Esta moto ‘baratinha’ da Yamaha disponível no Brasil faz mais de 40 KM/L e desbanca modelos da Honda e Shineray

Nova moto ‘baratinha’ da Yamaha começa 2024 com boas vendas. A Yamaha Neo 125 UBS, moto barata da marca, custa cerca de R$ 12 a 13 mil e entrega ótima economia.

Atualizada em janeiro, a Yamaha Neo 125 UBS marca presença no mercado de veículos brasileiros com sua transmissão CVT e um preço particularmente atraente, sendo considerada uma das motos ‘baratinhas’ mais queridas do mercado. Este modelo econômico da Yamaha registrou, no início deste ano, o seu melhor desempenho em vendas desde o lançamento, com mais de 1.700 unidades comercializadas apenas no mês de janeiro.

Moto barata Yamaha Neo 125 UBS gera 9,8 cavalos de potência

A moto ‘baratinha’ da Yamaha está disponível com um motor de 125 UBScc, SOHC, monocilíndrico de 2 válvulas com refrigeração a ar e abastecido a gasolina. O propulsor do modelo entrega 9,8 cavalos de potência a 8 mil RPM e 1 kgfm de torque máximo a 5.500 RPM.

A scooter da Yamaha conta com injeção eletrônica e transmissão automática do tipo CVT. A Yamaha Neo 125 UBS entrega uma média de consumo de aproximadamente 40 km/l. Contando com um tanque de combustível de 4,2 l, a scooter possui uma autonomia de mais de 160 km com o tanque cheio.

Segundo a Yamaha, um dos pontos mais destacados pelo público que busca o modelo é a extrema facilidade de pilotagem. Isso porque, além de ser a mais leve das scooters, apenas 97 quilos, abastecida, o assento da Neo 125 UBS está a apenas 77,5 centímetros do solo, facilitando o apoio dos pés no chão até mesmo para quem é mais baixo.

O câmbio automático do tipo CVT, que dispensa as mudanças de marcha, reforça o conforto. O modelo ainda conta com base de apoio para os pés, para transmitir mais comodidade, segurança e proteção contra sujeira e água.

Moto moderna e com injeção eletrônica da Yamaha entrega muitas tecnologias de ponta

A moto barata Yamaha Neo 125 UBS conta com alças para sacola e bolsa, e do porta-objetos de 14 litros que fica embaixo do banco. Nele há espaço para um capacete aberto do tipo jet, e a abertura do compartimento é realizada por meio de um simples toque na chave de ignição.

O modelo conta com rodas de aro 14, sendo a maior da categoria 125cc, que facilitam transpor irregularidades no asfalto. A iluminação conta com 3 faróis em LED, um alto e dois baixos.

Em relação aos freios, o conjunto é formado por um sistema a disco (com 200 mm de diâmetro) na dianteira, e tambor (de 130 mm) na traseira e pelo exclusivo sistema Yamaha Unified Brake System (UBS).

O sistema distribui as frenagens das rodas dianteira e traseira por meio do acionamento de apenas um único manete, o do lado esquerdo. Para estacionar, a Neo 125 UBS é equipada com sistema Auto-Stop incorporado ao apoio lateral, que a desliga automaticamente quando acionado. O modelo conta com garantia de 4 anos, e Revisão Preço Fixo.

Quanto custa a moto considerada ‘baratinha’ da Yamaha no mercado brasileiro?

Yamaha Neo 125 UBS está disponível na rede de concessionários e o preço público sugerido é a partir de R$ 12.490 + frete. São três opções de cores disponíveis, sendo elas a Racing Blue (Azul Metálico), Preto Metálico (Midnight Black) e Matt Grey (Cinza Fosco).

Vale mencionar que a marca está constantemente investindo em novos modelos e, recentemente anunciou a chegada da Yamaha Jog 125 2024 no mercado japonês. Trata-se de uma cinquentinha de 2 tempos dos anos 90.

Entretanto, a moto da Yamaha atual traz apenas o nome como semelhança, visto que a pequena moto disponibiliza um pacote mais moderno. O valor da moto ‘baratinha’ da Yamaha é de 264 mil ienes, o que é equivalente a cerca de R$ 8,6 mil em conversão direta. Mas no brasil, o modelo está disponível a partir de R$ 13 mil reais.

FONTE CLICK PETRÓLEO E GÁS

Fiat Argo vira “pedra no sapato” e preocupa os rivais HB20 e Onix

Levantamento dos modelos mais emplacados no primeiro semestre mostra que o Argo entrou mesmo na disputa com os concorrentes.

 

FONTE NEW MOTOR

Preço de ocasião: Chevrolet Onix LT por R$ 39.454! Modelo deixa rivais para trás em 2024 com consumo de 12,5 km/l e até 675 km de autonomia

Conheça o Chevrolet Onix LT 2015, vendido no mercado de usados por menos de R$ 40 mil. O modelo entrega ótimo design, baixo custo de manutenção e muito mais!

Devido aos altos preços dos carros novos, muitos consumidores brasileiros têm optado por veículos usados ou seminovos como alternativa ao transporte público, que muitas vezes deixa a desejar em qualidade. Para quem procura um carro usado que seja moderno e acessível, o Chevrolet Onix LT 2015 surge como uma excelente opção. Atualmente, este modelo está disponível no mercado a partir de R$ 36.385.

Chevrolet Onix LT 2015 entrega até 80 cv de potência

De acordo com o site Olho no Carroo Chevrolet Onix está entre os sete carros usados mais procurados no mercado e esteve no pódio dos mais vendidos há alguns anos. Isso só mudou com a paralisação na fabricação de carros, devido à pandemia e depois pela falta de semicondutores, que atrapalhou muito as vendas do modelo.

O Chevrolet Onix LT 2015 é um hatch compacto, que possui motor 1.0 Flex de 4 cilindros em linha, capaz de gerar até 80 cavalos de potência e 9,8 kgfm de torque, com câmbio manual de 5 marchas e direção hidráulica.

A outra opção era um motor 1.4 flex aspirado de 98/106 cv de potência e 127/136 Nm de torque (g/e), e tem as opções de câmbio manual de 5 marchas e automático de 6 marchas. Para os dados de consumo do Chevrolet Onix LT 2015, usamos como referência os dados divulgados pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro. Desta forma, o modelo consegue entregar, na cidade, 9,2 km/l na gasolina e 7,8 km/l com etanol. Já na estrada, o gigante da Chevrolet entrega 13,5 km/l na gasolina e 11,5 km/l no etanol.

Design do Chevrolet Onix LT 2015 ainda impressiona o mercado

O modelo conta com ótimos equipamentos como airbag para motorista e passageiros, alarme, freios ABS, distribuição eletrônica de frenagem, travas elétricas, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros e desembaçador traseiro.

Na época, para criar um modelo competitivo, a Chevrolet apostou em um design com linhas conhecidas e até mesmo semelhantes com as de alguns rivais, como o VW Gol, mas sem a ousadia encontrada em modelos como o HB20. E essa estratégia deu bastante certo.

Na dianteira, temos faróis horizontais de parábola única e há uma grade dividida por uma barra na cor da carroceria e a gravata dourada. De lado, a linha de cintura ascendente casa com os vincos dos para-lamas e confere o dinamismo ao desenho.

Por fim, na traseira, as lanternas se dividem entre elementos vermelhos e cristal e a vigia traseira arredondada embaixo chama atenção, decorada por um discreto aerofólio na parte superior.

Saiba quais as principais vantagens do Chevrolet Onix LT 2015 e onde encontrar

Entre as principais vantagens do Chevrolet Onix LT 2015 está sua alta liquidez no mercado de revenda, consolidada pelo fato de ter sido o carro mais vendido do país por vários anos consecutivos.

Essa popularidade torna o modelo particularmente fácil de negociar. Além disso, o custo de manutenção é considerado baixo, beneficiado pela ampla disponibilidade de peças devido ao grande volume de vendas dessa geração.

No entanto, o modelo também apresenta desvantagens. Uma das principais críticas ao Onix é a limitação em termos de itens de segurança, associada a uma estrutura de qualidade inferior ao esperado, o que resultou em avaliações negativas nos testes de colisão.

Outras limitações incluem a tecnologia e o desempenho; o carro é menos potente que muitos de seus concorrentes, diferença que se torna mais evidente nos modelos equipados com câmbio automático.

 

FONTE CLICK PETRÓLEO E GÁS

Chevrolet Onix Plus está entre 5 sedãs compactos usados com preço de Kwid 0 km

Com R$ 72.640 do hatch da Renault é possível fazer bom negócio com sedãs seminovos bem equipados

Atualmente, o Renault Kwid é o carro 0 km mais barato do Brasil. A versão inicial Zen parte de R$ 72.640. Com este valor em mãos, há uma infinidade de opções de usados e seminovos com melhores custos-benefícios. Os sedãs compactos, por exemplo, podem ser uma alternativa interessante.

Além de espaço interno e porta-malas superiores, eles contam com lista de itens de série e opcionais mais completa. Alguns deles podem ser comprados até com o câmbio automático e motores mais potentes e econômicos.

O Kwid 1.0 12V de três cilindros, por exemplo, rende 71/68 cv e consome 10,8 km/l na cidade e 11 km/l na estrada com etanol e 15,3 km/l na cidade e 15,7 km/l na estrada com gasolina, segundo o Inmetro.

Então vamos aos sedãs usados compactos usados? Confira a seguir os 10 mais.

1- HONDA CITY SEDAN 1.5 16V EX AUT. 2017 – R$ 71.584

Presente entre nós desde 2009, o sedã compacto ganhou a sua mais recente geração em 2021 e, com isso, a motorização 1.5 de maior desempenho (126 cv e 15,8/15,5 kgfm) e menor consumo. Podendo ser abastecida tanto com etanol ou gasolina ou a mistura dos dois juntos no mesmo tanque, com o primeiro combustível, segundo o Inmetro, são 9,2 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada) e com o segundo, 13,1 km/l (cidade) e 15,2 km/l (estrada).

A transmissão é sempre automática do tipo CVT que simula sete velocidades, segundo a Honda. Além de espaçoso, traz inúmeros itens de série tais como faróis com luzes de LED, 6 airbags, assistente de estabilidade e assistente de saída em rampa entre outras comodidades.

2- VW VIRTUS 1.6 MSI MEC. 2021 – R$ 71.479

Lançado em 2018 para ocupar o lugar do Polo Sedan, o Virtus tem suas virtudes e não são poucas. Além de bem equipado, em 2018, o sedã da Volkswagen – feito sobre a plataforma modular MQB – conquistou a pontuação máxima (com cinco estrelas) em testes de impacto do Latin NCAP.

Na versão 1.6 aspirada e câmbio mecânico de cinco marchas, ele rende 117/110 cv e torque de 16,5/15,8 kgfm. O consumo é de 8,2 km/l (cidade) e 9,5 km/l (estrada) com etanol e 11,9 km/l (cidade) e 13,8 km/l (estrada) com gasolina. O ponto chave está na segurança, boa estabilidade, espaço interno e de porta malas (521 litros) e, claro, mecânica confiável.

3- TOYOTA YARIS SEDAN 1.5 16V XL MEC. 2019 – R$ 71.214

A confiabilidade da marca japonesa, a robustez mecânica e o espaço interno bem aproveitado (graças ao assoalho traseiro plano), só fazem do sedã da Toyota ser cada vez mais desejado. O consumo é outra vantagem. Assim como seu concorrente direto Honda City, o Yaris também está disponível com motor 1.5 16V flex, porém com 110/105 cv e 14,9/14,3 kgfm ligado à transmissão manual de seis marchas.

Segundo o Inmetro, o consumo é de 8,3 km/l (cidade) e 10,1 km/l (estrada) se abastecido com etanol, mas com gasolina sobe para 12 km/l (cidade) e 14,6 km/l (estrada).O espaço interno é bem aproveitado e o porta-malas também não faz feio com seus 473 litros de capacidade.

4- FIAT CRONOS 1.0 6V DRIVE MT 2023 – R$ 70.891

O sedã chegou em 2018 importado da Argentina, com motores 1.3 e 1.8, mas em 2023, passou a vir com propulsor mais econômico 1.0 com seis válvulas aspirado (75/71 cv de potência e torque de 10,7/10 kgfm), sempre associado à transmissão manual de cinco velocidades.

Com um dos menores consumo de combustíveis da categoria, nesta versão são 9,9 km/l (cidade) e 11,3 km/l (estrada) com etanol e 13,8 km/l (cidade) e 16 km/l (estrada) com gasolina. Seu porta-malas de 525 litros é um dos melhores do segmento, deixando muito SUV grande de queixo caído. Outra vantagem está no design agradável, conforto a bordo, além da boa reputação no mercado de usados com mecânica confiável e acessível, manutenção barata etc.

5- CHEVROLET ONIX PLUS 1.0 12V LT MT 2021 – R$ 66.258

Em 2019 ele veio para substituir o Prisma, mantido por algum tempo na linha com o nome Joy Plus.

No caso da configuração sedã do Onix, batizada de “Plus”, na versão de entrada traz motor aspirado 1.0 de três cilindros que junto ao câmbio manual de seis marchas rende 82/78 cv de potência e 10,6/9,6 kgfm de torque.

Seu consumo com etanol é de 10,1 km/l (cidade) e 12,5 km/l (estrada) e na gasolina 14,3 km/l (cidade) e 17,7 km/l (estrada). Fora isso, o sedã é reconhecido pelo bom espaço interno, alta confiabilidade na marca, bom nível de equipamentos, estilo moderno e ótima avaliação no teste de impacto do Latin NCAP.

 

FONTE AUTOO

Por que preço do leite desabou, mas queijo e manteiga continuam caros?

“A desculpa para o preço dos derivados do leite subirem sempre foi o preço do próprio leite e o dólar. Pois bem, o leite está praticamente a metade do que era há um ano atrás, e o dólar está estabilizado faz tempo. Qual é a desculpa agora para o queijo custar 50 paus o quilo?”

O questionamento é de um consumidor de Botucatu, no interior de São Paulo, e foi publicado em fevereiro deste ano nas redes sociais.

É a dúvida de muita gente que chegou a pagar R$ 8 por litro de leite nos supermercados em meados de 2022 e, agora, paga entre R$ 4 e R$ 5, mas não viu uma queda semelhante no preço de derivados como o queijo e a manteiga.

No IPCA, índice de inflação oficial do país medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, o leite longa vida acumula queda anual de 7,9% até fevereiro, mas o queijo recuou apenas 0,82% no mesmo período.

Um levantamento da empresa de pesquisa de mercado Kantar Worldpanel mostra um quadro ainda menos favorável para o preço dos laticínios.

Entre janeiro do ano passado e igual mês deste ano, o preço médio por quilo dos queijos em geral subiu 9,7%, e o da manteiga, 12,3%, conforme esses dados.

A mussarela, tipo de queijo mais consumido no país e que representa mais de 60% do volume de mercado, ficou 3,7% mais cara no período.

A alta de preços foi maior para o minas frescal (19,7%) e os queijos especiais (20%), como brie, cheddar, colonial, cottage, gorgonzola, entre outros, segundo a Kantar.

Mas, em um momento em que os preços da manteiga e do queijo subiam nos supermercados, a vida não esteve nada fácil para os produtores de leite.

No ano passado, em meio a importações recordes de leite em pó, o preço médio do litro de leite pago ao produtor despencou.

Passou de R$ 3,57 para R$ 1,97 entre agosto de 2022 e outubro de 2023, uma queda de 45%, segundo a série histórica do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo (USP).

Neste início de ano, o valor voltou a subir um pouco e ficou em R$ 2,14 em janeiro – ainda 40% abaixo da máxima recente de R$ 3,57 registrada em agosto de 2022.

Com a queda acentuada de preços, pequenos produtores de leite têm abandonado o setor no Brasil – fenômeno crescente ano após ano, e que acontece também em outros países.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, o número de produtores de leite vinculados à indústria recuou 18% entre 2021 e 2023, passando de 40.182 para 33.019, segundo o Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leiteda Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater-RS).

Em relação a 2015, quando o Estado tinha 84.199 produtores, a queda é de 61% em oito anos.

O Rio Grande do Sul é o terceiro maior Estado produtor de leite do país, com participação de 12,4% da produção nacional em 2021, segundo o IBGE, atrás apenas de Minas Gerais (27,2%) e Paraná (12,5%).

Mas o que explica esse cenário contraditório? Por que o preço do leite desabou, prejudicando produtores, mas o preço do queijo e da manteiga não cai?

Por que o preço do leite desabou

Antes de entrar na questão do preço dos laticínios, é preciso entender por que o leite encareceu tanto no Brasil em 2022 e, depois, despencou no ano passado.

Entre os fatores que levaram à forte alta do preço naquele ano estão uma menor produção, impactada pela estiagem prolongada no Sul do país, como consequência do fenômeno climático La Niña.

Também pesaram uma forte alta de custos, principalmente dos grãos (usados para alimentar os animais) e dos combustíveis, impactados pela guerra na Ucrânia e pelo aumento das exportações, devido ao real desvalorizado à época, lembra Natália Grigol, pesquisadora de leite do Cepea.

A alta de preços incentivou investimentos na produção, mas, como a pecuária leiteira é uma atividade de ciclos longos, esses investimentos só começaram a se refletir em um aumento da produção em meados de 2023.

O crescimento tardio da oferta interna veio acompanhado, no entanto, de um forte aumento da importação, fruto de um ganho de competitividade do leite em pó oferecido por países vizinhos, como Argentina e Uruguai, em relação ao produto brasileiro.

Em 2023, o Brasil importou um recorde de US$ 853,6 milhões (cerca de R$ 4,3 bilhões) em leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, alta de 66% em relação ao ano anterior e maior valor da série da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do governo federal.

O Brasil é tradicionalmente um país importador de lácteos, explica Grigol, porque, apesar de ser o quarto maior produtor de leite do mundo – atrás de Índia, EUA e Paquistão –, a produção nacional não é suficiente para abastecer o mercado interno.

“O problema é que, em 2023, muito rapidamente, as importações que correspondiam em média a 3%, 4% – nunca passavam de 5% – da nossa produção, chegaram a representar 9%, 10%”, diz a pesquisadora do Cepea.

“É uma situação que bota uma pressão [sobre os preços], em um período em que o consumidor ainda passava por um momento de recomposição de renda.”

Ou seja, o preço do leite caiu, num momento em que os brasileiros ainda se recuperavam do baque econômico da pandemia e controlavam o consumo. Foi uma combinação de fatores que prejudicou o setor leiteiro.

Mas, se o valor do leite desabou, por que o preço dos derivados não caiu?

O que diz a indústria

Na opinião de Fábio Scarcelli, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq) e membro do conselho da Viva Lácteos, associação que representa as maiores empresas de laticínios do país, a culpa pelo alto preço dos derivados está no varejo e não na indústria.

“Nós ajustamos o preço para baixo [em 2023]. O preço dos queijos caiu significativamente, porque sempre trabalhamos com planilhas de custos – a partir do momento que o preço do leite baixa, imediatamente nós baixamos nossos produtos”, diz Scarcelli.

O presidente da Abiq avalia que o problema seria, portanto, outro.

Scarcelli diz que os supermercados não consideram o queijo um produto “de alto giro”, que são aqueles consumidos quase que diariamente pelas pessoas e que costumam ser escolhidos muitas vezes pelo melhor preço.

“Por conta disso, eles mantêm margens [diferença entre custos e preços praticados ao consumidor] mais elevadas no queijo do que em outros produtos.”

Segundo Scarcelli, trata-se de uma forma de o varejo compensar perdas em produtos vendidos com margens mais apertadas, como arroz e feijão, por exemplo.

Em um produto vendido a R$ 100, o produtor rural fica com R$ 25, a indústria com R$ 25 e o varejo com R$ 50, exemplifica o executivo.

“Os varejistas ficam com a grande fatia da composição de preço final ao consumidor”, afirma.

“Sem entrar no mérito dos custos que eles têm – porque todos temos custos –, as maiores margens que se pode encontrar no mercado de queijos no mundo é a praticada no Brasil.”

Segundo o representante da indústria, se os supermercados reduzissem as margens, particularmente dos queijos especiais, as vendas aumentariam, o que beneficiaria toda a cadeia de laticínios.

A BBC News Brasil procurou a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) para responder às críticas do porta-voz da Abiq, mas a entidade informou que não comentaria a questão.

Segundo a Abras, a associação “não atua nesse ponto da precificação”, ou seja, não define como cada empresa associada decide a estratégia de preços ao consumidor.

Produtos caros para uma população pobre

Natália Grigol, do Cepea, observa que, embora os diversos produtos lácteos – leite UHT, leite em pó, iogurtes, manteiga, queijos, entre outros – sejam parte de uma mesma cadeia produtiva, eles são trabalhados pelas empresas de formas distintas, visando públicos diferentes.

Há produtos mais “comoditizados”, em que a marca é menos importante, e o consumidor compra mais pelo preço – caso do leite longa vida e da mussarela.

Outros produtos têm uma chamada “elasticidade-renda” maior. São aqueles que o consumidor compra quando tem mais disponibilidade de renda – caso do iogurte, do queijo e da manteiga.

“São produtos substituíveis – como a manteiga, que pode ser substituída pela margarina – e mais ‘nichados’, se pensarmos que a população brasileira é pobre, na média. Temos grande parte da população vivendo com dois, três salários mínimos no máximo”, lembra a pesquisadora.

“Os lácteos no Brasil ainda são um produto caro para as famílias. Não é à toa que, nos últimos anos, vimos aparecer nos mercados produtos ‘similares’.”

São exemplos dessa tendência produtos como a “mistura láctea condensada”, alternativa mais barata ao leite condensado; a “bebida láctea”, como opção ao iogurte; a “mistura láctea sabor requeijão”, entre outras.

Dois tipos de produtos lácteos vendidos pela Nestlé
Produtos que substituem parte do leite por ingredientes como soro de leite, amido, açúcar, gordura vegetal e aditivos químicos se tornaram comuns nas prateleiras

A especialista concorda que o varejo tem seu papel no alto preço dos laticínios no Brasil. “Há uma concentração no mercado varejista que impõe uma pressão [sobre os preços]”, diz Grigol.

Segundo dados da Abras, os cinco maiores varejistas de alimentos do país representavam juntos 32% do faturamento do setor em 2023.

Além disso, observa a analista, há uma diferença de custos para o varejo entre produtos refrigerados e não refrigerados.

No caso do queijo, há também o custo da mão de obra empregada para dividir o alimento nas porções que são vendidas nas lojas.

“A partir do momento que esses produtos são transformados, passam a ser trabalhados, tanto pela empresa de laticínio, quanto pelo varejo, com estratégias diferentes visando o público-alvo”, afirma Grigol.

Essas diferenças ajudam a explicar porque os derivados do leite não baratearam na mesma medida que sua matéria-prima.

“A transmissão da oscilação do custo de matéria-prima para o consumidor é muito diferente, porque o processamento, a logística, o armazenamento mudam muito”, diz a analista.

Gargalos na cadeia produtiva

Tanto a pesquisadora do Cepea quanto o presidente da Abiq avaliam que as ineficiências da cadeia produtiva do leite são um dos problemas que impedem laticínios como queijo e manteiga de serem mais baratos no Brasil.

Grigol observa que, mundialmente, há desafios crescentes para a produção da matéria-prima. As mudanças climáticas têm aumentando os custos de produção do leite e levado a demanda a superar a oferta em escala global.

“Em muitos países, no entanto, há mecanismos para ajudar o produtor a lidar com as flutuações de mercado”, diz a pesquisadora

Ela cita recursos como seguro rural, derivativos (instrumentos financeiros usados para administrar os riscos da produção agrícola) e políticas públicas como subsídios e linhas de financiamento específicas para o setor.

“No Brasil, ainda carecemos de trabalhar essas imprevisibilidades”, avalia.

Para Grigol, ações protecionistas, como aumentar impostos de importação do leite em pó, não resolverão o problema.

Em outubro, o governo federal aprovou uma medida (decreto 11.732/2023) com objetivo de desestimular importações de leite em pó de países do Mercosul, que estabeleceu que importadores passam a ter menor acesso a créditos tributários.

O governo também aprovou o aumento do imposto de importação de 12% para 18%, pelo período de um ano, para alguns produtos lácteos. E anulou uma redução da Tarifa Externa Comum (TEC) em 10% para 29 itens lácteos.

Em março deste ano, foi a vez do governo de Minas Gerais retirar as empresas importadoras de leite em pó do Regime Especial de Tributação do Estado.

“São medidas que não trabalham as causas da nossa vulnerabilidade. Para isso é preciso aumentar capital – humano e financeiro – dentro das fazendas”, sugere a pesquisadora do Cepea.

Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que, desde que foram identificadas dificuldades na cadeia produtiva leiteira, o governo federal vem tomando medidas de socorro ao setor.

Entre essas medidas, a pasta cita a criação de um grupo de trabalho com objetivo de propor medidas conjunturais e estruturais para o setor.

Menciona ainda a assinatura do decreto 11.732/2023; a disponibilização de R$ 200 milhões para apoio à comercialização de leite em pó como uma medida emergencial de socorro aos produtores de leite; além dos desestímulos tributários à importação.

Para Fábio Scarcelli, da Abiq, uma medida importante para o setor seria um aumento da escala das fazendas de leite.

Segundo ele, isso reduziria os custos de captação da matéria-prima para a indústria e poderia resultar em produtos nacionais mais baratos para o consumidor final.

“Precisamos ter mais produtividade, fazendas com produções maiores. É muito difícil administrar produtores de 100, 150 litros [por dia]. Com todo respeito à agricultura familiar, mas, para a indústria, é um custo muito alto”, diz o executivo.

Uma pesquisa da MilkPoint Ventures mostra que esse movimento de concentração do setor já está acontecendo no país.

O levantamento analisou uma amostra de 41 empresas de laticínios, sendo 17 cooperativas e 24 não cooperativas, representando um terço (32%) da produção de leite formal do país.

Segundo essa amostra, os 4,8% de produtores de leite com capacidade acima de 2 mil litros por dia (ou seja, os grandes produtores) produzem quase metade do leite do país (46%). Outros 43% da produção vêm dos produtores de médio porte.

Já aqueles com capacidade abaixo de 200 litros por dia (os pequenos) são 61% do total de produtores, mas respondem por apenas 11% do leite produzido.

“Isso permite inferir que os produtores de menor porte, ainda que relevantes do ponto de vista numérico e que certamente demandam políticas públicas a eles orientadas, serão cada vez menos relevantes do ponto de vista de abastecimento”, escrevem os pesquisadores no estudo da MilkPoint.

O que dizem os pequenos produtores

Paulo Aranã, de 30 anos, faz parte da terceira geração de sua família que trabalha com leite.

Seu avô comprou a fazenda Ipê, em Itambacuri, no interior de Minas Gerais, em 1963. Os pais assumiram o negócio em 1989. Ele trabalha ali desde 2015 e está à frente da operação há sete anos.

Com 60 vacas em média no curral, a fazenda produz entre 400 e 600 litros de leite por dia, vendidos para uma cooperativa local que produz derivados como manteiga, mussarela, queijo coalho e doce de leite.

Paulo Aranã
Quanto mais distribuída a atividade leiteira, maior é a distribuição de renda, da terra e a geração de empregos, argumenta o produtor rural Paulo Aranã

“Não é uma cooperativa muito grande, mas é muito bem estruturada e uma das últimas que sobrou na nossa região”, diz Aranã.

Ele lembra que muitas cooperativas do setor quebraram nos anos 1990, quando as multinacionais do leite entraram no mercado nacional oferecendo aos produtores valores muito maiores pela matéria-prima do que as cooperativas podiam pagar.

“Quando os produtores migravam das cooperativas para esses laticínios, as cooperativas quebravam e, então, os laticínios derrubavam os preços. Os produtores se viam então sem alternativa, porque eles dependem da cooperativa ou do laticínio para beneficiar o leite.”

Diferentemente do representante da indústria, o produtor avalia que a crescente concentração do mercado leiteiro em grandes fazendas produtoras é uma armadilha e pode, na verdade, deixar leite e laticínios mais caros para o consumidor.

Segundo o produtor rural, para a indústria e as grandes empresas de laticínios, a saída dos pequenos do mercado é vista como algo positivo.

Isso porque, com isso, essas empresas passam a negociar com menos gente, fazem compras em volumes maiores e economizam no transporte e logística.

“Para eles é mais fácil e mais barato trabalhar desse jeito. Mas, para o consumidor, é um perigo, porque ele vai ficando refém de pouca gente”, avalia Aranã.

“A indústria de laticínios já é muito concentrada, agora está acontecendo a concentração dos produtores. No fim das contas, vai ficando pouquíssima gente produzindo tudo. Todo mundo fica dependente deles e, quando não houver mais alternativa, eles podem cobrar o quanto quiserem.”

O produtor afirma ainda que, quanto mais distribuída a atividade, maior é a distribuição de renda, da terra e a geração de empregos.

“O grande produtor geralmente acaba empregando muito menos, porque se trata de uma produção altamente mecanizada”, diz Aranã.

“Em vez de ter mais gente participando da atividade e o dinheiro circulando entre mais pessoas, entre mais municípios e rodando mais na economia, ele vai ficando concentrado no bolso de pouca gente.”

Para Natália Grigol, do Cepea, a questão da renda é também crucial para ampliar o consumo de laticínios no Brasil, o que beneficiaria toda a cadeia leiteira.

Segundo a Abiq, o brasileiro consome atualmente cerca de 6 kg de queijo por ano, muito abaixo dos 11 kg da Argentina e dos mais de 20 kg de países da Europa.

“Os governos, em diferentes esferas, podem trabalhar o incentivo ao consumo público, através das compras públicas. Mas a ferramenta mais efetiva [para aumentar o consumo de laticínios no Brasil] são todas as medidas que levarem o país ao crescimento e ao aumento de renda da população”, diz Grigol.

FONTE BBC NEWS

Chevrolet crava retorno triunfal do Cobalt por R$ 40 mil para aniquilar os rivais Strada, Creta, Compass, Polo e HB20

Onix e Tracker já são estrelas no portfólio da Chevrolet, e o Cobalt está pronto para se juntar a eles, oferecendo aos consumidores brasileiros uma opção ainda mais atraente em 2024

A Chevrolet lança um desafio audacioso ao mercado automobilístico com o anúncio do retorno de um de seus carros mais queridos. A marca, conhecida por modelos icônicos como o Onix e o Tracker, agora traz de volta o Cobalt, prometendo abalar as estruturas da concorrência. O preço, anunciado na faixa dos R$ 40 mil, posiciona o Cobalt como um forte concorrente no segmento de carros populares, combinando beleza, economia e a qualidade já conhecida dos produtos Chevrolet.

Previsto para 2024, o novo Cobalt não é apenas um aceno aos nostálgicos de plantão; é uma jogada estratégica da Chevrolet para capturar a atenção de um público ávido por veículos de excelente custo-benefício. Renovado, o modelo promete incorporar os mais modernos recursos de tecnologia e design, seguindo a tendência atual da Chevrolet, que se destaca por veículos como o Onix e o Tracker, amplamente reconhecidos por sua confiabilidade e inovação. Rumores sugerem que o carro virá equipado com um motor 1.8 flex, sinônimo de eficiência e economia.

COBALT 1.4 – Bruto – mais barato que Onix e qualquer um pode mater!

Marca promete revolucionar o mercado com o relançamento do Cobalt

Além de um motor robusto, espera-se que o Cobalt de 2024 venha repleto de funcionalidades tecnológicas, como uma central multimídia avançada, compatível com Android Auto e Apple CarPlay, garantindo entretenimento e conectividade em todas as viagens.

O compromisso da Chevrolet com a segurança também se faz presente, com a inclusão de airbags e sistemas de freios ABS, características essas que consolidaram a reputação de modelos como o Onix e o Tracker.

Cobalt, ao lado de outros modelos de sucesso da Chevrolet como o Onix e o Tracker, reforça o portfólio da Chevrolet no Brasil

O Chevrolet Cobalt já foi um marco no mercado automobilístico brasileiro, sinônimo de acessibilidade e confiabilidade. Seu retorno não apenas reacende a chama da paixão por carros no Brasil mas também se alinha à demanda crescente por veículos que combinam preço justo e qualidade indiscutível. O Cobalt, ao lado de outros modelos de sucesso da Chevrolet como o Onix e o Tracker, reforça o portfólio da marca no país, prometendo manter a tradição de oferecer carros que se destacam tanto na cidade quanto na estrada.

A Chevrolet não está apenas trazendo de volta um modelo; está revivendo uma lenda. O Cobalt, com seu espaço interno generoso e sua performance confiável, promete redefinir o mercado de sedãs compactos. O Onix e o Tracker já são estrelas no portfólio da Chevrolet, e o Cobalt está pronto para se juntar a eles, oferecendo aos consumidores brasileiros uma opção ainda mais atraente em 2024.

Briga das gigantes Fiat, Hyundai, Volkswagen e Chevrolet: disputa acirrada nas vendas no mercado automobilístico brasileiros:

No cenário atual, a liderança no mercado automobilístico brasileiro é disputada palmo a palmo. A Fiat Strada lidera as vendas em 2024, seguida de perto por modelos como o Hyundai HB20, o Volkswagen Polo e, claro, o Chevrolet Onix, reafirmando a presença dominante da Chevrolet no top 10. O lançamento do Cobalt não é apenas um movimento estratégico para a Chevrolet; é um sinal claro de que a marca continua a inovar, buscando sempre oferecer o melhor aos seus consumidores, seguindo o sucesso de modelos como o Tracker e o Onix.

Com o Cobalt, a Chevrolet não apenas promete, mas está pronta para entregar um carro que atende às necessidades dos brasileiros: econômico, belo e, acima de tudo, acessível. Este lançamento marca não só o retorno de um ícone mas também reitera o compromisso da Chevrolet em liderar o mercado com inovação e qualidade, seguindo os passos de sucesso de modelos consagrados como o Onix e o Tracker. O futuro do automobilismo no Brasil promete ser emocionante, e a Chevrolet está pronta para liderar essa nova era.

FONTE CLICK PETRÓLEO E GÁS

Renault lança Kwid Outsider 2025, mudanças significativas na versão top de linha com preço de 78 mil reais e faz 15.7 km/l na gasolina

Renault introduz o Kwid Outsider 2025, repleto de inovações como novos equipamentos de série, design exterior atualizado, e melhorias mecânicas, oferecendo tecnologia avançada, maior conforto e eficiência no segmento de subcompactos, com destaque para seu sistema multimídia moderno e soluções práticas para o uso urbano.

A Renault apresentou o novo Kwid Outsider 2025, um modelo que redefine o segmento de subcompactos com suas atualizações e melhorias. Disponível nas concessionárias Renault, o Kwid Outsider 2025, versão topo de linha, está com um preço de 78 mil reais.

O Kwid 2025 se destaca pelos equipamentos de série avançados como assistente de partida em rampa, controle eletrônico de estabilidade, câmera de ré e o sistema multimídia Mid Evolution de 8 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay. Completam o pacote as rodas de liga leve diamantadas de 14 polegadas, sistema start-stop, e a nova iluminação DRL em LED com indicadores de seta integrados.

Motor do Renault Kwid Outsider 2025

Sob o capô, o Kwid 2025 é alimentado por um motor 1.0 aspirado de três cilindros, gerando 71 cavalos de potência e 10 Kgfm de torque. O veículo oferece uma condução econômica e ágil, com consumo de combustível otimizado, destacando-se em sua categoria pelas emissões e eficiência energética.

Externamente, o Kwid Outsider 2025 exibe uma grade em preto fosco com friso em cinza anodizado e o logotipo da Renault em cromado, além de faróis com refletores duplos e moldura interna em máscara negra. A robustez do veículo é evidente no seu vão livre de 18,5 cm e nas novas lanternas traseiras em LED. A tampa do porta-malas, agora com abertura por botão, e a câmera de ré cromada, adicionam um toque de modernidade e praticidade.

Espaço de carga generoso

Internamente, o Kwid Outsider 2025 oferece um espaço de carga generoso de 290 litros no porta-malas, com acabamentos de qualidade e uma roda de estepe em liga leve. A segurança é reforçada com a presença de airbags laterais, complementando os frontais, e o assistente de partida em rampa.

A Renault reforça sua presença no mercado automotivo com o Kwid Outsider 2025, prometendo um subcompacto mais moderno, tecnológico e adaptado às necessidades urbanas, fazendo do Kwid 2025 uma escolha inteligente para quem valoriza design, conforto e eficiência.

Eficiência e economia do Renault Kwid Outsider 2025

Eficiência e economia do Renault Kwid Outsider 2025

O Renault Kwid Outsider 2025 não apenas impressiona pelo design e funcionalidades, mas também pela sua eficiência energética. Com consumo médio de 10.8 km/l utilizando etanol e 15.3 km/l com gasolina em ambiente urbano, o veículo se destaca pela economia. Em trajetos rodoviários, a performance se mantém eficiente com 11 km/l no etanol e 15.7 km/l na gasolina, sublinhando a competência do Kwid em proporcionar uma condução econômica.

Quanto à durabilidade, o motor do Kwid 2025 é projetado para alcançar cerca de 300.000 km, dependendo de fatores como manutenção adequada e condições de uso. No que tange à experiência de condução, o Kwid é reconhecido por sua agilidade e economia de combustível, especialmente adequado para o dinamismo das cidades. Embora o carro apresente um bom desempenho em velocidades moderadas, pode-se notar limitações em velocidades mais altas. Entretanto, o Kwid é geralmente elogiado por sua eficiência e condução agradável em percursos urbanos e rodoviários.

Em relação à manutenção, o Kwid prova ser um veículo com custo-benefício atrativo. A manutenção nos primeiros cinco anos pode custar em torno de R$ 10,624, o que equivale a uma média anual de aproximadamente R$ 2,125, levando em conta pneus, óleo e manutenção preventiva. As três primeiras manutenções são gratuitas, sendo as subsequentes pagas. Este custo acessível, combinado com a cobertura das manutenções essenciais, ressalta o compromisso da Renault em oferecer um veículo econômico e de baixo custo operacional, tornando o Kwid Outsider 2025 uma opção ainda mais atraente para os consumidores conscientes dos gastos com veículos.

 

FONTE CLICK PETRÓLEO E GÁS

Sail 2024 desembarca no mercado com preço mais acessível que o Onix Plus

12Desenvolvido especialmente para o mercado emergente, o sedan Sail, da Chevrolet, desembarca com preço abaixo do Onix Plus.

A nova geração do sedan Aveo está presente no portfólio global da Chevrolet desde o início do ano passado. Já presente em países como Chile e México, ela acaba de conquistar mais territórios na América Latina, desembarcando no Peru, onde ganhou outro nome de batismo: Sail.

Sail: o carro para mercados emergentes

Assim como nos demais mercados, o Chevrolet Sail chegou ao Peru importado da fábrica de Tianjin, na China. Ele se posiciona como uma opção mais barata ao Onix Plus brasileiro.

 

 

A gama de versões para o carro é composta pelos acabamentos LT e LTZ, com preços que variam de 46.162 soles a 50.012 soles (cerca de R$ 59.300 e R$ 64.200 em uma conversão direta ao câmbio atual). Já o Onix Plus custa a partir de 51.937 soles (cerca de R$ 66.400).

O charme da simplicidade

O Aveo/Sail é fruto da parceria entre a General Motors e o grupo chinês SAIC, desenvolvido especialmente para mercados emergentes. Nesse sentido, seu design é relativamente simples, sem tanta ousadia, com faróis retangulares, grade com filete cromado e para-choque com detalhes sem pintura.

Na traseira do sedan, o destaque vai para as lanternas, que ficam em posição horizontal e são divididas pela tampa do porta-malas. Seu interior tem linhas horizontalizadas no painel e mescla diferentes cores no acabamento, apesar de uma aparente simplicidade de seus materiais.

A lista de equipamentos depende da versão, mas pode incluir central multimídia de 8” compatível com Apple CarPlay e Android Auto, ar-condicionado, sensor de ré, controles no volante, 6 airbags, aviso de afivelamento do cinto de segurança nos cinco assentos, freios a disco nas 4 rodas e freios ABS.

Controle eletrônico de estabilidade, câmera de ré e monitoramento de pressão dos pneus completam o pacote. A respeito da mecânica, sob o capô, o motor 1.5 aspirado a gasolina entrega 99 cv de potência e é a única opção disponível. Vale dizer que o câmbio no Peru é apenas manual de 6 marchas.

FONTE NEWS MOTOR

Preço da gasolina e do diesel sobem nesta quinta com novo ICMS

É o primeiro reajuste do ICMS após mudança no modelo de cobrança

A partir desta quinta-feira (1º), abastecer o veículo e cozinhar ficarão mais caros. O Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo cobrado pelos estados, vai subir para a gasolina, o diesel e o gás de cozinha.

O aumento reflete a decisão de vários estados de reajustar o ICMS para os produtos em geral para compensar perdas de receita.

Na maior parte dos casos, os estados elevaram as alíquotas gerais de 18% para 20%. Como os combustíveis seguem um sistema diferente de tributação, os reajustes serão com valores fixos em centavos.

O aumento foi aprovado em outubro pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne os secretários estaduais de Fazenda. Esse é o primeiro reajuste do ICMS após a mudança do modelo de cobrança sancionado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em março de 2022.

Anteriormente, o ICMS incidia conforme um percentual do preço total definido por cada unidade da federação. Agora, o imposto é cobrado conforme um valor fixo por litro, no caso da gasolina ou do diesel, ou por quilograma, no caso do gás de cozinha.

As alíquotas passaram para os seguintes valores:

Ao considerar o preço médio calculado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), o litro da gasolina subirá em média para R$ 5,71. No caso do diesel, o valor médio do litro aumentará para R$ 5,95 (diesel normal) e mais de R$ 6 para o diesel S-10, que tem menor teor de chumbo.

O preço da gasolina e do diesel irão ficar mais caros nesta quinta-feira. Com um aumento de R$ 0,15, a gasolina subirá em média para R$ 5,71, levando em conta o preço médio do produto baseado na pesquisa de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). Já o óleo diesel, terá um aumento média de R$ 0,12, podendo chegar em média a R$ 5,95, e o Diesel S-10 poderá ficar acima dos R$ 6,00 por litro, em média.

No caso do gás de cozinha, o preço médio do botijão de 13 quilos subiria, em média, de R$ 100,98 para R$ 103,60.

FONTE AGÊNCIA BRASIL

Com preço baratinho, o Volkswagen Polo dispara as vendas em 1.200% ofuscando o legado do Gol e desbancando o Chevrolet Onix, Fiat Strada e Hyundai Creta se consolidando como um gigante entre os gigantes

Preço baratinho do Volkswagen Polo impulsiona salto de 1.200% nas vendas e deixa Gol, Chevrolet Onix, Fiat Strada e Hyundai Creta no retrovisor

Não é todo dia que testemunhamos uma lenda ressurgir das cinzas, mas o Volkswagen Polo fez exatamente isso, ofuscando o legado do Gol com um brilho próprio. Em uma virada de jogo espetacular surgiu um novo líder no mercado automobilístico: o Volkswagen Polo, o herói que desbancou o fenômeno Gol, ícone da VW por mais de duas décadas. Com um crescimento exponencial de 1.200% em vendas comparado a 2022, o Polo não só sucedeu o seu antecessor – ele criou um novo patamar de excelência.

No mês de dezembro, a contagem de emplacamentos quase atingiu a marca dos 18 mil, o que não se via desde o domínio do Chevrolet Onix em 2019. Este é o poder do renomado Volkswagen Polo, que agora desfila nas ruas com seus 111.242 novos exemplares, conquistando o respeito e a admiração dos consumidores.

A estratégia da Volkswagen para substituir o Gol e reposicionar o Polo com maestria

Após um 2022 desafiador devido à falta de componentes, a Volkswagen deu uma reviravolta impressionante. Introduzindo a versão Track do Polo, mais acessível e prática, a empresa alemã reposicionou seu carro de entrada com maestria. Vendido baratinho, no valor de R$ 87.990, o Polo Track se tornou o queridinho do público, somando 47.786 emplacamentos ao sucesso do modelo. A estratégia foi clara: oferecer um veículo que não só substituísse o Gol, mas que também se destacasse em qualidade e preço acessível – um verdadeiro gol de placa da Volkswagen.

Não podemos falar de sucesso sem mencionar as inovações técnicas que o Volkswagen Polo apresentou. Apesar de uma redução na potência do motor 1.0 turbo, agora com 116 cv, a versão Sense automática – o automático mais em conta da linha Polo – chegou com um preço tentador abaixo de R$ 100 mil. Estas mudanças refletem a capacidade da Volkswagen de adaptar-se às necessidades do consumidor moderno, equilibrando performance com economia – uma jogada de mestre que fortaleceu ainda mais a imagem do Polo.

O novo queridinho do Brasil deixa Gol, Chevrolet Onix, Fiat Strada e Hyundai Creta no retrovisor

As vendas diretas merecem um capítulo à parte nessa história de sucesso. Com 59,8% das vendas do Polo em 2023 sendo realizadas diretamente às empresas, a Volkswagen mostra que entende as nuances do mercado. O mesmo fenômeno foi observado com a Fiat Strada, mas é o Polo que realmente brilha quando consideramos o impacto dessas vendas no sucesso comercial da Volkswagen. Enquanto o Chevrolet Onix e o Hyundai Creta também demonstraram força, o Polo estabelece um novo padrão, consolidando-se como um gigante entre os gigantes

O Volkswagen Polo se tornou o protagonista de uma revolução automotiva, um veículo que não só apaga o fantasma do Gol, mas que reinventou a categoria dos hatches compactos com uma combinação imbatível de estilo, potência e preço. O mercado automotivo brasileiro foi testemunha da ascensão de um novo líder, e a Volkswagen, mais uma vez, redefine o que significa ser número um, conquistando o coração dos motoristas do Brasil.

FONTE CLICK PETRÓLEO E GÁS

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