Urbanicidade – Rios invisiveis

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Reorganizando melhor meu tempo tive como recompensa a volta à leitura de livros, que estava praticamente desativada. No começo do ano li “Quem Comanda A Segurança Pública no Brasil”, pela Editora Letramento, do professor da PUC/MG Robson Savio Reis Souza. No momento estou quase acabando “Sapiens – Uma Breve História da Humanidade”, pela L&PM Editores, do israelense Yuval Noah Harari, um best seller internacional. Adianto-vos que normalmente fujo dos best-sellers´s, principalmente os internacionais. Como não sou crítico literário, não sou competente para analisar essa ou qualquer outra obra, mas adianto que, neste caso faço algumas restrições de como o autor desenvolve seus argumentos. Enfim, já estou quase terminando sua leitura, até porque tenho comigo que devo ler qualquer livro até o fim, assim evito a dúvida de alguma boa parte da leitura que foi perdida.

Duas outras obras entram na fila de espera, “Queda de Gigantes”, da Sextante, um romance em três grossos volumes que conta a história do século XX, de autoria do escritor britânico Ken Follet e “Rios Invisíveis da Metrópole Mineira”, do geógrafo Alessandro Borsagli, um trabalho do Clube dos Autores.

Deixo para comentar “Queda de Gigantes” após a leitura, mas sobre “Rios Invisíveis” antecipo que é um trabalho a respeito da centenária e ininterrupta canalização dos rios e córregos em Belo Horizonte. Com muitas imagens, inclusive com outra edição só com fotos dos serviços feitos na capital mineira ao longo de décadas.

Acredito também que esse estudo serve como uma luva para todas as demais situações de canalizações nos cursos de água urbanos no desenvolvimento de nossas urbes. É sabido e notório que nós não sabemos lidar com a ocupação humana, pagando muitas vezes um alto preço por isso.

Existe um trabalho de (des)conscientização muito grande por parte da mídia quando o assunto envolve meio ambiente, preservação, natureza, florestas e demais termos afins. Muitos até defendem os temas “desde que não atrapalhe o progresso!”.

Essa é a questão. O que devia nos orientar é a vida e sua qualidade. Com certeza o dinheiro, ou a defesa desenfreada pela sua busca, nunca deveria ser a prioridade. Aqueles que só a isso prioriza muitas vezes sentem o gosto amargo do sobe e desce. Do ganha e perde. Mas a grande maioria do populacho, nem este gostinho momentâneo terá.

Não digo que todos devemos imitar São Francisco de Assis quanto ao seu voto de pobreza, mas que viver uma vida simples e sem luxo é bem melhor, ah! isso é.

Por: Paulo Sarmento

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