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Brasileiros que não atualizarem o RG dentro do prazo sofrerão 3 consequências

Brasileiros que ainda usam o antigo RG têm até 2032 para se adaptar a uma mudança que promete alterar a forma como a identificação civil funciona no país. A nova Carteira de Identidade Nacional já está em emissão e vai substituir o modelo tradicional, trazendo regras e impactos para o dia a dia.

A principal novidade é a unificação do número de identificação: agora, o CPF passa a ser o registro único nacional. A proposta é evitar duplicidades, facilitar a integração entre sistemas públicos e aumentar a segurança contra fraudes. A primeira via é gratuita e pode ser solicitada nos institutos de identificação estaduais, com agendamento prévio.

O que muda com o novo documento e quais são os riscos de não atualizar

Embora o governo não exija a troca imediata, há situações em que a atualização se torna indispensável, como perda do documento, mudança de dados, danos ou viagens internacionais dentro do Mercosul, onde versões antigas podem ser recusadas. A partir de 28 de fevereiro de 2032, o RG tradicional deixa de ser aceito em todo o país.

Na prática, quem não atualizar pode enfrentar três consequências principais:

A primeira é a restrição de acesso a serviços básicos: um documento vencido pode ser recusado em embarques, concursos, vestibulares, bancos, cartórios e prédios públicos.

A segunda envolve entraves em cadastros e contratos, já que empresas e órgãos exigem identificação válida para operações financeiras, assinaturas e atualizações.

A terceira é previdenciária: a partir de 2028, apenas a nova identidade com biometria será aceita pelo INSS para manutenção de benefícios.

Diferente do modelo antigo, a nova carteira tem prazo de validade conforme a idade: até 12 anos, cinco anos; entre 12 e 60, dez anos; acima disso, validade indeterminada. A emissão inclui coleta de biometria e versão digital no aplicativo gov.br oficial.

FONTE: TNH1

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