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Jovem é sepultado sob forte comoção e família cobra justiça após homicídio em Senhora de Oliveira

O corpo de Héricles Leandro, de 27 anos, conhecido como “Quequé”, foi sepultado na tarde desta terça-feira (3), em meio a forte comoção de familiares e amigos. O sepultamento ocorreu entre 14h30 e 17h, marcado por cenas de dor e revolta. A vítima foi morta a tiros na tarde de segunda-feira (2), por volta das 15h, na localidade conhecida como Morro da Estrela, na divisa das comunidades de São Bento e Prudente, zona rural de Senhora de Oliveira.

Como aconteceu o crime

Segundo informações preliminares, Héricles retornava do trabalho em uma carvoaria, acompanhado do patrão, na localide de São Bento, em Senhora de Oliveira (MG), quando foi surpreendido por homens armados e encapuzados. Testemunhas relatam que o empregador teria gritado para que ele corresse ao perceber a aproximação dos suspeitos. O jovem tentou fugir, mas ao descer da motocicleta foi atingido por diversos disparos e morreu ainda no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Conselheiro Lafaiete para os procedimentos de praxe.

Família pede investigação rigorosa

Casado, Héricles deixa esposa, dois irmãos e três irmãs. Durante o velório, familiares passaram mal diante da dor da perda repentina. A família afirma que o jovem era trabalhador e não estava envolvido com atividades criminosas, destacando que ele vinha se dedicando ao trabalho e à reconstrução da vida. Os parentes cobram uma resposta imediata das autoridades e questionam se todas as medidas investigativas estão sendo adotadas, incluindo a verificação de câmeras de segurança existentes na região e possíveis tentativas de rastreamento do celular da vítima, que teria sido levado pelos autores junto com a bolsa.

Indícios e investigação

Informações extraoficiais apontam que o crime pode ter relação com desentendimentos anteriores ocorridos durante um campeonato na cidade. No entanto, essa linha ainda será apurada oficialmente. Há também a informação de que os suspeitos demonstravam conhecimento das rotas da região, o que pode ter dificultado a identificação imediata. Uma testemunha considerada chave estaria colaborando com as investigações. O caso está sob responsabilidade da Polícia Civil de Minas Gerais, que apura autoria e motivação do homicídio. Enquanto isso, a comunidade, antes considerada tranquila, relata medo e insegurança diante da violência. A família reforça o pedido por justiça e espera respostas rápidas das autoridades.

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