Sandro José critica suspensão do serviço de iluminação pública e cobra uma solução

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Contrato entre a prefeitura e a Quark será assinado na semana que vem/Reprodução
Sandro José critica suspensão do serviço de iluminação pública e cobra uma solução/Arquivo

Na primeira reunião após o recesso parlamentar do mês de julho, a Câmara Municipal de Lafaiete retomou ontem a noite, dia 1º, suas atividades em plenário. O Presidente da Casa, o vereador Sandro José (PSDB), aliado de primeira hora da administração, não poupou críticas a suspensão do serviço de iluminação pública, prestado pelo Consórcio Público de Iluminação Pública, o Casip, cujo presidente é o prefeito de Jeceaba, Fábio Vasconcelos (PDT). Há cerca de 2 meses o município não renovou o contrato e o serviço de troca de lâmpadas está suspendo desde então.

Esta não foi a primeira vez que Sandro criticou a posição da prefeitura e em outras ocasiões ele ressaltou que antes de suspensão do serviço a prefeitura deveria buscar uma solução com o Casip. A principal alegação da prefeitura seria pelos valores pagos ao consórcio. Lafaiete tem cerca de 12 mil pontos de iluminação.

Ao discursar na Tribuna, o presidente ressaltou que vem recebendo centenas de reclamações de ruas sem iluminação, situação favorável a criminalidade. Segundo ele, Lafaiete tem em média mensal de 400 trocas de lâmpadas e o acúmulo traz transtornos a população. “Hoje quem é responsável pela iluminação pública é a prefeitura e o serviço está sendo solicitado pelos cidadãos via ouvidoria e os atrasos estão penalizando os lafaietenses. Eu defendo que antes de suspender o serviço deveria buscar uma outra solução e não deixar a população no escuro. Estou de joelhos nas espigas de milho esperando uma solução. Temos que ter urgência na busca de uma alternativa para os nossos lafaietenses”, frisou.

Segundo ele, os recursos provenientes da taxa de iluminação, cobrada na conta da Cemig, somente pode ser usada na área de iluminação, descartando o emprego em extensão rural ou troca de postes.