Moção de Repúdio contra Zema pela venda da Copasa é aprovada, mas vereadores questionam serviços e cobram obras

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Em uma discussão longa e polêmica, os vereadores aprovaram por 7 votos favoráveis e 5 contrários (Darcy da Barreira, Carla Sassi, Alan Teixeira, Carlos Nem e João Paulo Pé Quente), a Moção de Repúdio ao Governador Romeu Zema (NOVO) pela proposta de privatização da Copasa. A iniciativa do requerimento foi do Vereador Sandro José (PSDB).

Ao contrário quando os edis aprovaram por unanimidade esta semana uma Moção contra a intenção de venda Cemig, ontem (6) os debates acalorados expuseram as opiniões divergentes quando o assunto, muito em voga nos governos estadual e federal, é sobre o tema de privatização de empresas públicas.  “Temos que confrontar estes disparates intelectuais de que a privatização vai resolver as mazelas de tantas empresas estatais e dotá-las de eficiência. Onde foram parar os recurso das vendas da vale, CSN e Gerdau?”, questionou Sandro, defendendo que caso a Copasa for vendida diversos projetos e programas sociais e ambientais serão eliminados pela iniciativa privada. “Será que os empresários manteriam o programa tarifa social?”, insinuou Sandro.

Privatizações dividiram opiniões dos vereadores/CORREIO DE MINAS

O Vereador José Lúcio (PSDB) defendeu os servidores da estatal e reforçou o papel social exercido pela Copasa em Minas Gerais. O Pastor André Menezes (PP) reforçou que áreas estratégicas como água, gás e energia devem ficar nas mãos do governo.

O Vereador Oswaldo Barbosa (PP) também fez coro aos vereadores contrários a privatização. Para os vereadores petistas, Chico Paulo e Pedro Américo, a venda da estatal não será benéfica para os consumidores. “Ruim com ela, pior sem ela”, destacou Chico Paulo.

Outros

Já o Vereador João Paulo Pé Quente (DEM) posicionou a favor da privatização e criticou os serviços da estatal em Lafaiete. “Pelo 7º ano estou nesta Casa e desde o primeiro dia de mandato meu gabinete recebe reclamações contra a Copasa.”, disparou, citando a construção da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), na Barreira, que após mais de 8 anos de concluída, a população ainda é castigada pelo mau cheiro.

O Vereador Darcy da Barreira (SD) também criticou serviços prestados pela Copasa e questionou sua eficiência. “A empresa se comprometeu a levar água tratada a diversos distritos e localidades e até hoje a estatal vem descumprindo o contrato. Isso sem contar o fedor na Barreira. Por isso defendo a privatização, como foi com a MRS, Vale e outras empresas”.

A vereadora Carla Sassi (PTB) também fez questionamentos sobre a prestação de serviços diante das inúmeras reclamações que a estatal é alvo em Lafaiete. “Se a empresa cumprisse o contrato ela não precisaria assinar tantos TAC’s. São obras não concluídas que a Copasa se comprometeu a executar no contrato”, assinalou.

O Vereador Alan Teixeira (PHS) defendeu a livre concorrência no setor para favorecer os usuários. “São várias obras que a Copasa iria financiar como contrapartida da assinatura do contrato com o Município e até hoje nada”, reclamou. “Infelizmente, vão vender tudo”, sintetizou Pedro Américo.

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