“Tentei fazer diferente”, declara Sandro José em tom de despedida da presidência do Legislativo lafaietense

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Vereador Sandro José/CORREIO DE MINAS

“Seu fracasso é o nosso fracasso. Já seu sucesso é nosso sucesso”, advertiu o vereador ao futuro comandante; Chico Paulo exalta força do G7

Vereador Sandro José/CORREIO DE MINAS

Esta semana a sessão da Câmara foi de despedidas pelo fim do ano já que a Casa entra em recesso das sessões retornando no dia 1º de fevereiro. O clima natalino invadiu o plenário.  Em seu discurso, ao deixar o comando do Legislativo, visivelmente emocionado, o vereador Sandro José (PSDB) foi ovacionado por seus pares. “Tentei inovar e trazer coisas novas a esta Câmara. Agradeço aos meus colegas a oportunidade que tive de comandar esta Casa. Não entrei por vaidade, mas por um objetivo. Esta Casa foi respeitada, tanto na mídia como nas redes sociais”, assinalou, discretamente citando incidentes na gestão anterior em que o Legislativo foi alvo de protesto. O ano foi de calmaria, sem maiores atropelos populares. “Nós exercemos nosso mandato não como uma partida de futebol, mas como um coro afinado e afiado”, comparou o vereador ao analisar o primeiro ano da legislatura. E deixou um alerta em tom de conselho ao futuro presidente, Darcy José dos Santos (SD). “Lá fora não se permitem escorregões. Caso contrário nossa Casa será motivo de manchetes. Seu fracasso é o nosso fracasso. Já seu sucesso é nosso sucesso”, discorreu.

Sandro fez um balanço do processo legislativo e das atividades em 2017 com 89 sessões, 52 projetos de leis aprovados, 19 requerimentos, 406 indicações. Ao final, Sandro agradeceu aos funcionários, citou nominalmente os vereadores e grande parte da plateia que acompanhou os trabalhos neste ano.

O grupo G7

O vereador Lúcio Barbosa (PSDB) agradeceu a parceria. “Nós Casa está acima da média e gente tem de exaltar a condução da Câmara neste ano e para 2018 vamos deslanchar”, avaliou Alan Teixeira (PHS).

Já o vereador Chico Paulo (PT) elogiou a atuação do grupo de vereadores, intitulado de G7, que elegeu Darcy para a presidência da Casa. “Eu acredito no coletivo. Foi um amadurecimento nosso. Agora vamos fazer o que precisamos nesta Casa. Aqui não é o presidente que manda mas o grupo”, defendeu.