Corpo de Bombeiros Alerta para o risco de Cabeça D´água

Todos os anos, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) atende mais de mil ocorrências envolvendo casos de afogamento em todo o estado e uma média de 200 casos de óbitos por ano. Boa parte desses eventos acontecem em regiões de cachoeiras, rios e lagos.

No dia 07 de janeiro de 2024, bombeiros foram acionados para resgatar um grupo de 16 pessoas que ficaram ilhadas na cachoeira de Braúnas, na região da Serra do Cipó. Os banhistas ficaram presos em um ponto próximo a cachoeira e foram retirados do local com o apoio dos militares e da aeronave Arcanjo do CBMMG. Em 2021, uma cabeça d’água arrastou dezenas de pessoas em Capitólio, ferindo várias vítimas e deixando pelo menos três sem vida.

Minas tem cachoeiras que atraem turistas de todas as partes do país, mas as belas quedas d’água podem esconder riscos como o famoso fenômeno típico de verão, mais conhecido como cabeças d’água, que nada mais é do que é o aumento rápido do nível de um curso de água, devido à chuva de grande intensidade que, normalmente, ocorre nas cabeceiras dos rios ou em trechos mais altos de seu percurso, onde ocorre o escoamento superficial da água.

O grande volume de água pode surpreender os banhistas, mas dá sinais claros de que está prestes a ocorrer, por isso, o ideal é observar os seguintes indícios:

Se a correnteza começa a ficar mais rápida e a trazer muitas folhas e galhos, indica que está descendo um grande volume de água. Vale também observar a movimentação dos animais. As aves fogem da chuva da cabeceira e voam no sentido contrário.

A cor da água também pode ser um indicativo de que o fenômeno está acontecendo. Se a água começar a ficar mais turva, é hora de deixar o rio em direção a um local seguro. Vale destacar que os lugares mais recorrentes são os trechos do rio com encostas íngremes e afastadas das nascentes, onde o nível da água tende a aumentar com maior vazão. Se o local já possui sinalização de alertas para possíveis cabeças d’água, redobre a atenção e a qualquer indicativo de chuva jamais se arrisque.

Uma forma de evitar o problema é ficar mais próximo à nascente do rio, onde a possibilidade de acontecer a cabeça-d’água é menos provável e optar por frequentar locais que contem com salva-vidas. Se ainda assim for surpreendido, procure proteção para só depois continuar o percurso. Não tente atravessar a correnteza. O ideal é buscar um lugar mais alto, longe do rio, e esperar a enxurrada passar.

Outra forma de planejar o passeio e evitar aborrecimentos é se certificar das condições do tempo, sempre avisar outras pessoas e não ir sozinho. Checar a previsão não apenas para os arredores do curso d’água, mas também para toda a região, evitará surpresas desagradáveis e garantirá mais proveito na diversão

Trilhas que passam pela Mata Atlântica e maior queda d’água de MG: Conheça a Rota das 10 Cachoeiras

Entre as quedas d’água que fazem parte do circuito está a cachoeira do Tabuleiro, a mais alta de Minas Gerais e a terceira maior do Brasil.

Destino indispensável para turistas e moradores de Minas Gerais, Conceição do Mato Dentro, na Região Central, é a casa da cachoeira mais alta do estado e a terceira maior do Brasil, a Tabuleiro. Mas para além da gigante de Minas, existe um trajeto pouco explorado que faz valer todas as horas de caminhada.

Rota das 10 Cachoeiras fica dentro dos parques Estadual da Serra Tendente e o Natural do Tabuleiro. Ela foi criada em 2017, quando o Instituto Estadual de Florestas (IEF) apresentou um projeto para a prefeitura de Conceição do Mato Dentro com o intuito de valorizar outras quedas d’água.

Para os visitantes que vão conhecer todo o percurso é importante saber que são 91 quilômetros ao todo — somando ida e volta. As trilhas são corredores ecológicos que ligam os dois parques, e variam entre os graus de dificuldade leve, moderada e difícil. (veja mais abaixo)

No percurso, estão as comunidades quilombolas Três Barras, PassaMinas, do Tabuleiro, Candeias e Baú.

‍♀️Para completar toda a rota a pé, o turista precisa separar, em média, oito dias.

Há também a possibilidade de percorrer o trajeto em dias alternados, visitando os circuitos separadamente (veja abaixo os trechos).

Mapa da Rota das 10 Cachoeiras — Foto: Reprodução

10 cachoeiras

A rota é composta pelas cachoeiras: Três Barras, Peixe Cru, Quedas do Ribeirão do Campo, Tabuleiro, Congonhas, Altar, Rabo de Cavalo, Bocaina, Gurita e Prainha.

  • De todas, a única que não pode ser visitada é a do Tabuleiro. Ela está interditada desde o dia 13 de novembro de 2023, por causa de um risco de deslocamento de rochas, e ainda não há previsão para liberação.

O gerente do Parque Estadual Serra do Intendente, Marcos Alexandre dos Santos, explica que o caminho foi pensado para que o turista consiga otimizar o tempo de caminhada e conheça, também, as tradicionais especiarias e artesanatos mineiros durante o trajeto.

“As cachoeiras não são tão longe uma das outras, mas ficam em entradas independentes, e em comunidades diferentes. Então, a gente precisava interligar essas cachoeiras, e a rota acabou criando um anel rodoviário em torno do parque, possibilitando essa ligação entre as dez”, disse.

Turismo comunitário

Membros da Associação Comunitária Rota das 10 Cachoeiras — Foto: Arquivo pessoal
Membros da Associação Comunitária Rota das 10 Cachoeiras — Foto: Arquivo pessoal

Para além da beleza natural das quedas d’água, a Rota das 10 Cachoeiras possibilita que as comunidades locais consigam viver do trabalho que vem do turismo comunitário.

É com o serviço dos guias, com as hospedagens nas pousadas e com o comércio regional que esses moradores se sustentam.

Há cerca de três anos, a comunidade criou a Associação da Rota das 10 Cachoeiras para desenvolver o turismo local. A sede fica logo no início do circuito, no Trecho A.

“O turista sempre pergunta qual o trecho mais difícil, como é a acessibilidade, quais são as maiores dificuldades. Mas a região é tão linda que até nos trechos mais difíceis passam despercebidos. Então, é só chegar que vai ser muito bem recebido”, contou a líder da Associação, Beth Diana.

A Rota

  • Trecho A: cachoeiras de Três Barras e do Peixe Cru

O trecho A é o mais curto e o mais fácil de se completar. São 5,7 quilômetros, que vai desde a comunidade quilombola de Três Barras e finaliza na comunidade de Cubas. No percurso estão presentes as cachoeiras de Três Barras e do Peixe Cru.

Cachoeira de Três Barras — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira de Três Barras — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira do Peixe Cru — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira do Peixe Cru — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
  • Trecho B: Ribeirão do Campo e Cachoeira do Tabuleiro

O trecho B é considerado difícil por causa dos morros íngremes e a distância. No entanto, a vista de cima compensa toda a caminhada. No percurso estão as cachoeiras Ribeirão do Campo e a mais famosa de toda a Rota, a do Tabuleiro.

Cachoeira Ribeirão do Campo — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira Ribeirão do Campo — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira do Tabuleiro — Foto: Alexandré Sá/ TG
Cachoeira do Tabuleiro — Foto: Alexandré Sá/ TG

Trecho C: Congonhas, Cachoeira do Altar e do Rabo de Cavalo

O trecho que liga Tabuleiro à Região do Parauninha tem dificuldade moderada. Parte da trilha fica em descidas, e não é necessário tanto esforço físico para a caminhada. O percurso passa por pequenas propriedades rurais e os turistas podem apreciar parte da Mata Atlântica.

Três cachoeiras podem ser visitadas no percurso: Cachoeira de Congonhas, na região do Tabuleiro; Cachoeira do Altar e a Cachoeira do Rabo de Cavalo, essas duas últimas na região da Parauninha.

Cachoeira Congonhas — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira Congonhas — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira do Altar — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira do Altar — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira Rabo de Cavalo — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira Rabo de Cavalo — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
  • Trecho D: cachoeiras do Bocaina, da Gurita e Prainha

⛰️ É o segundo maior percurso da rota e por isso considerado de moderado nível de dificuldade. Nessa parte da trilha, um dos pontos marcantes é a paisagem impressionante do vale da Parauninha, em meio aos paredões do Parque Estadual Serra do Intendente e da Serra do Funil.

Cachoeira de Bocaina — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira de Bocaina — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira Gurita — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira Gurita — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira Prainha — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro
Cachoeira Prainha — Foto: Divulgação/Prefeitura de Conceição do Mato Dentro

Biodiversidade

Ações voluntárias de sinalização da Rota das 10 Cachoeiras — Foto: Arquivo pessoal
Ações voluntárias de sinalização da Rota das 10 Cachoeiras — Foto: Arquivo pessoal

De acordo com a Prefeitura de Conceição do Mato Dentro, uma das características mais importantes da Rota é a diversidade de cachoeiras e a biodiversidade dos parques.

Só no Parque Natural Municipal do Tabuleiro são pelo menos 106 espécies de animais — entre aves, mamíferos e peixes — e uma flora diversa com mais de três mil tipos de espécies vegetais. Entre janeiro e outubro de 2023, o local recebeu 16,5 mil visitantes.

FONTE G1

Serra do Cipó: conheça as melhores cachoeiras de Minas Gerais

Serra do Cipó: as melhores cachoeiras e trilhas de Minas Gerais, vamos te dar todas as dicas e informações que você precisa!

Serra do Cipó é aquele tipo de destino que combina com qualquer estilo de turista: se você gosta de aventura, tem trilhas e cachoeiras; mas se prefere relaxar, tem pousadas aconchegantes e uma gastronomia de dar água na boca. 

Neste artigo, vamos desbravar cada canto desse lugar incrível. Você vai aprender como chegar, as melhores épocas para visitar, e, claro, quais são as atrações que você não pode perder. 

Então, se você está em busca de preparar sua viagem para a Serra do Cipó e fazer um roteiro completo, leia este artigo até o final. Vamos te dar todas as dicas e informações que você precisa.

Serra do Cipó: tudo o que você precisa saber para visitar

A Serra do Cipó é uma região que faz parte da cadeia do Espinhaço, em Minas Gerais, e é conhecida por sua rica biodiversidade e paisagens naturais de tirar o fôlego. 

A região foi explorada pelos bandeirantes no século XVII em busca de ouro e pedras preciosas. Embora a corrida do ouro tenha passado, o legado histórico permanece e pode ser sentido em diversos pontos da região, como em construções antigas e trilhas que eram usadas para exploração.

Ao visitar a Serra do Cipó você vai encontrar uma variedade de flora e fauna que é difícil de ver em outros lugares, que combina muito com o clima da cidade: uma mistura equilibrada entre calmaria e aventura. 

Qual o nome da cidade onde fica a Serra do Cipó?

A Serra do Cipó está localizada no município de Santana do Riacho, em Minas Gerais. Localizada a aproximadamente 100 quilômetros de Belo Horizonte, a capital de Minas Gerais. 

Por ser um região muito visitada pelos turistas, oferece uma boa infraestrutura, com pousadas aconchegantes, restaurantes que servem o melhor da culinária mineira e pequenas lojas onde você pode comprar lembranças e artesanatos locais.

Além disso, a cidade também tem eventos culturais ao longo do ano, como festas juninas e celebrações religiosas, que dão um gostinho da cultura local. 

Como chegar na Serra do Cipó?

A essa altura você já se ligou que para chegar na Serra do Cipó é preciso partir de Belo Horizonte pela estrada. Mas fique tranquilo, o trajeto é mais fácil do que você imagina, e você tem várias opções de transporte. Vamos dar uma olhada em cada uma delas:

De avião: se você vem de outros estados ou até mesmo de fora do Brasil, o Aeroporto Internacional de Confins é o mais próximo da Serra do Cipó. De lá, você pode alugar um carro ou pegar um táxi para completar os aproximadamente 70 km restantes até Santana do Riacho.

carro: a Serra do Cipó está a cerca de 100 km de Belo Horizonte, e o trajeto geralmente leva em torno de 2 horas. Basta pegar a BR-040 e seguir as placas. O caminho é bem sinalizado, tornando a viagem tranquila.

De ônibus: para quem prefere o transporte público, há ônibus que saem de Belo Horizonte com destino a Santana do Riacho. A viagem de ônibus pode levar um pouco mais de duas horas, mas é uma opção econômica e você pode aproveitar para relaxar e apreciar a paisagem durante o trajeto.

Serra do Cipó: mapa do Parque Nacional

Quando se trata de explorar uma região tão rica em atrações naturais como a Serra do Cipó, ter um mapa em mãos é essencial. 

A área é repleta de parques, trilhas e cachoeiras, e um mapa detalhado pode ser seu melhor amigo para otimizar tempo e garantir que você aproveite ao máximo cada momento, sem o risco de se perder.

Qual a melhor época para ir à Serra do Cipó?

A escolha da melhor época para visitar a Serra do Cipó pode variar de acordo com o que você espera da sua viagem. Vamos entender como cada estação do ano pode influenciar sua experiência:

O verão é a estação mais quente e também a mais chuvosa. Se você gosta de temperaturas elevadas e não se importa com a possibilidade de chuvas, essa pode ser uma boa época.

No entanto, fique atento, pois as chuvas podem tornar algumas trilhas escorregadias e até mesmo inacessíveis.

O outono é uma excelente escolha para quem prefere um clima mais ameno. As temperaturas são mais suaves, e as chuvas são menos frequentes, tornando as atividades ao ar livre, como trilhas e visitas às cachoeiras, mais agradáveis.

O inverno é a estação mais seca e uma das melhores épocas para visitar a Serra do Cipó. Com pouca ou nenhuma chuva, as trilhas ficam em ótimas condições, e o clima mais fresco torna o passeio mais confortável.

A primavera oferece um equilíbrio entre temperatura e precipitação. É uma boa época para quem quer evitar o calor intenso do verão mas ainda aproveitar dias mais longos e quentes para explorar a região.

Garanta seu seguro viagem nacional pelo menor preço!

Quando o assunto é turismo de aventura, como trilhas e cachoeiras, ter um seguro viagem não é mais imprescindível ainda. Mesmo que você seja o aventureiro mais experiente, imprevistos podem acontecer. 

O seguro viagem é sua rede de segurança nesses casos. Ele garante que, se algo não sair como planejado, você terá o suporte necessário. Com o Seguro Promo, você pode garantir seu seguro viagem nacional pelo menor preço e com as melhores coberturas

Sejam emergências médicas, perda de bagagem, voos cancelados ou situações mais graves, um seguro viagem pode ser sua rede de segurança. Ele cobre vários incidentes garantindo sua segurança e uma viagem sem estresses.

Serra do Cipó: o que fazer?

A Serra do Cipó é um verdadeiro paraíso para os amantes da natureza e de adrenalina, a região oferece desde cachoeiras incrivelmente lindas até trilhas de tirar o fôlego. 

Além das famosas trilhas e cachoeiras, a Serra do Cipó oferece uma série de atividades menos conhecidas que são igualmente emocionantes. Algumas dessas incluem:

  • Passeios de Caiaque: Explore os rios e lagos da região de uma forma totalmente nova.
  • Cavalgadas: Para uma experiência mais tranquila, considere um passeio a cavalo pelas trilhas menos percorridas.
  • Birdwatching: A rica biodiversidade da região faz dela um local ideal para observação de aves, uma atividade relaxante e educativa.

Se você está viajando com crianças, a Serra do Cipó tem várias atividades que podem ser apreciadas por toda a família.

Além das trilhas mais fáceis e cachoeiras com piscinas naturais rasas, algumas pousadas oferecem atividades recreativas e áreas de lazer especialmente projetadas para os pequenos.

Vamos conferir abaixo as cachoeiras Serra do Cipó mais famosas, suas características e nível de dificuldade para acessar. Assim você consegue criar um roteiro com base na sua capacidade física, e todo mundo fica feliz!

Cachoeira Véu da Noiva Serra do Cipó

A Cachoeira Véu da Noiva é um verdadeiro cartão-postal da Serra do Cipó. Com uma queda d’água que parece saída de um conto de fadas, essa cachoeira é o lugar perfeito para quem quer capturar fotos memoráveis.

Preço: R$ 20,00 por pessoa

Distância da Trilha: 3 km

Tempo estimado: 1,5 horas

O que torna essa cachoeira tão famosa, além de sua beleza, é o trajeto para chegar até ela. A trilha é simples e um espetáculo, repleta de vistas incríveis da fauna e flora do lugar.

Cachoeira Grande

Conhecida por ter um amplo lago, essa cachoeira é ideal para um mergulho relaxante após a trilha. O caminho até lá é relativamente fácil, tornando-a acessível até para quem não tem muita experiência com trilhas.

Preço: R$ 15,00 por pessoa

Distância da Trilha: 2 km

Tempo estimado: 1 hora

Perto da entrada da trilha, você encontrará opções para comprar lanches e água, o que é muito conveniente para quem vai passar o dia explorando.

Cachoeira Serra Morena

Para os aventureiros de plantão, a Cachoeira Serra Morena é o destino certo. Localizada em uma área mais isolada, essa cachoeira oferece um ambiente tranquilo e um contato mais próximo com a natureza. A trilha para chegar até ela é desafiadora, mas a recompensa vale a pena.

Preço: R$ 25,00 por pessoa

Distância da Trilha: 5 km

Tempo estimado: 2,5 horas

Cachoeira da Farofa

A Cachoeira da Farofa é um daqueles lugares que você precisa conhecer quando estiver na Serra do Cipó. Com uma queda d’água que forma uma piscina natural, é o lugar perfeito para um banho relaxante.

A trilha até lá é de nível moderado, mas o esforço é recompensado com um cenário de tirar o fôlego.

Preço: R$ 20,00 por pessoa

Distância da Trilha: 4 km

Tempo estimado: 2 horas

O que torna a Cachoeira da Farofa especial é sua piscina natural, que atrai visitantes em busca de um refúgio em meio à natureza. Além disso, a trilha oferece vistas panorâmicas da região, tornando a caminhada uma experiência completa.

Vale do Travessão

O Vale do Travessão é um dos pontos mais intrigantes da Serra do Cipó. É uma região que mescla entre campos abertos e áreas mais fechadas, passeio ideal para quem gosta de explorar diferentes cenários.

Preço: R$ 30,00 por pessoa

Distância da Trilha: 6 km

Tempo estimado: 3 horas

O Vale do Travessão é famoso por sua diversidade de paisagens e pelo desafio que a trilha oferece, é um dos destinos preferidos para os aventureiros mais experientes.

Estátua do Juquinha

A Estátua do Juquinha é uma parada obrigatória para quem visita a Serra do Cipó. Localizada à beira da estrada, a estátua é facilmente acessível e não requer uma trilha para chegar até ela.

Preço: Gratuito

O que torna esse lugar tão especial é a história de Juquinha, um morador local que, segundo a lenda, distribuía flores aos visitantes que passavam pela serra.

Hoje, a estátua é um dos locais mais fotografados da região e um verdadeiro símbolo da hospitalidade e cultura local.

Cânion das Bandeirinhas

Este lugar é um verdadeiro paraíso para os amantes de aventura e natureza. A trilha até o cânion é uma das mais desafiadoras da região, mas também uma das mais recompensadoras.

Preço: R$ 40,00 por pessoa

Distância da Trilha: 10 km

Tempo estimado: 4 a 5 horas

Ao chegar ao cânion, você será presenteado com uma vista panorâmica que parece ter saído de um cartão-postal. As formações rochosas do cânion são um espetáculo à parte, com suas cores e texturas que mudam com a luz do dia.

O que fazer na Serra do Cipó em um dia?

Se você tem apenas um dia para explorar a Serra do Cipó, não se preocupe: ainda dá para aproveitar bastante! 

Claro, com tantas atrações incríveis, um dia não será suficiente para conhecer tudo, mas você pode focar em algumas das principais atrações para ter uma experiência completa.

Uma boa ideia é começar o dia com uma trilha mais curta, como a da Cachoeira Grande, que leva cerca de uma hora para ser completada. 

Depois, você pode seguir para a Estátua do Juquinha, que fica à beira da estrada e não requer muito tempo para visitar. Se ainda tiver energia, considere fechar o dia com um pôr do sol no Vale do Travessão, um dos pontos mais bonitos da região.

Final de semana na Serra do Cipó: o que visitar?

Com mais tempo à disposição, você pode explorar uma variedade maior de atrações e até mesmo repetir aquelas que mais gostou.

No primeiro dia, considere fazer uma das trilhas mais longas, como a que leva ao Cânion das Bandeirinhas. O esforço será recompensado com vistas espetaculares e a sensação de conquista ao final do dia.

No segundo dia, você pode optar por algo mais relaxante. Que tal uma visita à Cachoeira da Farofa pela manhã e um passeio pelo centro da cidade à tarde? Você pode aproveitar para conhecer o artesanato local e experimentar a culinária da região.

Depois de um dia cheio de aventuras, a noite na Serra do Cipó oferece diversas opções para todos os gostos. Se você é fã de uma boa cerveja artesanal e música ao vivo, o “Bar do Turista” é uma excelente escolha. O ambiente é descontraído e é um ótimo lugar para socializar.

Pousadas na Serra do Cipó: as melhores hospedagens pelo menor preço!

A Serra do Cipó oferece uma variedade de opções para se hospedar, desde pousadas charmosas até campings, e cada região tem seu próprio charme e vantagens. Vamos dar uma olhada nas áreas mais populares para hospedagem:

  • Região Central

Ficar no centro da cidade é uma ótima opção para quem quer ter fácil acesso a restaurantes, lojas e outros serviços. As pousadas aqui costumam ser mais tradicionais e estão próximas das principais vias de acesso às atrações turísticas.

  • Áreas Próximas às Trilhas

Se a sua ideia é estar mais perto da natureza e das trilhas, considere se hospedar em uma das pousadas localizadas nas proximidades das principais rotas de caminhada. Essa é uma excelente escolha para quem quer começar o dia já imerso na beleza natural da região.

  • Zonas Rurais

Para uma experiência mais tranquila e isolada, as zonas rurais oferecem pousadas que são verdadeiros refúgios. Aqui, você pode esperar um ambiente mais calmo, muitas vezes com vistas panorâmicas das montanhas e campos.

  • Áreas de Camping

Para os amantes do ecoturismo e da vida ao ar livre, acampar pode ser a forma ideal de se conectar ainda mais com a beleza natural da Serra do Cipó.

As áreas de camping geralmente estão localizadas perto de trilhas e cachoeiras, oferecendo uma experiência mais rústica e aventureira.

Além do contato direto com a natureza, o camping é também uma opção mais econômica de hospedagem.

Muitos campings oferecem infraestrutura básica como banheiros, chuveiros e áreas para fogueira, tornando a experiência confortável até para quem não é tão experiente em acampar.

Restaurantes na Serra do Cipó: onde comer?

A escolha do restaurante vai depender do seu gosto pessoal e do que você está procurando. Se você quer experimentar a culinária mineira, o Restaurante Casa Mineira ou o Restaurante do Marquinho são boas opções. 

Se você está procurando um restaurante mais sofisticado, o Filomena Bistrô e Casa de Chá ou o Bistrô Bon Appetit são ótimos. Mas caso você só queira um lugar para comer hambúrguer, a Madalena Hamburgueria é uma boa opção.

Confira uma lista dos melhores restaurantes:

  • Filomena Bistrô e Casa de Chá – restaurante de cozinha contemporânea com foco em ingredientes locais, com destaque para a carta de vinhos.
  • Restaurante Casa Mineira – restaurante tradicional mineiro, com pratos como frango com quiabo, feijão tropeiro e tutu de feijão.
  • Madalena Hamburgueria – hamburgueria artesanal com opções de hambúrgueres, porções e sobremesas.
  • Restaurante do Marquinho – restaurante familiar com pratos típicos da culinária brasileira, como feijoada, moqueca e churrasco.
  • Bistrô Bon Appetit – restaurante intimista com pratos da culinária francesa e brasileira.
  • Restaurante Panela de Pedra – restaurante com pratos típicos da culinária mineira preparados em panelas de pedra.
  • Restaurante Coqueiros – restaurante com vista para o cânion das Bandeirinhas, com pratos da culinária brasileira.
  • Tapiadas – restaurante especializado em tapiocas, com opções doces e salgadas.
  • SushiNatu Culinária Oriental – restaurante de culinária japonesa com destaque para os sushis e sashimis.
  • Tonel Choperia – choperia com opções de carnes, peixes, massas e frutos do mar.

Curiosidades da Serra do Cipó 

A Serra do Cipó também é conhecida por sua atmosfera mística. Muitos visitantes relatam uma sensação de paz e conexão com a natureza que vai além do comum. 

Além disso, a região é palco de diversas lendas e histórias que envolvem seres mágicos e fenômenos inexplicáveis, o que atrai diversos místicos e esotéricos para o local.

A região também é conhecida por ter sido berço de eventos históricos. Durante o período colonial, a região foi palco de diversas expedições de bandeirantes em busca de ouro e pedras preciosas.

Além disso, há relatos de que a área foi um importante ponto de encontro para os revolucionários durante a Inconfidência Mineira.

Conheça as cachoeiras de Minas Gerais com segurança!

Explorar as cachoeiras e trilhas de Minas Gerais é uma experiência incrível, mas é fundamental fazer isso com segurança. Acidentes e imprevistos podem acontecer, e é aí que um bom seguro viagem faz toda a diferença.

Com o Seguro Promo, você pode aproveitar todas as maravilhas da Serra do Cipó e outras regiões de Minas Gerais com a tranquilidade de saber que está protegido.

Coberturas para acidentes pessoais, assistência médica e até mesmo cancelamento de viagem estão à sua disposição.

Com todas essas dicas e informações em mãos, você está mais do que preparado para planejar sua viagem à Serra do Cipó. 

Esperamos que este guia tenha sido útil e que contribua para que sua experiência na Serra do Cipó seja tão maravilhosa quanto o lugar.

FONTE SEGUROS PROMO

Serra do Cipó: conheça as melhores cachoeiras de Minas Gerais

Serra do Cipó: as melhores cachoeiras e trilhas de Minas Gerais, vamos te dar todas as dicas e informações que você precisa!

Serra do Cipó é aquele tipo de destino que combina com qualquer estilo de turista: se você gosta de aventura, tem trilhas e cachoeiras; mas se prefere relaxar, tem pousadas aconchegantes e uma gastronomia de dar água na boca. 

Neste artigo, vamos desbravar cada canto desse lugar incrível. Você vai aprender como chegar, as melhores épocas para visitar, e, claro, quais são as atrações que você não pode perder. 

Então, se você está em busca de preparar sua viagem para a Serra do Cipó e fazer um roteiro completo, leia este artigo até o final. Vamos te dar todas as dicas e informações que você precisa.

Serra do Cipó: tudo o que você precisa saber para visitar

A Serra do Cipó é uma região que faz parte da cadeia do Espinhaço, em Minas Gerais, e é conhecida por sua rica biodiversidade e paisagens naturais de tirar o fôlego. 

A região foi explorada pelos bandeirantes no século XVII em busca de ouro e pedras preciosas. Embora a corrida do ouro tenha passado, o legado histórico permanece e pode ser sentido em diversos pontos da região, como em construções antigas e trilhas que eram usadas para exploração.

Ao visitar a Serra do Cipó você vai encontrar uma variedade de flora e fauna que é difícil de ver em outros lugares, que combina muito com o clima da cidade: uma mistura equilibrada entre calmaria e aventura. 

Qual o nome da cidade onde fica a Serra do Cipó?

A Serra do Cipó está localizada no município de Santana do Riacho, em Minas Gerais. Localizada a aproximadamente 100 quilômetros de Belo Horizonte, a capital de Minas Gerais. 

Por ser um região muito visitada pelos turistas, oferece uma boa infraestrutura, com pousadas aconchegantes, restaurantes que servem o melhor da culinária mineira e pequenas lojas onde você pode comprar lembranças e artesanatos locais.

Além disso, a cidade também tem eventos culturais ao longo do ano, como festas juninas e celebrações religiosas, que dão um gostinho da cultura local. 

Como chegar na Serra do Cipó?

A essa altura você já se ligou que para chegar na Serra do Cipó é preciso partir de Belo Horizonte pela estrada. Mas fique tranquilo, o trajeto é mais fácil do que você imagina, e você tem várias opções de transporte. Vamos dar uma olhada em cada uma delas:

De avião: se você vem de outros estados ou até mesmo de fora do Brasil, o Aeroporto Internacional de Confins é o mais próximo da Serra do Cipó. De lá, você pode alugar um carro ou pegar um táxi para completar os aproximadamente 70 km restantes até Santana do Riacho.

carro: a Serra do Cipó está a cerca de 100 km de Belo Horizonte, e o trajeto geralmente leva em torno de 2 horas. Basta pegar a BR-040 e seguir as placas. O caminho é bem sinalizado, tornando a viagem tranquila.

De ônibus: para quem prefere o transporte público, há ônibus que saem de Belo Horizonte com destino a Santana do Riacho. A viagem de ônibus pode levar um pouco mais de duas horas, mas é uma opção econômica e você pode aproveitar para relaxar e apreciar a paisagem durante o trajeto.

Serra do Cipó: mapa do Parque Nacional

Quando se trata de explorar uma região tão rica em atrações naturais como a Serra do Cipó, ter um mapa em mãos é essencial. 

A área é repleta de parques, trilhas e cachoeiras, e um mapa detalhado pode ser seu melhor amigo para otimizar tempo e garantir que você aproveite ao máximo cada momento, sem o risco de se perder.

Qual a melhor época para ir à Serra do Cipó?

A escolha da melhor época para visitar a Serra do Cipó pode variar de acordo com o que você espera da sua viagem. Vamos entender como cada estação do ano pode influenciar sua experiência:

O verão é a estação mais quente e também a mais chuvosa. Se você gosta de temperaturas elevadas e não se importa com a possibilidade de chuvas, essa pode ser uma boa época.

No entanto, fique atento, pois as chuvas podem tornar algumas trilhas escorregadias e até mesmo inacessíveis.

O outono é uma excelente escolha para quem prefere um clima mais ameno. As temperaturas são mais suaves, e as chuvas são menos frequentes, tornando as atividades ao ar livre, como trilhas e visitas às cachoeiras, mais agradáveis.

O inverno é a estação mais seca e uma das melhores épocas para visitar a Serra do Cipó. Com pouca ou nenhuma chuva, as trilhas ficam em ótimas condições, e o clima mais fresco torna o passeio mais confortável.

A primavera oferece um equilíbrio entre temperatura e precipitação. É uma boa época para quem quer evitar o calor intenso do verão mas ainda aproveitar dias mais longos e quentes para explorar a região.

Garanta seu seguro viagem nacional pelo menor preço!

Quando o assunto é turismo de aventura, como trilhas e cachoeiras, ter um seguro viagem não é mais imprescindível ainda. Mesmo que você seja o aventureiro mais experiente, imprevistos podem acontecer. 

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Serra do Cipó: o que fazer?

A Serra do Cipó é um verdadeiro paraíso para os amantes da natureza e de adrenalina, a região oferece desde cachoeiras incrivelmente lindas até trilhas de tirar o fôlego. 

Além das famosas trilhas e cachoeiras, a Serra do Cipó oferece uma série de atividades menos conhecidas que são igualmente emocionantes. Algumas dessas incluem:

  • Passeios de Caiaque: Explore os rios e lagos da região de uma forma totalmente nova.
  • Cavalgadas: Para uma experiência mais tranquila, considere um passeio a cavalo pelas trilhas menos percorridas.
  • Birdwatching: A rica biodiversidade da região faz dela um local ideal para observação de aves, uma atividade relaxante e educativa.

Se você está viajando com crianças, a Serra do Cipó tem várias atividades que podem ser apreciadas por toda a família.

Além das trilhas mais fáceis e cachoeiras com piscinas naturais rasas, algumas pousadas oferecem atividades recreativas e áreas de lazer especialmente projetadas para os pequenos.

Vamos conferir abaixo as cachoeiras Serra do Cipó mais famosas, suas características e nível de dificuldade para acessar. Assim você consegue criar um roteiro com base na sua capacidade física, e todo mundo fica feliz!

Cachoeira Véu da Noiva Serra do Cipó

A Cachoeira Véu da Noiva é um verdadeiro cartão-postal da Serra do Cipó. Com uma queda d’água que parece saída de um conto de fadas, essa cachoeira é o lugar perfeito para quem quer capturar fotos memoráveis.

Preço: R$ 20,00 por pessoa

Distância da Trilha: 3 km

Tempo estimado: 1,5 horas

O que torna essa cachoeira tão famosa, além de sua beleza, é o trajeto para chegar até ela. A trilha é simples e um espetáculo, repleta de vistas incríveis da fauna e flora do lugar.

Cachoeira Grande

Conhecida por ter um amplo lago, essa cachoeira é ideal para um mergulho relaxante após a trilha. O caminho até lá é relativamente fácil, tornando-a acessível até para quem não tem muita experiência com trilhas.

Preço: R$ 15,00 por pessoa

Distância da Trilha: 2 km

Tempo estimado: 1 hora

Perto da entrada da trilha, você encontrará opções para comprar lanches e água, o que é muito conveniente para quem vai passar o dia explorando.

Cachoeira Serra Morena

Para os aventureiros de plantão, a Cachoeira Serra Morena é o destino certo. Localizada em uma área mais isolada, essa cachoeira oferece um ambiente tranquilo e um contato mais próximo com a natureza. A trilha para chegar até ela é desafiadora, mas a recompensa vale a pena.

Preço: R$ 25,00 por pessoa

Distância da Trilha: 5 km

Tempo estimado: 2,5 horas

Cachoeira da Farofa

A Cachoeira da Farofa é um daqueles lugares que você precisa conhecer quando estiver na Serra do Cipó. Com uma queda d’água que forma uma piscina natural, é o lugar perfeito para um banho relaxante.

A trilha até lá é de nível moderado, mas o esforço é recompensado com um cenário de tirar o fôlego.

Preço: R$ 20,00 por pessoa

Distância da Trilha: 4 km

Tempo estimado: 2 horas

O que torna a Cachoeira da Farofa especial é sua piscina natural, que atrai visitantes em busca de um refúgio em meio à natureza. Além disso, a trilha oferece vistas panorâmicas da região, tornando a caminhada uma experiência completa.

Vale do Travessão

O Vale do Travessão é um dos pontos mais intrigantes da Serra do Cipó. É uma região que mescla entre campos abertos e áreas mais fechadas, passeio ideal para quem gosta de explorar diferentes cenários.

Preço: R$ 30,00 por pessoa

Distância da Trilha: 6 km

Tempo estimado: 3 horas

O Vale do Travessão é famoso por sua diversidade de paisagens e pelo desafio que a trilha oferece, é um dos destinos preferidos para os aventureiros mais experientes.

Estátua do Juquinha

A Estátua do Juquinha é uma parada obrigatória para quem visita a Serra do Cipó. Localizada à beira da estrada, a estátua é facilmente acessível e não requer uma trilha para chegar até ela.

Preço: Gratuito

O que torna esse lugar tão especial é a história de Juquinha, um morador local que, segundo a lenda, distribuía flores aos visitantes que passavam pela serra.

Hoje, a estátua é um dos locais mais fotografados da região e um verdadeiro símbolo da hospitalidade e cultura local.

Cânion das Bandeirinhas

Este lugar é um verdadeiro paraíso para os amantes de aventura e natureza. A trilha até o cânion é uma das mais desafiadoras da região, mas também uma das mais recompensadoras.

Preço: R$ 40,00 por pessoa

Distância da Trilha: 10 km

Tempo estimado: 4 a 5 horas

Ao chegar ao cânion, você será presenteado com uma vista panorâmica que parece ter saído de um cartão-postal. As formações rochosas do cânion são um espetáculo à parte, com suas cores e texturas que mudam com a luz do dia.

O que fazer na Serra do Cipó em um dia?

Se você tem apenas um dia para explorar a Serra do Cipó, não se preocupe: ainda dá para aproveitar bastante! 

Claro, com tantas atrações incríveis, um dia não será suficiente para conhecer tudo, mas você pode focar em algumas das principais atrações para ter uma experiência completa.

Uma boa ideia é começar o dia com uma trilha mais curta, como a da Cachoeira Grande, que leva cerca de uma hora para ser completada. 

Depois, você pode seguir para a Estátua do Juquinha, que fica à beira da estrada e não requer muito tempo para visitar. Se ainda tiver energia, considere fechar o dia com um pôr do sol no Vale do Travessão, um dos pontos mais bonitos da região.

Final de semana na Serra do Cipó: o que visitar?

Com mais tempo à disposição, você pode explorar uma variedade maior de atrações e até mesmo repetir aquelas que mais gostou.

No primeiro dia, considere fazer uma das trilhas mais longas, como a que leva ao Cânion das Bandeirinhas. O esforço será recompensado com vistas espetaculares e a sensação de conquista ao final do dia.

No segundo dia, você pode optar por algo mais relaxante. Que tal uma visita à Cachoeira da Farofa pela manhã e um passeio pelo centro da cidade à tarde? Você pode aproveitar para conhecer o artesanato local e experimentar a culinária da região.

Depois de um dia cheio de aventuras, a noite na Serra do Cipó oferece diversas opções para todos os gostos. Se você é fã de uma boa cerveja artesanal e música ao vivo, o “Bar do Turista” é uma excelente escolha. O ambiente é descontraído e é um ótimo lugar para socializar.

Pousadas na Serra do Cipó: as melhores hospedagens pelo menor preço!

A Serra do Cipó oferece uma variedade de opções para se hospedar, desde pousadas charmosas até campings, e cada região tem seu próprio charme e vantagens. Vamos dar uma olhada nas áreas mais populares para hospedagem:

  • Região Central

Ficar no centro da cidade é uma ótima opção para quem quer ter fácil acesso a restaurantes, lojas e outros serviços. As pousadas aqui costumam ser mais tradicionais e estão próximas das principais vias de acesso às atrações turísticas.

  • Áreas Próximas às Trilhas

Se a sua ideia é estar mais perto da natureza e das trilhas, considere se hospedar em uma das pousadas localizadas nas proximidades das principais rotas de caminhada. Essa é uma excelente escolha para quem quer começar o dia já imerso na beleza natural da região.

  • Zonas Rurais

Para uma experiência mais tranquila e isolada, as zonas rurais oferecem pousadas que são verdadeiros refúgios. Aqui, você pode esperar um ambiente mais calmo, muitas vezes com vistas panorâmicas das montanhas e campos.

  • Áreas de Camping

Para os amantes do ecoturismo e da vida ao ar livre, acampar pode ser a forma ideal de se conectar ainda mais com a beleza natural da Serra do Cipó.

As áreas de camping geralmente estão localizadas perto de trilhas e cachoeiras, oferecendo uma experiência mais rústica e aventureira.

Além do contato direto com a natureza, o camping é também uma opção mais econômica de hospedagem.

Muitos campings oferecem infraestrutura básica como banheiros, chuveiros e áreas para fogueira, tornando a experiência confortável até para quem não é tão experiente em acampar.

Restaurantes na Serra do Cipó: onde comer?

A escolha do restaurante vai depender do seu gosto pessoal e do que você está procurando. Se você quer experimentar a culinária mineira, o Restaurante Casa Mineira ou o Restaurante do Marquinho são boas opções. 

Se você está procurando um restaurante mais sofisticado, o Filomena Bistrô e Casa de Chá ou o Bistrô Bon Appetit são ótimos. Mas caso você só queira um lugar para comer hambúrguer, a Madalena Hamburgueria é uma boa opção.

Confira uma lista dos melhores restaurantes:

  • Filomena Bistrô e Casa de Chá – restaurante de cozinha contemporânea com foco em ingredientes locais, com destaque para a carta de vinhos.
  • Restaurante Casa Mineira – restaurante tradicional mineiro, com pratos como frango com quiabo, feijão tropeiro e tutu de feijão.
  • Madalena Hamburgueria – hamburgueria artesanal com opções de hambúrgueres, porções e sobremesas.
  • Restaurante do Marquinho – restaurante familiar com pratos típicos da culinária brasileira, como feijoada, moqueca e churrasco.
  • Bistrô Bon Appetit – restaurante intimista com pratos da culinária francesa e brasileira.
  • Restaurante Panela de Pedra – restaurante com pratos típicos da culinária mineira preparados em panelas de pedra.
  • Restaurante Coqueiros – restaurante com vista para o cânion das Bandeirinhas, com pratos da culinária brasileira.
  • Tapiadas – restaurante especializado em tapiocas, com opções doces e salgadas.
  • SushiNatu Culinária Oriental – restaurante de culinária japonesa com destaque para os sushis e sashimis.
  • Tonel Choperia – choperia com opções de carnes, peixes, massas e frutos do mar.

Curiosidades da Serra do Cipó 

A Serra do Cipó também é conhecida por sua atmosfera mística. Muitos visitantes relatam uma sensação de paz e conexão com a natureza que vai além do comum. 

Além disso, a região é palco de diversas lendas e histórias que envolvem seres mágicos e fenômenos inexplicáveis, o que atrai diversos místicos e esotéricos para o local.

A região também é conhecida por ter sido berço de eventos históricos. Durante o período colonial, a região foi palco de diversas expedições de bandeirantes em busca de ouro e pedras preciosas.

Além disso, há relatos de que a área foi um importante ponto de encontro para os revolucionários durante a Inconfidência Mineira.

Conheça as cachoeiras de Minas Gerais com segurança!

Explorar as cachoeiras e trilhas de Minas Gerais é uma experiência incrível, mas é fundamental fazer isso com segurança. Acidentes e imprevistos podem acontecer, e é aí que um bom seguro viagem faz toda a diferença.

Com o Seguro Promo, você pode aproveitar todas as maravilhas da Serra do Cipó e outras regiões de Minas Gerais com a tranquilidade de saber que está protegido.

Coberturas para acidentes pessoais, assistência médica e até mesmo cancelamento de viagem estão à sua disposição.

Com todas essas dicas e informações em mãos, você está mais do que preparado para planejar sua viagem à Serra do Cipó. 

Esperamos que este guia tenha sido útil e que contribua para que sua experiência na Serra do Cipó seja tão maravilhosa quanto o lugar.

FONTE SEGUROS PROMO

As 5 atrações naturais do Brasil que fogem das recomendações de sempre e você precisa conhecer

Cachoeiras, trilhas, cavernas e muita natureza te esperam em destinos que seguem fora dos radares do turismo de massa

Rio de Janeiro, Cataratas do Iguaçu, Fernando de Noronha, Amazônia, Lençóis Maranhenses… É comum que, ao se falar de belezas naturais do Brasil, esses locais venham automaticamente à mente.

Mas para quem procura atrações que vão além das recomendações de sempre, National Geographic Brasil preparou uma lista de cinco destinos brasileiros que ainda não caíram nas rotas do turismo de grandes proporções e são menos concorridos, com lugares para serem desvendados. 

Cada uma das atrações desta seleção possui uma natureza deslumbrante e representa regiões diferentes do país. 

1. Cânion do Guartelá, no Paraná

Quedas d’água, corredeiras, mirantes e trilhas tornam o passeio no cânion do Parque do Guartelá imperdível.

Localizado no município de Tibagi, na parte centro-oeste do Paraná, próximo à cidade de Ponta Grossa, o cânion do Guartelá é o sexto maior do mundo, de acordo com o Instituto Água e Terra (IAT), organização de proteção ambiental do governo paranaense.

Para quem não está familiarizado com o termo, cânions são vales profundos com bordas íngremes. 

No caso da atração paranaense, é possível contemplar a linda paisagem, conhecer espécies da fauna e flora local, banhar-se em águas naturais e ver até mesmo pinturas rupestres feitas há cerca de 7 mil anos. 

2. Caverna do Diabo, em São Paulo

A Caverna do Diabo está localizada em um parque na cidade de Eldorado, em São Paulo.
A Caverna do Diabo está localizada em um parque na cidade de Eldorado, em São Paulo.
FOTO DE GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

O nome pode assustar, mas a verdade é que a Caverna do Diabo é considerada uma das principais do Brasil por sua beleza e constituição espeleológica. 

Quem nunca esteve dentro de uma caverna vai se surpreender com as as colunas e espeleotemas (nome dado a determinadas formações rochosas encontradas nesse ambiente).

A Caverna do Diabo está localizada no Parque Estadual do Diabo, na cidade de Eldorado, no interior de São Paulo. Outras atrações do local incluem também mirantes, cachoeiras e até um circuito por comunidades quilombolas, como informa o site oficial do parque.

3. Chapada Imperial, no Distrito Federal

Aves resgatadas do tráfico de espécies são soltas na Chapada Imperial.
Aves resgatadas do tráfico de espécies são soltas na Chapada Imperial.
FOTO DE

Muita gente pode não imaginar que, a 50 km do centro de Brasília, capital do país, há uma verdadeira preciosidade da natureza.

A Chapada Imperial é uma reserva natural com vegetação do Cerrado e abriga várias espécies de animais. Os visitantes podem fazer trilhas ecológicas de diferentes extensões (de curta a longa) e aproveitar mais de 30 cachoeiras.

De acordo com o site oficial da atração, é possível também acampar na Chapada Imperial.

4. Serra da Barriga, em Alagoas

A Serra da Barriga está relacionada a uma parte importante do passado do Brasil.
A Serra da Barriga está relacionada a uma parte importante do passado do Brasil.
FOTO DE GOVERNO FEDERAL DO BRASIL

Visitar a Serra da Barriga não é apenas um passeio ao ar livre, mas também um mergulho na história do Brasil.

Foi na região da Serra da Barriga que se formou, durante o período colonial, o famoso Quilombo dos Palmares, que teve Zumbi como o seu líder mais conhecido.

“Observam-se, ainda, grande quantidade de palmeiras que, segundo historiadores, deram origem ao nome Palmares. Entre as características da Serra da Barriga estão as nascentes que alimentam um açude e uma lagoa. Esta última, denominada Lagoa dos Negros, é um dos lugares sagrados da Serra, onde os religiosos de matriz africana realizam rituais”, explica um artigo no site do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Localizada no município de União dos Palmares, no estado de Alagoas, a Serra da Barriga tem ainda um memorial dedicado ao histórico quilombo. 

5. Monte Roraima, em Roraima

A chegada ao Monte Roraima exige de três a quatro dias de caminhada, no mínimo.
A chegada ao Monte Roraima exige de três a quatro dias de caminhada, no mínimo.
FOTO DE

No extremo Norte do Brasil, na fronteira com a Venezuela e a Guiana, está o Monte Roraima, localizado a 2.379 metros de altitude.

Para chegar ao topo, segundo o Ministério do Turismo, são necessários, no mínimo, três ou quatro dias de caminhada em trilhas repletas de rios e cachoeiras. 

Cercado pela floresta amazônica, o Monte Roraima proporciona um belo espetáculo visual com paredões, formações rochosas de milhões de anos, cristais e espécies endêmicas (que só existem lá).

FONTE NATIONAL GEOGRAPHIC

As 5 atrações naturais do Brasil que fogem das recomendações de sempre e você precisa conhecer

Cachoeiras, trilhas, cavernas e muita natureza te esperam em destinos que seguem fora dos radares do turismo de massa

Rio de Janeiro, Cataratas do Iguaçu, Fernando de Noronha, Amazônia, Lençóis Maranhenses… É comum que, ao se falar de belezas naturais do Brasil, esses locais venham automaticamente à mente.

Mas para quem procura atrações que vão além das recomendações de sempre, National Geographic Brasil preparou uma lista de cinco destinos brasileiros que ainda não caíram nas rotas do turismo de grandes proporções e são menos concorridos, com lugares para serem desvendados. 

Cada uma das atrações desta seleção possui uma natureza deslumbrante e representa regiões diferentes do país. 

1. Cânion do Guartelá, no Paraná

Quedas d’água, corredeiras, mirantes e trilhas tornam o passeio no cânion do Parque do Guartelá imperdível.

Localizado no município de Tibagi, na parte centro-oeste do Paraná, próximo à cidade de Ponta Grossa, o cânion do Guartelá é o sexto maior do mundo, de acordo com o Instituto Água e Terra (IAT), organização de proteção ambiental do governo paranaense.

Para quem não está familiarizado com o termo, cânions são vales profundos com bordas íngremes. 

No caso da atração paranaense, é possível contemplar a linda paisagem, conhecer espécies da fauna e flora local, banhar-se em águas naturais e ver até mesmo pinturas rupestres feitas há cerca de 7 mil anos. 

2. Caverna do Diabo, em São Paulo

A Caverna do Diabo está localizada em um parque na cidade de Eldorado, em São Paulo.
A Caverna do Diabo está localizada em um parque na cidade de Eldorado, em São Paulo.
FOTO DE GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

O nome pode assustar, mas a verdade é que a Caverna do Diabo é considerada uma das principais do Brasil por sua beleza e constituição espeleológica. 

Quem nunca esteve dentro de uma caverna vai se surpreender com as as colunas e espeleotemas (nome dado a determinadas formações rochosas encontradas nesse ambiente).

A Caverna do Diabo está localizada no Parque Estadual do Diabo, na cidade de Eldorado, no interior de São Paulo. Outras atrações do local incluem também mirantes, cachoeiras e até um circuito por comunidades quilombolas, como informa o site oficial do parque.

3. Chapada Imperial, no Distrito Federal

Aves resgatadas do tráfico de espécies são soltas na Chapada Imperial.
Aves resgatadas do tráfico de espécies são soltas na Chapada Imperial.
FOTO DE

Muita gente pode não imaginar que, a 50 km do centro de Brasília, capital do país, há uma verdadeira preciosidade da natureza.

A Chapada Imperial é uma reserva natural com vegetação do Cerrado e abriga várias espécies de animais. Os visitantes podem fazer trilhas ecológicas de diferentes extensões (de curta a longa) e aproveitar mais de 30 cachoeiras.

De acordo com o site oficial da atração, é possível também acampar na Chapada Imperial.

4. Serra da Barriga, em Alagoas

A Serra da Barriga está relacionada a uma parte importante do passado do Brasil.
A Serra da Barriga está relacionada a uma parte importante do passado do Brasil.
FOTO DE GOVERNO FEDERAL DO BRASIL

Visitar a Serra da Barriga não é apenas um passeio ao ar livre, mas também um mergulho na história do Brasil.

Foi na região da Serra da Barriga que se formou, durante o período colonial, o famoso Quilombo dos Palmares, que teve Zumbi como o seu líder mais conhecido.

“Observam-se, ainda, grande quantidade de palmeiras que, segundo historiadores, deram origem ao nome Palmares. Entre as características da Serra da Barriga estão as nascentes que alimentam um açude e uma lagoa. Esta última, denominada Lagoa dos Negros, é um dos lugares sagrados da Serra, onde os religiosos de matriz africana realizam rituais”, explica um artigo no site do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Localizada no município de União dos Palmares, no estado de Alagoas, a Serra da Barriga tem ainda um memorial dedicado ao histórico quilombo. 

5. Monte Roraima, em Roraima

A chegada ao Monte Roraima exige de três a quatro dias de caminhada, no mínimo.
A chegada ao Monte Roraima exige de três a quatro dias de caminhada, no mínimo.
FOTO DE

No extremo Norte do Brasil, na fronteira com a Venezuela e a Guiana, está o Monte Roraima, localizado a 2.379 metros de altitude.

Para chegar ao topo, segundo o Ministério do Turismo, são necessários, no mínimo, três ou quatro dias de caminhada em trilhas repletas de rios e cachoeiras. 

Cercado pela floresta amazônica, o Monte Roraima proporciona um belo espetáculo visual com paredões, formações rochosas de milhões de anos, cristais e espécies endêmicas (que só existem lá).

FONTE NATIONAL GEOGRAPHIC

Um tesouro perdido na Estrada Real: cachoeiras com poços, quedas e ofurôs cravados na pedra, trilhas, restaurantes de cozinha artesanal e até baladinhas

Entre o Serro e Diamantina, Milho Verde tem dezenas de cachoeiras com poços, quedas e ofurôs cravados na pedra, e trilhas que coroam o destino como uma joia do turismo de aventura

Destino rico em belezas naturais, história e lendas, a mineira Milho Verde integra a Estrada Real e oferece ao turista inúmeros atrativos ecológicos e culturais. Não por acaso, é referência como cartão-postal das Gerais desde a década de 1970, quando foi descoberto pelas comunidades hippies, os primeiros que elegeram a região como paraíso da Serra do Espinhaço e levaram os locais a desenvolver a atenção para o potencial turístico.

Distrito do Serro, próximo a Diamantina e distante 750 quilômetros de Brasília (via BR-040), a vila Milho Verde também foi berço da extração de ouro e diamante, e, assim como as famosas cidades coloniais vizinhas, preserva igrejas e casario antigo, atmosfera de interior, restaurantes especializados em culinária típica de raiz, a famosa cozinha de quintal.

A diferença é que, lá, o movimento cotidiano ainda funciona nos moldes de antigamente. Moradores mesmo, há menos de 2 mil, e é apenas nos fins de semana, feriados e período de férias, graças aos turistas que chegam de todos os cantos do Brasil, que a rotina pacata dá lugar ao vaivém de pessoas em busca de refresco nas cachoeiras, trilhas, restaurantes e demais atrações.

Xica da Silva

Para quem gosta de história, vale destacar que a vila é a terra natal de Xica da Silva. Segundo registros históricos, a escrava alforriada e detentora de importante papel político no Brasil colônia teria nascido na região local, chamada Baú, e sido batizada na Igreja Matriz de Milho Verde. Também recebe muitas visitas a Igreja Nossa Senhora do Rosário, construída em barro e madeira, e referência para a comunidade do arraial, fundado no século 18, em torno justamente da exploração de metais e pedras preciosas, atividade que só foi ;deixada de lado; com o desenvolvimento turístico da região, segundo histórias contatadas pelos nativos e por quem trocou a vida na cidade grande pelo sossego da região, a exemplo do casal Luíza Vianna e Mateus Bahiense.


Há cinco anos, com o nascimento do primeiro filho, eles decidiram migrar de Belo Horizonte para lá, onde montaram o Restaurante e Pousada Refazenda. Localizado no principal acesso a um complexo de quedas d;agua famoso, o Lajeado, o casal recebe, de portas abertas e com hospitalidade, os que chegam em busca de dias de prazer e descanso. ;Milho Verde é um destino tranquilo, rodeado de cachoeiras e montanhas, situado nas vertentes da Serra do Espinhaço ; Alto Jequitinhonha. A região integra roteiros turísticos, culturais, históricos, ecológicos e gastronômicos;, aponta Luíza.

O restaurante, aberto ao público para almoço e jantar, oferece comida caseira. O salão conta com fogão a lenha aceso diariamente, cardápio variado, em grande parte preparado com ingredientes da horta (cultivo orgânico), queijos artesanais curados no local, música ao vivo, muitas vezes incluindo o som do piano, que ajuda ainda a compôr um cenário pra lá de receptivo. Há também mesas dispostas no jardim, sob a sombra das árvores. Um convite para desfrutar a natureza.

Para matar a fome

Paulo Queiroga, assessor da Prefeitura do Serro, informa que Milho Verde mantém a simplicidade do passado nas montanhas mineiras. ;O pequeno distrito é testemunha viva do antigo modo de vida do Alto Jequitinhonha, mesmo consolidado como polo turístico regional.;

Ele conta que lendas revelam a história do nome com o qual o singelo distrito, assentado no alto da Cordilheira do Espinhaço, foi batizado. ;Segundo corre aqui, o nome vem do fato de os primeiros bandeirantes que chegaram, famintos, terem sido recebidos por uma comunidade de índios locais com a oferta de milho, abundante na região. Outra versão é que, por volta de 1711, o português Rodrigues Milho Verde, natural do Minho, chegou à região em busca de ouro e diamante, iniciando, assim, o povoado.;

Dali em diante, o arraial se desenvolveu como ponto de apoio a tropeiros, no caminho que liga o Serro a Diamantina, pela Estrada Real, por onde escoava a exploração mineral em direção ao Rio de Janeiro. Na época, a Coroa Portuguesa instalou ali um quartel e um posto fiscal para controle do contrabando de ouro e diamante.

Flores

Somente depois da segunda proibição da exploração do diamante, já no século 20, a população local passa a viver da pecuária e da agricultura de subsistência, além da colheita das flores decorativas sempre-vivas. E depois, já a partir da chegada dos hippies, que migravam dos grandes centros para pequenas localidades alternativas ; o que também ocorreu em outros destinos brasileiros, como Canoa Quebrada, Trancoso, Arraial da Ajuda, Pirenópolis e Goiás Velho ;, a região passou a atrair turistas. ;Milho Verde ressurgiu como um lugar aprazível e foi germinando a semente de um novo destino turístico. Hoje, oferece boa estrutura de serviços para visitantes. Restaurantes, hotéis, pousadas e campings garantem conforto e aconchego aos turistas de todos os níveis e exigências. A tradição religiosa também é bem preservada nas centenárias festas populares, que atraem visitantes e garantem a memória desse distrito, de mais de 300 anos;.

Balada

Para os mais animados, Queiroga conta que, à noite, na alta temporada, os bares promovem festas, baladas e eventos para a moçada. ;Aqui há atrativos para todos os gostos e faixas etárias, desde as igrejas antigas, testemunhos da fé, da tradição religiosa e símbolos da arquitetura colonial mineira, até as muitas cachoeiras, que atraem os amantes dos esportes de aventura;.

Principais cachoeiras da cidade

Carijó
Situada a três quilômetros do centro de Milho Verde, a Cachoeira do Carijó tem oito metros de queda e um poço delicioso com água limpa e cristalina. Ideal para banho de relaxamento.

Moinho
Uma das maiores e mais bonitas da região, a queda d;água fica bem próxima ao centro. O nome se deve à existência de dois moinhos d;água antigos, utilizados na moagem do milho para fazer o fubá. Além de poços de água limpa e extremamente agradáveis para banho, existem duas quedas maiores, que vão se juntar ao Rio Jequitinhonha, logo à frente.

Piolho
Formada pelo córrego de mesmo nome, a Cachoeira do Piolho é assim chamada por causa de pequenos diamantes encontrados antigamente no leito do córrego. A cachoeira tem queda de mais de 30 metros e é utilizada também para a prática do rapel.

Lajeado
Um platô na chapada da cidade, bem no centro do distrito e ideal para crianças. A areia branca e os diversos poços rasos de águas cristalinas se tornam mais abundantes durante as cheias, formando três quedas e uma paisagem magnífica.

Baú
Localizada a cerca de oito quilômetros de Milho Verde, na localidade de Baú, antigo quilombo, onde nasceu a lendária Xica da Silva, a cachoeira tem poço delicioso, entre encostas acentuadas e paisagem que mexe com nossa alma.

Ausente
Fica num lugarejo, também antigo quilombo, com população descendente de antigos escravos e cultura tradicional preservada. A cachoeira tem pequenas piscinas naturais de águas cristalinas e o passeio compensa.

Campo Alegre
Um conjunto de pequenas quedas, em meio às pedras, a oito quilômetros do Centro, um ponto de parada na antiga trilha utilizada por tropeiros. No entorno de Milho Verde, estão também as cachoeiras da Canela e dos Macacos, menos visitadas, mas de igual beleza.

FONTE CORREIO BRAZILIENSE

Um tesouro perdido na Estrada Real: cachoeiras com poços, quedas e ofurôs cravados na pedra, trilhas, restaurantes de cozinha artesanal e até baladinhas

Entre o Serro e Diamantina, Milho Verde tem dezenas de cachoeiras com poços, quedas e ofurôs cravados na pedra, e trilhas que coroam o destino como uma joia do turismo de aventura

Destino rico em belezas naturais, história e lendas, a mineira Milho Verde integra a Estrada Real e oferece ao turista inúmeros atrativos ecológicos e culturais. Não por acaso, é referência como cartão-postal das Gerais desde a década de 1970, quando foi descoberto pelas comunidades hippies, os primeiros que elegeram a região como paraíso da Serra do Espinhaço e levaram os locais a desenvolver a atenção para o potencial turístico.

Distrito do Serro, próximo a Diamantina e distante 750 quilômetros de Brasília (via BR-040), a vila Milho Verde também foi berço da extração de ouro e diamante, e, assim como as famosas cidades coloniais vizinhas, preserva igrejas e casario antigo, atmosfera de interior, restaurantes especializados em culinária típica de raiz, a famosa cozinha de quintal.

A diferença é que, lá, o movimento cotidiano ainda funciona nos moldes de antigamente. Moradores mesmo, há menos de 2 mil, e é apenas nos fins de semana, feriados e período de férias, graças aos turistas que chegam de todos os cantos do Brasil, que a rotina pacata dá lugar ao vaivém de pessoas em busca de refresco nas cachoeiras, trilhas, restaurantes e demais atrações.

Xica da Silva

Para quem gosta de história, vale destacar que a vila é a terra natal de Xica da Silva. Segundo registros históricos, a escrava alforriada e detentora de importante papel político no Brasil colônia teria nascido na região local, chamada Baú, e sido batizada na Igreja Matriz de Milho Verde. Também recebe muitas visitas a Igreja Nossa Senhora do Rosário, construída em barro e madeira, e referência para a comunidade do arraial, fundado no século 18, em torno justamente da exploração de metais e pedras preciosas, atividade que só foi ;deixada de lado; com o desenvolvimento turístico da região, segundo histórias contatadas pelos nativos e por quem trocou a vida na cidade grande pelo sossego da região, a exemplo do casal Luíza Vianna e Mateus Bahiense.


Há cinco anos, com o nascimento do primeiro filho, eles decidiram migrar de Belo Horizonte para lá, onde montaram o Restaurante e Pousada Refazenda. Localizado no principal acesso a um complexo de quedas d;agua famoso, o Lajeado, o casal recebe, de portas abertas e com hospitalidade, os que chegam em busca de dias de prazer e descanso. ;Milho Verde é um destino tranquilo, rodeado de cachoeiras e montanhas, situado nas vertentes da Serra do Espinhaço ; Alto Jequitinhonha. A região integra roteiros turísticos, culturais, históricos, ecológicos e gastronômicos;, aponta Luíza.

O restaurante, aberto ao público para almoço e jantar, oferece comida caseira. O salão conta com fogão a lenha aceso diariamente, cardápio variado, em grande parte preparado com ingredientes da horta (cultivo orgânico), queijos artesanais curados no local, música ao vivo, muitas vezes incluindo o som do piano, que ajuda ainda a compôr um cenário pra lá de receptivo. Há também mesas dispostas no jardim, sob a sombra das árvores. Um convite para desfrutar a natureza.

Para matar a fome

Paulo Queiroga, assessor da Prefeitura do Serro, informa que Milho Verde mantém a simplicidade do passado nas montanhas mineiras. ;O pequeno distrito é testemunha viva do antigo modo de vida do Alto Jequitinhonha, mesmo consolidado como polo turístico regional.;

Ele conta que lendas revelam a história do nome com o qual o singelo distrito, assentado no alto da Cordilheira do Espinhaço, foi batizado. ;Segundo corre aqui, o nome vem do fato de os primeiros bandeirantes que chegaram, famintos, terem sido recebidos por uma comunidade de índios locais com a oferta de milho, abundante na região. Outra versão é que, por volta de 1711, o português Rodrigues Milho Verde, natural do Minho, chegou à região em busca de ouro e diamante, iniciando, assim, o povoado.;

Dali em diante, o arraial se desenvolveu como ponto de apoio a tropeiros, no caminho que liga o Serro a Diamantina, pela Estrada Real, por onde escoava a exploração mineral em direção ao Rio de Janeiro. Na época, a Coroa Portuguesa instalou ali um quartel e um posto fiscal para controle do contrabando de ouro e diamante.

Flores

Somente depois da segunda proibição da exploração do diamante, já no século 20, a população local passa a viver da pecuária e da agricultura de subsistência, além da colheita das flores decorativas sempre-vivas. E depois, já a partir da chegada dos hippies, que migravam dos grandes centros para pequenas localidades alternativas ; o que também ocorreu em outros destinos brasileiros, como Canoa Quebrada, Trancoso, Arraial da Ajuda, Pirenópolis e Goiás Velho ;, a região passou a atrair turistas. ;Milho Verde ressurgiu como um lugar aprazível e foi germinando a semente de um novo destino turístico. Hoje, oferece boa estrutura de serviços para visitantes. Restaurantes, hotéis, pousadas e campings garantem conforto e aconchego aos turistas de todos os níveis e exigências. A tradição religiosa também é bem preservada nas centenárias festas populares, que atraem visitantes e garantem a memória desse distrito, de mais de 300 anos;.

Balada

Para os mais animados, Queiroga conta que, à noite, na alta temporada, os bares promovem festas, baladas e eventos para a moçada. ;Aqui há atrativos para todos os gostos e faixas etárias, desde as igrejas antigas, testemunhos da fé, da tradição religiosa e símbolos da arquitetura colonial mineira, até as muitas cachoeiras, que atraem os amantes dos esportes de aventura;.

Principais cachoeiras da cidade

Carijó
Situada a três quilômetros do centro de Milho Verde, a Cachoeira do Carijó tem oito metros de queda e um poço delicioso com água limpa e cristalina. Ideal para banho de relaxamento.

Moinho
Uma das maiores e mais bonitas da região, a queda d;água fica bem próxima ao centro. O nome se deve à existência de dois moinhos d;água antigos, utilizados na moagem do milho para fazer o fubá. Além de poços de água limpa e extremamente agradáveis para banho, existem duas quedas maiores, que vão se juntar ao Rio Jequitinhonha, logo à frente.

Piolho
Formada pelo córrego de mesmo nome, a Cachoeira do Piolho é assim chamada por causa de pequenos diamantes encontrados antigamente no leito do córrego. A cachoeira tem queda de mais de 30 metros e é utilizada também para a prática do rapel.

Lajeado
Um platô na chapada da cidade, bem no centro do distrito e ideal para crianças. A areia branca e os diversos poços rasos de águas cristalinas se tornam mais abundantes durante as cheias, formando três quedas e uma paisagem magnífica.

Baú
Localizada a cerca de oito quilômetros de Milho Verde, na localidade de Baú, antigo quilombo, onde nasceu a lendária Xica da Silva, a cachoeira tem poço delicioso, entre encostas acentuadas e paisagem que mexe com nossa alma.

Ausente
Fica num lugarejo, também antigo quilombo, com população descendente de antigos escravos e cultura tradicional preservada. A cachoeira tem pequenas piscinas naturais de águas cristalinas e o passeio compensa.

Campo Alegre
Um conjunto de pequenas quedas, em meio às pedras, a oito quilômetros do Centro, um ponto de parada na antiga trilha utilizada por tropeiros. No entorno de Milho Verde, estão também as cachoeiras da Canela e dos Macacos, menos visitadas, mas de igual beleza.

FONTE CORREIO BRAZILIENSE

8 Belas cachoeiras da Serra da Canastra de tirar o fôlego

Considerado um dos mais importantes parques nacionais do Brasil, a Serra da Canastra abrange uma área de mais de 70 mil hectares e seis municípios do estado de Minas Gerais, sendo eles São Roque de Minas, Vargem Bonita, Delfinópolis, Sacramento, São João Batista do Glória e Capitólio. A região é dona de uma das paisagens mais deslumbrantes de todo o país, principalmente graças as belas cachoeiras da Serra da Canastra, muitas delas formadas pelas águas do Rio São Franscisco que é um dos principais cursos d’água da América do Sul, e nasce ali mesmo, nas partes altas da Serra da Canastra.

Há uma ampla variedade de cachoeiras na Serra da Canastra para escolher, algumas de alturas incríveis e outras, apesar de menores, de beleza igualmente exuberante, que podem ser alcançadas tanto através de trilhas mais pesadas quanto por caminhadas mais leves ou feitas até de carro. Com isso, nós selecionamos as melhores delas para que você não deixe de conhecer nenhuma dessas atrações imperdíveis.

1. Cachoeira Casca D’Anta: Principal atração e cartão-postal da Serra, essa cachoeira possui uma sequência de cinco quedas das águas do rio São Francisco, sendo que a maior delas tem quase 200 metros de altura, impossibilitando qualquer visitante de chegar muito próximo devido à sua força. Há duas maneiras de vê-la: pela parte de cima, através de uma trilha leve de onde pode-se observar sua grande queda do mirante e ainda encontrar um poço para banhos; e pela parte debaixo, podendo avistá-la de frente e por completo e também dando acesso ao seu poço grande e profundo.

2. Cachoeira da Chinela: Situada em uma propriedade particular próxima ao município de Vargem Bonita, a cachoeira se encontra entre montanhas que margeiam a serra e é acessível por uma trilha que, apesar de fácil, não é muito bem sinalizada. No caminho até a cachoeira há diversas plantas de babosa, uma casa de roça feita de barro e, finalmente, a bela queda e seu profundo poço, excelentes para banhos.


Foto: José Magalhães

3. Cachoeira da Parida: Apesar de estar localizada fora do parque nacional, em uma fazenda particular a 90 quilômetros do município de Sacramento, e ser uma das cachoeiras menos frequentadas por causa de sua distância, é uma das mais bonitas cachoeiras da Serra da Canastra, onde suas duas quedas d’água brotam de um pequeno cânion e formam poços de águas profundas e cristalinas. No terreno da fazenda é ainda possível ver um sítio arqueológico com pinturas rupestres.


Foto: Paulinho Nolli

4. Cachoeira do Cerradão: A dez quilômetros do município de São Roque de Minas, a área da cachoeira do Cerradão foi transformada em Reserva Particular do Patrimônio Natural pelo Ibama para preservar todas as suas nascentes, as vegetações de cerrado e mata ciliar, e, é claro, sua cachoeira, uma das mais altas da serra, com uma queda de cerca de 200 metros de altura que é dividida em três lances e forma uma incrível piscina natural de águas muito cristalinas, perfeita para banhos.


Foto: Regina Nicoletti

5. Cachoeira do Fundão: Situada em uma área particular a cerca de 50 quilômetros de São Roque de Minas, essa cachoeira possui uma queda de 80 metros de altura formada pelas águas do rio Santo Antônio, que caem em seu poço de forma um tanto violenta, formando pequenas ondas. É dona de uma beleza exótica que se mantém intacta devido à dificuldade de seu acesso. Essa cachoeira da Serra da Canastra já foi destaque no blog do Desviantes e está citada com uma das mais belas cachoeiras de Minas Gerais.


Foto: Renata Bossle

6. Cachoeira do Jota: Também conhecida como Cachoeira da Gurita, está situada em área particular, ao lado do povoado de São João Batista, a cerca de 50 quilômetros de São Roque de Minas. Sua queda forma dois poços – o de cima é um pouco mais fundo, enquanto o de baixo é raso e permite a proximidade às águas que caem para tomar uma ducha.


Foto: Zé Maria

7. Cachoeira dos Rolinhos: Com cerca de 300 metros de altura, caindo em forma de cascata, e poços de 50 metros de extensão, é a maior cachoeira da Serra da Canastra e pode ser admirada pela parte alta do mirante, que fica dentro do parque nacional. No entanto, para ter uma vista de toda a cachoeira, você precisará descer por uma trilha situada fora do parque, e, para isso, é necessário o acompanhamento de um guia.


Foto: Gustavo Maximo

8. Cachoeira Rasga Canga: Na estrada da parte alta do parque nacional, a dez quilômetros da Cachoeira dos Rolinhos, está a Cachoeira Rolinhos Parte Alta, apelidada de Rasga Canga e formada pelo mesmo córrego. Possui quatro quedas d’água, sendo a maior delas de quinze metros de altura, que caem sobre dois poços rasos e cristalinos, ideais para banhos e para receber uma massagem natural.


Foto: Halley Pacheco de Oliveira

FONTE DESVIANTES

8 Belas cachoeiras da Serra da Canastra de tirar o fôlego

Considerado um dos mais importantes parques nacionais do Brasil, a Serra da Canastra abrange uma área de mais de 70 mil hectares e seis municípios do estado de Minas Gerais, sendo eles São Roque de Minas, Vargem Bonita, Delfinópolis, Sacramento, São João Batista do Glória e Capitólio. A região é dona de uma das paisagens mais deslumbrantes de todo o país, principalmente graças as belas cachoeiras da Serra da Canastra, muitas delas formadas pelas águas do Rio São Franscisco que é um dos principais cursos d’água da América do Sul, e nasce ali mesmo, nas partes altas da Serra da Canastra.

Há uma ampla variedade de cachoeiras na Serra da Canastra para escolher, algumas de alturas incríveis e outras, apesar de menores, de beleza igualmente exuberante, que podem ser alcançadas tanto através de trilhas mais pesadas quanto por caminhadas mais leves ou feitas até de carro. Com isso, nós selecionamos as melhores delas para que você não deixe de conhecer nenhuma dessas atrações imperdíveis.

1. Cachoeira Casca D’Anta: Principal atração e cartão-postal da Serra, essa cachoeira possui uma sequência de cinco quedas das águas do rio São Francisco, sendo que a maior delas tem quase 200 metros de altura, impossibilitando qualquer visitante de chegar muito próximo devido à sua força. Há duas maneiras de vê-la: pela parte de cima, através de uma trilha leve de onde pode-se observar sua grande queda do mirante e ainda encontrar um poço para banhos; e pela parte debaixo, podendo avistá-la de frente e por completo e também dando acesso ao seu poço grande e profundo.

2. Cachoeira da Chinela: Situada em uma propriedade particular próxima ao município de Vargem Bonita, a cachoeira se encontra entre montanhas que margeiam a serra e é acessível por uma trilha que, apesar de fácil, não é muito bem sinalizada. No caminho até a cachoeira há diversas plantas de babosa, uma casa de roça feita de barro e, finalmente, a bela queda e seu profundo poço, excelentes para banhos.


Foto: José Magalhães

3. Cachoeira da Parida: Apesar de estar localizada fora do parque nacional, em uma fazenda particular a 90 quilômetros do município de Sacramento, e ser uma das cachoeiras menos frequentadas por causa de sua distância, é uma das mais bonitas cachoeiras da Serra da Canastra, onde suas duas quedas d’água brotam de um pequeno cânion e formam poços de águas profundas e cristalinas. No terreno da fazenda é ainda possível ver um sítio arqueológico com pinturas rupestres.


Foto: Paulinho Nolli

4. Cachoeira do Cerradão: A dez quilômetros do município de São Roque de Minas, a área da cachoeira do Cerradão foi transformada em Reserva Particular do Patrimônio Natural pelo Ibama para preservar todas as suas nascentes, as vegetações de cerrado e mata ciliar, e, é claro, sua cachoeira, uma das mais altas da serra, com uma queda de cerca de 200 metros de altura que é dividida em três lances e forma uma incrível piscina natural de águas muito cristalinas, perfeita para banhos.


Foto: Regina Nicoletti

5. Cachoeira do Fundão: Situada em uma área particular a cerca de 50 quilômetros de São Roque de Minas, essa cachoeira possui uma queda de 80 metros de altura formada pelas águas do rio Santo Antônio, que caem em seu poço de forma um tanto violenta, formando pequenas ondas. É dona de uma beleza exótica que se mantém intacta devido à dificuldade de seu acesso. Essa cachoeira da Serra da Canastra já foi destaque no blog do Desviantes e está citada com uma das mais belas cachoeiras de Minas Gerais.


Foto: Renata Bossle

6. Cachoeira do Jota: Também conhecida como Cachoeira da Gurita, está situada em área particular, ao lado do povoado de São João Batista, a cerca de 50 quilômetros de São Roque de Minas. Sua queda forma dois poços – o de cima é um pouco mais fundo, enquanto o de baixo é raso e permite a proximidade às águas que caem para tomar uma ducha.


Foto: Zé Maria

7. Cachoeira dos Rolinhos: Com cerca de 300 metros de altura, caindo em forma de cascata, e poços de 50 metros de extensão, é a maior cachoeira da Serra da Canastra e pode ser admirada pela parte alta do mirante, que fica dentro do parque nacional. No entanto, para ter uma vista de toda a cachoeira, você precisará descer por uma trilha situada fora do parque, e, para isso, é necessário o acompanhamento de um guia.


Foto: Gustavo Maximo

8. Cachoeira Rasga Canga: Na estrada da parte alta do parque nacional, a dez quilômetros da Cachoeira dos Rolinhos, está a Cachoeira Rolinhos Parte Alta, apelidada de Rasga Canga e formada pelo mesmo córrego. Possui quatro quedas d’água, sendo a maior delas de quinze metros de altura, que caem sobre dois poços rasos e cristalinos, ideais para banhos e para receber uma massagem natural.


Foto: Halley Pacheco de Oliveira

FONTE DESVIANTES

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