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Cardápio de praia exibe filé de peixe a R$ 470 e seis pastéis por R$ 150 em Porto de Galinhas, reacendendo denúncia de extorsão e o alerta sobre fiscalização, licenças e riscos sanitários de ambulantes na areia

Imagens de um cardápio de praia atribuído a barracas em Porto de Galinhas exibem filé a R$ 470, prato tropical por R$ 580 e seis pastéis por R$ 150, levantando suspeitas de extorsão e reforçando alertas sobre fiscalização, licenças e segurança alimentar na areia, durante a temporada, segundo o registro.

A redação teve acesso a um vídeo em que um cardápio de praia atribuído a pontos de venda em Porto de Galinhas expõe preços que chamaram atenção: filé com arroz, fritas e salada por R$ 470 e seis unidades de pastel por R$ 150, o que equivale a quase R$ 30 por unidade.

No mesmo material, os apresentadores associam o cardápio de praia a uma prática de pressão sobre turistas que não consomem, classificando os valores como extorsão e defendendo que a fiscalização municipal seja permanente, não apenas quando o tema viraliza. Em 31 de dezembro de 2025, o vídeo também reforça o alerta sobre licenças e risco sanitário no comércio de ambulantes na areia.

O que aparece no cardápio e quais valores foram citados

O registro mostra um cardápio de praia com preços destacados pelos próprios narradores.

Um dos itens é descrito como filé de frango com arroz, fritas e salada por R$ 470; em outro trecho, o mesmo valor é repetido como filé de peixe com o mesmo acompanhamento, sem que o vídeo esclareça se houve troca de item ou apenas erro na fala.

Ainda segundo o vídeo, há um prato tropical citado por R$ 580, com combinação de isca de peixe, camarão e lula.

O pastel aparece em oferta por quantidade: seis unidades por R$ 150.

Os sabores mencionados incluem queijo, napolitano e camarão, com a observação de que cada pastel seria maior do que versões comuns e que o valor individual fica perto de R$ 30.

Como surge a denúncia de extorsão e a tensão com consumidores

O vídeo sustenta que a controvérsia não se limita ao número no cardápio de praia.

A narrativa inclui a ideia de que, quando o turista não compra, alguns ambulantes ficariam nervosos, o que amplifica o constrangimento e reforça a percepção de extorsão.

Há ainda uma menção explícita a seleção de clientes por aparência, com a sugestão de que pessoas percebidas como ricas seriam alvo de cobrança maior.

Embora o trecho seja opinativo, ele orienta o foco do vídeo para o impacto no turismo: o receio de pagar caro pode afastar visitantes e prejudicar a reputação de Porto de Galinhas.

Fiscalização, licenças e responsabilidades de prefeitura e comerciantes

A principal cobrança do vídeo é por fiscalização contínua.

Os narradores defendem que a prefeitura fiscalize sempre, verificando autorizações, regras de ocupação da praia e conduta comercial, para reduzir espaço para abusos e coibir práticas que possam ser enquadradas como extorsão ao consumidor.

No mesmo argumento, o debate sobre ambulantes é tratado em duas camadas: a necessidade de trabalho e a obrigação de cumprir licenças e padrões mínimos de higiene.

A crítica não é contra toda atividade na areia, mas contra quem atua sem controle, elevando risco sanitário e enfraquecendo a confiança do visitante no cardápio de praia e no destino.

Risco sanitário e o exemplo citado de operação de verão em outra cidade

Para sustentar o alerta, o vídeo apresenta uma reportagem citada como exemplo: a Prefeitura de Praia Grande, no litoral de São Paulo, teria iniciado uma operação de verão de fiscalização para organizar a orla e reduzir risco sanitário.

Nesse trecho, o material afirma que alguns produtos comuns nas praias não teriam licença para venda na areia, citando queijo coalho, churrasco e óculos de sol.

O mesmo conteúdo menciona que a operação contaria com cerca de 50 servidores, entre fiscais e auxiliares, atuando durante toda a temporada até o carnaval, e que seria proibida a permanência de carrinhos e equipamentos no calçadão.

A inserção funciona como contraste: onde há fiscalização estruturada, o município tenta reduzir irregularidades, inclusive entre ambulantes.

O que o consumidor pode observar antes de comprar na areia

Em cenários de alta demanda turística, a orientação prática sugerida no vídeo é direta: ler o cardápio de praia com calma, comparar valores e evitar consumo por pressão, especialmente quando os preços estão fora do esperado.

No caso de alimentos prontos, a atenção deve recair sobre manuseio, conservação e tempo de exposição ao calor.

Para itens como pastel, a percepção de higiene não elimina o risco sanitário, mas ajuda o consumidor a decidir.

Se houver dúvida sobre licenças ou conduta abusiva de ambulantes, o caminho é registrar a ocorrência e acionar os canais oficiais de fiscalização.

Próximos passos de apuração

Com os dados disponíveis, o caso se resume a um cardápio de praia com preços descritos como abusivos no vídeo, uma denúncia de extorsão e um alerta sobre fiscalização, licenças e risco sanitário ligados a ambulantes na areia de Porto de Galinhas.

O material não informa data do episódio nem identifica formalmente a barraca, o que limita a checagem e abre espaço para apuração complementar.

Se você tem foto do cardápio de praia, comprovante, localização e data do registro em Porto de Galinhas, use esses elementos para formalizar denúncia nos canais do município e em órgãos de defesa do consumidor.

Relatos com contexto reduzem ruído, ajudam a direcionar a fiscalização e aumentam a chance de resposta rápida, especialmente quando há atuação de ambulantes na área.

Você já viu um cardápio de praia com preços como esse em Porto de Galinhas e, se viu, a fiscalização alcançou os ambulantes que vendiam pastel na areia?

FONTE: CLICK PETRÓLEO E GÁS

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