Vereadores questionam eficiência do rotativo e apontam falhas em aplicativo

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Carla Sassi disse que acionou o aplicativo para uso mas constatou 22 multas em seu carro

Apesar de ter retirado cerca de 30% dos veículos da rua sistema ainda é ineficiente/Arquivo

A gestão do rotativo foi alvo de críticas na sessão da Câmara municipal. O vereador Alan Teixeira (PHS) apresentou um requerimento a concessionária do serviço, empresa “TI.MOB Tecnologia e Soluções em Mobilidade”,  cobrando inúmeras informações e questionamentos, segundo ele, oriundos de reclamações recorrentes de usuários que apontam falhas no sistema digital.

Alan adiantou que seu gabinete recebe diariamente reclamações que provocaram um estudo minucioso do serviço prestado pela empresa desde, o edital de licitação, o contrato e o termo de referência assinado com o município na gestão anterior. O rotativo iniciou operação em fevereiro do ano passado. Alan elogiou o rotativo como mecanismo para desafogar e democratizar o acesso às vagas, mas ponderou que há deficiências no sistema que fere o direito do consumidor. “Há falhas na gestão do processo como um todo. Queremos saber das informações em tempo real através de central de controle para que o município possa fiscalizar a cobrança e os valores que e prefeitura tem direito. È o que chamamos de transparência do processo”, informou.

Vereador Alan Teixeira cobrou informações da empresa que gere rotativo/CORREIO DE MINAS

Ele criticou que existem vagas sem sensor o que impede a fiscalização. “A concessionária é responsável pela gestão de vagas, mas queremos os relatórios com o número de vagas que realizam o pagamento e os valores repassados a prefeitura”, salientou.

Os mais de 20 pedidos de informações a “TI.MOB”  sinalizam uma ineficiência eletrônica na ativação de créditos, causando transtornos aos usuários. “O que a gente percebe é que o aplicativo muitas das vezes é falho. Como a empresa detecta esta falha e comunica ao usuário? ”, questionou. Alan cobrou o termo de aditivo do contrato ocorrido em 2015. Segundo ele, há falta de monitores que facilitem o acesso ao rotativo.

Repercussão

Carla Sassi reclamou que seu veículo foi multado 22 vezes já que o aplicativo não funcionou/Arquivo

Em meio às discussões, a vereadora Carla Sassi (PSB) adiantou que percebeu recentemente que seu veículo possuiu 22 multas por falha no aplicativo. “Eu acionei e agora estou sendo cobrada. Ao que parece ele não funcionando com eficiência”.

O vereador Darcy José de Souza (SD) cobrou disponibilização do talonário físico. “Muitas pessoas ainda não têm acesso a esta tecnologia moderna”, assinalou. “Toda nossa discussão se resume em transporte público com qualidade e eficiência. Se tivéssemos isso em Lafaiete as pessoas não precisariam usar os veículos particulares”, sentenciou.

Histórico

O rotativo em Lafaiete existiu até meados de agosto de 2011. Porém uma decisão do Judiciário colocou fim a cobrança nas vias urbanas da cidade, proferida pelo juiz José Leão Santiago Campos. A época, de acordo com o defensor público, Vicente Augusto do Sacramento Ferreira, foi acatada o pedido de limitar apresentado à Justiça pela Defensoria Pública. Ele apontou, entre outras possíveis irregularidades, o aumento do valor da taxa, de R$ 1 para R$ 2, por meio de um decreto do Executivo Municipal em vigor desde o final de 2010 e a fiscalização, feita pelos adolescentes do Centro do Adolescente Ativo de Conselheiro Lafaiete (CAACL).

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