Fundado na década de 1980, o PV em Minas Gerais elegeu seu primeiro Deputado Estadual nas eleições de 1994, quando integrou a chapa que apoiou a candidatura de Hélio Costa ao Governo. Em 1998, o partido apoiou a candidatura de Patrus Ananias ao Governo ficando sem representantes no ALMG e na Câmara dos Deputados. Em 2002, integrou a chapa de Aécio Neves ao Governo de Minas, onde conseguiu eleger seu primeiro Deputado Federal e voltou a ter um Deputado Estadual. Em 2004, o partido elegeu o então Deputado Federal Ronaldo Vasconcellos na chapa de Fernando Pimentel, reeleito em primeiro turno. Em 2006, o mesmo Ronaldo Vasconcelos, como Vice Prefeito da principal cidade de Minas Gerais, concorreu ao Senado e mesmo não sendo eleito, ajudou o partido a eleger uma bancada de sete Deputados Estaduais e quatro Deputados Federais.
Em 2010, quando o partido lançou a candidatura de Marina Silva à Presidência da República e em Minas Gerais a candidatura do então Deputado Federal José Aparecido para o Governo Estadual. Sem lançar ou coligar com qualquer candidato ao Senado, o partido elegeu dois Deputados Federais e seis Deputados Estaduais. Em 2014, o partido apoiou a candidatura de Pimenta da Veiga ao Governo elegendo um Deputado Federal e quatro estaduais. Em 2015, após doze anos na base dos Governos Aécio Neves e Anastasia, o partido se torna base do Governador Fernando Pimentel, indicando o líder do Governo, Deputado Agostinho Patrus. Em 2016, com a a PEC da janela partidária, o partido ganhou aumentou sua bancada recebendo parlamentares de outras legendas, dentre eles o lafaietense Glycon Franco, eleito pelo PTN, atual Podemos. Nas eleições de 2018, o partido volta a ficar sem representante na Câmara dos Deputados, mas aumenta sua bancada eleita na ALMG em 50% em relação a 2014, passando de quatro para seis Deputados. Em 2019, o partido chega a Presidência da ALMG com o Deputado Agostinho Patrus, que foi líder do Governo Pimentel e não tão próximo de Zema como seus antecessores foram dos Governadores anteriores.

Em 2022, o partido federado com PT e PC do B, apoiou a candidatura de Alexandre Kalil ao Governo de Minas e reduziu sua bancada estadual voltou a ter quatro representantes eleitos, mesmo número de eleitos oito anos antes. Assim como em 2018, o partido não conseguiu eleger um Deputado Federal, mas alcançou a primeira suplência com o então Deputado Glycon Franco que ficou na expectava de assumir o cargo como suplente na primeira nomeação de ministros e na reforma ministerial de meio de mandato que acabou não ocorrendo como também nas eleições municipais onde quatro dos 10 Deputados Federais petistas concorreram a Prefeito, não obtiveram êxito em suas disputas. Embora em fevereiro abra uma nova possibilidade de ida para a Câmara dos Deputados em caso de eleição de Odair Cunha para o TCU, o PV voltaria da ter um representante na Câmara dos Deputados, o que pode durar pouco tempo, pois o mesmo pode deixar o partido, o que será confirmado entre março e abril, período em que a janela partidária estará aberta para que Deputados Estaduais e Federais possam trocar de legenda sem perda de mandato.
Visando retornar a eleger um representante na Câmara dos Deputados em 2026, o Partido Verde de Minas Gerais tem como principal nome para a disputa a Deputada Estadual e Vice Presidente do PV Estadual, Lohana e para manter/ampliar sua representação na ALMG, o partido tem como principal nome na cidade e região para concorrer a ALMG, a Vereadora Damires Rinarly, a mulher mais votada da História de Conselheiro Lafaiete e segunda no geral.




