Garimpando – Meu colégio abençoado 10

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Avelina Maria Noronha de Almeida

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Abençoado e querido Nazaré!

No artigo anterior, comecei a falar sobre a Canção do Expedicionário, focalizando o autor da letra. Por que é importante essa canção neste artigo? Porque, se o ponto alto da inauguração do grêmio na década de 80 foi a cena de homenagem aos Expedicionários Lafaietenses, essa cena passou por um momento muito forte quando, após a leitura dos nomes, foi cantada a canção pelo coral dos alunos. Só que, quando o canto começou, os expedicionários presentes e os familiares deles ficaram de pé e cantaram também, com grande entusiasmo e emoção. Houve muitas lágrimas.

Continuando sobre o assunto interrompido semana passada.

Guilherme de Almeida – Letra                 Spartako Rossi – Música

Imagens da Internet

Além da beleza da letra de Guilherme de Almeida, havia a melodia vibrante, cheia de emoção composta por Spartaco Rossi.

Spartaco Rossi, o autor da melodia, nasceu em São Paulo, em 1911 e faleceu na mesma cidade em 27 de dezembro de 1993. Foi um grande músico, maestro e compositor brasileiro.

Francisco Alves – cantor/Imagem da Internet

Na época a canção foi gravada na voz melodiosa do saudoso (para os da minha idade) Francisco Alves, o “Rei da Voz”, falecido em 27 de setembro de 1952.

Quando distantes da Pátria, os nossos compatriotas ao ouvir a canção, bela na música, é verdade, mas, principalmente, emocionante pelos temas desenvolvidos com tanta sensibilidade na letra, sentiam-se dominados pela emoção.

Havia expedicionários de todo o território brasileiro e a música reuniu as características de todas as regiões, assim fazia cada soldado lembrar-sede seu rincão natal.

 

Imagens da Internet

 

Trecho da Partitura /Imagem da Internet

Vou iniciar hoje a apresentação da letra, para que seja avaliado bem o seu valor na vida dos estavam na Itália, no doloroso conflito.

       CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO (Imagem da Internet)

     ESTROFE I

Você sabe de onde eu venho?

Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.

                                                                                   (Continua)

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