A Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC) determinou a suspensão das atividades, tanto de pousos como de decolagens, do Aeroporto das Bandeiras, pela nomenclatura intitulado aeródromo, a partir do próximo sábado (4) até dia 4 de junho de 2022.
A decisão não foi surpresa para o administrador há 35 anos do local, Francisco Resende Paula. Ele apontou que a situação do aeródromo depende de investimentos para melhorar sua infra-estrutura.
Chiquinho citou a precariedade da pista, falta de sinalização como também cercamento que oferece risco de invasão de animais de grande porte no aeródromo.
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Soma-se a isso, segundo ele, a burocracia da prefeitura em assinar um convênio com o Estado e a Secretaria Nacional de Aviação Civil, que se arrasta desde final de 2016 em função do projeto “Plano de Zona de Proteção de Aeródromo (PZPA) que é exigido pela ANAC. Por este motivo, o Estado assinou o convênio com o Governo Federal repassando ao Município para sua concordância e assinatura.
Chiquinho explicou que a burocracia e o interesse desencadearam esta situação limite. “No final de 2016, o Estado e o Governo Federal assinaram um convênio e submeteram a apreciação do Município em função de um novo plano de aviação em torno dos aeródromos. Porém depois de sucessivas reuniões, contatos e reuniões, o Município, conhecer as causas, não assinou do convênio que culminou na suspensão das atividades. É um grande prejuízo para Lafaiete e região”, assinalou Chiquinho.
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As atividades de emergência como combate a incêndios em parques estaduais o aeroporto está liberado. “Infelizmente não faltou boa vontade da nossa parte e esbarramos na decisão da prefeitura em assinar o convênio”, finalizou.
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