12 de abril de 2024 12:02

Eleições 2024: Carandaí pode ter quatro candidatos a Prefeito

Eleito em 2016 e reeleito em 2020, o atual Prefeito Vasiquinho não pode se recandidatar e seu grupo político estuda três nomes para sucedê-lo. O atual Vice-Prefeito, José Pedro Vitorreti, que pode se recandidatar a seu atual cargo, pois foi eleito somente em 2020; o Vereador Valério Domingos e o Secretário Municipal de Governo, Rogério Bertolin. Uma chapa composta por dois destes três nomes não está descartada. O nome a ser escolhido deve contar com o apoio do Deputado Federal Luiz Fernando (PSD).

Eleito Vereador em 2004, Vice-Prefeito em 2008, tendo assumido o cargo de Prefeito em 2011 e segundo colocado nas eleições de 2012, 2016 e 2020, Kiko vem novamente para a disputa em 2024. Sua candidatura contará com o apoio do Deputado Federal Fred Costa (PRD).

Atual Diretor Presidente do CEASA – MG e filho do ex Prefeito Agostino Corsino, Luciano Oliveira, que foi Secretário Municipal de Administração na década de 1980 e assessor parlamentar na ALMG e Câmara dos Deputados nas duas décadas seguintes, é outro nome cogitado para concorrer a Prefeitura de Carandaí. Sua candidatura pode contar com o apoio do Deputado Federal Pinheirinho (PP).

Candidato a Deputado Estadual majoritário na cidade nas eleições de 2022, Alan Agro é mais um nome a entrar na disputa pelo Poder Executivo de Carandaí. Sua candidatura pode contar com o apoio do Governador Romeu Zema (NOVO), embora todos os demais nomes cotados para a disputa sejam de partidos da base de apoio do Governador na ALMG.

Mesmo com mudanças na legislação eleitoral, como a redução do número de partidos através da cláusula de barreira e introdução das federações partidárias e somando-se a isto, a redução do percentual por partido para lançamento de candidatos para a chapa proporcional, o número de candidaturas ao Executivo vem crescendo. Este crescimento pode ser reflexo das mudanças anteriormente mencionadas, fazendo com que os partidos lancem nomes para os Executivos Municipais como estratégia de crescimento e fortalecimento para as eleições de 2026, onde a cláusula de barreira será ainda mais rigorosa exigindo que um partido ou federação eleja no mínimo 13 Deputados Federais e alcance 2,5% dos votos válidos, o que reduzirá ainda mais o número de partidos, seja por fusão, incorporação ou federação partidária.

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