18 de abril de 2024 17:30

Após crime ambiental, Parque da Cachoeira é reaberto; alvos de investigação, mineradoras são multadas em R$2 milhões

Após quase 20 dias interditado, o balneário e complexo de lazer, um dos mais visitados do interior de Minas, o Parque da Cachoeira em Congonhas (MG) foi reaberto pela Prefeitura nesta sexta-feira (8). Em nota, a Funculto (fundação Municipal de Cultura), que administra o local, informou que a piscina natural da Cachoeira de Santo Antônio permanece interditada até definição dos laudos dos órgãos estaduais e federais”.

No dia 19 de novembro com o transbordamento da piscina natural durante a chuva ocorrida a noite, a Defesa Civil de Congonhas interditou os locais próximo ao acesso à cachoeira de Santo Antônio. Foram realizadas avaliações dos órgãos de proteção ambiental, em níveis municipais, estaduais e federais. A Prefeitura deu andamento no trabalho de limpeza e reconstrução das áreas afetadas do Parque.

A Defesa Civil de Congonhas esteve no local no dia 05 de dezembro e manteve, por laudo, a interdição da piscina natural liberando as demais piscinas e restaurante, que já receberam a manutenção necessária.

A Prefeitura informa que a piscina natural da Cachoeira de Santo Antônio só será liberada após recebimentos dos laudos dos órgãos de proteção ambiental nos níveis estaduais e federais. O local, próximo à entrada da piscina natural, está sinalizado e isolado para que os frequentadores não tenham acesso.

Desde o transbordamento por contaminação de minério, a Prefeitura abriu um procedimento para investigar os responsáveis pelo suposto crime ambiental. Laudos de órgãos ambientais já foram concluídos restando a finalização da perícia da Angência Nacional de Mineração. A prefeitura multou duas mineradoras em R$2 milhões.

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