Presidente da CDL Lafaiete participa de homenagem a FCDLMG na ALMG

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Conselheiro Lafaiete – CDLCL, Edvaldo José Thereza, participou no dia 22 de fevereiro, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais – ALMG, da homenagem aos 50 anos de existência da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Minas Gerais.

A iniciativa foi requerida pelos deputados Antônio Carlos Arantes (PL) e Lud Falcão (PODE) e foi assinada por diversos parlamentares.

A cerimônia contou com a presença de autoridades do poder municipal e estadual, diretores da Federação, presidentes de CDLs e representantes do setor produtivo mineiro.

Para Edvaldo José Thereza, presidente da CDLCL, a Federação realiza um trabalho importante para o movimento varejista. “A FCDL é responsável por articular e deliberar ações que contribuem na construção de projetos para o desenvolvimento das filiadas e empresas do varejo de Minas Gerais. Ela defende um setor que é protagonista na economia do estado. A homenagem é muito merecida”, declarou.

A placa de homenagem foi entregue ao presidente da FCDLMG, Frank Sinatra, que, emocionado, ressaltou o papel da Federação em prol do varejo mineiro.

“Quero dizer a vocês o quanto nós da FCDL Minas nos sentimos gratos e honrados com esse reconhecimento, que valoriza o trabalho que a Federação vem realizando ao longo desses 50 anos. Nossa trajetória tem sido construída com batalhas e desafios diários, e essa homenagem nos dá forças para seguir lutando, não apenas pelo fortalecimento do setor de comércio e serviços, mas pelo desenvolvimento de toda Minas Gerais e do País”, declarou, o presidente.

Amanhã (17) tem cortejo pelas mortes na BR 040

A seguir, informações importantes sobre como tudo acontecerá amanhã, conforme acordado entre a PRF e a VIA 040!

CORTEJO PELA VIDA – A HORA É AGORA!

Informações Oficiais Cortejo pela vida Movimento SOS 040

️ Dia e horário Dia 17/02 – concentração a partir de 10h
️ Trajeto saindo do Final da Avenida Toronto, próximo ao número 1835, https://maps.app.goo.gl/xBtQNMMR2YaYkUebA, no Jardim Canadá, indo até o Alphaville e dispersando neste ponto
Identificação No ponto de concentração serão distribuídos adesivos e numeração de organização do cortejo
⏱️ Programação Saída do cortejo as 11h em direção ao Alphaville, todos os carros adesivados em fila única, ocupando a pista da direita, com acompanhamento da PRF e Via 040
Apoio convoque a todos os conhecidos, mídias, jornais, para que seja um cortejo épico, com muitos participantes, para que nossas demandas de ações e obras emergenciais para proteção de todos os usuários da via sejam priorizadas
⚠️ Importante é vetado a qualquer pessoa ou grupo de pessoas do cortejo, promover ou estimular o bloqueio ou fechamento da rodovia.

Governo de Minas e instituições de Justiça inauguram placa em homenagem às 272 joias de Brumadinho

Honras em memória às vítimas serão colocadas em obras e projetos com recursos do acordo judicial

Governo de Minas, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) inauguraram, nesta terça-feira (16/1), uma placa em homenagem às 272 vítimas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, tragédia que completa cinco anos no próximo dia 25/1. O evento de descerramento foi realizado na Academia de Bombeiros Militar (ABM), em Belo Horizonte, e contou com a presença do governador Romeu Zema, de familiares das joias e autoridades.

As 272 joias terão seus nomes eternizados. A primeira placa com a homenagem, inaugurada no evento, será instalada na ABM. Uma segunda será colocada no Instituto de Identificação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). A homenagem traz o nome de todas as 272 pessoas que morreram por conta do rompimento da barragem.

Outras do mesmo modelo serão afixadas em obras e projetos realizados pelo Governo de Minas com recursos do acordo judicial de Brumadinho – que visa reparar os danos decorrentes do rompimento das barragens da Vale S.A, que tirou 272 vidas e gerou uma série de impactos sociais, ambientais e econômicos na bacia do Rio Paraopeba e em todo o estado de Minas Gerais.

O governador Romeu Zema prestou solidariedade aos familiares das vítimas e ressaltou que o Governo de Minas tem atuado na busca por uma reparação justa e para que novas tragédias não se repitam.

“Citar a dor, o sofrimento, é dispensável porque só quem passa por isso sabe. As pessoas, as famílias e aqueles que estão sofrendo precisam ser tratados com dignidade e ressarcidos, mesmo que a dor nunca acabe, mas é preciso pelo menos dar um mínimo de conforto. E fico muito satisfeito ao constatar que Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, Defensoria Pública de Minas e Governo de Minas, por meio da Seplag e da Advocacia-Geral, trabalharam em conjunto, e nós conseguimos fazer algo diferente. Algo que respeita e valoriza a memória das vítimas”, afirmou o governador.

“Vejo que esse esforço não foi em vão. Sei que a dor nunca vai acabar, mas estamos aqui em um trabalho contínuo, que ainda vai levar alguns anos, mas que vai salvar a vida de muitos mineiros, seja com hospitais, com rodovias mais seguras, com um Corpo de Bombeiros mais bem equipado. Isso não elimina a dor, mas tenho a certeza de que todo esse sofrimento e lágrimas têm sido ressignificados para que outros mineiros não sofram com isso no futuro”, acrescentou o governador.

Reparação 

Cristiano Machado / Imprensa MG

Após o descerramento da placa, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMMG) executou o toque de silêncio em homenagem às vítimas. Também participaram do ato 20 integrantes e a presidente da Associação dos Familiares de Vítimas do Rompimento da Barragem Mina Córrego Feijão Brumadinho (Avabrum), Andresa Rodrigues, a chefe do Estado-Maior do CBMMG, Daniela Lopes, e a secretária de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Luísa Barreto.

“Todas as intervenções e projetos realizados com recursos do Acordo de Reparação de Brumadinho terão as placas com nome das 272 joias, algo que é fundamental para nós. É importante fazermos as entregas simbólicas dessas placas para garantir que a memória dessas pessoas fique viva e a gente nunca esqueça Brumadinho”, disse a secretária de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto. “Esta é uma dor que infelizmente a gente não consegue reparar, mas é compromisso do Governo de Minas e dos compromitentes que a gente busque, de alguma forma, transformar um pouco dessa dor em um legado para Minas e para os mineiros”, completou.

Para a presidente da Avabrum, Andresa Rodrigues, mãe de Bruno Rodrigues, uma das 272 joias de Brumadinho, a homenagem traz um alento diante da perda de entes queridos.

“Ver ações como esta é importante, pois não existe reparação para a dor dos familiares. Então, ver essa primeira placa descerrada aqui, junto a essa corporação que tanto respeitamos, é motivo de alento para nós”, afirmou, ressaltando também para que todos os municípios com obras e projetos sigam o mesmo caminho e honrem as 272 joias de Brumadinho.

Monumento

Durante o evento, Romeu Zema também assinou o despacho governamental que determina que a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG) adotem as providências necessárias para o início das obras do monumento “Bruma Leve”, que ficará em frente ao Prédio Tiradentes, na Cidade Administrativa. São 272 peças posicionadas uma ao lado da outra, com a forma de perfis humanos em diferentes posições, cada uma representando uma das vidas perdidas na tragédia, com placas com os nomes das vítimas.

O despacho estabelece prazo de 30 dias para que o Iepha/MG emita ordem de início ao contrato para execução das obras e instalação do monumento. A expectativa é a de que as obras sejam concluídas ainda em 2024.

FONTE AGÊNCIA MINAS

Prefeito de Ouro Preto presta homenagem à cantora Dona Jandira

O prefeito de Ouro Preto, Angelo Oswaldo, prestou uma homenagem em vídeo para cantora Dona Jandira que ficou emocionada e grata. Quando Angelo Oswaldo era secretário de cultura do Estado, ele participou de um movimento que possibilitou a ida de Dona Jandira para se apresentar em terras lusitanas. Na última sexta-feira (15), a cantora foi homenageada no Sesc Palladium, em Belo Horizonte. Em novembro, Dona Jandira também recebeu um tributo no Memorial Vale, na praça da Liberdade.

Moradora de Ouro Preto, a estudante de Letras da UFOP Luciane Yamamoto considera importante reverenciar a representatividade de Dona Jandira. “Pensar que o corpo de uma mulher preta canta e encanta, reflete o meu corpo preto também. Conheço a Dona Jandira do Maletta, um lugar que sente orgulho dessa cantora maravilhosa”, argumenta Luciane.

Para o renomado diretor de teatro Maurílio Romão, Dona Jandira traduz o estado de espírito mineiro que canta sempre por liberdade. “Ela tem um apelo cênico e poético muito potente. A primeira vez que ouvi Dona Jandira cantar, fiquei parado para contemplar. Ela emergiu como uma diva, como uma artista bem colocada”, analisa Romão que é graduado em direção teatral pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).

De acordo com o prefeito de Ouro Preto, a cantora é uma legítima representante do que há de melhor nas raízes musicais brasileiras. “Dona Jandira é a voz que vem da alma do Brasil. Essa grande cantora, radicada em Minas Gerais, se transformou em uma das grandes vozes que evocam toda cultura popular brasileira. Por isso, quando secretário de cultura do Estado, participei de um movimento que a levou a Portugal como uma legítima representante do que há de melhor nas nossas raízes musicais. E agora ela continua sendo homenageada. Uma presença importante no cenário musical mineiro. Nosso aplauso à querida Dona Jandira”, relata Angelo.

Prestes a comemorar 85 anos, a cantora ficou emocionada com a homenagem do prefeito de Ouro Preto. “Angelo Oswaldo faz parte do avanço das políticas culturais no Brasil. É um grande gestor e um defensor da arte e do patrimônio cultural brasileiro. Ele ajudou muitos artistas.  Se não fosse o empenho dele, não teria como ir a Portugal levar um pouco de nossa música. Fiquei muito agradecida e emocionada com as palavras e as ações do Angelo”, desabafa Dona Jandira.

Reportagem: Éverlan Stutz

Vídeo: Relato do prefeito de Ouro Preto Angelo Oswaldo 

Foto: Dona Jandira na homenagem BH é Bamba

Dona Jandira vai ser homenageada no Sesc Palladium

O show, em homenagem à Dona Jandira, será no teatro Sesc Palladium, em Belo Horizonte, nesta sexta-feira, 15 de dezembro, às 20h

Dona de uma voz singular e impregnada de emoção, a cantora e violonista Dona Jandira emana gratidão diante das homenagens que tem recebido. Nascida em Maceió, a artista se consagrou nos palcos mineiros, aos 64 anos. No ano passado Dona Jandira organizou uma exposição no Centro Cultural da UFMG para comemorar os 20 anos de sua trajetória profissional, interpretando obras de expressivos compositores do cenário musical brasileiro, como Noel Rosa, Mario Lago, Tom Jobim, Paulinho da Viola, Lupicínio Rodrigues e Chico Buarque. Mas Dona Jandira não se limita a cantar apenas compositores consagrados. Desde a década de 1990, quando morava no charmoso distrito de Itatiaia, em Ouro Branco, a cantora deu voz a novos compositores. Dona Jandira criou o projeto Encontro de Compositores, com o objetivo de promover a integração de compositores e intérpretes, propiciando o crescimento dos valores artísticos e a descoberta de novos talentos.

E para agradecer a generosidade de Dona Jandira, o cantor e compositor Moisés Pescador vai celebrar a vida da intérprete por meio do projeto “Salve o Compositor”, no teatro de bolso do Sesc Palladium, em Belo Horizonte, nesta sexta-feira, 15 de dezembro, às 20h. Dona Jandira foi a responsável por incentivar Moisés a subir em um palco, pela primeira vez, na capital. “Ela foi sempre a maior incentivadora de minha carreira. Dona Jandira representa a minha base. Ela revela a reconexão com nossa ancestralidade africana e traz a cultura popular no querer ajudar, na doação”, explica Moisés.

Outro compositor que também é grato pelas oportunidades proporcionadas pela cantora é Clever Bambú. Morador de Ouro Branco, Bambú teve sua música “Boletim de artista” gravada no primeiro CD de Dona Jandira. Ele também dividiu o palco com a artista na gravação do DVD “Dona Jandira ao Vivo”. O DVD contou com participações de Luiz Melodia, Paulinho Pedra Azul, Sergio Moreira e Marco Lobo. “Dona Jandira, além de uma grande intérprete, tem um coração abençoado e generoso. É uma cantora que todo compositor gostaria de ter uma música cantada por ela”, relata Bambú

O médico, cantor e compositor Alvair Sampaio, de Conselheiro Lafaiete, participou do Encontro de Compositores e cantou com Dona Jandira no programa “Terra de Minas” a canção “Samba em prelúdio”, de Baden Powell e Vinícius de Moraes. “Dona Jandira é uma excelente cantora. Ela brinca com a divisão da música. Essa facilidade de alterar essas divisões traz uma pegada do jazz nas interpretações dela”, analisa Sampaio.   

Em novembro, Dona Jandira foi homenageada no Memorial Vale, na praça da Liberdade.  De acordo com a curadora do Memorial Mulheres Juliana Nogueira, o convite foi feito para que a cantora realizasse o show dela e também para reverenciar uma mulher negra e a representatividade da artista na cena musical de Minas Gerais. “Dona Jandira é uma cantora espetacular. É uma rainha que ocupa o lugar de destaque onde as mulheres devem estar”, argumenta Juliana. 

A professora aposentada Vera Fonseca conhece Dona Jandira há nove anos e reconhece o bom humor da cantora. “Na intimidade, ela é Dona Menina, de sorriso largo. Dona Jandira gosta de brincar, mas sabe enfrentar e resolver as adversidades da vida com maestria”, destaca Vera.

Dona Jandira gravou o CD “Afinidades”, em parceria com o renomado pianista, compositor e arranjador Túlio Mourão. Prestes a completar 85 anos, a cantora fica muito emocionada com as homenagens. “Não tenho palavras para agradecer. Mesmo com poucos recursos, consegui ajudar muitas pessoas com o dom que Deus me concedeu. É um agradecimento eterno. Agradeço a todos os compositores que me deram a oportunidade de interpretar letras belíssimas e melodias que suavizam a lida cotidiana”.

SERVIÇO:

Evento: Salve o Compositor 

Pauta: Moisés Pescador Celebra a Vida de Dona Jandira

Data: 15 dezembro de 2023

Horário: 20h

Local: Sesc Palladium 

Endereço: Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro, Belo Horizonte

Ingressos disponíveis no Sympla. ️

https://bileto.sympla.com.br/event/88776

Reportagem: Éverlan Stutz

Fotos/Créditos:

Moisés Pescador pede benção à Dona Jandira

Moisés Pescador e Dona Jandira celebram a música

Fotos: Marcela Dutra

Fotos/Créditos:

A curadora Juliana Nogueira e Dona Jandira no Memorial da Vale

A secretária de cultura de BH Eliane Parreiras e Dona Jandira  

Fotos: Júnia Garrido

Escritor Lafaietense é homenageado por Academia Militar no Forte de Copacabana na cidade do Rio de Janeiro

Na noite do último dia 24 de novembro, o escritor lafaietense Renato Lisboa foi agraciado com a prestigiosa Medalha Tributo à Batalha de Montese, em uma cerimônia solene realizada no histórico Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. A honraria foi concedida pela ABRAMMIL (Academia Brasileira de Medalhísticas Militar).   Medalha Tributo à Batalha de Montese é cadastrada no Exército Brasileiro sob o Código C12, registrada na Força Aérea Brasileira com o Código 1010 e formalmente reconhecida pelo Ministério da Cultura com o número 656.520.

A Medalha Tributo à Batalha de Montese tem como objetivo a consideração e homenagear pessoas e instituições que se destacaram pelos serviços relevantes prestados em benefício dos ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial e em prol da sociedade brasileira. A solenidade, marcada por momentos emocionantes e discursos significativos, consolidou Renato Lisboa como o primeiro Lafaietense a receber essa distinta honraria.

O evento reuniu autoridades, membros da ABRAMMIL, veteranos de guerra, familiares e amigos do escritor, que lotaram o salão principal do Forte de Copacabana para testemunhar esse momento especial. A medalha, símbolo de reconhecimento e gratidão, foi entregue a Renato Lisboa em reconhecimento às suas notáveis ​​contribuições para a preservação da memória dos ex-combatentes e seu comprometimento na promoção de valores que enaltecem a Sociedade Brasileira.

ABRAMMIL

A Academia Brasileira de Medalhística Militar (ABRAMMIL), sede Rio de Janeiro – RJ, foi criada em 1 de março de 2007 e tem como Patrono D. João VI. A Academia possui à Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro é registrada na União Europeia e Cadastrada na Organização das Nações Unidas.

Escritor Lafaietense é homenageado por Academia Militar no Forte de Copacabana na cidade do Rio de Janeiro

Na noite do último dia 24 de novembro, o escritor lafaietense Renato Lisboa foi agraciado com a prestigiosa Medalha Tributo à Batalha de Montese, em uma cerimônia solene realizada no histórico Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. A honraria foi concedida pela ABRAMMIL (Academia Brasileira de Medalhísticas Militar).   Medalha Tributo à Batalha de Montese é cadastrada no Exército Brasileiro sob o Código C12, registrada na Força Aérea Brasileira com o Código 1010 e formalmente reconhecida pelo Ministério da Cultura com o número 656.520.

A Medalha Tributo à Batalha de Montese tem como objetivo a consideração e homenagear pessoas e instituições que se destacaram pelos serviços relevantes prestados em benefício dos ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial e em prol da sociedade brasileira. A solenidade, marcada por momentos emocionantes e discursos significativos, consolidou Renato Lisboa como o primeiro Lafaietense a receber essa distinta honraria.

O evento reuniu autoridades, membros da ABRAMMIL, veteranos de guerra, familiares e amigos do escritor, que lotaram o salão principal do Forte de Copacabana para testemunhar esse momento especial. A medalha, símbolo de reconhecimento e gratidão, foi entregue a Renato Lisboa em reconhecimento às suas notáveis ​​contribuições para a preservação da memória dos ex-combatentes e seu comprometimento na promoção de valores que enaltecem a Sociedade Brasileira.

ABRAMMIL

A Academia Brasileira de Medalhística Militar (ABRAMMIL), sede Rio de Janeiro – RJ, foi criada em 1 de março de 2007 e tem como Patrono D. João VI. A Academia possui à Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro é registrada na União Europeia e Cadastrada na Organização das Nações Unidas.

Em homenagem às 272 vítimas fatais da tragédia-crime da Vale em Brumadinho, bandeira do congado mineiro é entregue a luta dos familiares, no ato de 4 anos 10 meses do rompimento da barragem

Pelas Guardas de Moçambique, grupos afro-religiosos, item cultural foi entregue a luta dos familiares das vítimas da tragédia-crime da Vale

No início da tarde do último sábado, 25/11, dia em que se completou 4 anos e 10 meses da tragédia-crime da Vale em Brumadinho, a luta dos familiares das vítimas ganhou uma forte aliada: uma bandeira, símbolo de proteção, confeccionada pelas Guardas de Moçambique. A entrega foi feita durante o ato por justiça, encontro de Tiago Silva, Maria Bueno e Nathália Araújo, três vítimas ainda não localizadas, memória, direito dos familiares e não repetição do crime, que ceifou 272 vidas. 

Realizado mensalmente, em todos os dias 25, o ato contou com a participação das Guardas de Moçambique, grupos afro-religiosos do tradicional congado mineiro, e destacou a importância das lutas.  “Sentimos na alma e na pele o que a falta de amor ao próximo e a falta de empatia podem fazer. Sangramos no coração com a crueldade e a soberba daqueles que podiam ter salvo vidas, mas simplesmente deixaram morrer 272 pessoas. Estamos em todos os lugares onde há opressão, injustiça, preconceito e desrespeito. A AVABRUM luta também por garantias de direitos, que remete a ter vida com dignidade”, disse a diretora da associação, Kenya Lamounier, que perdeu o marido, Adriano Lamounier, na tragédia-crime da Vale.

Na solenidade, além dos batuques e cantos com as Guardas de Moçambique, houve momentos de fé. Além disso, foi feita a chamada dos nomes das 272 vítimas da tragédia, e às 12h28, horário que a barragem rompeu no dia 25 de janeiro de 2019, os familiares deram as mãos e fizeram um minuto de silêncio. Ao som dos tambores, foi realizada a soltura de 272 balões – 269 brancos, representando as vítimas encontradas, e 3 pretos, simbolizando os não localizados. 

Perto do encerramento do ato, Kenya Lamounier clamou por justiça, e pediu à Vale respeito e dignidade. 

“Por favor, respeite os nossos, seja íntegra, assuma suas responsabilidades enquanto empresa, reconheça seu papel nesse crime, deixe que a justiça caminhe, não busque fazer dessas mortes um mero acidente da natureza. Todos nós sabemos que não foi acidente Vale assassina. Antes de falar em reparação, deveria começar por reconhecer sua culpa, mostrar a sua cara, deixar os culpados assumir os erros e, como qualquer mortal, cumprir a penalidade prevista pelas escolhas que fizeram. Isso chama hombridade, caráter. Estamos fartos de tanta desconsideração, de falta de dignidade de uma empresa que prega a vida em primeiro lugar”, disse. 

Entrega da Bandeira 

Confeccionada no dia 19 de novembro pelas Guardas de Moçambique juntamente com representantes dos familiares, a bandeira do tradicional congado mineiro foi entregue oficialmente aos familiares, no final da cerimônia, como símbolo de proteção à luta da associação e uma homenagem às 272 joias, como as vítimas fatais do rompimento são chamadas pelos familiares. São 272 estrelas de fuxico, sendo que 269 foram colocadas em torno da bandeira e 3 grandes estrelas vermelhas foram postas em destaque para representar os não localizados.  

Integrante da Guarda de Moçambique, Aldo César falou da importância do item cultural. “Dentro da tradição do congado, as bandeiras têm a função de abrir os caminhos, identificar os grupos, dar essa sensação de pertencimento. Além disso, ela carrega nossa ancestralidade”, afirmou. 

Aldo também destacou o sentimento das Guardas em participar da ação. “Para nós, é muito importante ser parte desse ato. Nós também fomos afetados diretamente por esta tragédia. Somos uma família que, há muitos e muitos anos, vem fazendo movimento cultural e de tradição. E parte dessas joias que se foram, algum dia, já esteve presente conosco”, disse.

Em homenagem às 272 vítimas fatais da tragédia-crime da Vale em Brumadinho, bandeira do congado mineiro é entregue a luta dos familiares, no ato de 4 anos 10 meses do rompimento da barragem

Pelas Guardas de Moçambique, grupos afro-religiosos, item cultural foi entregue a luta dos familiares das vítimas da tragédia-crime da Vale

No início da tarde do último sábado, 25/11, dia em que se completou 4 anos e 10 meses da tragédia-crime da Vale em Brumadinho, a luta dos familiares das vítimas ganhou uma forte aliada: uma bandeira, símbolo de proteção, confeccionada pelas Guardas de Moçambique. A entrega foi feita durante o ato por justiça, encontro de Tiago Silva, Maria Bueno e Nathália Araújo, três vítimas ainda não localizadas, memória, direito dos familiares e não repetição do crime, que ceifou 272 vidas. 

Realizado mensalmente, em todos os dias 25, o ato contou com a participação das Guardas de Moçambique, grupos afro-religiosos do tradicional congado mineiro, e destacou a importância das lutas.  “Sentimos na alma e na pele o que a falta de amor ao próximo e a falta de empatia podem fazer. Sangramos no coração com a crueldade e a soberba daqueles que podiam ter salvo vidas, mas simplesmente deixaram morrer 272 pessoas. Estamos em todos os lugares onde há opressão, injustiça, preconceito e desrespeito. A AVABRUM luta também por garantias de direitos, que remete a ter vida com dignidade”, disse a diretora da associação, Kenya Lamounier, que perdeu o marido, Adriano Lamounier, na tragédia-crime da Vale.

Na solenidade, além dos batuques e cantos com as Guardas de Moçambique, houve momentos de fé. Além disso, foi feita a chamada dos nomes das 272 vítimas da tragédia, e às 12h28, horário que a barragem rompeu no dia 25 de janeiro de 2019, os familiares deram as mãos e fizeram um minuto de silêncio. Ao som dos tambores, foi realizada a soltura de 272 balões – 269 brancos, representando as vítimas encontradas, e 3 pretos, simbolizando os não localizados. 

Perto do encerramento do ato, Kenya Lamounier clamou por justiça, e pediu à Vale respeito e dignidade. 

“Por favor, respeite os nossos, seja íntegra, assuma suas responsabilidades enquanto empresa, reconheça seu papel nesse crime, deixe que a justiça caminhe, não busque fazer dessas mortes um mero acidente da natureza. Todos nós sabemos que não foi acidente Vale assassina. Antes de falar em reparação, deveria começar por reconhecer sua culpa, mostrar a sua cara, deixar os culpados assumir os erros e, como qualquer mortal, cumprir a penalidade prevista pelas escolhas que fizeram. Isso chama hombridade, caráter. Estamos fartos de tanta desconsideração, de falta de dignidade de uma empresa que prega a vida em primeiro lugar”, disse. 

Entrega da Bandeira 

Confeccionada no dia 19 de novembro pelas Guardas de Moçambique juntamente com representantes dos familiares, a bandeira do tradicional congado mineiro foi entregue oficialmente aos familiares, no final da cerimônia, como símbolo de proteção à luta da associação e uma homenagem às 272 joias, como as vítimas fatais do rompimento são chamadas pelos familiares. São 272 estrelas de fuxico, sendo que 269 foram colocadas em torno da bandeira e 3 grandes estrelas vermelhas foram postas em destaque para representar os não localizados.  

Integrante da Guarda de Moçambique, Aldo César falou da importância do item cultural. “Dentro da tradição do congado, as bandeiras têm a função de abrir os caminhos, identificar os grupos, dar essa sensação de pertencimento. Além disso, ela carrega nossa ancestralidade”, afirmou. 

Aldo também destacou o sentimento das Guardas em participar da ação. “Para nós, é muito importante ser parte desse ato. Nós também fomos afetados diretamente por esta tragédia. Somos uma família que, há muitos e muitos anos, vem fazendo movimento cultural e de tradição. E parte dessas joias que se foram, algum dia, já esteve presente conosco”, disse.

Drummond vai ser homenageado em aulão de redação

Nesta terça-feira (31), às 19h, no campus de Ouro Preto do IFMG, o professor e jornalista Éverlan Stutz ministra o Aulão Solidário de Redação para o Enem. 

A data foi escolhida por ser o dia de nascimento de Drummond, que coincide e normalmente é lembrada apenas como dia do “Halloween” ou Dia das Bruxas, comenta Éverlan. “É necessário relembrar que temos o aniversário de nascimento do maior poeta brasileiro para celebrar também”, argumenta o professor, que é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Turismo e Patrimônio da UFOP.

 Drummond é o poeta mais citado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com destaque para questões sobre sociopolítica, conflitos existenciais, liberdade formal e ironia diante dos acontecimentos da vida, temas marcantes na literatura do autor.

No evento haverá declamação e análise de poemas e será distribuído material de estudo para os participantes.

As inscrições devem ser feitas pelo e-mail: everlanpoesia@gmail.com

AULÃO SOLIDÁRIO DE REDAÇÃO PARA O ENEM: Para participar, é necessário doar um litro de leite, integral ou desnatado. As doações vão ser destinadas para o Lar São Vicente de Paulo, que abriga 54 idosos. O projeto foi premiado pelo Governo de Minas Gerais. 

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