Estrada que liga Engenheiro Corrêa, distrito de Ouro Preto, à Itabirito será pavimentada com recursos da Vale

Acordo com a Prefeitura de Ouro Preto atende à solicitação da comunidade por mais segurança na via

A Vale e a Prefeitura de Ouro Preto assinaram, nesta sexta-feira (23/2), termo de doação para pavimentação de trecho da estrada MG-030, que liga o distrito de Engenheiro Corrêa, em Ouro Preto, ao distrito de São Gonçalo do Bação, em Itabirito. A pavimentação atende à solicitação da comunidade e contribui para melhorar a qualidade de vida e a segurança dos moradores durante o deslocamento na via.

A Vale fará a doação voluntária de R$ 9 milhões para asfaltamento da estrada de Engenheiro Corrêa de cerca de cinco quilômetros na MG-030. As obras serão executadas pela Prefeitura de Ouro Preto e os recursos serão liberados pela empresa em parcelas, conforme o cumprimento das atividades previstas no cronograma de obras apresentado pelo poder público municipal.

Cerimônia de assinatura do acordo para pavimentação de trecho da estrada MG-030 em Engenheiro Corrêa, distrito de Ouro Preto

“É uma satisfação muito grande participar dessa ação que irá apoiar no desenvolvimento da comunidade, viabilizando um acesso mais seguro e rápido entre os distritos de Ouro Preto e Itabirito. Queremos ser um bom vizinho e apoiar iniciativas que transformem o amanhã de todos”, destacou Rodrigo Campos, diretor do Programa de Descaracterização da Vale. O distrito de Engenheiro Corrêa está situado a 38 km de Ouro Preto e o distrito de São Gonçalo do Bação está localizado a 16 km da cidade de Itabirito.

Durante a assinatura do acordo, também foi entregue a obra de pintura da Igreja de Nossa Senhora da Conceição do distrito de Engenheiro Corrêa, com recursos da Vale.

Capital Inicial vem a Ouro Preto em junho de 2024

Através do Instagram, a banda Capital Inicial confirmou apresentação em Ouro Preto, no dia 01/06. Assim, as expectativas para o show estão nas alturas, especialmente pelos fãs que querem ouvir o álbum “Capital Inicial 4.0” ao vivo.

“Contagem regressiva para começarmos o ano no 4.0. Vocês pediram, a gente ouviu e mais cidades vão se despedir da turnê Capital Inicial 4.0”, divulgou a banda no post referente às datas da turnê.

Capital Inicial é uma banda brasileira de rock formada em 1982 na cidade de Brasília, por Dinho Ouro Preto, Fê Lemos, Flávio Lemos e Yves Passarell. Além disso, também é composta por Nei Medeiros e Fabiano Carelli, músicos de apoio.

A banda lançou o projeto “Capital Inicial 4.0” como uma comemoração de sua história e participação no rock brasileiro. Nesse sentido, o principal foco da turnê é no futuro e na conexão com o público, que reúne diferentes gerações.

A direção musical é de Dudu Marote, produção executiva de Fernando Tidi, direção geral de Luiz Oscar Niemeyer e direção executiva de Luiz Guilherme Niemeyer. A direção de arte é assinada por Batman Zavareze, projeto de iluminação por Cesio Lima e direção de fotografia por Márcio Zavareze. Os arranjos são da própria banda com Dudu Marote.

Por fim, em breve, os ingressos da turnê estarão disponíveis em: https://linktr.ee/capitalinicial

FONTE JORNAL GALILÉ

Folia histórica: Justiça libera Praça Tiradentes para carnaval em Ouro Preto

Em uma decisão proferida hoje (08), a justiça concedeu a liberação para o uso da Praça Tiradentes em Ouro Preto para eventos e shows durante o carnaval. A menos de um dia do aguardado início da folia, essa é uma notícia aguardada com ansiedade pelos moradores e turistas que querem acompanhar a festa na cidade histórica.

O juiz decidiu autorizar a realização do Carnaval 2024 na Praça Tiradentes, em Ouro Preto, com base na documentação relevante do Município, parecer técnico favorável do IPHAN, aprovação do Corpo de Bombeiros e compromisso municipal com a segurança do evento. A decisão está condicionada ao cumprimento das determinações especificadas pelo MPF.

O impasse em torno desse tema se arrastava desde setembro de 2023, quando uma liminar resultou no cancelamento da gravação do DVD do cantor Dilsinho, que estava programada para acontecer na praça. Desde então, a comunidade aguardava uma resolução para que a tradicional Praça Tiradentes pudesse ser palco de eventos culturais e festivos.

A Praça Tiradentes durante um evento. Foto: Ane Souz

Após apresentar documentos que comprovam as medidas de segurança adotadas pela Prefeitura de Ouro Preto, a Justiça acatou os argumentos, possibilitando oficialmente o uso da praça durante o Carnaval. A festa, que ocorrerá de 08 (quinta-feira) até 13 (terça-feira), poderá contar com shows, apresentações culturais e diversas atividades na Praça Tiradentes.

A decisão da Justiça é recebida com entusiasmo pelos organizadores de eventos e pela população, que agora poderão desfrutar de um dos principais pontos de encontro da cidade durante as festividades carnavalescas. A expectativa é de que a Praça Tiradentes se torne novamente o epicentro das celebrações, promovendo a cultura e a alegria que caracterizam essa época do ano em Ouro Preto.

FONTE JORNAL GALILÉ

Justiça mantém proibição de eventos na Praça Tiradentes, em Ouro Preto; prefeitura tinha anunciado carnaval no local

Juíza federal manteve liminar que proíbe realização de eventos de médio e grande porte no local.

A Justiça manteve a liminar que proíbe a Prefeitura de Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, de realizar eventos de médio e grande porte na Praça Tiradentes, sob pena de multa de R$ 1 milhão em caso de descumprimento. O município já tinha anunciado festas de carnaval no espaço.

A decisão atende a um pedido do Ministério Público Federal (MPF). Em setembro do ano passado, o órgão tinha obtido uma decisão judicial favorável ao recomendar o cancelamento do show de Dilsinho na praça.

Na época, além de suspender a apresentação do cantor, a Justiça proibiu a prefeitura de realizar eventos de médio e grande porte no local, até que a efetiva viabilidade fosse verificada em juízo.

O município de Ouro Preto recorreu à Justiça para que a Praça Tiradentes pudesse ser palco de eventos do Carnaval 2024, desde que mediante autorização dos órgãos competentes. No entanto, a juíza federal Ana Carolina Campos Aguiar negou o pedido.

“Não foram apresentados a esse Juízo ou às demais entidades de fiscalização patrimonial qualquer planejamento para gerenciamento dos riscos de dano ao patrimônio histórico. […] O que se percebe é que o Município pretende alcançar os bônus das realizações desses eventos na cidade de Ouro Preto, não se incumbindo, de forma adequada, de elaborar um plano de gerenciamento de riscos para eles, incrementando os riscos destruição e desnaturação”, diz um trecho da decisão.

Para o MPF, a proibição de eventos na praça é necessária para evitar danos ao patrimônio histórico e garantir a segurança da população – a cidade histórica de Ouro Preto foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1938 e declarada patrimônio mundial em 1980.

Segundo o Ministério Público, há risco de incêndios com alto poder destrutivo no local, considerando as edificações antigas, construídas com materiais inflamáveis e fiações elétricas precárias, além da falta de estrutura de prevenção e combate ao fogo.

A Justiça Federal agendou para a próxima segunda-feira (5) uma audiência de conciliação para debater o assunto.

g1 pediu um posicionamento para a Prefeitura de Ouro Preto e aguarda retorno.

FONTE G1

Dois restaurantes de Ouro Preto estão entre os 20 melhores de Minas, segundo o TasteAtlas

A comida mineira é extremamente conhecida por sua diversidade e riqueza de sabores. Por isso, o TasteAtlas, guia on-line de viagens experimentais gastronômicas, reuniu os 20 melhores restaurantes de Minas Gerais. Na lista, há dois restaurantes de Ouro Preto: Bené da Flauta e Casa do Ouvidor.

A avaliação do portal é baseada nas notas atribuídas pelos usuários em relação a cada estabelecimento. Assim como restaurantes de Ouro Preto, há comércios de diversas cidades, é o caso de Belo Horizonte, Tiradentes e Contagem, que também abrigam estabelecimentos mais bem avaliados.

Foto: Reprodução | Bené da Flauta
Foto: Reprodução | Casa do Ouvidor

Há diferentes tipos de empresa no Top 20, como estabelecimentos que produzem quitutes ou refeições completas. Portanto, tem comida para todos os gostos. Confira a seguir a lista.

Lista de melhores restaurantes de MG

  • Nonô – O rei do caldo de mocotó (Belo Horizonte);
  • A Pão de Queijaria (Belo Horizonte);
  • Chico Doceiro (Tiradentes);
  • Churrascaria Tropeiro (Uberlândia);
  • Tropeiro do Zezé (Contagem);
  • Boca de Forno (Belo Horizonte);
  • Villa Amarela (Monte Verde);
  • Virada’s do Largo (Tiradentes);
  • Bené da Flauta (Ouro Preto);
  • Casa do Ouvidor (Ouro Preto);
  • Restaurante Bar do Celso (Tiradentes);
  • Baby Beef – Cristiano Machado (Belo Horizonte);
  • Baiana do Acarajé (Belo Horizonte);
  • Restaurante da Drika (Monte Verde);
  • O Alquimista (São Tomé das Letras);
  • Restaurante Tropeiro (Capitólio);
  • Aguinaldo das Pamonhas (Patos de Minas);
  • X-Tudo Lanches – Unidade Savassi (Belo Horizonte);
  • O Caipira (Monte Verde);
  • Barraca Vermelha (Piranguinho).

Por fim, é importante lembrar que a lista não possui ordem de importância dos restaurantes.

FONTE JORNAL GALILÉ

De Ouro Preto a Vitória: Rota Imperial será sinalizada a partir de fevereiro

Percurso alternativo para escoamento do ouro durante o Segundo Império será demarcado no trecho mineiro; Circuito Montanhas e Fé também prepara o lançamento de um documentário

Criada como alternativa portuária à Estrada Real, a Rota Imperial São Pedro D’Alcântara ligava Ouro Preto (MG) a Vitória (ES). Os caminhos abertos pela Coroa Portuguesa em meados do século XVII completarão 208 anos de modo distinto nos dois Estados. Em terras capixabas, ela já foi criada oficialmente e sinalizada pela Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes); em Minas Gerais, o percurso alternativo para o escoamento de ouro de Minas Gerais para a Europa caiu no esquecimento.

Na última sexta-feira (12/1), a rota que liga 14 municípios capixabas e 17 em Minas deu o primeiro passo rumo à concretização do lado mineiro. Um evento simbólico aconteceu na cidade de Ponte Nova, na Zona da Mata, e contou com a presença do secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira. Na ocasião, o gestor do turismo descerrou a placa de lançamento da sinalização da nova rota, que alguns historiadores consideram erroneamente como um braço da Estrada Real.

Modelo da sinalização que vai ser instalada em todo percurso mineiro

“O primeiro passo é a sinalização turística, que está sendo toda custeada pelo Circuito Turístico Montanhas e Fé. Sete municípios que fazem parte do nosso circuito e suas zonas rurais receberão cerca de 400 placas de sinalização a partir do final de fevereiro, ao custo de aproximadamente R$ 100 mil, mapeando simbolicamente a região. O segundo passo será o lançamento do documentário ‘Pelos Caminhos da Rota Imperial’ em maio com a particação do ciclista Edu Cara de Barro”, conta Marcos Cardoso Jr, presidente do circuito.

Há sete anos, Cardoso Jr descobriu um documento antigo no arquivo da Secretaria de Cultura, Meio Ambiente e Turismo de Jequeri que citava a rota e, com o turismólogo Marcílio Medeiros, aprofundou nas pesquisas. Coube a Medeiros, consultor de patrimônio cultural, construir toda a parte técnica do projeto. Em maio de 2021, eles iniciaram a primeira expedição de carro pela rota, num trajeto de 574 km, durante três dias, saindo de Ouro Preto com destino a Vitória, onde está o marco zero, no Palácio Anchieta.

A rota passa por estradas rurais, a maioria delas sem asfalto, na foto, ... durante a expedição

No ano passado, um projeto de lei de autoria do deputado estadual Adriano Alvarenga (PP) foi enviado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais reconhecendo a Rota Imperial como bem de importância turística e cultural do Estado. Para o secretário Leônidas Oliveira, é muito relevante a iniciativa para conhecer Minas cada vez mais e de forma profunda. “Preservar a história, cuidar da nossa cultura e do nosso turismo como geradores de emprego e renda significa um sinal forte para o desenvolvimento sustentável”, destacou.

Para além da importância histórica, a nova rota servirá para estimular o desenvolvimento econômico nos municípios que atravessa. Diferente da Estrada Real, que se tornou um projeto de marketing turístico e hoje funciona de forma autônoma, trilhada por cicloturistas e adeptos do turismo de aventura, a Rota Imperial se baseia, segundo o gestor do Circuito Montanhas e Fé, na fidelidade histórica. Todo o projeto foi desenvolvido em parceria com o Sebrae, que trabalhou a oferta e o inventário turístico.

Pelo trajeto há antigas estações de trem da desativada estrada de ferro Leopoldina, como a de Acaiaca

O percurso é ideal para ser percorrido em veículo 4×4, bike, moto ou a cavalo. Às cachoeiras e paisagens intocadas, somam-se cidades e vivendas com produtos típicos como doces, queijos e cafés, antigas estações de trem e os trilhos da estrada de ferro Leopoldina já desativada, que ligava Minas Gerais à cidade capixaba de Cachoeiro do Itapemirim. Há, ainda, segundo Marcos Cardoso Jr., uma imersão na história. O trajeto ainda permitiu no passado que os imigrantes ocupassem as terras férteis e erguessem vilas.

Em Minas, além de Ponte Nova, a Rota Imperial passa pelos municípios de Abre Campo, Acaiaca, Alto Caparaó, Alto Jequitibá, Barra Longa, Jequeri, Luisburgo, Manhumirim, Mariana, Martins Soares, Matipó, Oratórios, Ouro Preto, Pedra Bonita, Santa Margarida e São João do Manhuaçu. No Espírito Santos, atravessa Domingos Martins, Cariacica, Castelo, Conceição do Castelo, Ibatiba, Ibitirama, Irupi, Iúna, Muniz Freire, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Venda Nova do Imigrante, Viana e Vitória.

Em 2020, a escola de samba Imperatriz do Forte, do Carnaval de Vitória, se inspirou no percurso inaugurado em 1816 para desenvolver o samba-enredo “Das Terras de Vila Rica à Vila Nova do Espírito Santo: Imperatriz engalanada apresenta a Rota Imperial de São Pedro D’Alcântara. No mesmo ano,14 tropeiros a cavalo percorreram o percurso em 20 dias para comemorar os 200 anos da rota, a estrada por onde passou no passado o imperador Dom Pedro II.

FONTE O TEMPO

Pavimentação da MG-030: Prefeituras de Itabirito e de Ouro Preto se reúnem

Na última segunda-feira (15), a Prefeitura de Itabirito se reuniu com representantes da Prefeitura de Ouro Preto. As obras de pavimentação do trecho da MG-030, situado em Itabirito, estão em fase final. Assim, a reunião teve como propósito debater as intervenções para pavimentação do trecho da rodovia no território de Ouro Preto.

“A MG-030 é uma via essencial para a geração de emprego e renda em toda a região. A pavimentação de toda a Rodovia abrirá diversas alternativas, tanto no segmento turístico quanto de logística. As intervenções no trecho de Itabirito, em fase final, representam a realização de um sonho e o início de uma nova história” destaca o prefeito Orlando Caldeira. 

Obras no trecho de Itabirito

Segundo a Prefeitura de Itabirito, graças à municipalização do trecho, fruto de convênio com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG), os mais de quatro quilômetros localizados em Itabirito estão recebendo intervenções desde o ano passado – até a ponte da Japonesa, limite com o município de Ouro Preto. 

Além do trecho itabiritense, a Rodovia MG-030 tem mais 31,2 quilômetros atualmente não pavimentados, sendo 29 quilômetros situados em Ouro Preto e outros 2,2 quilômetros no município de Ouro Branco.

FONTE JORNAL GALILÉ

Cidade histórica de Minas Gerais abriga o maior carnaval universitário do Brasil

Descubra o esplendor do maior Carnaval universitário do Brasil na histórica cidade de Ouro Preto, Minas Gerais

Ouro Preto, cidade histórica localizada no estado de Minas Gerais, é palco do que é considerado o maior Carnaval do interior do Brasil. Este evento anual atrai milhares de turistas de diversos cantos do país e do mundo, que se encantam não apenas pela festa, mas também pelo rico contexto histórico e cultural que a cidade oferece.

A cidade de Ouro Preto

Fundada no final do século XVII, Ouro Preto foi o epicentro da corrida do ouro no Brasil colonial. A cidade, que já foi a capital de Minas Gerais, possui um conjunto arquitetônico barroco bem preservado, sendo declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO. Suas ladeiras de pedra, igrejas ornamentadas e casarões coloniais transportam o visitante para uma outra época, criando um pano de fundo único para a celebração do Carnaval.

O Carnaval de Ouro Preto, reconhecido como o maior carnaval universitário do Brasil, é uma celebração vibrante que mistura tradição e modernidade. A cidade histórica, famosa por suas igrejas e casarões, transforma-se em um epicentro de alegria e festividades durante este período.

Blocos Carnavalescos e Atrações

Um dos destaques do Carnaval de Ouro Preto é o Bloco Zé Pereira dos Lacaios, o mais antigo do Brasil, fundado em 1867. Este bloco, junto com outros como o Bloco Candonguêro e o Bloco da Liga Pra Rádio, animam as ruas com seus catitões, bonecos gigantes que são uma marca registrada do Carnaval local​​.

Carnaval Universitário

As mais de 300 repúblicas estudantis da cidade se envolvem ativamente no Carnaval, organizando festas temáticas e blocos carnavalescos. Essas festas são conhecidas por sua estrutura profissional e incluem eventos open bar. Os principais blocos universitários, como o Bloco do Caixão, Bloco Cabrobró, Bloco da Praia e Bloco Chapado, oferecem experiências únicas com música ao vivo e diversas atrações​​​​.

Programação e Atrações Musicais

Para o Carnaval 2024, estão confirmadas atrações como Dennis Dj, Mc Livinho, Pedro Sampaio e Turma do Pagode, garantindo um mix de ritmos e estilos musicais para os foliões​​. Além dos blocos universitários, o Carnaval de rua de Ouro Preto também é um atrativo, com blocos caricatos e alegorias que enchem as históricas ladeiras da cidade de música e cor​​.

Hospedagem e Pacotes

Os pacotes para o Carnaval Universitário geralmente incluem hospedagem, alimentação, festas temáticas e blocos open bar. As opções de pacotes variam, atendendo a diferentes preferências e orçamentos​​.

Em suma, o Carnaval de Ouro Preto é uma experiência multifacetada que combina o charme histórico com a energia jovial e criativa do Carnaval universitário, oferecendo uma variedade de eventos e atividades para todos os tipos de foliões.

Curiosidades e cultura

O Carnaval de Ouro Preto também é famoso por suas peculiaridades. Uma delas é a tradição dos bonecões, grandes figuras que desfilam pelas ruas, acompanhando os blocos. Outro aspecto cultural importante é a gastronomia local. Durante o Carnaval, as ruas se enchem de vendedores oferecendo quitutes mineiros, como pão de queijo, feijão tropeiro e a tradicional cachaça mineira.

Impacto econômico e turístico

Economicamente, o Carnaval é um período vital para Ouro Preto. O evento gera empregos temporários e impulsiona setores como hospedagem, alimentação e comércio local. Turisticamente, a festa atrai um público diverso, interessado não só pela celebração, mas também pela riqueza histórica e cultural da cidade.

O Carnaval de Ouro Preto é uma experiência única, que oferece aos seus visitantes uma imersão cultural profunda, misturando a alegria do Carnaval com a riqueza histórica e a tradição mineira. É uma festa que reflete a identidade brasileira em sua forma mais pura e festiva, uma celebração imperdível para os amantes do Carnaval e da cultura brasileira.

FONTE CURTA MAIS

Ouro Preto: patrimônio cercado pelo medo

Chuvas elevam a tensão em Ouro Preto, cidade com mais áreas de risco geológico no país. Pontos críticos ainda esperam obras para evitar repetição de deslizamentos

Moradores de Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais, se assustam a cada nuvem escura no céu. Todos os anos, durante o período chuvoso, o drama de deslizamentos de encostas se repete na cidade, classificada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB) como o município com maior número de áreas de risco geológico do país.

São 313, sendo que pelo menos 97% delas estão no patamar de risco geológico alto e 2,8%, muito alto. Um ano depois de noticiar a chegada do município ao topo do ranking do SGB, a reportagem do Estado de Minas voltou à cidade histórica para ver o que mudou de lá para cá.

Considerado um trecho crítico durante os períodos chuvosos em Ouro Preto, o Morro da Forca, local conhecido pelo deslizamento de terra que há dois anos soterrou a primeira construção neocolonial da cidade – o Casarão Baeta Neves–, no Centro Histórico, segue sem solução à vista. A administração municipal afirma ter feito uma obra “mínima” para reduzir os riscos e aguarda a liberação de R$ 36 milhões para drenagem e contenção do relevo pelo “PAC das Encostas”, programa do governo federal. O recurso, concedido ao Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), começou a ser negociado em 2012, mas está parado desde então.

Até lá, moradores e funcionários de estabelecimentos nas proximidades da encosta vivem sob o medo e tensão constante pela possibilidade de novos deslizamentos. Mostrando a casa atingida, Bárbara Maria de Souza, de 68 anos, se emociona. “Foi um susto. Minha cozinha foi destruída. Medo? Temos muito, mas o que a gente pode fazer?”, declara. Quatro gerações da família já moraram no terreno, a menos de 200 metros da Estação Ferroviária de Ouro Preto. Hoje, ela, a irmã, os filhos, netos e bisnetos vivem em duas casas no local.

Com um filho autista e epilético, a irmã de Bárbara, Eliane, de 64, acumula, com a chegada do período chuvoso, mais uma preocupação diária, que, inclusive, tira seu sono à noite. Desesperançosa, ela diz que a cidade é ‘feita’ para turistas. “Eu não sou geóloga, mas eu observo. Eu vejo cada dia descendo mais um pouco, é só observar as árvores”, disse apontando para o Morro da Forca. O desabamento da encosta traz um risco adicional para as famílias que moram ali: a inundação do Rio Funil, que corre à vista da janela de Bárbara.

Mesmo assim, as irmãs voltaram para a casa sem o parecer da Defesa Civil, que não retornou à residência depois do deslizamento em 2022. “Ficamos na casa de um amigo em Saramenha. Mas não tinha como ficar muito tempo na casa dos outros. Tenho meu filho, ele é especial. Todas as nossas coisas, nossa vida, está aqui”, diz Eliane.

Depois de anos assistindo de camarote à novela de deslizamentos no Morro da Forca, que, segundo Eliane, tem picos mais intensos a cada 10 anos, a família se sente desamparada. “Caiu em cima de um supermercado uma vez, 10 anos depois cai de novo, passados 10 anos, de novo. E por aí vai até hoje. É sempre um medo, uma incerteza. Estamos abandonados. Aqui é só para turista ver”, critica.

Apesar do risco, a família não pretende se mudar e a menção dessa possibilidade chega a arrancar lágrimas de Bárbara. “Meu pai trabalhou tantos anos para dar esta casa para nós. Toda nossa história está aqui”, diz, emocionada.

“É sempre um medo, uma incerteza”, diz Eliane de Souza (D), moradora de Ouro Preto, que vive com a irmã Bárbara e netos no entorno do Morro da Forca
Fotos: Leandro Couri/EM/D.A Press

Quem vive em áreas de risco já conhece os perigos, aprende a “vigiar” o tempo e reúne todas as forças para lutar. Caminhando pelo Bairro Taquaral, área devastada pelas chuvas de 2022/2023, a reportagem viu ares de cidade-fantasma. Após deslizamento de uma encosta, alguns moradores tiveram que abandonar suas casas, deixando para trás até mesmo pertences pessoais, como um quadro da Nossa Senhora das Graças, flagrado pela reportagem ainda pendurado na parede de um dos imóveis.

A característica do solo na região é um agravante. A área tem o que especialistas chamam de movimento de rastejo ou de massa, que, potencializado pela ação da chuva, contribui para a instabilidade da encosta. Antônio Carlos, de 36, está entre os moradores que saíram às pressas de sua casa na época. Depois de quase dois anos morando na residência da sogra e sem perspectiva de uma solução definitiva para o problema, ele pensa em voltar para o imóvel, que hoje está cheio de rachaduras.

“Se até maio não tiver nada, a nossa intenção é reformar e voltar. Com medo, sim, mas não tem como ficar morando de favor”, afirma. Nascido e criado na casa, o apego emocional também é mais forte. “Ter que sair é difícil demais. Se ao menos tivesse uma resposta se vamos ter indenização ou aluguel social, mas não houve nenhum retorno”, disse à reportagem do Estado de Minas.

A funcionária pública, Mônica Dias, de 42, ficou um tempo na casa de parentes em Mariana, porém acabou retornando. “Não consegui manter isso por muito tempo, porque trabalho aqui, meus filhos estudam aqui e tínhamos que fazer esse trajeto todos os dias. Era muito gasto. Até então, o suporte que tenho é o que eu mesma me dou. Não tem ninguém que olhe por nós”, disse.

A ela foi oferecido o aluguel social, pago pela prefeitura, o que, no entanto, não resolveu o problema. “Olha a estrutura da minha casa. Como eu vou arrumar uma casa de R$ 700 em Ouro Preto? O mínimo que eu estava olhando era R$ 1.600. Rodei a cidade inteira e não existe imóvel nesse valor. Tenho a minha mãe que mora comigo também, é uma idosa”, aponta.

VISTA DE OURO PRETO
Construção da cidade em área montanhosa desafia a prevenção de deslizamentosLeandro Couri/EM/D.A Press

Herança perigosa em Ouro Preto

Quem se aventura por Ouro Preto já conhece o sobe e desce de ladeiras. Essa característica montanhosa coloca o município em um cenário geológico complexo, que culminou na classificação da cidade como a de maior número de áreas de risco do país, conforme levantamento do Serviço Geológico do Brasil (SGB). Localizada em uma região marcada por relevo montanhoso e solos sensíveis ao deslizamento de terra, o município soma essa peculiaridade geológica a construções frágeis em um relevo de morros, fatores que contribuem para que tragédias se tornem recorrentes.

A peculiaridade geológica da região traz desafios intrínsecos para garantir a segurança dos moradores e a proteção do patrimônio da cidade, que já foi capital de Minas Gerais, quando ainda era chamada de Vila Rica. “Ouro Preto foi construída em uma região de encostas muito acidentadas. Hoje, um projetista não construiria uma cidade em um local como esse. Aqui só foi construído em função das minas de ouro descobertas na serra”, explica o engenheiro de minas e professor da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) Hernani Mota de Lima.

Na cidade histórica, a população ocupa os espaços entre as montanhas e o Parque do Itacolomi desde o Ciclo do Ouro. Muitas construções são irregulares, erguidas nas encostas. Somadas à falta de políticas públicas de moradia e urbanização, essas áreas colocam em risco também o patrimônio histórico e cultural do município.

“O crescimento urbano foi empurrado para áreas de instabilidade. Em locais que eles escolheram como mais seguros ou menos inseguros. Infelizmente, é a população de baixa renda que está mais suscetível, mas isso é um caso de todo o Brasil”, destaca o professor.

A herança histórica da mineração também potencializa o risco e torna o município mais suscetível a escorregamentos de terra. “Ao longo de mais de 100 anos, a serra foi toda revirada, foram construídas inúmeras minas subterrâneas. Depois que acabou o Ciclo do Ouro, a região começou a ser ocupada por moradias em uma encosta que já tinha tendência ao escorregamento por causa da sua formação geológica”, explica o engenheiro civil Eduardo Evangelista Ferreira, morador do Bairro São Cristóvão, que se especializou em geologia para entender as demandas de sua cidade.

Não é raro as fortes chuvas provocarem desmoronamento de casas, e os moradores acabarem descobrindo que o imóvel estava em cima de mina de ouro. Até hoje, no entanto, o município não mapeou esses pontos de minas subterrâneas, herança do período colonial. “São aberturas pequenas, mas, por outro lado, são muito próximas à superfície. Na maioria dos casos, menos de 10 metros. Com isso, o terreno acaba colapsando, o que chega a afetar as estruturas da superfície”, explica Hernani Mota.

Agora, uma iniciativa da Ufop pretende fazer esse trabalho. Só na área do Bairro São Cristóvão, segundo Eduardo, já foram identificadas 43 escavações. A Defesa Civil do município reconhece o risco e diz estar trabalhando junto à universidade para o mapeamento dessas áreas.

O secretário municipal de Defesa Social de Ouro Preto, Juscelino Gonçalves, avalia o risco deste período chuvoso como baixo. “Em relação aos anos anteriores, estamos ‘confortáveis’ no que diz respeito aos estragos que as chuvas provocam”, disse em conversa com a reportagem do Estado de Minas. Isso se deve ao baixo volume de chuvas. “Não estamos nem no alerta laranja”, afirma.

Plano para contenção de riscos

Depois do estudo publicado pelo SGB, que identificou 313 áreas de risco geológico na cidade, Gonçalves diz que a administração municipal aperfeiçoou ponto a ponto as áreas classificadas como de risco, e criou um plano municipal de redução de risco.

A Prefeitura de Ouro Preto especificou 182 pontos de atenção. No Bairro Taquaral, por exemplo, que era considerado uma área “perdida”, a delimitação exigiu a desocupação apenas de 34 casas. “Tivemos uma grande remoção no ano passado, acreditando que o risco alcançava todo o bairro, mas as análises mostraram que só essas estavam sob esse efeito”, diz o secretário. As famílias em áreas de alto risco foram desabrigadas e encaminhadas para o aluguel social ou indenização.

Moradores e especialistas, no entanto, cobram maior efetividade nas ações de prevenção, antes do início do período chuvoso. “Não há investimento em prevenção, só em tapar buraco. Quando chega o período chuvoso fica todo mundo sobrecarregado lá, os colegas da Defesa Civil, mas não há um plano de obras para poder reestruturar a cidade”, afirma Eduardo Evangelista.

OUTRO LADO 

Após a publicação desta reportagem, a Prefeitura de Ouro Preto, por meio de nota, detalhou ações de prevenção aos danos causados pela chuva. Leia na íntegra: 

De 22 de dezembro a 22 de março, ocorre oficialmente o verão, quando mudanças repentinas do tempo são esperadas. Apesar da combinação do calor com a umidade favorecer a ocorrência de tempestades, neste ano, em Ouro Preto, Minas Gerais, o índice de chuvas vem proporcionando uma tranquilidade histórica aos moradores, que já estão empolgados e empenhados nos preparativos de um grande carnaval.

Em termos comparativos, em janeiro de 2023, a cidade chegou a ser castigada com 190 mm de chuvas em apenas 72 horas. Já neste verão, em todo o mês de dezembro, choveu apenas 126 mm e, até agora, em janeiro, ainda não foi ultrapassada a marca de 200 mm.

Mas, mesmo com as condições climáticas sendo favoráveis, a Prefeitura de Ouro Preto optou por realizar um criterioso acompanhamento das áreas de risco mapeadas em todo o município. Por segurança, preparou, com bastante antecedência, várias ações de cuidados. Em 2023, o prefeito Angelo Oswaldo convocou equipes de diversas secretarias para elaboração e execução de um plano de contingência, um instrumento metodológico de prevenção e ação em situações de emergências.

Felizmente, de acordo com o secretário municipal da Segurança e Trânsito de Ouro Preto, Juscelino Gonçalves, diferente dos anos anteriores, até agora, não houve nenhuma ocorrência grave na cidade, nem registro de nenhuma vítima das chuvas: “Mesmo assim, seguimos atentos no monitoramento e acompanhamento”, garante o secretário.

Ações de prevenção e reparação

Nas vias urbanas, as ações preventivas estão fazendo a diferença em Ouro Preto. É o caso da Avenida Lima Júnior, popularmente chamada de “Curva do Vento”, que ficou comprometida e interditada no verão passado mas, em 2023, recebeu uma grande obra de contenção e drenagem. A última etapa da obra foi marcada pela construção de um muro de contenção, uma cortina atirantada em concreto armado com 70 metros de extensão e fixada na rocha com 130 tirantes, elementos de alta resistência à tração, integrados à pista como âncoras de sustentação, o que torna o terreno estável e seguro.

Em novembro de 2023, foram finalizadas as obras de drenagem e contenção da Rua Padre Rolim, principal via de acesso ao centro da cidade. A Rua das Violetas e a Rua das Orquídeas, no bairro Santa Cruz, a Rua Santa Marta, no Morro São João, e vários outros logradouros duramente castigados por chuvas passadas, também receberam projetos arrojados de contenção e drenagem e foram totalmente revitalizados.

Para o Morro da Forca, local conhecido pelo deslizamento de terra ocorrido em janeiro de 2022, depois de adotar medidas emergenciais na ocasião, a Prefeitura se empenhou para desenvolver um projeto de drenagem que no ano passado, foi aprovado na Secretaria de Infraestrutura do Estado, um processo que passou pelo DER, pela Caixa Econômica Federal e também pelo Ministério das Cidades.

Já as vias que dão acesso aos distritos, neste ano, todas permanecem operantes graças às intervenções realizadas nas estradas e pontes.

Por fim, com um clima favorável e com todas essas obras e intervenções, foi possível estabelecer um cenário de otimismo que os ouro-pretanos celebraram, em grande estilo, as festas de fim de ano. E, bastante animada, a cidade de Ouro Preto, reconhecida como um dos principais destinos turísticos brasileiros, já se prepara para receber, em fevereiro, visitantes do mundo inteiro, no Carnaval 2024.

FONTE ESTADO DE MINAS

Artista autista expõe obras em exposição na FAOP

“O que pode um corpo?” É com esta provocação que o artista plástico Caio Mateus intitula sua primeira exposição individual que será aberta ao público nesta sexta-feira, dia 19 de janeiro, às 17h, na Galeria de Arte Nello Nuno, na Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP).  A exposição é composta por 8 pinturas e 7 desenhos que foram inspirados em fotografias sobre a formação embrionária inesperada e em anomalias de órgãos humanos. O intuito é provocar a reflexão sobre as possibilidades do corpo nas artes visuais.

Natural de Divinópolis, Caio Mateus foi diagnosticado com autismo aos 26 anos e atualmente mora em Ouro Preto, no bairro Pilar.  “Tinha dificuldade de me expressar com palavras. O desenho é uma forma de comunicação que me deixa à vontade, me faz bem. O processo de fazer arte é constante. Não existe uma resposta. É sempre uma pergunta. Quando questiono o que pode um corpo, também é um corpo autista com minhas limitações. A gente precisa repensar várias questões para incluir o outro na vida”, argumenta Caio.

Para o artista plástico e professor Nilton Bueno, graduado em pintura pela Universidade de São Paulo, a obra de Caio Mateus tem um aspecto pessoal muito forte. “Ele está num caminho incrível porque construiu um repertório próprio. É preciso ter muita coragem para fazer isso. Caio traz elementos das experiências vividas, ele tem ousadia nas escolhas desses temas, das angústias, das inquietações do corpo, da carne, das deformações”, analisa Bueno.

De acordo com o professor de Artes Cênicas da UFOP Éden Peretta, o trabalho de Caio Mateus traz uma perspectiva potente que busca a desconstrução de um corpo que vai além de um padrão de humanidade. “A obra dele não está no entendimento discursivo. O trabalho do Caio nos leva a esse lugar de desestabilização da corporeidade a partir de um plano sensível e estético. Isso tem muita consonância com as pesquisas que realizamos na universidade. Fico muito feliz por ele ter chegado a esse nível de elaboração e maturidade. Estou curioso para ver a exposição”, relata Éden que é coordenador do coletivo Anticorpos.

A contadora de história Zuzu Alves, mãe de Caio Mateus, destaca o traço visceral nas obras do artista. “A arte dele vem das entranhas, é forte, provocativa e traz um traço de sofrimento que é potente e poético”, observa Zuzu que durante a exposição vai se apresentar no Coral dos Desafinados, um projeto musical com perspectiva inclusiva, com sede em Belo Horizonte.

A exposição ficará aberta ao público até o dia 25 de fevereiro. A iniciativa conta com o apoio do Governo de Minas por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo, Fundação de Arte de Ouro Preto, Gerdau e Lei Estadual de Incentivo à Cultura.  

SERVIÇO:

Exposição “O que pode um corpo?”

Local: Galeria de Arte Nello Nuno

Endereço: Rua Getúlio Vargas, 185, Rosário, Ouro Preto

Data: 19 de janeiro de 2024 (sexta-feira)  

Horário: 17h 

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