprensa se reuniram na Prefeitura de Itabirito. O objetivo foi reivindicar ações urgentes das autoridades federais para mais segurança e o fim dos inúmeros acidentes na BR 040 e BR 356 e também a criação da Rodovia do Minério. No dia 29 de novembro haverá uma reunião dos Prefeitos e autoridades com o Ministério Público Estadual, por meio do Procurador-Geral Jarbas.

A ação nessa terça-feira reuniu Prefeitos, Vice-prefeitos, Vereadores e representantes de Municípios de toda região e filiados à AMALPA, Associação dos Municípios da Regiao do Alto Paraopeba, Codap e a AMIG, Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais. Ontem (13), a Justiça Federal suspendeu, sob pena de muota de R$ 10 mil ao dia, um ato em favor da vida”, que seria promovida pelos prefeitos.

Conforme o prefeito de Itabirito, cerca de 1,3 mil carretas e caminhões envolvidos na logística de escoamento da produção mineral circulam diariamente pelas rodovias. Por isso, o encontro também foi para cobrar as devidas providências para uma licitação de melhoria da infraestrutura da BR-040, como a construção de um canteiro central e execução de trevos, além do redirecionamento do fluxo de carretas para a ITA-330 e para a MG-030.

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