Moradores da região próxima a Barra de Itaverava voltaram a cobrar melhorias urgentes na rodovia MG-833, que liga a Lamim, após o início de serviços de roçada realizados pelo Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais. Apesar da intervenção, a comunidade afirma que o trabalho é superficial e não resolve os problemas históricos da via. Segundo relatos, a limpeza às margens da estrada estaria sendo feita de forma precária, sem a devida manutenção da drenagem, o que agrava a situação principalmente no período chuvoso.
Problemas antigos e risco constante
De acordo com os moradores, a falta de escoamento da água é um dos principais problemas. Bueiros entupidos e ausência de saídas adequadas fazem com que, durante as chuvas, a água invada a pista, causando danos e dificultando o tráfego.A estrada é utilizada diariamente por ônibus escolares, veículos da saúde e trabalhadores que dependem da via para se deslocar. Ainda assim, segundo a população, os serviços realizados pelo DER seriam apenas “maquiagens”, sem solução definitiva.


Transporte também é alvo de críticas
Outro ponto de insatisfação envolve a empresa Unida, responsável pela linha entre Itaverava e Lamim. Moradores afirmam que há anos o transporte público é insuficiente, deixando dezenas de pessoas sem atendimento regular. Com isso, muitos dependem de caronas em veículos da prefeitura ou de terceiros para conseguir trabalhar ou acessar serviços básicos.
Cobrança por mais fiscalização
A população também questiona a atuação do DER na fiscalização do transporte e das condições da rodovia. Segundo os relatos, denúncias já teriam sido feitas, mas sem retorno efetivo. Moradores ainda destacam que, embora prefeituras da região realizem patrolamento com frequência, o serviço não é suficiente para manter a estrada em boas condições, reforçando que a responsabilidade principal é do Estado.
Mobilização marcada
Diante da situação, a comunidade está organizando uma manifestação para chamar atenção das autoridades.
📍 Data: 11 de abril
⏰ Horário: 16h
O objetivo é cobrar ações concretas e duradouras, tanto na manutenção da rodovia quanto na melhoria do transporte público na região. Nossa reportagem buscou informações junto ao Governo do Estado, mas até o fechamento da matéria não nos havia respondido.





