Bastou uma chuva mais intensa para a MG-833, conhecida como Estrada do Macuco, que liga Itaverava a Lamim, voltar a enfrentar problemas que há anos fazem parte da rotina de quem depende da rodovia. Mesmo após obras e investimentos realizados pelo DER, moradores relatam que pouco mudou na prática. Com o solo encharcado, a estrada voltou a apresentar trechos críticos, com veículos atolados, dificuldades para a circulação de caminhões e transtornos para produtores rurais.
Um dos problemas que mais preocupa é o transporte da produção de leite. Caminhões responsáveis pela coleta enfrentam dificuldades para chegar às propriedades rurais, colocando em risco o escoamento da produção e aumentando ainda mais a preocupação dos produtores. A situação também afeta diretamente os estudantes. Segundo relatos, as condições da estrada têm provocado dificuldades no transporte escolar, deixando alunos sem conseguir chegar à escola em determinados momentos.
BUEIRO JÁ APRESENTA PROBLEMAS
Além dos transtornos provocados pela lama e pelas condições do trecho, moradores questionam a qualidade dos serviços executados na rodovia. Um bueiro construído recentemente já estaria comprometido, segundo relatos da comunidade. A situação levanta questionamentos sobre a execução e a durabilidade das obras realizadas no local. Para quem vive na região, o problema não é apenas uma questão de mobilidade. A estrada é fundamental para o acesso a serviços, transporte escolar, escoamento da produção agrícola e deslocamento diário dos moradores.
A pergunta que fica é: até quando a população de Itaverava e Lamim terá que conviver com os mesmos problemas sempre que chove? Moradores cobram providências e esperam que os investimentos realizados na MG-833 resultem, de fato, em uma estrada segura e transitável, especialmente durante o período chuvoso.




