Com valores entre 100 mil reais e 120 mil reais, proprietários de Hilux 3.0 optam por manter modelos antigos, investir cerca de 50 mil reais em reestilização visual e evitar a compra da versão nova, que pode ultrapassar 350 mil reais e exige atenção às regras do Detran
O interesse por Toyota Hilux antigas com motor 3.0 cresce no Brasil, com proprietários optando por manter veículos avaliados entre 100 mil reais 120 mil reais e investir em reestilização, em vez de adquirir unidades novas que podem ultrapassar 350 mil reais, considerando custos e exigências legais.
Preferência por modelos antigos e custo de aquisição
Muitos donos de Hilux mais antigas, especialmente com motor 3.0, escolhem manter o veículo usado pelo valor mais acessível em comparação à versão zero-quilômetro. A diferença de preço, que pode superar 350 mil reais no modelo novo, pesa na decisão.
Além do custo inicial, proprietários citam a confiabilidade já comprovada do motor 3.0 e a possibilidade de isenção de IPVA em vários estados, fatores que reforçam a permanência com modelos robustos e consolidados.
Movimento de reestilização para visual atualizado
Com a manutenção do veículo, cresce o movimento de reestilização estética para aproximar o visual das gerações mais recentes. As mudanças incluem troca de faróis, capô, para-choques e outros componentes externos, sem alteração estrutural ou mecânica.
Essas intervenções buscam atualizar a aparência mantendo a base original do carro. O processo envolve pintura e funilaria, com custos em torno de 50 mil reais, podendo variar conforme as escolhas e o nível de personalização do dono.
Custos e limites das modificações
O valor médio de 50 mil reais considera alterações externas e acabamento, mas pode aumentar de acordo com peças escolhidas e mão de obra. Mesmo sem mexer na mecânica, as mudanças afetam características visuais relevantes.
Por isso, é comum que proprietários avaliem o equilíbrio entre investimento estético e manutenção do veículo, evitando gastos que ultrapassem o benefício financeiro frente à compra de um modelo novo.
Exigências legais e regularização no Brasil
No Brasil, alterações em características do veículo exigem regularização junto ao Detran. A Resolução nº 292/2008 do Contran determina que mudanças em itens como faróis, para-choques e capô sejam informadas e vistoriadas tecnicamente.
O processo pode incluir emissão de novo Certificado de Segurança Veicular e atualização do CRV e CRLV. Sem autorização e vistoria, a modificação pode ser considerada irregular, sujeitando o proprietário a multas e retenção do veículo até a regularização, evntando problemas futuros e mantendo o carro dentro da lei após a transformação.



