Cerveja pode ficar 10% mais cara em Minas com aumento do ICMS para produtos supérfluos

A cerveja está incluída entre os produtos considerados não essenciais, que podem ter uma cobrança adicional de 2 pontos percentuais desse imposto

Entidades ligadas à indústrias cervejeira temem fortes impactos no setor, caso o projeto que trata do aumento da cobrança do ICMS sobre o produtos considerados não essenciais pelo governo de Minas seja aprovado na Assembleia Legislativa. No caso da cerveja, o texto pronto para ser votado em segundo turno prevê um aumento de 23% para 25% no imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços.

O aumento geraria um efeito dominó, com a cerveja ficando mais cara para consumidor final, já que a produção pode ter uma alta de 8 a 10% no custo. A estimativa é do sindicato Nacional da Indústria da Cerveja. O presidente da entidade, Márcio Maciel, classificou a proposta como uma ‘água no chopp’ do setor, que investiu pesado nos últimos anos em Minas Gerais.

“2023 é o primeiro ano cheio pós-pandemia em que você teve fechamento de bares, restrição de movimentos, restrição para as pessoas se encontrarem, e pós primeiros efeitos de guerra Rússia e Ucrânia, que afetaram de maneira muito sensível a cadeia de suprimento do setor cervejeiro, tendo visto que Ucrânia é forte e fornecedora de cereais por um mundo inteiro. A gente viu esse primeiro ano como sendo um ano de fato da área tomada, o setor cervejeiro é parceiro da Retomada Econômica, especialmente em Minas Gerais. O impacto que a gente vê é um aumento de Carga Tributária que literalmente vai colocar água no chopp dos mineiros e da própria indústria”, relata.

Márcio Maciel diz entender que o Estado precisa fechar as contas e ter os cofres públicos saudáveis, mas pede um projeto que atenda a todos e não pese tanto para setor cervejeiro, que corre risco em várias frentes.

“Isso causa uma preocupação do setor, a gente entende que o estado precisa equalizar suas contas, mas a gente sente falta de um meio do caminho, vemos que o governo e parlamentares estão com a oportunidade, nesse segundo turno de votação, de tentar encontrar o meio do caminho que mitigue em parte esses impactos no consumidor e para indústria que emprega mais de 100 mil mineiros no estado, na sua cadeia, que vai do campo ao copo. Estamos falando de mais de 100 mil bares no estado, BH é capital do dos bares do Brasil. É todo um ecossistema que está sendo afetado”, completa.

O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja também prevê uma perda de competitividade em relação a outros grandes produtores como São Paulo e Rio de Janeiro, onde o ICMS sobre o produto já é menor que o cobrado em Minas Gerais.

FONTE ITATIAIA

Chevrolet Montana fica mais de R$ 13.000 mais barato até dia 31/08

Desconto imperdível na Chevrolet Montana LTZ, um veículo robusto e potente, com economia de até R$ 13.384,55! Aproveite!

O mercado de vendas diretas tem se destacado cada vez mais, oferecendo oportunidades imperdíveis para empresários e produtores agrícolas. Uma dessas oportunidades é conferida pela Chevrolet, fabricante de automóveis renomada no mercado, que está promovendo uma oferta exclusiva para o modelo Chevrolet Montana LTZ CNPJ, até o dia 31 de agosto.

Nessa oferta, os empresários e produtores agrícolas podem aproveitar descontos que chegam até a incrível marca de R$ 13.384,55. Considerando, portanto, as características impressionantes desse veículo, não há dúvidas de que este é um negócio digno de ser aproveitado

O que faz da Chevrolet Montana LTZ uma boa opção?

Chevrolet Montana
Imagem: Divulgação/ Chevrolet

Equipada com um motor 1.2 Turbo Flex que oferece 133 cavalos de potência, a Chevrolet Montana LTZ está preparada para enfrentar todos os tipos de terrenos. A capacidade do porta-malas do veículo é de 874 litros e tem o peso declarado de 1.273 kg. Além disso, a transmissão é automática e possui seis marchas, tornando a direção suave e prática.

Em termos de eficiência de combustível, a Montana 1.2 LTZ oferece um consumo de 7,7 km/litro com etanol no ciclo urbano e 9,3 km/litro no ciclo rodoviário. Quando abastecida com gasolina, o consumo é de 11,1 km/litro na cidade e 13,3 km/litro na estrada.

Como é a capacidade de carga da Montana?

Para empresários e produtores agrícolas, a capacidade de carga desempenha um papel crucial na escolha do veículo. Nesse aspecto, a Montana consegue se destacar com uma capacidade de carga de até 600 quilos em sua caçamba de 874 litros.

Em comparação com seus concorrentes, como a Oroch e a Fiat Toro, a Montana consegue manter uma posição competitiva.

Quais são os benefícios da oferta exclusiva?

Graças à iniciativa da Chevrolet, empresários e produtores agrícolas registrados no CNPJ têm agora a possibilidade de adquirir a Montana LTZ 1.2 Turbo por apenas R$ 127.505,45, ao invés do preço regular de R$ 140.890. Isso representa uma economia considerável de R$ 13.384,55, tornando a oferta ainda mais atrativa.

Com todas essas características positivas, não há dúvidas de que a Chevrolet Montana LTZ é uma ótima opção para quem busca um veículo robusto, potente e repleto de funcionalidades.

Imagem: Divulgação/ Chevrolet

FONTE SEU CRESITO DIGITAL

Chevrolet Montana fica mais de R$ 13.000 mais barato até dia 31/08

Desconto imperdível na Chevrolet Montana LTZ, um veículo robusto e potente, com economia de até R$ 13.384,55! Aproveite!

O mercado de vendas diretas tem se destacado cada vez mais, oferecendo oportunidades imperdíveis para empresários e produtores agrícolas. Uma dessas oportunidades é conferida pela Chevrolet, fabricante de automóveis renomada no mercado, que está promovendo uma oferta exclusiva para o modelo Chevrolet Montana LTZ CNPJ, até o dia 31 de agosto.

Nessa oferta, os empresários e produtores agrícolas podem aproveitar descontos que chegam até a incrível marca de R$ 13.384,55. Considerando, portanto, as características impressionantes desse veículo, não há dúvidas de que este é um negócio digno de ser aproveitado

O que faz da Chevrolet Montana LTZ uma boa opção?

Chevrolet Montana
Imagem: Divulgação/ Chevrolet

Equipada com um motor 1.2 Turbo Flex que oferece 133 cavalos de potência, a Chevrolet Montana LTZ está preparada para enfrentar todos os tipos de terrenos. A capacidade do porta-malas do veículo é de 874 litros e tem o peso declarado de 1.273 kg. Além disso, a transmissão é automática e possui seis marchas, tornando a direção suave e prática.

Em termos de eficiência de combustível, a Montana 1.2 LTZ oferece um consumo de 7,7 km/litro com etanol no ciclo urbano e 9,3 km/litro no ciclo rodoviário. Quando abastecida com gasolina, o consumo é de 11,1 km/litro na cidade e 13,3 km/litro na estrada.

Como é a capacidade de carga da Montana?

Para empresários e produtores agrícolas, a capacidade de carga desempenha um papel crucial na escolha do veículo. Nesse aspecto, a Montana consegue se destacar com uma capacidade de carga de até 600 quilos em sua caçamba de 874 litros.

Em comparação com seus concorrentes, como a Oroch e a Fiat Toro, a Montana consegue manter uma posição competitiva.

Quais são os benefícios da oferta exclusiva?

Graças à iniciativa da Chevrolet, empresários e produtores agrícolas registrados no CNPJ têm agora a possibilidade de adquirir a Montana LTZ 1.2 Turbo por apenas R$ 127.505,45, ao invés do preço regular de R$ 140.890. Isso representa uma economia considerável de R$ 13.384,55, tornando a oferta ainda mais atrativa.

Com todas essas características positivas, não há dúvidas de que a Chevrolet Montana LTZ é uma ótima opção para quem busca um veículo robusto, potente e repleto de funcionalidades.

Imagem: Divulgação/ Chevrolet

FONTE SEU CRESITO DIGITAL

Celular 5G mais barato: veja 9 modelos de até R$ 2.500 para comprar

Com a expansão da conexão pelo país, a quantidade de smartphones compatíveis com a Internet móvel de quinta geração cresceu; confira opções de celular 5G barato

É possível encontrar celulares 5G mais baratos entre modelos das marcas Samsung, Motorola, Xiaomi, entre outras. Até bem pouco tempo, a compatibilidade com a Internet móvel de quinta geração era ofertada apenas para modelos topo de linha, mas, com o avanço da cobertura pelo Brasil, isso mudou. Um ano após seu lançamento, a conexão 5G já ultrapassa a marca de 10 milhões de acessos no país, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e as principais fabricantes de smartphones já oferecem em seu catálogo aparelhos mais acessíveis ao consumidor.

Pensando nisso, o TechTudo separou alguns celulares 5G mais baratos, que custam até R$ 2.500, para ajudar quem quer trocar de telefone móvel e não pode gastar muito. Entre os aparelhos escolhidos estão celulares considerados básicos, como o Galaxy A14, da Samsung, até intermediários premium como o Moto G53, da Motorola. Confira a lista completa a seguir.

Moto G53 5G

O smartphone Moto G53 é uma boa opção para quem procura celular 5G da Motorola. Anunciado em dezembro de 2022, o aparelho chegou com o objetivo de conquistar usuários que estão em busca de um celular intermediário. Com tela de 6,5 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz, o celular tem um bom apelo para atrair, inclusive, o público gamer. O aparelho também traz Android 13 instalado de fábrica.

Moto G53 é um celular intermediário com 5G e tela com 120 Hz de taxa de atualização — Foto: Divulgação/Motorola
Moto G53 é um celular intermediário com 5G e tela com 120 Hz de taxa de atualização — Foto: Divulgação/Motorola

Na ficha técnica do Moto G53 5G está o processador Snapdragon 480 Plus, da Qualcomm, além de até 8 GB de RAM e duas opções de armazenamento – com 64 ou 128 GB. Para quem se preocupa com as fotos, o conjunto fotográfico tem um sensor principal de 50 MP e uma câmera de selfies de 8 MP. A bateria é um dos destaques: com 5.000 mAh, ela garante quase dois dias longe do carregador, a depender do uso. O G53 é o celular 5G mais barato da lista e está disponível para compra por R$ 1.298 nas cores grafite, rosê e prata, no site da Amazon.

Xiaomi POCO X5 5G

A Xiaomi trouxe, em fevereiro deste ano, o POCO X5 ao mundo. O celular vem com uma série de recursos avançados em sua ficha técnica, como a câmera traseira tripla, com sensor principal de 48 MP; bateria de 5.000 mAh; memória RAM de 6 ou 8 GB, com 128 GB ou 256 GB de armazenamento. O smartphone também é compatível com a Internet móvel de quinta geração.

Celular da Xiaomi, POCO X5 tem compatibilidade com a rede 5G — Foto: Xiaomi/Divulgação
Celular da Xiaomi, POCO X5 tem compatibilidade com a rede 5G — Foto: Xiaomi/Divulgação

A tela do Xiaomi Poco X5 tem 6,67 polegadas e trabalha com taxa de atualização de 120 Hz, o que garante mais fluidez na hora de migrar entre os aplicativos. O celular chegou ao mercado custando R$ 2.899 e agora está disponível por cerca R$ 1.399, na versão com 128 GB de memória, em marketplaces online.

Redmi Note 11S

Ainda no portfólio da gigante chinesa há o Redmi Note 11S. O celular 5G da Xiaomi foi lançado em abril de 2022, mas segue sendo uma boa opção para quem procura por um smartphone de entrada. Ele tem tela de 6,6 polegadas, painel IPS LCD e resolução Full HD+, além de taxa de atualização de 90 Hz. As câmeras do modelo da Xiaomi agradam a maioria dos usuários, já que o celular traz um conjunto triplo de lentes, com a principal de 50 MP e câmera de selfie de 13 MP.

Tela do Redmi Note 11S atualiza 90 vezes por segundo  — Foto: Divulgação/Xiaomi
Tela do Redmi Note 11S atualiza 90 vezes por segundo — Foto: Divulgação/Xiaomi

A ficha técnica do Redmi Note 11S inclui o processador Dimensity 810 (MediaTek), um octa-core que roda com velocidade de até 2,4 GHz. O celular vem com opções de 4, 6 ou 8 GB RAM, chegando a até 128 GB de armazenamento. Assim como outros smartphones intermediários da chinesa, o aparelho vem com bateria de 5.000 mAh, garantindo um uso prologando antes de precisar ser carregado. Ele foi anunciado por R$ 2.699, mas é possível encontrá-lo por R$ 1.365 online.

Redmi Note 12 5G

Este ano a Xiaomi acrescentou ao seu catálogo de intermediários o Redmi Note 12 5G. Ele foi lançado com outros três modelos da linha, com configurações bastante parecidas, como uma tela AMOLED de 6,67 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. Para os amantes de bons cliques, o conjunto fotográfico do Redmi Note 12 5G traz uma lente tripla com a principal com 48 MP e câmera frontal de 13 MP. Entre os destaques do aparelho está a bateria de 5.000 mAh com carregamento rápido de 33 W.

Redmi Note 12 5G e demais telefones da linha têm tela Super AMOLED — Foto: Divulgação/Xiaomi
Redmi Note 12 5G e demais telefones da linha têm tela Super AMOLED — Foto: Divulgação/Xiaomi

O processamento fica por conta do chipset Snapdragon 4 Gen 1, da Qualcomm, que conta com o auxílio de até 8 GB de memória RAM. O armazenamento, por sua vez, é de 128 GB ou 256 GB. O Redmi Note 12 5G também tem NFC, para pagamentos por aproximação, Bluetooth 5.1 e conexão com a Internet 5G. Quando chegou ao mercado, o celular veio com preço sugerido de R$ 2.699, mas hoje pode ser encontrado o varejo online por R$ 1.354.

Galaxy S20 FE 5G

Para quem busca ainda mais economia, investir em um aparelho mais antigo talvez seja uma boa opção. O Galaxy S20 FE é mais simples e barato do que outros celulares da linha S20 da Samsung. Lançado em 2020, o aparelho mantém confirmações atraentes para o consumidor, como bom armazenamento, com 128 GB ou 256 GB, compatibilidade 5G e bateria de 4.500 mAh, que segura bem um uso intenso durante o dia. O processador do S20 FE é o Snapdragon 865, da Qualcomm.

Estrutura de câmeras do Galaxy S20 FE — Foto: Thássius Veloso/TechTudo
Estrutura de câmeras do Galaxy S20 FE — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

No entanto, antes de optar pelo aparelho, vale levar em conta que a Samsung, fabricante do modelo, informou que ele só receberá atualizações do sistema operacional até o Android 13, lançado no ano passado. O celular conta com um jogo de câmeras triplo, com a principal de 12 MP e a frontal de 32 MP. Ele chegou ao mercado custando R$ 4.499, mas pode ser encontrado por R$ 2.061 no site da Amazon.

Galaxy A14 5G

Entre os modelos mais atuais ofertados pela Samsung, um “basicão” que pode fazer brilhar os olhos do consumidor é o Galaxy A14. Além de ser compatível com o 5G, o celular traz uma ficha técnica atrativa para a categoria, a começar pela tela de 6,6 polegadas, que promete cores vivas e realistas, com taxa de atualização de 90 Hz. No jogo de câmeras triplo, a principal é de 50 MP, garantindo fotos de boa qualidade.

Galaxy A14 5G, lançamento da Samsung na CES 2023 — Foto: Divulgação/Samsung
Galaxy A14 5G, lançamento da Samsung na CES 2023 — Foto: Divulgação/Samsung

Nas configurações internas, o celular da empresa sul-coreana investiu no chip octa-core Exynos 1330, de fabricação própria. A memória RAM é de até 8 GB, e o armazenamento conta com 64 ou 128 GB, com possibilidade de expansão via cartão microSD. A capacidade da bateria, de 5.000 mAh, também é um ponto alto do aparelho. Ele chegou ao Brasil com o preço sugerido de R$ 1.799, mas pode ser encontrado no site da Amazon por R$ 1.016.

Galaxy M23 5G

A linha M da Samsung é formada por aparelhos vendidos exclusivamente online e traz diversas opções, principalmente para quem deseja investir em processamento. Um deles é o Galaxy M23. Entre os destaques do produto estão a bateria de 5.000 mAh, o processador Snapdragon 750G – que promete um bom desempenho na hora de rodar apps pesados – e a câmera traseira com sensor principal de 50 MP.

Tela e design do Samsung Galaxy M23 — Foto: Reprodução/Samsung

O celular tem uma tela de 6,6 polegadas TFT LCD e pode ser encontrado em duas versões – com 4 ou 6GB de RAM –, além de chegar a até 128 GB de armazenamento. O Galaxy M23 sai de fábrica com o Android 12, sob a interface One UI 4.1. Lançado em 2022, ele chegou ao mercado custando R$ 1.999, mas atualmente ele é vendido por R$ 1.979, no site da Amazon.

Galaxy M53 5G

Se na lista de desejos estiver um celular um pouco mais robusto do que o Galaxy M23, da Samsung, talvez a resposta esteja no Galaxy M53, também do catálogo da sul-coreana. O smartphone tem entre os destaques uma tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, uma ótima característica para quem gosta de jogar no aparelho. Ele também traz um jogo quádruplo de câmeras, com a principal de 108 MP e uma câmera frontal de 32 MP.

Galaxy M53 é um lançamento de 2022 — Foto: Divulgação/Samsung
Galaxy M53 é um lançamento de 2022 — Foto: Divulgação/Samsung

Na ficha técnica, o celular traz o processador MediaTek Dimensity 900 (até 2,4 GHz), com 6 ou 8 GB de memória RAM e 128 ou 256 GB de armazenamento, expansível via microSD. Assim como outros aparelhos desta lista, o Galaxy M53 vem com uma bateria robusta, de 5.000 mAh. Mesmo tendo sido lançado em 2022, ele segue como uma boa alternativa para quem procura por um aparelho intermediário. Anunciado por R$ 3.499, o celular 5G da Samsung pode ser encontrado no site da Amazon por R$ 2.004.

Galaxy M54

Pra fechar o combo de celulares com 5G por menos de R$ 2.500, temos mais um modelo interessante da Samsung, o Galaxy M54. Anunciado em março deste ano para renovar a linha de intermediários da sul-coreana, o smartphone é o que tem a maior bateria entre os modelos selecionados, com 6.000 mAh. Além de durar por bastante tempo longe do carregador, ele também conta com câmera tripla com lentes de até 108 MP e tela de 6,7 polegadas com tecnologia Super AMOLED Plus.

Detalhes do Galaxy M54 — Foto: Divulgação/Samsung
Detalhes do Galaxy M54 — Foto: Divulgação/Samsung

Há duas opções de armazenamento disponíveis para compra: 128 GB e 256 GB, ambas expansíveis via microSD. O aparelho também conta com 8 GB de memória RAM. O responsável pelo processamento do Galaxy M54 é o chip Exynos 1380, feito pela própria da Samsung. O intermediário desembarcou no Brasil este ano a partir de R$ 2.999, mas pode ser encontrado por R$ 2.199 no site da Amazon.

Com informações de Xiaomi.

FONTE TECHTUDO

Celular 5G mais barato: veja 9 modelos de até R$ 2.500 para comprar

Com a expansão da conexão pelo país, a quantidade de smartphones compatíveis com a Internet móvel de quinta geração cresceu; confira opções de celular 5G barato

É possível encontrar celulares 5G mais baratos entre modelos das marcas Samsung, Motorola, Xiaomi, entre outras. Até bem pouco tempo, a compatibilidade com a Internet móvel de quinta geração era ofertada apenas para modelos topo de linha, mas, com o avanço da cobertura pelo Brasil, isso mudou. Um ano após seu lançamento, a conexão 5G já ultrapassa a marca de 10 milhões de acessos no país, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e as principais fabricantes de smartphones já oferecem em seu catálogo aparelhos mais acessíveis ao consumidor.

Pensando nisso, o TechTudo separou alguns celulares 5G mais baratos, que custam até R$ 2.500, para ajudar quem quer trocar de telefone móvel e não pode gastar muito. Entre os aparelhos escolhidos estão celulares considerados básicos, como o Galaxy A14, da Samsung, até intermediários premium como o Moto G53, da Motorola. Confira a lista completa a seguir.

Moto G53 5G

O smartphone Moto G53 é uma boa opção para quem procura celular 5G da Motorola. Anunciado em dezembro de 2022, o aparelho chegou com o objetivo de conquistar usuários que estão em busca de um celular intermediário. Com tela de 6,5 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz, o celular tem um bom apelo para atrair, inclusive, o público gamer. O aparelho também traz Android 13 instalado de fábrica.

Moto G53 é um celular intermediário com 5G e tela com 120 Hz de taxa de atualização — Foto: Divulgação/Motorola
Moto G53 é um celular intermediário com 5G e tela com 120 Hz de taxa de atualização — Foto: Divulgação/Motorola

Na ficha técnica do Moto G53 5G está o processador Snapdragon 480 Plus, da Qualcomm, além de até 8 GB de RAM e duas opções de armazenamento – com 64 ou 128 GB. Para quem se preocupa com as fotos, o conjunto fotográfico tem um sensor principal de 50 MP e uma câmera de selfies de 8 MP. A bateria é um dos destaques: com 5.000 mAh, ela garante quase dois dias longe do carregador, a depender do uso. O G53 é o celular 5G mais barato da lista e está disponível para compra por R$ 1.298 nas cores grafite, rosê e prata, no site da Amazon.

Xiaomi POCO X5 5G

A Xiaomi trouxe, em fevereiro deste ano, o POCO X5 ao mundo. O celular vem com uma série de recursos avançados em sua ficha técnica, como a câmera traseira tripla, com sensor principal de 48 MP; bateria de 5.000 mAh; memória RAM de 6 ou 8 GB, com 128 GB ou 256 GB de armazenamento. O smartphone também é compatível com a Internet móvel de quinta geração.

Celular da Xiaomi, POCO X5 tem compatibilidade com a rede 5G — Foto: Xiaomi/Divulgação
Celular da Xiaomi, POCO X5 tem compatibilidade com a rede 5G — Foto: Xiaomi/Divulgação

A tela do Xiaomi Poco X5 tem 6,67 polegadas e trabalha com taxa de atualização de 120 Hz, o que garante mais fluidez na hora de migrar entre os aplicativos. O celular chegou ao mercado custando R$ 2.899 e agora está disponível por cerca R$ 1.399, na versão com 128 GB de memória, em marketplaces online.

Redmi Note 11S

Ainda no portfólio da gigante chinesa há o Redmi Note 11S. O celular 5G da Xiaomi foi lançado em abril de 2022, mas segue sendo uma boa opção para quem procura por um smartphone de entrada. Ele tem tela de 6,6 polegadas, painel IPS LCD e resolução Full HD+, além de taxa de atualização de 90 Hz. As câmeras do modelo da Xiaomi agradam a maioria dos usuários, já que o celular traz um conjunto triplo de lentes, com a principal de 50 MP e câmera de selfie de 13 MP.

Tela do Redmi Note 11S atualiza 90 vezes por segundo  — Foto: Divulgação/Xiaomi
Tela do Redmi Note 11S atualiza 90 vezes por segundo — Foto: Divulgação/Xiaomi

A ficha técnica do Redmi Note 11S inclui o processador Dimensity 810 (MediaTek), um octa-core que roda com velocidade de até 2,4 GHz. O celular vem com opções de 4, 6 ou 8 GB RAM, chegando a até 128 GB de armazenamento. Assim como outros smartphones intermediários da chinesa, o aparelho vem com bateria de 5.000 mAh, garantindo um uso prologando antes de precisar ser carregado. Ele foi anunciado por R$ 2.699, mas é possível encontrá-lo por R$ 1.365 online.

Redmi Note 12 5G

Este ano a Xiaomi acrescentou ao seu catálogo de intermediários o Redmi Note 12 5G. Ele foi lançado com outros três modelos da linha, com configurações bastante parecidas, como uma tela AMOLED de 6,67 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. Para os amantes de bons cliques, o conjunto fotográfico do Redmi Note 12 5G traz uma lente tripla com a principal com 48 MP e câmera frontal de 13 MP. Entre os destaques do aparelho está a bateria de 5.000 mAh com carregamento rápido de 33 W.

Redmi Note 12 5G e demais telefones da linha têm tela Super AMOLED — Foto: Divulgação/Xiaomi
Redmi Note 12 5G e demais telefones da linha têm tela Super AMOLED — Foto: Divulgação/Xiaomi

O processamento fica por conta do chipset Snapdragon 4 Gen 1, da Qualcomm, que conta com o auxílio de até 8 GB de memória RAM. O armazenamento, por sua vez, é de 128 GB ou 256 GB. O Redmi Note 12 5G também tem NFC, para pagamentos por aproximação, Bluetooth 5.1 e conexão com a Internet 5G. Quando chegou ao mercado, o celular veio com preço sugerido de R$ 2.699, mas hoje pode ser encontrado o varejo online por R$ 1.354.

Galaxy S20 FE 5G

Para quem busca ainda mais economia, investir em um aparelho mais antigo talvez seja uma boa opção. O Galaxy S20 FE é mais simples e barato do que outros celulares da linha S20 da Samsung. Lançado em 2020, o aparelho mantém confirmações atraentes para o consumidor, como bom armazenamento, com 128 GB ou 256 GB, compatibilidade 5G e bateria de 4.500 mAh, que segura bem um uso intenso durante o dia. O processador do S20 FE é o Snapdragon 865, da Qualcomm.

Estrutura de câmeras do Galaxy S20 FE — Foto: Thássius Veloso/TechTudo
Estrutura de câmeras do Galaxy S20 FE — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

No entanto, antes de optar pelo aparelho, vale levar em conta que a Samsung, fabricante do modelo, informou que ele só receberá atualizações do sistema operacional até o Android 13, lançado no ano passado. O celular conta com um jogo de câmeras triplo, com a principal de 12 MP e a frontal de 32 MP. Ele chegou ao mercado custando R$ 4.499, mas pode ser encontrado por R$ 2.061 no site da Amazon.

Galaxy A14 5G

Entre os modelos mais atuais ofertados pela Samsung, um “basicão” que pode fazer brilhar os olhos do consumidor é o Galaxy A14. Além de ser compatível com o 5G, o celular traz uma ficha técnica atrativa para a categoria, a começar pela tela de 6,6 polegadas, que promete cores vivas e realistas, com taxa de atualização de 90 Hz. No jogo de câmeras triplo, a principal é de 50 MP, garantindo fotos de boa qualidade.

Galaxy A14 5G, lançamento da Samsung na CES 2023 — Foto: Divulgação/Samsung
Galaxy A14 5G, lançamento da Samsung na CES 2023 — Foto: Divulgação/Samsung

Nas configurações internas, o celular da empresa sul-coreana investiu no chip octa-core Exynos 1330, de fabricação própria. A memória RAM é de até 8 GB, e o armazenamento conta com 64 ou 128 GB, com possibilidade de expansão via cartão microSD. A capacidade da bateria, de 5.000 mAh, também é um ponto alto do aparelho. Ele chegou ao Brasil com o preço sugerido de R$ 1.799, mas pode ser encontrado no site da Amazon por R$ 1.016.

Galaxy M23 5G

A linha M da Samsung é formada por aparelhos vendidos exclusivamente online e traz diversas opções, principalmente para quem deseja investir em processamento. Um deles é o Galaxy M23. Entre os destaques do produto estão a bateria de 5.000 mAh, o processador Snapdragon 750G – que promete um bom desempenho na hora de rodar apps pesados – e a câmera traseira com sensor principal de 50 MP.

Tela e design do Samsung Galaxy M23 — Foto: Reprodução/Samsung

O celular tem uma tela de 6,6 polegadas TFT LCD e pode ser encontrado em duas versões – com 4 ou 6GB de RAM –, além de chegar a até 128 GB de armazenamento. O Galaxy M23 sai de fábrica com o Android 12, sob a interface One UI 4.1. Lançado em 2022, ele chegou ao mercado custando R$ 1.999, mas atualmente ele é vendido por R$ 1.979, no site da Amazon.

Galaxy M53 5G

Se na lista de desejos estiver um celular um pouco mais robusto do que o Galaxy M23, da Samsung, talvez a resposta esteja no Galaxy M53, também do catálogo da sul-coreana. O smartphone tem entre os destaques uma tela Super AMOLED Plus de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, uma ótima característica para quem gosta de jogar no aparelho. Ele também traz um jogo quádruplo de câmeras, com a principal de 108 MP e uma câmera frontal de 32 MP.

Galaxy M53 é um lançamento de 2022 — Foto: Divulgação/Samsung
Galaxy M53 é um lançamento de 2022 — Foto: Divulgação/Samsung

Na ficha técnica, o celular traz o processador MediaTek Dimensity 900 (até 2,4 GHz), com 6 ou 8 GB de memória RAM e 128 ou 256 GB de armazenamento, expansível via microSD. Assim como outros aparelhos desta lista, o Galaxy M53 vem com uma bateria robusta, de 5.000 mAh. Mesmo tendo sido lançado em 2022, ele segue como uma boa alternativa para quem procura por um aparelho intermediário. Anunciado por R$ 3.499, o celular 5G da Samsung pode ser encontrado no site da Amazon por R$ 2.004.

Galaxy M54

Pra fechar o combo de celulares com 5G por menos de R$ 2.500, temos mais um modelo interessante da Samsung, o Galaxy M54. Anunciado em março deste ano para renovar a linha de intermediários da sul-coreana, o smartphone é o que tem a maior bateria entre os modelos selecionados, com 6.000 mAh. Além de durar por bastante tempo longe do carregador, ele também conta com câmera tripla com lentes de até 108 MP e tela de 6,7 polegadas com tecnologia Super AMOLED Plus.

Detalhes do Galaxy M54 — Foto: Divulgação/Samsung
Detalhes do Galaxy M54 — Foto: Divulgação/Samsung

Há duas opções de armazenamento disponíveis para compra: 128 GB e 256 GB, ambas expansíveis via microSD. O aparelho também conta com 8 GB de memória RAM. O responsável pelo processamento do Galaxy M54 é o chip Exynos 1380, feito pela própria da Samsung. O intermediário desembarcou no Brasil este ano a partir de R$ 2.999, mas pode ser encontrado por R$ 2.199 no site da Amazon.

Com informações de Xiaomi.

FONTE TECHTUDO

Carro popular encareceu mais de 200% em 10 anos, mostra levantamento

Volta de carros com preços realmente mais acessíveis tem sido discutida pelo governo, que avalia iniciativas para incentivar setor automotivo, que sofre com a queda das vendas

O carro zero quilômetro mais barato vendido no Brasil hoje em dia, o Renault Kwid, é vendido a partir de R$ 68.100,00. Para os parâmetros de “carro popular”, criado no governo Itamar Franco, em 1993, está bem longe da proposta inicial, que era ser acessível para todos os brasileiros.

Um levantamento da KBB (Kelley Blue Book), empresa de avaliação de veículos e pesquisa automotiva, feito a pedido da CNN, mostra que os carros populares encareceram mais 200% em 10 anos.

O Volkswagen Gol, por exemplo, foi um dos carros que mais encareceram. Em 2013, um modelo zero quilômetro era vendido por R$ 20.600,00. Hoje, em 2023, vale R$ 68,500,00, alta de 235,5%.

O levantamento da KBB considerou preços referentes às versões de entrada ano/ modelo, verificados a partir de março de 2013. Os modelos Chevrolet Celta, Ford Ka e Fiesta, que estão no levantamento, saíram de linha e não possuem sucessores atualmente, por isso foram verificados os seus modelos mais novos para cada um deles.

Segundo o consultor do setor automotivo, Paulo Garbossa, quando o carro popular chegou ao mercado brasileiro, eram totalmente despojados. “Os veículos tinham revestimentos da lateral de eucatex, para-choque pintado, ou seja, coisas que se faziam para baratear efetivamente o custo do carro”, explica.

Na década de 1990 não se via carro com airbags, não tinham a base e nem frenagem ABS, lembrou Garbossa. “Não tinha uma série de equipamentos que atualmente são obrigatórios em todos os veículos. Hoje todos os carros são carburados, têm injeção eletrônica, todos equipamentos de segurança e multimídia. Isso significa que houve uma obrigação em investir nos veículos por várias razões, como emissões de gases veiculares, dentre outros acordos com as normas vigentes do país”.

Milad Kalume Neto, diretor de desenvolvimento de negócios da JATO no Brasil, ressaltou que no Brasil o carro nunca existiu popular. “Sempre o denominei por ‘veículo de entrada’. O advento da tecnologia nos veículos de hoje fez com que os custos de produção se elevassem. Além do mais, não podemos nos esquecer no custo Brasil – infraestrutura, logística e custos tributários -, sem contar a alta desvalorização pela qual nossa moeda passou. Todos os fatores juntos e tornou o veículo de entrada inacessível.”

Desde o implemento do Inovar-Auto, pela obrigatoriedade de alguns investimentos em powertrain e em segurança (ABS e airbag), os preços dos veículos deram um salto. Milad enfatiza que, se o brasileiro “puxar pela memória”, perceberá que os veículos de hoje são bem diferentes dos veículos de 10, 20 e principalmente 30 anos atrás.

O carro popular pode voltar?

Milad afirma que existe espaço para a volta de veículos um pouco mais baratos, porém serão menos equipados.

Já na opinião de Garbossa, essa possibilidade já é mais difícil. “Eu nunca vi uma montadora reduzir o preço do carro. O que você tem, no meio do caminho, são as promoções. Então, se o veículo está vendendo e não tem produto para vender, ninguém mexe na lista de preço.”

Vale ressaltar que as montadoras estão estudando ressuscitar o carro popular. A iniciativa tem sido discutida entre fabricantes de veículos e o tema começa a ser avaliado em Brasília.

O setor acredita que, se houver acordo e o governo oferecer incentivos tributários, seria possível oferecer um veículo popular com valor pelo menos R$ 10 mil abaixo do praticado atualmente.

O tema está em discussão entre os ministros do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, e da Fazenda, Fernando Haddad. O assunto está sendo pautado para as pastas avaliarem iniciativas para incentivar o setor que sofre com a queda das vendas.

A intenção é criar um programa que permita reduzir o preço ao consumidor em pelo menos R$ 10 mil. Assim, segundo a indústria, seria possível oferecer carros de entrada com valor entre R$ 50 mil e R$ 60 mil.

FONTE ITATIAIA

Preço da gasolina sobe pela 4ª semana seguida e já passa de R$ 5,60 em Minas

Preço médio da gasolina apurado pela ANP acumula alta de 2,4%

O preço da gasolina subiu nos postos de abastecimento de todo o país pela quarta semana seguida, aponta levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nessa segunda-feira (7). O aumento vem apesar de a Petrobras manter o preço do combustível congelado há 66 dias.

O monitoramento da ANP aponta que, em Minas Gerais, o litro da gasolina é encontrado até R$ 5,67. Já o menor valor é de R$ 4,55. O preço médio ficou em R$ 4,87. Em Belo Horizonte o maior valor encontrado foi R$ 5,29 e o menor R$ 4,69. Foram pesquisados 235 postos no Estado.

Na semana de 30 de outubro a 5 de novembro, a gasolina teve alta de 1,4%, chegando a um preço médio de R$ 4,98 por litro, ante R$ 4,91 da semana anterior.

Considerando o período de quatro semanas, o preço médio da gasolina apurado pela ANP acumula alta de 2,4%.

Eleições

O novo aumento reforça a tendência de alta no preços dos combustíveis aos consumidores, que vem desde meados do segundo turno, quando o governo pressionava a Petrobras para não reajustar os preços praticados em suas refinarias, mas não teve meios de conter os reajustes de agentes privados, como a refinaria de Mataripe (BA), da Acelen, empresa controlada pelo fundo Mubadala. A gasolina subiu 2,42% na Bahia, o estado mais atendido pela Acelen.

A recente escalada da gasolina também se deve, segundo especialistas, a aumentos no preço do etanol anidro, que responde por 27% da mistura da gasolina comum além de aumentos realizados por importadores e revendedores.

Os bloqueios de rodovias por bolsonaristas que protestavam contra o resultado das eleições na semana passada também contribuem para a alta do combustível.

Desagregando o aumento por estados, o maior aumento aconteceu no Paraná, 5,65%; seguido do Distrito Federal, 4,36% e Rio Grande do Sul, 3,83%, justamente estados afetados pelo bloqueio. Em Santa Catarina e São Paulo, estados onde também houve fechamento de estradas, a gasolina subiu 0,83% na semana passada.

Com o mercado internacional pressionado e os preços da Petrobras abaixo da paridade de importação, a estatal não tem espaço técnico para novas reduções nas refinarias. Ao contrário, dizem especialistas, a petroleira segue pressionada a reajustar seus preços, o que reforçaria a alta nas bombas.

Desde o pico histórico de R$ 7,39, registrado na penúltima semana de junho, a gasolina chegou a recuar 35% até a semana encerrada em 8 de outubro. Mas, sem novos descontos nos preços da Petrobras nas últimas semanas, o preço do insumo voltou a subir nos postos brasileiros.

Diesel

Já o preço do litro do diesel S10 voltou a subir, desta vez 0,4% para R$ 6,71, entre os dias 30 de outubro e 5 de novembro. Na semana anterior, esse preço tinha caído 0,6% e têm oscilado desde meados de outubro. Até o dia 15 daquele mês, o diesel caiu por 16 semanas seguidas, puxado pelas reduções nas refinarias da Petrobras.

Com o aumento das cotações internacionais, a estatal também não tem reajustado o diesel a fim de acompanhar o preço de paridade internacional (PPI), conforme prevê a sua política de preços. Assim, os preços se estabilizaram e têm experimentado altas pontuais ao consumidor ligadas a reajustes praticados por refinarias privadas e importadores, que respondem por volume entre 25% e 35% do insumo consumido no país.

Desde o rebaixamento do teto de 17% no ICMS sobre combustíveis, em 24 de junho, o diesel S10 chegou a ser reajustado para baixo nas refinarias da Petrobras em três ocasiões. Antes de voltar a subir, o preço médio do litro do insumo chegou a cair 13,4% em três meses e meio, variando de R$ 7,68 no início do ciclo para até R$ 6,65 na semana entre 9 e 15 de outubro.

GLP

Já o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 quilos, ou gás de cozinha, ficou estável na revenda, com média de preço de R$ 109 86 por botijão. Esses preços também têm flutuado nas últimas semanas, devido ao fim dos efeitos no preço final das reduções da Petrobras em refinarias antes da eleição.

*Com Estadão Conteúdo

FONTE ITATIAIA

Mesmo sem novo reajuste da Petrobras, preço da gasolina sobe; qual o motivo?

Estatal segura reajuste desde o início de setembro, mas preço do combustível nas bombas aumenta segue aumentando.

gasolina ficou mais cara nos postos brasileiros pela segunda vez consecutiva na semana passada, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apesar do aumento, a Petrobras não reajusta seus preços desde o início de setembro.

O preço do combustível vendido no país está em defasagem há seis semanas, conforme aponta o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Enquanto isso, a estatal segura novos aumentos a pedido do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com informações do jornal O Globo, o candidato à reeleição quer frear a todo custo qualquer aumento antes do segundo turno das eleições. A queda nos preços da gasolina e do diesel é uma de suas principais estratégias de campanha para conquistar leitores.

Caso a correção seja aplicada, a gasolina ficará 12,27% mais cara para as distribuidoras, ou R$ 0,46 por litro.

Motivos do aumento

O preço médio nacional da gasolina chegou a R$ 4,79 por litro na primeira semana de outubro, subindo para R$ 4,86 (+ 1,46%) na semana seguinte. No dia 22 de outubro, a média foi a R$ 4,88, aumento de 0,41%.

Sem novos reajustes por parte da Petrobras, especialistas acreditam que o aumento é justificado por vários motivos. O principal deles é que os postos já estão antecipando a correção prevista para depois das eleições.

“Mesmo com a Petrobras não alterando o valor da gasolina, já há um movimento dos próprios distribuidores e postos”, diz o economista Igor Lucena.

Além disso, os estados têm se movimentado para evitar as perdas geradas pelo corte no ICMS dos combustíveis. No Ceará, por exemplo, o governo aplica o teto de 18% estabelecido nacionalmente, mais 2% de imposto referente ao Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop). Outra explicação é que as refinarias privadas estão reajustando seus preços normalmente, como é o caso de Mataripe.

Para os especialistas, o preço da gasolina no Brasil subirá de qualquer forma nas próximas semanas. Em algum ponto, a Petrobras terá que voltar a adotar o Preço de Paridade de Importação (PPI) e encher o tanque ficará mais caro para os brasileiros.

FONTE EDITAL CONCURSOS

Preço da gasolina volta a subir nos postos; entenda motivos

Produto sobe acompanhando alta do etanol. Aumento do petróleo no exterior eleva defasagem dos preços internos

Consumidores observaram, nesta semana, alta de preços nos postos de combustíveis do Distrito Federal. De acordo com o presidente do Sindicombustíveis/DF, Paulo Tavares, o aumento é devido ao etanol, que vem sofrendo reajustes constantes. “O etanol anidro tem subido todas as semanas e a composição da gasolina tem 27% deste produto. Com isso as distribuidoras estão revistando a gasolina semanalmente por este fator”, explicou.

Segundo motoristas ouvidos pelo Correio, o litro da gasolina aumentou de R$ 0,15 a R$ 0,20 nos últimos dias. Kátia Abreu, 39 anos, administradora, contou que sempre abastece em um posto do Setor Leste do Gama. “Desta vez, o aumento foi horrível. O combustível, que estava em R$ 4,89, foi para R$ 5,19. Daqui a pouco, vai voltar ao patamar de R$ 7,50”, criticou.

Analistas alertam que a tendência de alta pode ser agravada pela elevação das cotações internacionais do petróleo, pressionadas pela decisão da Opep de cortar a produção em 2 milhões de barris por dia. Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a alta do petróleo fez subir a defasagem dos preços internos dos combustíveis no Brasil, aumentando a pressão por reajustes da Petrobras para manter a paridade com os preços de importação (PPI), política adotada pela estatal desde 2016.

De acordo com a entidade, na terça-feira, os preços médios da gasolina estavam 9% abaixo do mercado internacional e o diesel, 8% mais barato, o que daria margem para a Petrobras conceder aumentos de R$ 0,31 e R$ 0,43 por litro nas refinarias, respectivamente, para voltar à paridade. A estatal, porém, sofre pressões do palácio do Planalto para segurar reajustes, ao menos até o fim o segundo turno das eleições.

Em março, o preço médio do litro da gasolina no país chegou a R$ 7,32. Na ocasião, o valor dos combustíveis disparou em todo o Brasil após mega-aumentos anunciados pela Petrobras. Os reajustes tinham como pano de fundo a disparada do petróleo no mercado internacional, influenciada pela guerra na Ucrânia.

Daniel Ferreira, 35, contador, afirmou que já está esperando novos aumentos após o segundo turno das eleições. “Lemos nos jornais que Bolsonaro estava forçando para baixo os preços da gasolina. Porém, acho que será difícil que isso seja mantido, já tem muito tempo que não há uma atualização nos valores”, apontou. “Nos postos perto da minha casa, o combustível estava na faixa de R$ 4,85 a R$4,99. Hoje, já me deparei com R$ 5,50.” (Com informações da Agência Estado)

FONTE CORREIO BRAZILIENSE

Petrobras anuncia redução de R$ 0,30 no diesel

Novo preço vale a partir de amanhã

A Petrobras anunciou hoje (19) a redução no preço do diesel A vendido às distribuidoras de combustíveis em R$ 0,30, a partir de amanhã (20). Com a mudança, o litro do diesel A fornecido pela empresa passará a custar R$ 4,89.

A queda no preço equivale a 5,78% e, segundo a estatal, “acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com sua prática de preços”.

A Petrobras explica ainda que, como o diesel vendido nos postos tem uma mistura obrigatória de 20% de biodiesel, a parcela do diesel A no preço final passará de R$ 4,67, em média, para R$ 4,40, a cada litro vendido.

O preço do diesel comercializado pela Petrobras teve aumento pela última vez em 18 de junho, quando chegou a R$ 5,61 o litro. Desde então, o valor foi reduzido em R$ 0,20, em 5 de agosto; e em R$ 0,22, em 12 de agosto.

Edição: Fernando Fraga

FONTE AGENCIA BRASIL

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